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Sedã esportivo BMW M5 já está disponível no mercado nacional

Entre os amantes de automóveis esportivos, o BMW M5 é um dos mais desejados. A sétima geração do modelo já está á venda no Brasil. Com um visual mais agressivo e acabamento sofisticado, o sedã esportivo vem equipado com um sistema de propulsão M Hybrid. O novo M5 continua com um motor V8 turbo de 585 cavalos e 750 Nm de torque e é auxiliado por um motor elétrico de 197 cavalos e 280 Nm de torque. Na soma combinada, geram 727 cavalos de potência e torque de nada menos que 1.000 Nm.

Equipado com sistema de tração integral M xDrive, que permite transferir até 100% da força para o eixo traseiro, o esportivo acelera de 0 a 100 km/h em apenas 3,5 segundos e tem velocidade máxima de 305 km/h.

Híbrido do tipo plug-in, o novo BMW M5 pode rodar apenas em modo elétrico a velocidades até 140 km/h, com autonomia que varia entre 67 e 69 quilômetros, de acordo com o ciclo WLTP.

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Filhos herdam a paixão dos pais por carros antigos

A paixão por carros antigos foi o que motivou um grupo de amigos a criarem o “Califórnia Volks Brothers”, que chega a sua 12ª edição em 2024. O evento, realizado em Ribeirão Preto no próximo dia 14 de julho, deverá reunir cerca de mil automóveis clássicos, especialmente o Fusca, além de mais de 10 mil visitantes apaixonados pelo antigomobilismo, nome dado à prática de colecionar automóveis clássicos.

A prática, inclusive, é passada de pai para filho, que veem no antigomobilismo uma oportunidade para passar mais tempo juntos e viver novas experiências em família.

De pai para filho 

Cuidar e revitalizar carros antigos foi de hobby à paixão do ribeirão-pretano Bruno Zunfrilli. Influenciado pelo pai, Claudinei, o jovem, hoje com 25 anos, descobriu esse amor logo na infância. “Aos 12 anos de idade, meu pai começou a me ensinar ainda mais sobre carros, com um fusca que ele tinha”, relembra.

E como surge a paixão por esses autos? A resposta é quase unânime: é inexplicável. “Você não sabe como e nem porquê começa, mas quando se dá conta, está completamente envolvido”, explica Claudinei. “Quando eu era criança, não tinha muito contato com carros, e ninguém da família tinha esse interesse”, recorda.

Tudo mudou aos 14 anos de idade, quando passou a olhar carros e motos com outros olhos. “Surgiu o desejo e a ansiedade para fazer 18 anos e tirar logo a habilitação”, conta Claudinei.

Mas foi só depois do nascimento de Bruno que Claudinei começou a se dedicar aos clássicos. “Um dia resolvi comprar um Jeep Willys azul, de 1968. O carro não tinha acessórios e o conforto era zero. A partir daí, dei início ao ‘aprendizado’, procurei oficinas, mecânicos, peças e entrei de vez nessa arte de manter um carro antigo funcionando”, relata.

O primeiro fusca 

O “Jipão”, como era conhecido o carro, foi o que despertou o interesse de Bruno por automóveis clássicos. “Eu adorava toda essa experiência e participava de tudo o que eu podia”, conta Bruno, que lamentou o dia em que o pai vendeu o carro, “depois de tanto gasto e dor de cabeça”.

Mas não demorou até que Claudinei e Bruno sentissem falta de ter um auto para mexer. E foi aí que o fusca, um dos carros mais clássicos da história, entrou – de fato – para a família Zunfrilli.

“Desmontamos todo o fusquinha, ano 1973. Restauramos e mantivemos as características originais do carro, algo que nem era tão apreciado pelas pessoas, que preferiam carros equipados, mexidos e com cores e equipamentos mais modernos”, comenta Bruno, que ressalta, ainda que, na época, restaurar um fusca era um grande desafio, já que a internet não era o que é hoje, com facilidade e praticidade para encontrar informações. “Não havia tanta disponibilidade de peças de reprodução e o que tinha eram estoques antigos e muitas peças usadas encontradas em desmanches, mas a custa de muita procura”, complementa.

Foi com esse fusca, inclusive, que Bruno e o irmão, Victor, aprenderam a dirigir, orientados por Claudinei. “Ainda fazíamos nossas travessuras a bordo do ‘fusquinha 73’, mas não podíamos abusar, porque meu pai era ciumento com o carro”, ressalta Bruno.

Aumento da coleção

Depois do “Jipão” e do “Fusquinha 73”, a paixão aumentou, assim como a coleção, “para o desespero da minha mãe”, ressalta Bruno. Hoje, a família tem dois fuscas ano 73; uma Variant 71; um VW Zé do Caixão ano 1969; um XR3 ano 84; e uma moto XL 125. Isso sem contar nas três bicicletas Phillips – década 50, uma Caloi 10 e uma Cecí da década 80. “Meu carro de uso no dia a dia é um Honda Civic 1999, que chama atenção de quem conhece e logo já será considerado um antigo”, destaca Bruno.

Exposição

Há alguns anos, a família frequenta o California Volks Brothers, que em 2024 celebra sua 12ª edição. Formado por um grupo de amigos apaixonados por fuscas, o encontro, desde 2017, está entre os eventos oficiais de Ribeirão Preto. Neste ano, o evento será realizado no dia 14 de julho, das 08h às 17h, no campus do Centro Universitário Moura Lacerda.

O encontro é uma ótima opção de lazer para toda família, com ações para crianças e adultos, apaixonados – ou não – pelo antigomobilismo. Além disso, o California Volks Brothers contará com um mercado de antiguidades, estandes, música ao vivo, food trucks, sorteios e uma exposição dos aircooleds – carros em que o sistema usa o próprio ar para refrigerar o motor.

Bruno e Claudinei estarão no encontro expondo alguns carros da coleção, que deve aumentar em breve. “Estou muito feliz, mas ainda não satisfeito. Tenho vontade de seguir com essa paixão e, quem sabe, passar os mesmos valores aos filhos”, finaliza Bruno.

Serviço
Data:
14 de julho
Horário: Das 8h às 17h
Local: Centro Universitário Moura Lacerda Campus – Av. Dr. Oscar de Moura Lacerda, 1520 – Independência, Ribeirão Preto
Ingressos: https://acessoingressos.com.br/CaliforniaVolksBrothers
Valores 1º lote:
Expositores:
R$ 20,00 + 2kg alimento por veículo
Visitante: R$ 5,00 + 2kg alimento por veículo
Fura-Fila: R$ 150,00 + 2kg alimento por veículo

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“O Brasil é a China dos Trópicos”, diz Alckmin, em visita ao país

O vice-presidente Geraldo Alckmin fez, na madrugada desta sexta-feira (7), em Pequim, uma comparação do momento de desenvolvimento e parceria estratégica vivido pelo Brasil e pela China. “Há 65 anos, isto, 65 anos, o sociólogo Gilberto Freire vaticinou, antevendo o desenvolvimento e a importância que os dois países teriam: o Brasil é a China dos trópicos”.

Ao encerrar entrevista coletiva na capital chinesa, Alckmin, que também é ministro de Indústria, Desenvolvimento, Comércio e Serviços, afirmou que não há retrocesso nessa relação, que só tende a crescer, principalmente na área de descarbonização.

Alckmin enfatizou a importância do Projeto Mover, de mobilidade verde, aprovado nesta semana pelo Senado, que seguirá para votação na Câmara dos Deputados, possivelmente na semana que vem. O investimento do Mover na cadeia da indústria automobilística será de R$ 130 bilhões nos próximos anos.

“O que o Mover faz? Ele faz um estímulo de crédito tributário de R$ 3,5 bilhões até 2028 para incentivar a inovação. Nós queremos uma indústria inovadora, descarbonizada e temos várias rotas tecnológicas, não uma só. O Brasil é privilegiado, porque vai ter carro elétrico puro, vai ter o plug-in [que tem dois motores e pode ser movido tanto a energia elétrica quanto a combustível], o híbrido e o elétrico e o flex“, disse ele, acrescentando que o potencial brasileiro é referência mundial.

Na entrevista, o vice-presidente citou o etanol e o etanol de segunda geração. O da primeira é proveniente da cana-de-açúcar que se torna álcool pela sacarose. O etanol de segunda geração é resultado da palha, da folha e do bagaço da cana transformados  em celulose e depois em combustível. “Com a pegada de carbono mais baixa, temos o biogás e o hidrogênio verde. E o mundo vai trocar o querosene de aviação pelo óleo vegetal. Portanto, o Mover vai apoiar todas essas rotas tecnológicas. Estamos na vanguarda”, destacou Alckmin.

Ele questionou que outro país tem essa diversidade energética, em que o óleo vegetal é adicionado ao diesel comum em 14%, percentual que será de 15% no ano que vem, ou na adição de etanol na gasolina comum, hoje em 27% e posteriormente em 30%.

Ao comentar a atração para que fossem implantadas no Brasil duas montadoras de veículos oriundas da China, a BYD – Build Your Dreams e GWM – Great Wall Motors, o vice-presidente disse que aliaram-se duas situações, Imposto de Importação progressivo (8%, 15%, 20%, 30% até 35% de alíquota) e quotas de importação, 40 mil veículos, depois 30, 20, 10 até zerar, garantindo, portanto, tempo para instalação das fábricas e organização das redes de concessionárias.

Sobre o Brasil tornar-se um aliado geoestratégico e geopolítico para a China, Alckmin destacou que o país é o principal parceiro comercial e os Estados Unidos, o maior parceiro de investimentos locais. “Acredito que a parceria com a China vai crescer, e defendemos o multilateralismo. A China também. O Brasil é um grande protagonista em segurança alimentar, um dos maiores exportadores do mundo, tem eficiência energética, a maior floresta tropical do planeta e compromisso com o desmatamento zero.

O BNDES – Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social tem R$ 10 bilhões  do Fundo do Clima, e temos 28 milhões de pessoas na região amazônica, que precisa gerar renda. Como fazer a floresta gerar renda, na medicina, medicamentos, cosméticos, frutas? Tem várias possibilidades, daí a importância do Centro de Biotecnologia da Amazônia”, afirmou. (Agência Brasil)

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Francesa Citroën está comeorando 105 anos de fundação

Uma das marca mais importantes da indústria automotiva mundial comemora neste mês de junho, 105 anos. A Citroën celebra com uma trajetória de automóveis marcantes, campanhas publicitárias marcantes e com uma importante renovação de produtos.

A história da marca francesa começou quando, em 5 de fevereiro de 1878, André-Gustave Citroën inaugurou a empresa. Em 1811, por conta da realização de um censo proposto por Napoleão Bonaparte, todos os cidadãos deveriam ter sobrenome. Os que não tivessem, deveriam adotar uma alcunha que o identificasse pela profissão exercida. O bisavô de André, Roelof, que era vendedor de frutas, passou a se chamar Roelof Limoenmann (literalmente, “o homem dos limões”), em referência à sua profissão. No entanto, por outras necessidades, o Limoenmann virou Citroen, apelido que, em neerlandês, é grafado sem o trema e significa “limão”.

Durante todos esses anos, alguns dos destaques foram além das inovações que se referem exclusivamente a chassis, motores e estrutura mecânica, já que seu fundador sempre entendeu toda a força que há por trás de uma produção: mão de obra, comunicação, direitos trabalhistas e pós-venda.

Pioneirismo

Em 1919, em um terreno no Cais de Javel, em Paris, nasceu a fábrica de automóveis André Citroën, sendo um dos projetos iniciais da nova planta o Type A 10 HP, primeiro automóvel europeu construído em série e o primeiro automóvel francês com direção à esquerda. Foi fabricado até 1921.

Junto com o Type A 10 HP, surgiu outra parte de toda essa história e que também já passou dos 100 anos: o “Deux Chevrons”, ou Duplo Chevron, logotipo da marca inspirado em uma engrenagem, em forma de V, fabricada em moldes de areia e utilizada principalmente na moagem de farinha.

Ainda entre os anos de 1919 e 1927, Citroën não só se tornou o primeiro empregador na França a pagar o décimo terceiro mês a seus funcionários, como implementou serviços sociais, cantinas e creches para as colaboradoras que tinham filhos. Ele também criou um serviço completo de pós-venda que incluía uma rede de reparadores, um catálogo de peças, garantia, aluguel de carros e venda a crédito.

Com as campanhas publicitárias, não poderia ser diferente. Em 1922, durante o Salão do Automóvel de Paris, o nome da montadora foi escrito no céu com a fumaça de um avião ao longo de cinco quilômetros. Em 1980, o anúncio do Citroën Visa GTI chamou a atenção quando o veículo foi lançado de um porta-aviões e, logo em seguida, surgiu em cima de um submarino.

Modelos marcantes

Quase um centenário, o Traction Avant, apresentado em abril de 1934, tornou-se um ícone por ser o primeiro modelo a combinar, em uma única estrutura, suspensão independente, carroceria monobloco, tração dianteira e freios hidráulicos.

Há 102 anos, durante o Salão Automóvel de Paris, a marca apresentou o 5 CV, primeiro automóvel concebido para as mulheres. Leve, com um motor de 4 cilindros, sua manutenção era muito simples e os pneus estreitos tornavam a condução mais suave.

No mesmo evento automotivo francês, só que na edição de 1948, era apresentado o 2 CV, originado no projeto “TPV” (“Toute Petite Voiture” ou “carro muito pequeno”) de 1936, cujo objetivo era tornar os carros versáteis, econômicos e acessíveis. Inicialmente equipado com motor bicilíndrico plano de 9 cv, 375 cc, refrigerado a ar, capaz de atingir velocidade máxima de 50 km/h, o veículo foi considerado uma revolução na indústria.

No segmento de utilitários, uma das estrelas foi o Citroën TUB, produzido entre 1939 e 1941 e que inaugurou no mercado o conceito de tração dianteira.

Em 2001, inaugurou sua produção no Brasil com o lançamento do Xsara Picasso, primeiro monovolume fabricado no país. Dois anos depois, chegava o C3, um novo conceito de carro popular e considerado uma solução prática para o dia a dia na cidade. Muito em breve, a marca vai lançar no Brasil o belo Basalt.

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Neymar pega superesportivo e vai passear em Santos

Bons tempos da marca alemã Audi no Brasil. Durante o Salão do Automóvel de São Paulo de 2012, uma notícia se espalhou como um rastilho de pólvora: Neymar, jogador de futebol do Santos e garoto propaganda da Volkswagen, tinha ido à mostra no dia reservado para a imprensa, para apresentar uma nova geração do Gol.

Na saída, estava uma das sensações do evento para teste drive dos jornalistas credenciados e que depois seria disponibilizado para os clientes da marca que tinham sido convidados pra o Salão: um reluzente conversível Audi R8 Spyder, branco, com motor Lamborghini de 10 cilindros , 560 cavalos de potência e que chegava aos 320 quilômetros por hora.

O jogador, apaixonado por automóveis, quando viu o superesportivo pediu para dar uma volta no bólido e, junto com um parça, sumiu com ele. Depois de muito disse-me-disse e algumas horas de tensão, a marca alemã conseguiu localizar o carro na casa do craque em Santos.

Mas tudo não passou de uma grande armação. Chamar a atenção num Salão, com tantas atrações e supercarros, é muito difícil.

Então, o brilhante assessor de imprensa da marca, Charles Marzanasco, que já tinha aprontado várias ações geniais em outras oportunidades (como, para chamar a atenção sobre a participação da Audi no seu primeiro Salão, em 1994, convenceu os diretores da Senna Import a expor um caríssimo modelo conceito, que veio exclusivamente para o evento, o Audi Avus, no Vale do Anhangabaú, centro de SP, atraindo milhares de pessoas que passavam diariamente pelo local e conseguindo captar a mídia do mundo inteiro), sugeriu ao marketing o “sumiço”, aproveitando que o jogador estava no evento numa divulgação de uma marca irmã, já que a Volkswagen é dona da Audi desde 1960.

Para “agradar” o jogador, a Audi o deixou ficar um final de semana com o superesportivo em Santos. Logo virou piada: puxa, o Neymar é genial mesmo. Chegou ao Salão do Automóvel de São Paulo num Gol, que custava pouco mais de R$ 26 mil, e saiu num superesportivo de R$ 856.350,00 (preços da época-2012).

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Ankai lança uma família completa de ônibus 100% elétricos

O Grupo SHC, pioneira na importação de veículos elétricos no Brasil, anunciou ontem a importação de uma linha completa de ônibus Ankai. Os novos ônibus são movidos por novas energias – 100% elétricos, gás e hidrogênio.

Desenvolvidos para uso urbano, a linha Ankai de ônibus 100% elétricos é sinônimo de sustentabilidade e, por sua natureza amigável, impacta positivamente na imagem do transporte coletivo, sem contar os benefícios em favor dos passageiros. Confortáveis e silenciosos, eles surpreendem pela ausência de vibrações e suavidade ao rodar e, principalmente, pela ausência de poluição.

De acordo com Sérgio Habib, presidente do Grupo SHC e da Ankai do Brasil, que já revende vans, caminhões e automóveis JAC, a eletrificação virou sinônimo de ação de marketing no nosso país, objetivando aprimorar a imagem da montadora ao torná-la amiga do meio ambiente. Mas isso é pouco.

“Trouxemos os primeiros modelos 100% elétricos da JAC Motors em 2019, e imediatamente assumimos a liderança nas vendas de caminhões 100% elétricos, que são vistos corriqueiramente nos grandes centros urbanos do Brasil. Temos exatos 87% de todas as vendas realizadas de 2020 a 2023. E é também apoiada nessa vocação urbana que resolvemos investir nos ônibus 100% elétricos da Ankai”, explica o empresário.

Os modelos trazidos pela Ankai representam um novo patamar para o mercado de ônibus elétricos produzidos em larga escala. Estarão disponíveis em versões de vários portes e piso alto ou baixo – OE-6 (Micro, 6 metros), OE-8 (Mini, 8 m), OE-10 (Midi, 10 m), OE-12 (Urbano, 12 m), OE-13 (Padron), OE-15 (Básico), OE-18 (Articulado) e Double Decker (dois andares), com autonomia de acordo com o pedido de cada cliente (entre 250 e 350 quilômetros).

Ankai

A Anhui Ankai Automobile Co., Ltd. é uma empresa do grupo JAC Motors e foi fundada em 1966. Especializada na produção de ônibus, a marca atualmente conta com mais de 3.000 funcionários e capacidade de produção anual de 20.000 ônibus – semelhante ao mercado total de veículos no Brasil (dados de licenciamento em 2023).

A companhia possui uma completa linha de produtos de ônibus elétricos de todas as marcas globais, bem como o maior número de cidades operando com seus ônibus elétricos e ainda a maior quilometragem operacional de um único ônibus 100% elétrico.

O primeiro ônibus movido a eletricidade foi produzido em 2003. Quatro anos depois já começava a ser vendido em escala comercial. Em 2008, a marca forneceu uma frota desse tipo de veículo para ser utilizada como transporte oficial das Olimpíadas de Beijing. Há modelos rodando em diversas cidades na China com mais de 600 mil quilômetros rodados.

A empresa exporta para mais de 100 países, incluindo Estados Unidos, Reino Unido, França, Itália, Austrália, Arábia Saudita, México e, agora, Brasil.

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Produção de veículos automotores cresce em relação a fevereiro

No mês de março, o licenciamento e a produção de veículos no Brasil apresentaram crescimento em relação a fevereiro, informou hoje (8) a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea). No entanto, ambos manifestaram queda na comparação anual.

Em relação ao licenciamento, o crescimento foi 13,6% ante fevereiro, com 187.731 unidades comercializadas. O licenciamento inclui tanto veículos leves quanto caminhões e ônibus.

Por outro lado, houve queda de 5,7% em comparação a março do ano passado o que, para o presidente da Anfavea, pode ser explicado pelo fato de março deste ano ter tido três dias úteis a menos que março de 2023. “A média diária de vendas [em março] foi de 9,4 mil unidades”, disse Márcio de Lima Leite, presidente da Anfavea.

Já a produção cresceu 3,2% em comparação a fevereiro deste ano, com 195.751 unidades montadas. “A produção foi a melhor desde novembro e vai se ajustando à crescente demanda do mercado. Em março, ela se aproximou do patamar de 200 mil unidades”, disse Leite. Mas em relação ao mesmo mês do ano passado foi registrada queda na produção de 11,8%.

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“Um detalhe, que não consta ainda desses números: a primeira semana de abril foi a melhor primeira semana do mês de abril desde 2014. Isso é uma tendência de que o mercado vem com crescimento”, acrescentou.

As exportações também apresentaram comportamento positivo na comparação mensal, com aumento de 6,5% no período. “Março teve o melhor resultado em sete meses”, disse o presidente da Anfavea. Na comparação anual, no entanto, houve queda de 28%, com 32.706 unidades embarcadas. “Isso se deve, em especial, à queda nos mercados de destino como Argentina, Chile, Colômbia, Equador e Uruguai e, ao mercado do México, que especialmente em março, por uma questão de sazonalidade, teve uma queda. E isso impactou nas nossas exportações”, acrescentou.

Os empregos no setor, por sua vez, mantiveram uma certa estabilidade, com leve crescimento em relação a fevereiro e uma pequena queda na comparação com março do ano passado. Em março 101.404 pessoas estavam empregadas no setor, o que significou aumento de 0,7% ante fevereiro e queda de 0,2% em relação a março de 2023.(Agência Brasil)

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Indústria automotiva aumenta a reciclagem de plásticos reciclados

A indústria automotiva está em constante evolução, e neste processo é importante destacar a atribuição do plástico no projeto e fabricação de automóveis, principalmente quando falamos de plásticos reciclados.

De acordo com o estudo “Monitoramento dos índices de reciclagem mecânica de plásticos pós-consumo no Brasil”, encomendado pelo PICPlast e realizado pela consultoria MaxiQuim, a indústria automobilística consumiu, em 2022 (dados mais recentes), cerca de 65 mil toneladas de resinas plásticas pós-consumo recicladas, um aumento de cerca de 40% em comparação ao ano anterior, que atingiu 47 mil toneladas de plásticos reciclados.

Para Simone Carvalho, integrante do grupo técnico do PICPlast, o aumento do consumo do material tem impulsionado tendências de redução de peso para eficiência de consumo de combustível. Além das propriedades de alta absorção de impacto dos plásticos que também permitem que os veículos atendam a padrões de segurança mais rígidos.

“A utilização de plásticos na produção de autopeças já representa um grande avanço para o setor em termos de custos. Quando acrescentada a questão da utilização de plásticos reciclados, o valor agregado é ainda mais evidente, considerando a circularidade de produtos no setor automotivo”, explica Simone.

Mudanças positivas

Com objetivo de simplificar processos e diminuir o consumo de energia durante a fabricação, muitas montadoras substituíram o alumínio pelo chamado plástico virgem, resultando em carros mais leves, com menos gasto de combustível e a diminuição das emissões de poluentes, além de proporcionarem características positivas como menor densidade e maior versatilidade no design dos projetos.

De acordo com a MaxiQuim, até 2026 o mercado mundial de plásticos automotivos valerá até US$ 68,6 bilhões. Para efeito de comparação, em 2018 a cifra era de US$ 48,7 bilhões, um avanço de 41% no intervalo de oito anos. Já com relação ao material reciclado utilizado pela indústria, atualmente ele representa 4% a 5%, com previsão de chegar a 10% até 2030.

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Honda completa 1 milhão de automóveis produzidos com energia eólica

A Honda Energy, empresa dedicada à gestão do parque eólico da marca, está completando uma década em operação e um milhão de automóveis produzidos utilizando a energia elétrica gerada pelo parque.

O parque eólico alimenta as fábricas de automóveis no interior de São Paulo, além de atender o escritório administrativo na capital paulista por meio do Sistema Interligado Nacional, uma rede elétrica que possibilita o intercâmbio de energia em todo país.

O empreendimento foi inaugurado em novembro de 2014, na cidade de Xangri-lá, litoral do Rio Grande do Sul. O projeto do parque eólico atende uma demanda da empresa de atingir a neutralidade de carbono em seus produtos e atividades corporativas até 2050.

“Há quase dez anos, a operação da Honda Energy tem obtido bons resultados e é um dos principais ativos de sustentabilidade da marca no Brasil, representando nosso compromisso com a inovação e o cuidado com meio ambiente”, afirma Otavio Mizikami, presidente da Honda Energy e vice-presidente Industrial da Honda Automóveis.

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Hyundai Motor e a Caoa anunciam nova parceria

A Hyundai Motor Brasil Montadora de Automóveis e a Caoa Montadora de Veículos anunciam a atualização de sua parceria para a comercialização dos veículos da marca Hyundai no Brasil. Pelo novo modelo de negócio, a subsidiária brasileira da fabricante sul-coreana passa a coordenar desde a importação até a distribuição final de todo o portfólio de veículos Hyundai. A rede de concessionárias Hyundai será unificada, oferecendo veículos importados e os produzidos no Brasil.

A Caoa terá participação monetária em todas as importações feitas pela Hyundai e, por meio de sua fábrica em Anápolis (GO), produzirá novos modelos da marca sul-coreana, atendendo programação estratégica definida pela Hyundai. A Caoa será remunerada pela disponibilização da sua capacidade de produção em Anápolis e também será remunerada por unidade produzida.

“A partir de agora, todo o portfólio global da Hyundai passa a ter sua comercialização no Brasil simplificada e agilizada a partir da atualização da parceria entre Hyundai e Caoa, respondendo ao momento atual, de elevada competitividade e crescente eletrificação do setor automotivo, e provendo de maneira mais efetiva a visão da Hyundai de Progresso para a Humanidade”, diz Airton Cousseau, presidente e CEO da Hyundai Motor Brasil e Hyundai Motor Américas Central e do Sul.

“Estamos orgulhosos em anunciar esse novo modelo de parceria que fará tanto a Hyundai quanto a Caoa crescerem. Nossa fábrica está totalmente preparada para receber os novos veículos e estamos comprometidos em contribuir para que a Hyundai alcance novos patamares de vendas. Temos um profundo carinho pela marca Hyundai, que faz parte da nossa história de sucesso e de nossos projetos futuros”, diz Carlos Alberto de Oliveira Andrade Filho, presidente da Caoa.

Com a rede unificada, haverá 250 concessionárias distribuídas pelo País. Todas terão seus contratos de concessão atualizados e vão comercializar e dar manutenção ao portfólio completo de veículos da marca disponível no Brasil, o que inclui também futuros lançamentos. O Grupo CAOA seguirá com o maior número de concessionárias, com 46 lojas. Com essa quantidade de pontos de venda, a Caoa continuará a ter a maior participação no volume de veículos Hyundai comercializados.

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