Boreal

Renault Boreal chega para revolucionar o segmento de SUV médios

Com um design muito bonito e marcante, a Renault brasileira apresentou esta semana o SUV Boreal. A marca francesa já tinha feito uma pré-apresentação em julho e o modelo, que chega para brigar no segmento C, já está à venda. E antes de torcer o nariz ou falar a tradicional frase “mas é francês”, vá con hecer e andar num Renault Boreal. Com certeza vai m,order a lingua e terá que mudar de opinião.

O Boreal chega com a nova identidade de design da Renault, com elementos fluidos na carroceria, curvas generosas e linhas de tensão, que são equilibradas pela integração de elementos técnicos mais estruturados, expressando dinamismo.

O Renault Boreal surpreende, vem com uma tecnologia de última geração interativa e interface Google nativa. O SUV transforma a cabine em uma verdadeira extensão digital do dia a dia dos usuários. Destaque também, para o sistema de som Harman Kardon.

Imponente

Com o Boreal, a Renault vai se impor no segmento C-SUV. O modelo, que associa elegância e tecnologias, tem 4,56 m de comprimento, 1,84 m de largura entre-eixos de 2,70 m, o que proporciona um amplo espaço no habitáculo. O modelo tem muito conforto interno e ampla área envidraçada contínua.

Com design refinado, o Boreal chega com um capô alto e horizontal, a grade na cor da carroceria onde se destaca o logo da marca e a assinatura luminosa inédita, que é reconhecida graças aos exclusivos módulos de LED adicionais que recobrem e ampliam o veículo visualmente. A frente também se diferencia com os faróis de LED que se estendem até os para-lamas e os módulos adicionais, que reforçam a base visual do veículo.

As laterais são estruturadas por uma linha de carroceria marcada e curvas generosas nos para-lamas, reforçando a personalidade imponente do modelo. As caixas de rodas são destacadas por protetores com design clean e elegante, remetendo à solidez e sofisticação.

Interior

Do lado de dentro, o Boreal oferece uma experiência moderna e conectada, favorecida pelo design harmoniosamente sensorial. Assim como no design externo, o interior da cabine é moderno, muito confortável, equipamentos sofisticados e materiais de muita qualidade.

Com duas telas amplas, o SUV tem uma tela localizada bem à frente do motorista onde está disponível o painel de instrumentos digital que oferece ao motorista todas as informações relacionadas à condução. Do lado, se encontra a tela de 10 polegadas do sistema multimídia central, formando um layout tecnológico e fluido, que valoriza as funções conectadas.

Os controles estão distribuídos ergonomicamente: a alavanca da transmissão do tipo “e-shifter” é compacta, enquanto o volante multifunções é ao mesmo tempo sóbrio e elegante, com seus botões metálicos retro iluminados. O ambiente luminoso é totalmente personalizável graças à iluminação em LED de 48 cores.

Como já falamos, o SUV da Renault eleva o nível dos modelos desse segmento, graças aos revestimentos que produzem uma sensação de conforto e refinamento. Algumas partes da cabine contam com adornos gravados a laser que brincam com os reflexos da iluminação ambiente. Na versão iconic, os bancos são revestidos na cor azul Mercure, dando um toque a mais de exclusividade e sofisticação.

O Boreal vem com bancos dianteiros elétricos com memória de posição e massagem para o motorista (de série na versão iconic). Espaços de armazenagem estão distribuídos de forma inteligente por toda a cabine, para satisfazer as necessidades diárias no uso em família: porta-objetos, console central fechado e refrigerado, duas portas USB-C na frente, carregador por indução. Para proporcionar ainda mais conforto, o Boreal é equipado com ar-condicionado automático dual-zone.

Na parte de trás, o banco 40/60 conta com apoio de braço central e um sistema Easy Break, que agiliza o rebatimento dos bancos. Os passageiros do banco traseiro também se beneficiam com as saídas de ar dedicadas e duas portas USB-C.

O porta-malas é muito amplo, com um volume de carga de 522 litros (VDA) ou 1.279 litros (VDA) com os bancos rebatidos. A menor altura da base do porta-malas facilita a utilização.

Motor

Com um motor muito competente, o Boreal está equipado com o motor já utilizado em outros modelos da marca. A motorização é um 1,3 litro, turbo flex, com torque de 270 Nm e 163 cavalos de potência máxima. A transmissão muito eficiente é automática de dupla embreagem úmida de seis marchas.

A média do consumo, segundo a marca, é de 11,2 km/ na cidade e 13,6 km/l na estrada com gasolina e 7,8 km/l e 9,4 km/l, respectivamente, com etanol.

Segurança

O Renault Boreal é o mais bem equipado do segmento com até 24 sistemas de assistência ao motorista (ADAS).

Muita tecnologia

Uma das principais vantagens da versátil plataforma RGMP é a arquitetura elétrica e eletrônica de última geração. Projetada para ser totalmente compatível com as regulamentações atuais e futuras, ela abre caminho para a integração de tecnologias embarcadas com forte valor agregado.

O Renault Boreal é uma demonstração concreta desta estratégia, sendo o primeiro veículo da marca a oferecer o sistema de infoentretenimento Google Automotive Services fora da Europa e o primeiro a ser produzido no Brasil.

Baseado nos serviços embarcados do Google, o sistema multimídia OpenR Link está no centro desta estratégia. Por meio de uma interface unificada, o sistema permite um acesso simples e coerente com o uso que os clientes já fazem das ferramentas digitais. O Google Maps nativo é integrado e exibido nas duas telas, com informações sobre o trânsito em tempo real e atualizações automáticas.

Mais de 100 aplicativos estão disponíveis no Google Play, incluindo os onipresentes sistemas de navegação otimizados a exemplo do Waze, o melhor das rádios de todo o mundo com o Radioplayer for Renault, plataformas musicais de alta definição como o Amazon Music, o melhor das plataformas de vídeo em streaming como Prime Video ou HBO MAX, um game musical on-line único no mundo para todos os passageiros como SongPop for Renault e acesso à internet por meio do navegador Vivaldi.

O Boreal chega para redefinir a experiência ao volante, unindo inovação, praticidade e tecnologia. Com integração ao Google Assistant, você pode controlar o sistema de navegação, música, chamadas e até mesmo funções do carro como o ar-condicionado e, também, dispositivos da sua casa com comandos simples de voz, garantindo mais conforto e segurança sem tirar os olhos do trajeto.

Quer ajustar a climatização da sua casa? Basta dizer: “Ok Google, ativar casa verão/ inverno” podendo ligar o ar-condicionado e abrir as cortinas ou aquecer o ambiente, por exemplo. Precisa de mais segurança? Experimente: “Ok Google, ativar câmeras de segurança”, ligue a iluminação, abra o portão da garagem. E para deixar tudo ainda mais prático, também é possível acionar eletrodomésticos conectados à sua casa ou até preparar o café antes de chegar. E tudo isso apenas por um simples comando de voz. tudo por voz.  As funcionalidades do Google Home requerem dispositivos compatíveis instalados na casa do cliente.

Blindagem garantidaA Renault atenderá a demanda pelo serviço de blindagem, comum no segmento de SUVs médios, através da parceria com a Hi-Tech. O cliente que blindar o modelo na empresa credenciada manterá a garantia total da fábrica.o.

Preços
evolution turbo TCe – R$ 179.990
techno turbo TCe – R$ 199.990
iconic turbo TCe – R$ 214.990

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Coluna Fernando Calmon – WR-V acirra concorrência e oferece garantia de seis anos

Coluna Fernando Calmon nº 1.374 — 21/10/2025

 

Honda WR-V acirra concorrência e oferece garantia de seis anos

O relançamento do WR-V, no Brasil ausente desde 2022, abriu uma nova frente para a Honda no altamente disputado segmento de SUVs compactos. A estratégia da marca japonesa levou em conta sua própria oferta atual no mercado (HR-V, com motor turbo e mais caro) e de outros concorrentes entre estes o líder T-Cross e o Creta.

Novo SUV, antes derivado do Fit e agora do City sedã, aposta em estilo com linha de cintura e capô altos, além de dimensões bem próximas aos rivais: comprimento, 4.320 mm; entre-eixos, 2.650 mm; largura, 1.790 mm e altura, 1.650 mm. Porta-malas de 458 L (23% maior que o do T-Cross, mas apenas 8% em relação ao Creta). Também dispensou o modismo de barras longitudinais no teto. Há faróis e lanternas de LED, além de assinatura luminosa na traseira.

A fim de manter preço competitivo, motor é de aspiração natural e, portanto, algo limitado para acelerações e retomadas: 126 cv (E/G); 15,8 kgf·m (E)/15,5 kgf·m (G). Câmbio automático CVT de sete marchas inclui estratégia de redução automática nas frenagens e em descidas para produzir freio-motor, mas sem modos de condução para desempenho e economia. Consumo padrão Inmetro, em km/l: cidade, 8,2 (E)/12 (G); estrada, 8,9 (E)/12,8 (G). Tanque de combustível tem apenas 44 L, o que limita o alcance frente aos principais concorrentes (mais de 50 L).

Por enquanto, houve apenas um contato estático com o carro. No interior destacam-se posição ao volante e bom espaço atrás para as pernas dos ocupantes. Quadro de instrumentos é o mesmo do HR-V e tela multimídia de 10 pol. com espelhamento sem fio de Android Auto e Apple CarPlay. Para recarregar o celular só está disponível entrada USB-A bem mais lenta que a USB-C. Para o banco traseiro há uma pouco útil tomada de 12 V no extremo do console. Ao menos dispõe de saídas de ar climatizado para passageiros de trás.

Em termos de segurança o novo SUV não decepciona: seis airbags e cinco recursos adicionais com destaque para frenagem autônoma de emergência e assistente de permanência em faixa de rolamento. Versão de topo EXL inclui sensores de estacionamento traseiro e dianteiro.

Preços: R$ 144.900 a 149.900. Garantia total de seis anos inédita no segmento.

Chrysler entra para o clube das marcas centenárias

Nem todas as 26 marcas que nasceram há pelo menos 100 anos produziram ininterruptamente. Houve crises financeiras, fabricação suspensa, mudanças de propriedade ou acionistas e muitas fusões. Por fim há os grandes conglomerados como a Stellantis que reúne 15 marcas (se incluídas a Fiat Profissional que produz basicamente furgões e Opel/Vauxhall marcas gêmeas na Alemanha e Inglaterra, respectivamente). Ou mesmo a VW que agrega 12 marcas, sendo três de caminhões e uma de motocicleta.

A Chrysler foi fundada por Walter P. Chrysler em 6 de junho de 1925 e, portanto, acaba de entrar neste clube. A companhia passou por bons momentos ao adquirir Jeep, Plymouth, Dodge, Desoto e criou a Ram. Depois fundiu-se com a Fiat, na FCA, e agora faz parte da Stellantis. Também enfrentou grandes dificuldades financeiras e esteve em recuperação judicial mais de uma vez.

Contudo, passou para a história por inciativas audaciosas: primeiro carro de produção projetado em túnel de vento, o Airflow, de 1934; automóveis revolucionários movidos por turbina a gás nas décadas de 1950 e 1960, com testes públicos, mas que não chegaram a ser vendidos; lançamento dos primeiros minivans modernos, Dodge Caravan e Plymouth Voyager, em 1983, uma alternativa às tradicionais station wagons e o carro esporte Dodge Viper (motor V-10 de 8 L), em 1992.

Eis relação completa do clube das centenárias e o ano de fundação: Vauxhall (1857); Peugeot (1882); Skoda (1895); Buick (1899); Fiat (1899); Opel (1899); Renault (1899); Cadillac (1902); Ford (1903); Lancia (1906); Rolls-Royce (1906); Daihatsu (1907); Audi (1909); Bugatti (1909); Suzuki (1909); Alfa Romeo (1910); Morgan (1910); Chevrolet (1911); Aston Martin (1913); Dodge (1914); BMW (1916); Mitsubishi (1917); Bentley (1919); Mazda (1920); Citroën (1920) e Chrysler (1925).

Câmeras começam a ser produzidas no Brasil pela ZF

À medida que diminuem as mortes de ocupantes dentro dos veículos, as taxas de mortalidade para aqueles que estão fora dos veículos continuam a aumentar. A proteção dos pedestres está se tornando uma prioridade global de segurança devido a esse padrão recíproco. Em razão do crescimento urbano, a evolução da mobilidade e o impulso regulatório, a indústria está repensando a forma como os veículos interagem com o ambiente. Para isso as câmeras são fundamentais. E o Brasil entrou nesta rota em razão da nacionalização que a ZF acabou de anunciar.

Foram investidos R$ 35 milhões em Limeira (SP) para dois tipos de câmeras também chamadas de sensores ópticos de alta precisão, essenciais à condução assistida e à frenagem autônoma emergência para evitar atropelamentos e colisões. O primeiro modelo permite ângulo de visão de 32°, pesa apenas150 gramas, detecta veículos a 150 m de distância e pedestres a 70 m. Em julho do próximo ano, começa a produção de outra câmera com ângulo de visão de 100° e monitora veículos até 170 m de distância. A empresa anunciou que poderá fabricar 900.000 unidades por ano.

Estas câmeras fazem parte do ADAS, sigla em inglês para Sistema Avançado de Assistência ao Motorista. Segundo estudos recentes a combinação de câmeras, radares e lidares (feixes de lasers para medir distâncias com altíssima precisão) já salvaram milhares de vidas em todos os mercados em especial onde a frota circulante é moderna. A produção em alta escala permite os preços caírem e há tendência de continuarem a diminuir.

Kona: visual futurista demais e ótimo consumo

É preciso entender que a Hyundai precisava mesmo se destacar de outros SUVs médio-compactos já no mercado. Exagerou um pouco no desenho, inclusive na colocação em posição baixa dos faróis e lanternas traseiras vulneráveis em pequenas colisões. Mas o estilo do Kona híbrido pleno não chega a comprometer o conjunto e chama atenção ao ser visto de perfil pelo desenho elaborado das rodas de 18 pol. Mesmo que as colunas traseiras tenham área envidraçada diminuta. Versão avaliada foi a de topo Signature.

Dimensões bem próximas às do Corolla Cross: comprimento, 4.350 mm; entre-eixos, 2.660 mm; largura, 1.825 mm; altura, 1.580 mm. O porta-malas de 407 L fica devendo aos seus concorrentes. Motor de aspiração natural, gasolina, 1,5 L entrega 105 cv e 14,7 kgf·m, enquanto o elétrico, 44 cv e 17,3 kgf·m. Valores combinados: 141 cv e 27 kgf·m. Para uma massa em ordem de marcha de 1.525 kg fica longe de empolgar, embora ainda dentro do aceitável. No uso urbano apenas com motorista e um acompanhante até que foi bem. Contudo, se quatro pessoas a bordo e bagagem precisarem viajar, exige mais atenção em ultrapassagens nas rodovias de pista única.

Há um ponto de destaque: consumo de combustível. Em cidade é possível passar dos 18 km/l e na estrada entre 15 e 16 km/l. Assim, o tanque de 38 L permite viajar entre São Paulo e Rio de Janeiro sem abastecer. Bom o comportamento em curvas, mesmo tendo suspensão calibrada mais para o conforto de marcha.

O interior impressiona pelo quadro de instrumentos e a tela multimídia integrados, ambos de 12,3 pol. Meio estranha a posição do seletor de marchas na coluna de direção, mas como se usa poucas vezes não atrapalha tanto. Banco do motorista oferece boa sustentação lateral e firmeza correta. Quem viaja atrás dispõe de bom espaço para pernas, ombros e cabeça, mais adequado a dois adultos e uma criança.

Preço: R$ 234.990.

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 Ressalva: Na coluna da semana passada, Taos foi citado por ter o maior porta-malas do seu segmento. Contudo, pouco dias depois, Boreal o desbancou: 5% a mais.

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Coluna Fernando Calmon — SUV Boreal é aposta da Renault em segmento muito disputado

Coluna Fernando Calmon nº 1.373 — 14/10/2024

SUV Boreal é aposta da Renault em segmento muito disputado

Foi reservado ao Brasil a estreia do SUV médio-compacto Boreal, modelo que a Renault marca sua evolução no segmento com mais de 15 concorrentes entre eles Compass, Corolla Cross, Tiggo 7 e Taos. Na dianteira seu desenho elaborado destaca-se pela assinatura luminosa do emblema-logo, capô alto e módulos de LED. Laterais são marcadas por vincos, rodas de 19 pol. (só na versão de topo) e o desenho inusitado das colunas traseiras. Lanternas traseiras bem desenhadas não seguiram a moda de interligação luminosa. Pintura bitonal da carroceria é de série na versão mais cara e opcional nas duas outras.

As dimensões do Boreal: comprimento, 4.556 mm; entre-eixos, 2.702 mm; largura, 1.841 mm; altura, 1.652mm. Porta-malas tem 522 L (padrão VDA, o correto), maior do segmento. Motor é o conhecido turbo flex, 1,3 L, 163 cv (E)/156 cv (G), 27,5 kgf·m (E)/25,5 kgf·m (G). Câmbio sempre automatizado de seis marchas com dupla embreagem. Está prevista versão híbrida, porém a marca francesa ainda não estabeleceu data de lançamento.

Interior apresenta bom grau de refinamento com destaque para revestimento dos bancos (o do motorista com massageador) e o console central elevado. Quadro de instrumentos e tela multimídia têm 10 pol. e pela primeira vez no Brasil está disponível o Google Automotive Services de série. Há quatro modos de condução: Comfort, Eco, Sport e Smart. A partir da versão intermediária já oferece freio de estacionamento eletromecânico com imobilização e liberação automáticas nas paradas.

A Renault deu especial atenção aos sistemas ADAS de auxílio avançado ao motorista. O número destes importantes recursos de segurança aumenta conforme a versão: de entrada são 13, na intermediária, 19 e na de topo nada menos de 24 itens (inclui frenagem autônoma de emergência com detecção de pedestres e ciclistas).

Os preços estão bem situados frente aos concorrentes. Começam em R$ 179.990 e chegam a 214.990, mas haverá condições especiais com descontos no lançamento, em quatro de novembro.

BYD anuncia primeiro híbrido plugável flex

A oportunidade surgiu pela realização, de 10 a 21 de novembro próximos, em Belém (PA), da COP (Conferência das Partes, na sigla em inglês), um fórum da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas. A BYD enviará para o evento 30 unidades dos protótipos do SUV médio Song Pro Híbrido Plugável com o primeiro motor flex que a marca vem desenvolvendo no Brasil. Lançamento previsto para abril de 2026. Até o momento apenas a Toyota comercializa um híbrido pleno (não plugável) cujo motor pode funcionar com etanol ou gasolina puros ou misturados em qualquer proporção.

O modelo chinês, na prática, teve seu peso institucional somado à segunda “inauguração” da nova fábrica da BYD, em Camaçari (BA), desta vez com presença do presidente da República. Na realidade a produção começa por juntar as primeiras peças importadas no regime SKD (sigla em inglês para unidades semidesmontadas). Numa segunda etapa passará ao regime de unidades desmontadas vindas da China e integração de alguns componentes produzidos no Brasil, prevista para 2026 (prensas, soldagens e pintura, talvez em meados do ano). A conterrânea GWM, em Iracemápolis (SP), já tem armação, pintura e montagem desde agosto último.

Nesta primeira fase, investiram-se R$ 5,5 bilhões e a capacidade de produção será de 150.000 unidades anuais que a empresa espera alcançar “em menos de três anos”. A área construída atual é de 270.000 m² e numa segunda etapa a capacidade será aumentada para produzir 300.000 unidades anuais. Em cinco anos espera vender 600.000 unidades/ano (nacionais e importadas) e assumir a liderança absoluta de vendas no Brasil.

Até agora a BYD errou em suas projeções. Pretendia vender 120.000 unidades no ano passado, depois revisou para 100.000 e no fechamento de 2024 foram 77.000 (23% a menos).

O Brasil tem uma fábrica fechada (CAOA Chery, em Jacareí-SP) e outra a ser desativada (Toyota, em Indaiatuba-SP) ainda sem data confirmada. Há uma subutilizada da JLR, em Itatiaia (RJ). E a fábrica da Stellantis, em Porto Real (RJ), também subutilizada, passará a produzir o Jeep Avenger já em 2026.

Incertezas sobre elétricos também nos EUA

Já abordei os problemas na Europa e outros específicos da Itália. Com o fim do crédito fiscal do governo americano para compra de carros elétricos, em 30 de setembro último, pairam dúvidas sobre como reagirá o mercado nos próximos anos. Análise do site Yahoo Finance, após ouvir várias fontes, aponta previsões otimistas demais feitas até o momento. Veículos elétricos (VEs) são cerca de US$ 9.000 (R$ 49.000) mais caros, em média, do que modelos a gasolina comparáveis. A diferença era quase toda coberta pelo subsídio federal agora cancelado.

Há quatro anos, Ford, GM e Stellantis afirmaram em comunicado conjunto que aspiravam atingir até 2030 uma participação de mercado de VEs de 40% a 50%, incluindo híbridos plugáveis (meu comentário: estes não são exatamente elétricos, contudo somados como se fossem, uma “invenção” da China que distorce os números de produção e vendas de VEs).

Jim Farley, CEO da Ford, afirmou agora: “Acredito que será uma indústria vibrante, porém muito menor do que pensávamos. Não me surpreenderia se as vendas de VEs caíssem para 5% do total da indústria já neste mês de outubro”. A consultoria J.D. Power projeta que VEs poderão alcançar até 20% das vendas em 2029. Já a Ernest & Young prevê atingir 50% em 2039, cinco anos depois do previsto anteriormente.

Outra consultoria, iSeeCars, foi incisiva. VEs vão bem em estados de clima quente, como Califórnia e Flórida, e em uso urbano. Todavia, só se consolidarão quando os preços forem iguais aos carros de motores a combustão, puderem rodar 800 km com apenas uma carga e recarregarem em menos de 10 minutos. Algumas marcas enfrentam pressões financeiras motivadas por investimentos fracassados ​​em veículos elétricos e foram forçadas a adiar ou cancelar projetos.

A agência de notícias Reuters relembrou um estudo conjunto de professores das universidades da Califórnia, Berkeley, Duke e Stanford: emplacamentos de VEs podem cair 27% sem o crédito fiscal federal. Alguns estados seguem a Califórnia e mantêm seus subsídios para sustentar a demanda. Até quando, ninguém sabe.

Taos 2026 vem agora do México

Para abrir espaço à nova Amarok (talvez até receba versão híbrida, a partir de 2027) na fábrica argentina de Gal. Pacheco, a VW traz agora do México (também isento de imposto de importação) o SUV médio-compacto Taos 2026. A frente segue a fórmula quase onipresente em todas as marcas de aumentar a área da grade em simbiose com o para-choque também novo. Lanternas traseiras são novas assim como a sua interligação iluminada e o emblema-logotipo agora também iluminado. Porta-malas de 498 L (padrão VDA) é o maior do seu segmento.

Internamente a novidade bem-vinda é a volta de botões de comando para os raios do volante multifuncional. Materiais de acabamento melhoraram, há iluminação ambiente com 10 opções, um novo painel que destaca a tela multimídia flutuante de 10,1 pol., além de internet 4G e carregador de celular por indução. Mecanicamente sem novidades: mantido motor flex 1.4-L, 150 cv, 25,5 kgf·m e câmbio sempre automático epicíclico de oito marchas.

Preço ainda não anunciado.

Entretanto, a VW informou que o sedã médio-compacto Jetta GLI 2026, também mexicano, estará nas concessionárias a partir de 8 de novembro por R$ 269.990. Motor 2-L turbo entrega 231 cv e 35,7 kgf·m. Câmbio DSG, robotizado, sete marchas.

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Bonito e muito sofisticado, o SUV Renault Boreal já está á venda

Depois do lançamento do Kardian, a Renault prepara mais um importante lançamento para o mercado nacional e as vendas já começaram. O SUV Boreal é o modelo mais sofisticado, tecnológico e elegante que a marca francesa já fabricou no mercado nacional.

Com preços muito competitivos no segmento, o Boreal estará disponível em três versões de acabamento: Evolution, Techno e Iconic. Todas as versões contaram com a motorização turbo 1,3 litro, turbo, flex com 165 cavalos e 270 Nm de torque. A transmissão será automática de dupla embreagem úmida com seis marchas.

Quem fizer a reserva antecipada terá várias vantagens:, preço promocional, antecipação na aquisição, concorrerá ao sorteio de 30 pares de ingressos para o lendário torneio de tênis Roland-Garros, em Paris – França e outros brindes.

O Boreal R Pass será adquirido por R$ 1.000 e esse valor pago será descontado no preço final do carro, portanto na efetivação do pedido, o cliente só pagará a diferença entre esse sinal e o preço do carro.

Para o período de lançamento, os clientes ainda contarão com bônus no usado de até R$ 12 mil reais ou taxa zero para financiamento com a Mobilize Financial Service.

“Assim como aconteceu com o Kardian, o Brasil é novamente o primeiro polo produtivo do mundo do Boreal. Isso demonstra a importância do mercado brasileiro para o Grupo Renault”, explica Ariel Montenegro, presidente e diretor geral da Renault do Brasil.

Renault Boreal
Evolution turbo TCe  – R$ 179.990,00
Techno turbo TCe – R$ 199.990,00
Iconic turbo TCe – R$ 214.990,00

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Boreal é o novo SUV de luxo que a Renault vai lançar em breve

Depois do sucesso do Kardian no Brasil, a Renault continua sua renovação com mais um SUV: o Boreal. Assim como o Sandero, Logan e Duster, o Boreal foi desenvolvido pela Dacia, subsidiária romena do grupo Renault e deverá ser apresentado em breve.

Com um design elegante e até esportivo, o Boreal vai “brigar” num segmento que a marca francesa nunca atuou e competir com Jeep Compass, Honda HR-V, GMW Haval, entre outros. Por dentro, o novo SUV deverá ter um interior sofisticado e muita tecnologia embarcada.

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