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Sócia do Outback concede entrevista na chegada do restaurante em Indaiatuba

A cidade de Indaiatuba recebe a partir de segunda-feira (4), uma unidade do Outback Steakhouse. Com média de R$ 6 milhões em investimentos e geração de 86 empregos diretos, o restaurante instalado na entrada principal do Polo Shopping atende a uma antiga demanda dos moradores e traz para a cidade o conceito de casual dining da rede de inspiração australiana.

Nesta entrevista, a sócia regional do Outback, Thayse Maia, fala sobre a escolha de Indaiatuba, os diferenciais da nova unidade e os desafios de manter o padrão de excelência em meio à expansão acelerada da marca, que passa a contar com 10 unidades na região de Campinas.

Indaiatuba é conhecida pela qualidade de vida e por um público que valoriza bons momentos. Como o Outback pretende se inserir nessa rotina da cidade e criar novas experiências por aqui?

Thayse Maia – Chegamos a Indaiatuba justamente com esse propósito: fazer parte do dia a dia das pessoas e estar presente nos momentos de celebração, de encontro e de descontração. O Outback vai além da refeição — oferecemos uma experiência completa, com atendimento próximo, ambiente acolhedor e um cardápio que conversa com diferentes ocasiões. Sabemos que o público da cidade valoriza qualidade e boas experiências, e queremos ser uma opção constante para esses momentos.

Por que Indaiatuba entrou no radar da marca neste momento?

Thayse Maia – A chegada à cidade atende a uma demanda antiga dos moradores e também faz parte da nossa estratégia de expansão, que busca nos aproximar cada vez mais dos nossos consumidores. Indaiatuba está inserida em uma região extremamente relevante para o Outback, onde já temos uma base consolidada de clientes que frequentam nossas unidades em cidades vizinhas.  Estar aqui é um passo natural dentro desse movimento. Vale lembrar que nossa história na região de Campinas tem quase 26 anos, pois começou em setembro de 2000, com a abertura do Outback Iguatemi Campinas, que foi a sexta unidade brasileira e a primeira fora das capitais.

A unidade do Polo Shopping vem se somar a outras inaugurações recentes nessa região, correto?

Thayse Maia – Exatamente. Considerando apenas Campinas e municípios do entorno, esta será nossa sexta inauguração em um período de menos de cinco anos. Desde agosto de 2021, foram inauguradas as operações de Limeira, dos shoppings Campinas e Parque das Bandeiras (Campinas), Santa Bárbara D´Oeste, Mogi Guaçu e agora Indaiatuba. Com a unidade do Polo Shopping, passamos a somar 10 restaurantes Outback nessa região, 29 no interior paulista e 189 no Brasil.

Existe espaço para mais um Outback na região?

Thayse Maia – Todas as nossas decisões são baseadas em estudos detalhados de mercado e na demanda do público. Acreditamos que a unidade de Indaiatuba vem para somar e ampliar o acesso à marca, aproximando o Outback de clientes que antes precisavam se deslocar para outras cidades. Estamos confiantes de que será muito bem recebida.

O restaurante traz novidades em relação às outras unidades?

Thayse Maia – Sim, o restaurante do Polo Shopping apresenta o novo conceito arquitetônico da marca, que é mais contemporâneo e descontraído. Ele foi inspirado no Outback Casinha, nossa primeira unidade no Brasil, e busca proporcionar ainda mais conforto e imersão na temática australiana. O ambiente está mais claro, mais integrado, com novos elementos visuais e detalhes pensados para melhorar a experiência — desde a iluminação até a acessibilidade na área do bar. Tudo foi planejado para tornar a visita ainda mais agradável.

O Outback costuma falar muito de experiência. Como isso se traduz, na prática, para o cliente?

Thayse Maia – A experiência está em cada detalhe. Começa no atendimento, que é próximo e descontraído, passa pelo ambiente acolhedor e chega até o cuidado com cada prato, preparado diariamente na cozinha do próprio restaurante. Nosso objetivo é que o cliente se sinta confortável, bem recebido e tenha sempre um motivo para voltar — seja por um prato favorito ou por uma nova descoberta no cardápio.

Montar uma equipe do zero em uma nova cidade é um desafio?

Thayse Maia – Sem dúvida. Formar o time é uma das etapas mais importantes do processo. Em Indaiatuba, conseguimos reunir um grupo muito engajado e alinhado com a nossa cultura. Não exigimos experiência prévia, o que abre portas para muitas pessoas no primeiro emprego. Investimos fortemente em treinamento e desenvolvimento, porque acreditamos que o nosso atendimento é um dos nossos principais diferenciais.

A expansão recente do Outback no interior paulista e no país como um todo chama atenção. Qual é o maior desafio nesse movimento?

Thayse Maia – O principal desafio é manter o padrão de excelência em todas as unidades. Trabalhamos com ingredientes frescos e preparação diária, o que exige uma operação muito bem estruturada. Além disso, contamos com a atuação direta dos sócios proprietários, que são verdadeiros guardiões da cultura da marca.

O modelo de negócios do Outback é diferente do tradicional sistema de franquias, certo?

Thayse Maia –  Isso mesmo, nosso modelo não é de franquia e sim de sociedade. Cada sócio é cuidadosamente selecionado e treinado pela empresa. Para você ter uma ideia, atualmente cerca de 85% dos sócios proprietários do Outback começaram sua jornada na cozinha, no salão ou como garçons, por exemplo. São pessoas que cresceram dentro da companhia e construíram suas carreiras com a marca. Tornar-se um líder dentro da organização requer bastante envolvimento e comprometimento com o negócio, bem como a demonstração de atitude positiva alinhada aos nossos valores e princípios. O Renato Lorenzatti Machado, sócio proprietário do Outback Indaiatuba, é um exemplo. Ele começou como atendente de restaurante no Outback do Iguatemi Esplanada, em Sorocaba, em 2013, participando desde o início da operação, e foi crescendo dentro da empresa até, recentemente, ser convidado a comandar seu próprio restaurante e ter o tão aguardado nome na porta, que é uma característica muito conhecida do Outback.

E olhando para frente: há novos planos para a região?

Thayse Maia – O Outback segue com um plano consistente de expansão, com a previsão de 10 a 15 inaugurações no país em 2026. A região continua sendo estratégica para nós e, em breve, teremos novidades.

Para fechar: qual é o segredo para o Outback seguir tão relevante no Brasil após quase 30 anos?

Thayse Maia – Acredito que seja a combinação entre consistência e inovação. Mantemos um padrão elevado de qualidade e, ao mesmo tempo, estamos sempre trazendo novidades e criando novas experiências. Mais do que um restaurante, somos um lugar onde as pessoas escolhem estar em momentos importantes da vida — e isso cria uma conexão muito forte com a marca. Veja bem, desde 1997, estamos constantemente nos renovando e oferecendo coisas novas, tanto que muitos itens que nós trouxemos para cá estão incorporados no dia a dia, como o pão australiano, que hoje em dia encontramos até nos supermercados, a caneca congelada, a costelinha de porco servida com molho barbecue. Ao longo dos anos, o Outback sempre teve esse papel de trazer novidades e criar tendências. Isso nos diferencia no mercado, é o que chamamos de Momento Outback.

Serviço
Outback Steakhouse Polo Shopping, Indaiatuba
Endereço: Alameda Filtros Mann, 670 – Jardim Tropical, Indaiatuba (SP)
Inauguração: 4 de maio, segunda-feira, às 11h30
Horários: de segunda a sábado das 11h30 às 23h; domingos e feriados, das 11h30 às 22h
www.outback.com.br /  https://www.poloshoppingindaiatuba.com.br

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Simpósio gratuito para mães atípicas será no dia 6 em Campinas

A Prefeitura de Campinas, por meio da Secretaria de Políticas para as Mulheres, realiza o simpósio, gratuito, “Mães Atípicas” (aquelas que cuidam de filhos com deficiência, doença rara, transtorno ou condição que demandará tratamentos especiais ao longo da vida), no dia 6 de maio, no IAC – Instituto Agronômico de Campinas, das 8h30 às 13h.

“O objetivo do simpósio é oferecer às mães atípicas um espaço de acolhimento, informação e troca de experiências. A iniciativa busca oferecer apoio emocional, acesso à orientação qualificada e visibilidade às demandas, contribuindo para o fortalecimento dessas mulheres”, comentou a secretária de Políticas para as Mulheres, Alessandra Herrmann.

Neurodivergentes

No evento haverá uma sala sensorial em que terapeutas, psicólogos e especialistas em Transtorno do Espectro Autista (TEA) estarão disponíveis para acolher os filhos atípicos enquanto as mães estiverem participando do simpósio.

Acolhimento e troca de experiênciasO evento conta com o apoio da Secretaria de Desenvolvimento e Assistência Social, da Comissão de Direitos das Pessoas com Deficiência da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) Campinas e do plano da Primeira Infância Campineira (PIC), programa composto por um comitê de representantes do Poder Público e da sociedade civil que têm o objetivo de pensar e planejar a cidade para crianças de zero a seis anos.

Serviço
Simpósio de Mães Atípicas
Data: 6 de maio
Horário: das 8h30 às 13h
Inscrições: https://www.sympla.com.br/evento/simposio-de-maes-atipicas/3384681
Entrada gratuito
Local: IAC (Instituto Agronômico de Campinas)
Endereço: Avenida Barão de Itapura, 1481, Campinas

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Mais de 50 mil pessoas devem deixar Campinas no feriado do Trabalho

O feriado do Dia do Trabalho, celebrado em 1º de maio, traz uma nova oportunidade para quem vai aproveitar a data para viajar. Por isso, a procura por passagens registra aumento, bem como o movimento do terminal de Campinas, que também tem um crescimento de passageiros e usuários. Neste ano, são esperados mais de 53.000 passageiros na rodoviária, que irão viajar em cerca de 3.790 ônibus. Por isso, é importante o passageiro se antecipar e garantir a compra da sua passagem.

Neste feriado prolongado, os destinos mais procurados a partir do terminal de Campinas são a Praia Grande (SP), Ubatuba (SP, Rio de Janeiro (RJ), São Paulo (SP), Poços de Caldas (MG), Sorocaba (SP) e Belo Horizonte (MG).

É importante reforçar que as passagens compradas pela internet devem conter o selo de embarque (QR Code). Caso não haja, o passageiro deve passar na bilheteria da empresa para retirar o selo. Por isso, é importante chegar à rodoviária com antecedência de pelo menos 30 minutos em relação ao horário marcado de embarque.

“A partir do terminal de Campinas, os passageiros contam com diversas opções de destinos, tanto no Estado de São Paulo quanto em outras regiões do país”, afirma Clair do Valle Junior, gerente do Terminal Rodoviário de Campinas.

 

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Estudo da Unicamp e do Ipea divergem sobre impactos no PIB e inflação

As propostas de redução da jornada de trabalho no Brasil, em tramitação no Congresso Nacional, têm mobilizado pesquisadores sobre os possíveis impactos da medida na economia, a partir do fim da escala de seis dias de trabalho por um de descanso, a chamada 6×1.  

De um lado, estudos de entidades que representam o empresariado, as chamadas confederações patronais, projetam queda no Produto Interno Bruto (PIB) e alta da inflação.

Por outra perspectiva, análises da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) desenham um cenário diferente, com impactos reduzidos atingindo apenas alguns setores, além da criação de mais empregos e possível aumento do PIB.

Para a economista da Unicamp Marilane Teixeira, a diferença entre as pesquisas sobre os custos econômicos da redução da jornada ocorre porque não se trata de um debate puramente técnico, mas político.

“Parte significativa da literatura econômica que discute o assunto parte de modelos que assumem, como regra, que qualquer redução na quantidade de horas trabalhadas levará, inevitavelmente, à redução da produção e da renda – ignorando, assim, os ajustes dinâmicos que historicamente ocorrem no mercado de trabalho”, aponta. 

Membro do Centro de Estudos Sindicais e de Economia do Trabalho (Cesite), Marilene defende que a resistência à redução da jornada, por parte dos empregadores, pode levar a projeções alarmistas.

“Do ponto de vista dos empregadores, é claro que, qualquer mudança é vista a partir do seu negócio. Eles não olham a economia como um todo, mas isso traz benefícios para o conjunto da sociedade”, acredita.

Previsões  

pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI) calcula uma perda de R$ 76 bilhões no PIB brasileiro (-0,7%) com a redução da jornada das atuais 44 para 40 horas. No caso da indústria, o PIB cairia 1,2%.

“Nossa indústria vai perder participação no mercado doméstico e internacional, a partir da redução nas exportações e da alta nas importações”, destaca o presidente da CNI, Ricardo Alban. 

Já a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), que reúne empresários desses setores, afirma que a redução da jornada aumentaria os custos sobre a folha salarial em 21%. A estimativa da CNC cita que o repasse de preços ao consumidor poderia chegar a 13%.  Já a CNI aponta para altas nos preços de 6,2%, em média.

“Sem redução dos salários nominais, espera-se por impactos significativos sobre a rentabilidade da atividade comercial no Brasil”, diz a CNC.

Custos x benefícios 

Já o estudo do Ipea afirma que a alta no custo das empresas com os trabalhadores, a partir da redução da jornada, não passaria dos 10%, no caso dos setores mais impactados. Na média, a previsão é de um custo extra do trabalho de 7,8%.

Porém, considerando o custo total das empresas, conta que engloba o conjunto de gastos, o impacto da redução da jornada varia de 1%, em setores como comércio e indústria, a até 6,6%, no caso do ramo de vigilância e segurança.

“Os resultados indicam que a maioria dos setores produtivos apresenta capacidade de absorver aumentos nos custos do trabalho, ainda que alguns segmentos demandem atenção específica”, diz o estudo do Ipea. 

A exceção seriam as empresas com até nove trabalhadores, que empregam cerca de 25% dos assalariados formais do país. Segundo o Ipea, esses negócios podem precisar de apoio estatal para transição à nova jornada de trabalho.

Um dos autores do estudo do Ipea, Felipe Pateo, afirma que o levantamento da CNC não demonstra, “de forma transparente”, como eles chegaram ao aumento de 21% no custo do trabalho.

“Mesmo olhando só para o custo do trabalho em si, a gente mostra que, matematicamente, não tem como esse aumento ser maior do que 10% porque é exatamente o tempo de horas que o empregador vai perder em relação ao trabalhador que faz 44 horas semanais”, afirmou.

A reportagem procurou a CNC para comentar as divergências, mas não obteve retorno até o fechamento desta reportagem.

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Palmeiras derrota Bragantino para manter liderança no Brasileiro

O Palmeiras mostrou eficiência para derrotar o Bragantino por 1 a 0, na noite deste domingo (26) no Estádio Municipal Cícero de Souza Marques, em Bragança Paulista, para permanecer na liderança isolada do Campeonato Brasileiro.

Graças aos três pontos somados fora de casa, o Verdão chegou aos 32 pontos na 13ª rodada da competição. Já para o Massa Bruta o revés representou permanecer com 17 pontos, na 9ª colocação da classificação.

Em um confronto muito parelho, a vitória foi garantida graças a gol do argentino Flaco López aos 20 minutos do primeiro tempo após jogada de muita raça do atacante paraguaio Ramón Sosa.

Já a vice-liderança do Brasileiro continua sendo ocupada pelo Flamengo, que, atuando em Belo Horizonte, superou o Atlético-MG por 4 a 0 com gols de Arrascaeta, Plata e Pedro (dois). Com o resultado o Rubro-Negro alcançou os 26 pontos. Com o revés em casa, o Galo fica na 15ª posição com 14 pontos.

Com a mesma pontuação, mas ocupando a terceira colocação, o Fluminense superou a lanterna Chapecoense por 2 a 1 no estádio do Maracanã graças ao faro de gol do atacante John Kennedy. O Tricolor das Laranjeiras abriu o placar com Savarino em cobrança de pênalti, mas a Chape igualou com um belo chute de longa distância de Ênio. E quando tudo indicava que o confronto terminaria em igualdade, o camisa nove do Flu decidiu a partida.

Outros resultados:
Corinthians 1 x 0 Vasco
Grêmio 1 x 0 Coritiba
Athletico-PR 3 x 1 Vitória

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Empresas aéreas terão linha de crédito para enfrentar alta de custos

As companhias aéreas ganharam uma nova ferramenta para lidar com o aumento recente de custos, especialmente com combustíveis. O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou nesta quinta-feira (23) uma nova linha de crédito para ajudar as empresas do setor.

A iniciativa permite que empresas de transporte aéreo doméstico peguem empréstimos para capital de giro, dinheiro para manter as operações do dia a dia, como pagamento de fornecedores, salários e despesas imediatas.

A medida não reduz diretamente o preço das passagens, mas tenta evitar aumentos imediatos. Ao dar acesso a crédito mais barato, o governo espera que as empresas não precisem elevar preços rapidamente para cobrir os custos. (Agência Brasil)

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Unidade Móvel de Saúde da Mulher está a partir de hoje em Campinas

A cidade de Campinas recebe, de hoje (24) até 22 de maio, o programa federal “Agora Tem Especialistas”, do Ministério da Saúde, que disponibilizará uma Unidade Móvel de Saúde da Mulher. A expectativa é de que cerca de 1.600 mulheres de Campinas que já estão na fila de regulação do SUS Municipal sejam beneficiadas.

A carreta está estacionada na avenida das Amoreiras, 860, no Centro de Referência e Diagnóstico em Oncologia (CDO). A iniciativa faz parte do Programa de Apoio à Ampliação e Qualificação da Atenção Especializada (Pate).

Os serviços incluem exames de mamografia, ultrassonografia de mama, ultrassonografia transvaginal e pélvica, colposcopia, cirurgia de alta frequência (CAF), biópsia de mama e consultas com especialistas em ginecologia e mastologia. A cidade será contemplada com as seguintes vagas:

– 1.050 vagas para avaliação diagnóstica inicial de câncer de mama (mamografia e ultrassonografia das mamas)
– 50 vagas para investigação diagnóstica de câncer do colo do útero (colposcopia)
– 32 vagas para avaliação diagnóstica e terapêutica de câncer do colo do útero (CAF)
– 240 vagas para avaliação diagnóstica inicial de saúde da mulher – ginecologia I
– 240 vagas para avaliação diagnóstica inicial de saúde da mulher – ginecologia II
Os agendamentos são realizados pelo Departamento de Regulação, Avaliação e Controle (Derac), e as equipes de saúde entrarão em contato com as pacientes para informar os detalhes dos agendamentos.

“Quando falamos de câncer de mama e de colo do útero, o diagnóstico precoce é decisivo. Essa ação nos permite oferecer exames que podem fazer toda a diferença no desfecho do tratamento das pacientes da rede” afirma Sara Sgobin, coordenadora da Atenção Secundária da Secretaria de Saúde de Campinas.

Serviço
Unidade Móvel de Saúde da Mulher
Programa “Agora Tem Especialistas – PATE”
Data: 24/4 a 22/5
Local: Centro de Referência e Diagnóstico em Oncologia (CDO)
Endereço: avenida das Amoreiras, 860 – Parque Italia
Os atendimentos serão realizados por agendamento, via Central de Regulação de Vagas 

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Leapmotor B10 é o segundo modelo da marca á venda no Brasil

Já está chegando às concessionárias o segundo modelo da chinesa Leapmotor, que tem como parceira a Stellantis. O novo SUV junta-se ao C10 e é a opção de entrada da marca. Como o irmão maior, o B10 apresenta um design elegante e fluido. Internamente, oferece muito conforto e espaço.

O B10 é equipado com um motor elétrico síncrono de ímãs permanentes, posicionado no eixo traseiro, entregando 218 cavalos de potência e 240 Nm (24,5 kgfm) de torque.

 

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Importado pela Stellantis, Leapmotor tem boa autonomia e excelente preço

Cada dia é mais frequente ver rodando em nossas ruas modelos chineses elétricos ou híbridos. As marcas chinesas brotam. Há os modelos 100% elétricos, que precisam ser conectados a um carregador para alimentar as baterias; há os híbridos, que andam tanto com o motor à combustão quanto com o elétrico; ou com os dois juntos. E há a novidade do mercado: o Leapmotor C10 REEV – range extended electric vehicle.

O que quer dizer essa sigla? Apesar de ser híbrido, quem “manda” força para as rodas é o motor elétrico. O motor 1,5 litro à combustão serve apenas para alimentar as baterias e não tem “contato” com as rodas motrizes. Ou seja, tendo gasolina no tanque, o motorista do Leapmotor nunca ficará parado. Para ajudar e economizar ainda mais, o SUV pode ter as baterias carregadas na tomada. Nos modelos 100% elétricos, quando acaba a bateria, o motorista só tem uma alternativa: chamar um guincho.

Marca presença

Com um design limpo e elegante, o Leapmotor tem mais algumas diferenças dos demais modelos chineses: é discreto. O interior é muito espaçoso e luxuoso, com um acabamento impecável. Em termos de equipamentos, o C10 tem tudo o que se espera de um modelo de luxo: sete airbags, ar-condicionado automático de duas zonas, saídas de ar comandadas pela tela, teto panorâmico, sistema de som de 840 W com 12 alto-falantes, iluminação completa por LEDs, multimídia com tela de 14,6″, atualizações remotas, controle de cruzeiro adaptativo atuante também em congestionamentos, monitor de ponto cego, alerta de tráfego cruzado traseiro, assistente de permanência em faixa e bancos de couro com aquecimento, ventilação e memória.

O porta-malas tem capacidade para 435 litros. Para deixar o modelo ainda mais harmonioso, as rodas de 20 polegadas são pintadas num bonito grafite fosco.

O interior não tem botões, pois tudo é resolvido na grande tela central. É legal? Sim. Mas pouco prático. Uma simples regulagem dos espelhos retrovisores ou das saídas do ar-condicionado, que poderia ser feita num botãozinho em alguns segundos, demanda uma complexa operação de toques em vários ícones na tela. Mas são sinais da modernidade, que devem ser cada vez mais frequentes nos futuros veículos.

Atração motriz

Como já falamos acima, a maior novidade é o sistema de propulsão do Leapmotor C10. O SUV vem equipado com um motor elétrico instalado na traseira que desenvolve 215 cavalos de potência e 32,6 kgfm de torque. Não esqueça: a força vem só do elétrico, por isso não há a soma dos dois motores (elétrico e à combustão).

Mesmo com sua autonomia declarada de 141 quilômetros usando somente as baterias, sem entrar em ação o motor à combustão para carregá-las, em nossa avaliação, chegamos a mais de 150 quilômetros. Depende da forma de condução. Ou seja, é muito bom. Agora, usando as baterias e o tanque de combustível de 50 litros, a autonomia pode passar dos 950 quilômetros. São realmente números muito interessantes. Em nossa avaliação, o SUV fez médias de 12,7 km/l na cidade e 15,1 km/l na estrada.

Muito agradável de dirigir, tanto no uso urbano como nas rodovias, o C10 tem mais uma boa surpresa. Enquanto a grande maioria dos modelos chineses dá prioridade ao conforto, as suspensões do Leapmotor são muito bem equilibradas. Não são macias demais, nem duras a ponto de o carro ficar pulando e dando tranco nas costas do motorista. O equilíbrio obtido pela engenharia da marca é surpreendente, o que beneficia, além do conforto e prazer ao dirigir, uma melhor dirigibilidade e estabilidade.

O desempenho não é nada de impressionante, mas atende às necessidades de quem o vai usar no dia a dia. A velocidade máxima é de 170 quilômetros por hora e a aceleração de 0 a 100 quilômetros por hora leva 8,6 segundos.

Preço R$ 219.990,00

 

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Pesquisa indica que empresas têm dificuldade para contratar talentos

O mercado de tecnologia no Brasil enfrenta um cenário desafiador: 98% das empresas têm dificuldade para encontrar profissionais qualificados, uma realidade que freia o crescimento e a inovação. Esse dado é um dos destaques da pesquisa “Mercado de Trabalho Tech: Raio-X e Tendências”, desenvolvida pela Ford em parceria com o Datafolha, um dos mais renomados institutos de pesquisa do Brasil.

No estudo, foram entrevistados 250 líderes de RH e Tecnologia da Informação de médias e grandes empresas para compreender os principais desafios e tendências do setor. A amostra abrange profissionais responsáveis por contratações em todas as regiões do país, em segmentos como tecnologia, varejo, serviços, educação, finanças e saúde.

“Os dados revelados por este estudo inédito com o Datafolha reforçam que o descompasso entre a velocidade da inovação e a disponibilidade de profissionais qualificados é um dos grandes desafios do mercado hoje. Na Ford, acreditamos que enfrentar esse cenário exige democratizar o acesso ao conhecimento tecnológico conectado às demandas do mercado”, comenta Pamela Paiffer, diretora de Comunicação e Responsabilidade Social da Ford América do Sul.

Para enfrentar esse desafio, a Ford criou o Ford <Enter>, programa social de capacitação em tecnologia que já soma mais de 1.000 alunos formados desde 2022. “O programa foi desenhado para servir como uma ponte, capacitando talentos em situação de vulnerabilidade com as habilidades que as empresas buscam. O propósito dessa pesquisa é justamente identificar as lacunas de competências que o mercado apresenta e aprimorar o conteúdo do curso para acompanhar essa evolução”, completa Pamela.

Lacunas de qualificação 

A pesquisa revela que a dificuldade em encontrar profissionais na área de tecnologia é quase unânime no Brasil. Para 72% das empresas, a falta de conhecimento técnico é um dos principais desafios enfrentados, seguido pela ausência de experiência (54%), o que acende um alerta sobre a formação e o desenvolvimento de talentos no país.

Consequentemente, o tempo para preencher vagas se estende. Apenas 14% das empresas conseguem fazer a contratação em menos de um mês, enquanto 50% levam entre um e dois meses, 24% demoram de dois a três meses e 11% chegam a exceder quatro meses de busca. O LinkedIn consolida-se como a principal ferramenta de recrutamento para 60% das organizações.

Competência técnica

Quando o assunto são as habilidades técnicas, a pesquisa aponta que as posições mais difíceis de preencher são as de especialistas em IA (35%) e engenheiros de software (31%). Em linha com essa demanda, conhecimentos em Segurança da Informação (30%) e Inteligência Artificial e Machine Learning (29%) são os mais escassos.

Porém, ter competência técnica já não é suficiente. A pesquisa destaca que 37% das empresas frequentemente, ou sempre, rejeitam candidatos tecnicamente aptos devido à falta de “soft skills”. As habilidades comportamentais mais difíceis de encontrar são Inteligência Emocional (36%) e Pensamento Crítico e Capacidade de Resolver Problemas (33%). Outro ponto crítico é o idioma: 78% das empresas desclassificam candidatos que não possuem domínio do inglês.

“A pesquisa mostra que precisamos ir além da qualificação técnica. A demanda por habilidades como inteligência emocional e pensamento crítico é imensa e continuará crescendo. Com o Ford <Enter>, focamos em uma formação abrangente que prepara o indivíduo não apenas para a atuação técnica, mas para os desafios de um mercado em constante evolução”, diz Fernanda Ramos, diretora de Recursos Humanos da Ford América do Sul.

Geração Z 

O estudo também revela as prioridades da Geração Z e os desafios da diversidade. Segundo as empresas entrevistadas, para esses jovens talentos o salário (53%), a flexibilidade na jornada de trabalho (49%) e equilíbrio entre vida pessoal e profissional (39%) são os principais fatores na hora de decidir onde trabalhar. Paralelamente, 93% das companhias admitem ter dificuldades em encontrar candidatos de grupos sub-representados, o que reforça a relevância de programas como o Ford <Enter>, que oferece oportunidades de qualificação para pessoas em condição de vulnerabilidade.

O futuro do trabalho 

Projetando os próximos dois anos, a Inteligência Artificial é citada por 46% das empresas como o principal motor de mudança no mercado de tecnologia. A necessidade de qualificação profissional aparece em segundo lugar (29%), seguida por inovações tecnológicas (17%). A pesquisa prevê ainda que as “soft skills” serão as habilidades mais difíceis de encontrar no futuro (citadas por 50% das empresas), superando as “hard skills” (44%).

“A pesquisa mostra que a Inteligência Artificial já está mudando o mercado, mas para que ela entregue valor real é preciso ter dados organizados, contexto e profissionais preparados para transformar informação em decisão. Quando vemos que IA, Machine Learning e Segurança da Informação estão entre as áreas mais difíceis de contratar, fica claro que o desafio das empresas é duplo: investir em tecnologia e, ao mesmo tempo, desenvolver talentos e fortalecer sua base de dados”, diz Djalma Brighenti, diretor de TI da Ford América do Sul.

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