BMW

Desenhado num guardanapo, o Mini virou um sucesso mundial

Perto de completar 70 anos, até hoje o Mini é sinônimo de juventude e encanta milhares de consumidores em todo o mundo. O carro, desenhado num guardanapo durante um jantar dos projetistas da British Motor Company, que tinham a missão de desenvolver um veículo muito econômico, com um razoável espaço interno e que pudesse ser comprado por ricos ou operários.

No final da década de 1950, o grego Alec Issigonis (1906–1988), projetista chefe da fabricante britânica, que foi agraciado pela Rainha Inglaterra com o título de “Sir”, tinha a difícil missão de criar esse carro muito especial. E em 18 de agosto de 1959, saía a primeira unidade do Mini da fábrica de Longbridge, na Inglaterra.

O Mini tinha três metros de comprimento, motor transversal e tração dianteira, que era uma novidade, já que os veículos compactos seguiam o projeto do Volkswagen Fusca, com menos espaço e motor traseiro. Como a transmissão estava acoplada ao motor na dianteira, o pequeno inglês não precisava do túnel de transmissão, melhorando muito o espaço interno e o conforto. As propagandas da época brincavam afirmando que o modelo era “maior por dentro do que por fora”.

O sucesso foi tamanho que, em apenas um ano, o Mini vendeu mais de 20 mil unidades. Custando menos de 500 libras esterlinas, era um veículo muito acessível para todas as camadas da sociedade inglesa.
O motor de 800 centímetros cúbicos desenvolvia 34,5 cavalos e atingia a velocidade máxima de 115 km/h. Era muito superior ao seu concorrente, o Fusca.

Logo despertou a atenção dos preparadores e pilotos da época, principalmente do inglês John Cooper. O Mini Cooper venceu quase todos os ralis dos quais participou e muitas provas de pista. A mais icônica foi em 1964, quando o irlandês Patrick “Paddy” Hopkirk, ao volante de um Mini Cooper S, venceu na classificação geral do Rally de Monte Carlo. Contra quem? Nada menos que um Porsche 911. E o pequeno brilhante repetiu o feito mais duas vezes.

Parada e retorno

O Mini parou de ser fabricado depois de 41 anos e mais de 5 milhões de unidades vendidas. Até que, em 2000, depois de comprar a Mini, a BMW apresentou no Salão do Automóvel de Paris a reestitização do modelo. Apesar de modernizadas, as linhas inconfundíveis remetiam ao modelo original de 1959.

O primeiro Mini moderno, desenvolvido pelo BMW Group, saiu da linha de produção, na planta de Oxford, em 26 de abril de 2001 e em 2026 a marca comemora 25 anos desse retorno.

A gama atual da Mini é a mais extensa e variada da história da marca, com cinco modelos, cada um refletindo um caráter único. As opções de motorização incluem versões totalmente elétricas ou motores à combustão.

 

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Mercedes-Benz Classe C ganha versão 100% elétrico ainda este ano

No segundo semestre deste ano, a Mercedes-Benz lança o seu modelo mais vendido em todo o mundo, com motorização 100% elétrica. O sedã Classe C, segundo a fabricante, vai ter um desempenho semelhante ao esportivos AMG, ou seja, com elevada eficiência energética.

A marca alemã também afirma que, o modelo elétrico, terá um preço equivalente ao da versão a combustão.

Construído utilizando a plataforma MB.EA, a mesma utilizada pelo GLC EQ e contará com uma bateria de 94,5 kWh. Para andar 320 quilômetros bastará uma recarga de apenas 10 minutos. A autonomia total é estimada em até 760 quilômetros com a bateria carregada 100%.

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O esportivo BMW M135 xDrive é simplesmente espetacular

Um dos hot hatches mais emocionantes do mercado já está à venda no Brasil. A quarta geração do BMW M135 xDrive é um “brinquedo” de respeito: 317 cavalos de potência e aceleração de 0 a 100 km/h em 4,9 segundos.

Lançado há 20 anos, o BMW Série 1 foi totalmente renovado em sua quarta geração. Com carroceria hatch e tamanho compacto, a boa distância do entre-eixos (2,67 m) garante espaço interno para até quatro passageiros.

Porta de entrada para os carros da linha M Performance, o M135 deixa claro o DNA da marca alemã, com linhas esportivas, capô alongado, faróis afilados e a grade tradicional da BMW.

Muito interessante é a grande entrada de ar inferior, que dá uma aparência mais baixa, esportiva e colada à estrada. Os faróis de LED de série incluem elementos verticais para as luzes diurnas e indicadores de direção. A iluminação de contorno para a grade, chamada BMW Iconic Glow, é de série.

A traseira deixa evidente a pegada esportiva do modelo. As lanternas têm design imponente e invadem a tampa do porta-malas. O para-choque, o spoiler e as duas saídas duplas de escapamento garantem ainda mais um aspecto esportivo e de agressividade. As rodas são de 19 polegadas.

O propulsor, que garante um desempenho de carro de corrida, é um TwinPower, turbo, de dois litros e quatro cilindros em linha. São 317 cavalos e 400 Nm de torque, acoplados ao câmbio Steptronic de dupla embreagem e 7 marchas. A tração é integral xDrive. Com esse conjunto, o hatch acelera de 0 a 100 km/h em apenas 4,9 segundos, e a velocidade máxima é limitada a 250 km/h.

Sem o limitador, a velocidade seria bem maior. Não é uma lei, mas sim um acordo entre as principais marcas alemãs, para não produzir carros de rua, excluídos os superesportivos, com velocidade máxima superior a 250 km/h.

Por dentro, o novo BMW M135 xDrive oferece ao motorista e passageiros o máximo em esportividade. Os bancos inteiriços contam com logotipo M iluminado e, apesar da esportividade, entregam conforto e apoio curvo. O volante M tem revestimento em couro, conta com marcação de 12 horas e também abriga aletas para trocas de marcha manuais. Os acabamentos internos com iluminação dinâmica, feitos de alumínio fresado, também contribuem para um ambiente refinado e esportivo.

O modelo dispõe de duas telas: uma de 10,25 polegadas, que é o painel de instrumentos, e a outra, multimídia, de 10,7 polegadas. A conectividade fornece serviços como chamada de emergência, aviso de manutenção por telemetria, navegação com informação de trânsito em tempo real, portais de notícias, clima e aplicativos.

Destaque para a Digital Key Plus, que substitui as chaves físicas do veículo para a abertura das portas e ignição do motor. A tecnologia está disponível para modelos compatíveis da Apple e Samsung. O cliente também pode compartilhar chaves de forma totalmente digital, por envio de mensagem.

Há ainda os serviços remotos que podem ser acionados a partir do app My BMW, como trancar e destrancar as portas, buzinar, climatizar, localizar o veículo e enviar destinos diretamente ao sistema de navegação. Ainda é possível utilizar aplicativos de smartphones, com preparação para Apple CarPlay e Android Auto sem fio.

Acelerando

Num breve teste drive que fizemos na região de Itu-SP, o novo BMW M135 xDrive deixou claro porque recebe a letra “M” (Motorsport – divisão esportiva da marca). A agilidade, estabilidade, frenagem e performance são impressionantes.

Além do desempenho, a estabilidade é fantástica, graças à tração integral e ao equilíbrio da suspensão (McPherson na frente e multilink atrás). Com tanta disposição, o M135 precisa parar rápido. Com enormes discos de freio ventilados com pinças de quatro pistões, o esportivo para em espaços muito curtos e sem nenhum desvio. O “brinquedo” passa muita segurança e confiabilidade em qualquer situação. Realmente, é quase um carro de corrida que tem a autorização de andar nas ruas.

Preço
BMW M135 xDrive: R$ 459.950,00.

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Renovada, Germânica inaugura nova concessionária BMW

Comum investimento de R$ 10 milhões, o grupo Germânica, um dos mais importantes do Brasil, inaugura na próxima quinta-feira (05) a sua nova concessionária BMW em Piracicaba.

Com mais de dois mil metros quadrados, a concessionária passou por uma grande revitalização e ganhou o conceito Retail.Next.

O Retail.NEXT visa melhor o atendimento do cliente, com um showroom mais bonito, salas privativas, boutique lifestyle e um café.

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Novo Audi RS Q8 que chega a 305 km/h já está à venda no Brasil

Em versão única, o novo Audi RS Q8 Performance já está à venda no mercado brasileiro. Por R$ 1.295.990,00, o SUV mais luxuoso e esportivo da marca alemã conta com freios de cerâmica de série, rodas com aros de 23 polegadas e muita tecnologia.

O modelo é equipado com motor V8 de 4,0 litros biturbo, com 640 cavalos a 6.000 rpm e 850 Nm de torque entre 2.300 e 4.500 rpm. O SUV vem com eixo traseiro dinâmico, diferencial esportivo quattro e suspensão pneumática com ajuste esportivo, além de transmissão é Tiptronic de oito velocidades. Segundo a fabricante o RS Q8 acelera de 0 a 100 km/h em 3,6 segundo e atinge a velocidade máxima de 280 km/h (limitada eletronicamente). Opcionalmente, sem o limitador, o SUV pode chegar a  vai a 305 km/h.

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Na tentativa de se recuperar no mercado premium, Audi lança novos modelos

Depois de liderar por décadas o mercado brasileiro de veículos premium e hoje perder para todas as concorrentes, a Audi do Brasil tenta, sem sucesso, recuperar terreno e lança na semana que vem dois modelos: o A5 sedan e o A6 e-Tron.

O novo sedã, que chega em versão única, vai substituir o modelo A4 (?), e custará R$ 380 mil. O sedã já está á venda, apesar das entregas serem somente em setembro.

Já o sportback A6 e-tron, 100% elétrico, se destaca pelo design elegante, esportivo e possui uma autonomia de até 625 quilômetros. O modelo também dispõe da versão Avant (perua) que não deve vir para o Brasil. O preço é de R$ 650 mil.

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Coluna Fernando Calmon — Embate entre Anfavea e BYD é resolvido

Coluna Fernando Calmon nº 1.362 — 29/7/2025

 

Embate entre Anfavea e BYD resolvido, afinal, pelo governo

O desentendimento entre fabricantes associados à Anfavea e a BYD mostrou que o mercado brasileiro tem relevância e desperta choques de interesse. Em termos de produção a OICA (Organização Internacionais dos Fabricantes de Autoveículos) apontou o Brasil como sétimo maior produtor mundial em 2024, com 2.549.595 automóveis e veículos comerciais. Na classificação por tamanho do mercado o País aparece em sexto (atrás de China, EUA, Japão, Índia e Alemanha): 2.634.904 unidades.

Portanto, não se devem estranhar os manifestos que pontuaram os dias anteriores à reunião do Comitê Executivo de Gestão da Câmara de Comércio Exterior (Gecex-Camex), em 30 de julho. Anfavea começou por relembrar que o setor automobilístico gera 1,3 milhão de empregos diretos e indiretos e representa um dos pilares da economia nacional. Teve impacto ainda maior a carta enviada ao presidente da República pelos presidentes de quatro fabricantes: Ciro Possobom, Volkswagen; Emanuele Cappellano, Stellantis; Evandro Maggio, Toyota e Santiago Chamorro, General Motors.

“A possível aprovação de incentivos à importação de veículos semidesmontados (SKD) ou desmontados (CKD) impacta a competitividade da produção local e reduz o valor agregado nacional, além de ameaçar empregos, inovação e a engenharia brasileira.”

BYD respondeu com a deselegância de sempre: “Porque se os dinossauros estão gritando, é sinal de que o meteoro está funcionando”. A empresa deve entender bem de dinossauros porque em pleno Século XXI foi flagrada com empregados trazidos da China e tratados com métodos análogos à escravidão, conforme o Ministério Público do Trabalho da Bahia.

A Gecex-Camex acabou por deliberar uma solução intermediária, mas se não atendeu totalmente o pleito da Anfavea, chegou perto. Quanto à BYD, ela terá que se limitar a uma cota (US$ 463 milhões/R$ 2,55 bilhões), até janeiro de 2026, de isenção do Imposto de Importação para CKD e SKD. Híbridos e elétricos CKD passam a recolher imposto de importação de 35% a partir de janeiro de 2027, não mais em julho de 2028. Portanto, 18 meses antes.

Incertezas sobre alternativas de propulsão

A Stellantis anunciou que desistiu do hidrogênio (H2) em substituição ao diesel em furgões de carga de porte grande e médio na Europa, como já acontecido com a Renault. As justificativas são óbvias: preço elevado, rede de abastecimento mínima, custos altos de desenvolvimento e desempenho baixo. Além disso, o H2 majoritariamente obtido de fontes fósseis não resolve a necessidade de desenvolver alternativas viáveis ao petróleo.

Honda descontinuou o Clarity a hidrogênio em 2022, porém tem planos para 2027. Resta o sedã Toyota Mirai elétrico abastecido a hidrogênio, lançado em 2012. Comenta-se que o modelo talvez seja discretamente abandonado, em algum momento. A pilha a hidrogênio (fuel cell, em inglês) em alternativa à bateria dos elétricos enfrenta previsões duvidosas, apesar de BMW, Hyundai e a própria Toyota não terem desistido.

Mesmo veículos 100% elétricos ainda se sujeitam a incógnitas. A Ferrari, por exemplo, deve lançar seu primeiro modelo desse tipo em 2026. Já programava outra opção em 2028, todavia adiou frente às incertezas. Um relatório recente da agência BloombergNEF destaca que elétricos de alcance estendido (com motor-gerador a gasolina para recarregar a bateria), conhecidos pela sigla em inglês EREV, apresentam alta taxa de crescimento impulsionadas pelo gigantesco mercado chinês, principalmente em cidades afastadas dos grandes centros urbanos.

No entanto BYD e GWM rechaçam a solução EREV. Ambas declaram que não desenvolverão soluções desse tipo, preferindo focar em elétricos e híbridos plenos ou plugáveis na estratégia de transição. Contudo a Academia Chinesa de Engenharia tem outra visão para 2030: EREV e híbridos plugáveis representariam 55% do mercado interno, elétricos convencionais, 45% e carros com motor a combustão, só 15%.

Neste cenário chama atenção a japonesa Mazda. Bateu recorde de vendas nos EUA apenas oferecendo automóveis e SUVs com MCI. Abraçou a I.A. em seus projetos e ainda vai decidir, aparentemente sem pressa, quando partirá para o primeiro elétrico. Toyota e Honda também acabam de desenvolver motores a combustão mais eficientes que os atuais.

Já o chanceler (presidente, na prática) alemão Friedrich Merz critica um projeto da União Europeia que obrigaria locadoras e grandes empresas a comprarem só modelos elétricos, a partir de 2030. Para ele contribuiria para destruir a importante indústria automobilística do bloco europeu.

Geely estreia elétrico EX5 de pegada futurista

A Geely Auto, dona da Volvo, Polestar, Lotus e Zeekr (entre outras), segue estratégia típica de marcas chinesas: SUV elétrico de porte médio e preços competitivos para as duas versões: EX5 Pro, R$ 205.800 e EX5 Max, R$ 225.800. Marca está de volta ao Brasil depois de nove anos, agora em parceria com a Renault e outro patamar tecnológico.

Seu estilo é discreto na traseira e visto de frente faz falta um pouco de audácia. As rodas de 18 ou 19 pol. têm desenho atraente. Dimensões próximas às de SUVs grandes: comprimento, 4.615 mm; entre-eixos, 2.750 mm; largura, 1.901 mm; altura, 1.670 mm. Porta-malas de 461 L, dentro da média do segmento; massa em ordem de marcha compatível com outros elétricos: 1.715 (Pro) e 1.765 kg (Max).

No interior, destaque para a grande tela multimídia de 15,4 pol. com conexão AppleCarPlay (AndroidAuto, só mais adiante). Versão de topo inclui projeção de dados no para-brisa (13,8 pol.), encostos dos bancos dianteiros podem inclinar completamente para trás e incluem massagem, ventilação, aquecimento e memória. O encosto bipartido do banco traseiro também é reclinável

Tração apenas na dianteira, motor com 218 cv e 32,6 kgf·m. Aceleração de 0 a 100 km/h em 7,1 s (Max) e 6,9 s (Pro, 50 kg mais leve). Bateria LFP de 60,2 kW·h suporta recarga rápida e pode fornecer energia para eletrodomésticos, outros veículos ou funcionar como gerador portátil. Alcance, padrão Inmetro (mais rigoroso para não surpreender ninguém), de 413 km (Pro) e 349 km (Max).

Em primeiro contato, de São Paulo ao Autódromo Capuava em Indaiatuba (SP), destacaram-se espaço interno, atmosfera a bordo e respostas imediatas e silêncio de rodagem (típicos de elétricos). Há quatro níveis de regeneração de energia. Suspensão oferece bom equilíbrio entre conforto e estabilidade, além de freios bem dimensionados.

EX5 vem com seis airbags e traz pacote de segurança ativa completo: alerta de colisão, assistente de faixa, controle de cruzeiro adaptativo e câmeras 360º, entre outros (13, no total).

Avaliação dinâmica: BMW M235 xDrive

Após apresentação estática nos boxes de Interlagos, a BMW levou para a pista de testes da Goodyear, em Americana (SP), para uma breve avaliação o sedã-cupê de quatro portas M235 xDrive. Não se trata de ambiente ideal: autódromo ou autoestradas e subida/descida de serras. Mas havia trechos de asfalto seco e molhado artificialmente.

No segundo caso, foi possível avaliar o comportamento em condições específicas no limiar da tração. O controle de tração do sistema XDrive funcionou muito bem. Manteve o carro no skid pad (círculo de derrapagem na pista molhada) sem sair do traçado, uma característica que só a eletrônica de bordo é capaz de garantir. Contudo, sempre há um limite e assim não dispensa atenção ao volante e ao acelerador para evitar abusos na utilização cotidiana.

O carro é bem projetado, agrada quem aprecia dirigir de forma esportiva (quando possível), acelera forte, freia impecavelmente e demonstra comportamento muito seguro em curvas. Tem motor transversal, de quatro cilindros, turbo, 2-L, 317 cv e 40,8 kgf·m, câmbio robotizado de sete marchas e dupla embreagem. Tração é integral e acelera de 0 a 100 km/h em apenas 4,9 s. Diferencia-se pelas quatro saídas de escapamento e um defletor bem pronunciado na tampa do porta-malas.

Preço: R$ 479.950,00
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Nova BMW Série 2 começa as ser vendida este mês no Brasil

A BMW brasileira confirmou da chegada este mês do novo Série 2 Gran Coupé, nas versões M235 xDrive e 220 Gran Coupé M Sport. O novo BMW M235 xDrive tem uma bonita e esportiva carroceria gran coupé e uma motorização de dois litros turbo com 317 cavalos de potência e aceleração de 0 a 100 km/h m menos de 5 segundos.

Já a versão 220 M Sport também é equipado com motor 2,0 litros, mas com 204 cavalos de potência. O BMW M235 será o 10º carro da BMW à venda no Brasil com a assinatura M.

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Estrela do filme do 007 contra GoldenEye, BMW Z3 comemora 30 anos

Não tinha como começar a carreira de maneira melhor do que num filme do agente secreto mais famoso do mundo. No filme 007 contra GoldenEye, o agente secreto James Bond (Pierce Brosnan) tinha como “companheiro” um belíssimo BMW Z3. O carro que aparece no filme está exposto no Museu da BMW, em Munique. Há exatamente 30 anos iniciava a produção do roadster BMW Z3, na fábrica da marca alemã em Spartanburg, nos Estados Unidos. Foi o primeiro modelo da BMW produzido fora da Alemanha e vendeu 297.087 unidades.

Ainda em 1995, foi lançada no mercado americano uma edição limitada chamada Z3 James Bond Edition, com apenas 20 unidades. O sucesso foi tão grande que a produção teve que ser aumentada para 100 carros. No início de 1996, toda a produção anual do Z3 (15.000 unidades) já estava vendida.

Roadster

A carroceria do BMW Z3 foi desenhada por Joji Nagashima, que também criou os traços do BMW Série 5 E39 e do Série 3 E90. O Z3 seguiu a clássica fórmula dos roadsters da BMW: capô longo, traseira curta, balanços reduzidos e posição de dirigir recuada, quase sobre o eixo traseiro.

Sem dúvida, o Z3 foi um digno sucessor, em tamanho compacto, do lendário BMW 507 dos anos 1950. Seu design combinava perfeitamente formas modernas e ousadas com detalhes clássicos como as aberturas laterais (brânquias). Atualmente, o design do BMW Z3 é considerado um clássico atemporal e o modelo conta com clubes de fãs ao redor do mundo.

Motores

Quando foi lançado, o BMW Z3 vinha com motores de quatro cilindros, de 115 cavalos e 143 cavalos. Em abril de 1997, chegou a versão com motor de seis cilindros em linha de 2,8 litros com 193 cavalos. Além disso, a divisão BMW M apresentou o Z3 Roadster M com motor de 3,2 litros e 321 cavalos. Com esse propulsor, o mesmo do BMW M3 E36, o Z3 tornou-se um verdadeiro esportivo de alto desempenho.


Em 1999, já haviam sido vendidas quase 170.000 unidades do Z3, e o modelo recebeu um leve facelift, com uma traseira mais musculosa, novas lanternas traseiras e uma dianteira com faróis de bordas cromadas que lhe davam um visual mais sedutor. Mecanicamente, surgiram novidades como o motor 1,9 litro de 117 cavalos, os seis cilindros 2,0 litros de 150 cavalos e o 2,2 litros de 170 cavalos. No topo da gama estavam os seis cilindros de 3,0 litros de 231 cavalos e a versão M com 325 cavalos.

Coupé

Dentro da história do Z3, merece destaque a versão Coupé, lançada no verão de 1998. Sua traseira tão peculiar remete ao lendário BMW 328 Sportcoupé, com o qual Huschke von Hanstein e Walter Bäumer venceram a Mille Miglia de 1940. Atualmente, o BMW Z3 Coupé é um carro cultuado, com cerca de 18.000 unidades fabricadas.

Os Z3 Coupé foram vendidos apenas com motores de seis cilindros: o Z3 Coupé 2.8i de 193 cv, o 3.0i de 231 cv e as versões M com 321 e 325 cv. Curiosamente, o Z3 M Coupé foi o carro de segurança utilizado na MotoGP durante a temporada do ano 2000. Outro fato curioso é a versão “Millennium Edition”, sorteada entre leitores de uma revista automotiva alemã.

Na carroceria roadster, existe uma unidade única e muito especial: o Z3 M V12. Este exemplar, com motor V12 de 326 cv, foi construído para testar a capacidade do compartimento do motor do Z3.

A BMW também produziu algumas versões especiais Individual, com combinações exclusivas de cores e equipamentos. Algumas dessas edições são “British Traditional”, “Dakkar” e “Kyalami”. Mais comuns foram as versões Sport Edition, disponíveis nos Z3 1.9i, 2.2i e 3.0i. Essa edição especial trazia rodas de 17 polegadas (modelos Style 42 ou Style 78), suspensão rebaixada (1,5 cm a menos que um Z3 normal), diferencial auto blocante traseiro e interior com bancos esportivos e detalhes M.

Clássico

A última unidade fabricada na planta de Spartanburg saiu da linha em 28 de junho de 2002 e também está exposta no museu da fábrica.

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