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Tecnologia evaporativa reduz até 95% o consumo de energia

O calor intenso do verão brasileiro coloca o ar-condicionado como item quase obrigatório em casas e estabelecimentos comerciais. O problema, porém, aparece rapidamente na fatura de energia: segundo estimativas do setor elétrico, o equipamento pode responder por até 40% do consumo residencial nos meses mais quentes. Para empresas que precisam manter portas abertas ao público, o desperdício é ainda maior. É diante desse cenário que os climatizadores evaporativos da Ecobrisa são alternativa concreta: mais economia, mais saúde e menos impacto ambiental.

“As mudanças climáticas sinalizam um cenário desafiador. Precisamos considerar a transição para tecnologias mais eficientes, que não agridam o meio ambiente, preservem a saúde humana e ainda promovam desenvolvimento econômico de forma sustentável”, afirma Juan Carlos Ormachea, diretor executivo da Ecobrisa.

Menos energia

A diferença começa nos números. Enquanto um ar-condicionado convencional de 12.000 BTUs pode gerar uma despesa mensal de R$ 200,00 ou mais — e modelos antigos chegam a ultrapassar R$ 300,00 —, os climatizadores evaporativos operam com um consumo de energia até 95% menor. O princípio é simples e milenar: a evaporação natural da água para resfriar o ar, sem compressores, sem fluidos refrigerantes e sem os picos de energia que encarecem a conta de luz.

“O ar-condicionado convencional não é apenas caro para manter, ele é ineficiente por princípio. Nossos climatizadores evaporativos entregam conforto térmico real com uma fração do custo operacional de energia, o que faz diferença tanto para a família que quer dormir bem no verão quanto para o empresário que precisa climatizar o estabelecimento sem ver o lucro evaporar na conta de energia”, explica Juan Ormachea, diretor executivo da Ecobrisa.

É importante ressaltar que a redução de até 95% no consumo de energia diz respeito exclusivamente ao custo operacional elétrico do equipamento. Em regiões com temperatura muito elevada e baixa umidade relativa do ar — condições que favorecem o uso mais intenso do sistema —, o climatizador evaporativo pode demandar um volume expressivo de água para manter sua eficiência. Nesses contextos, o consumo hídrico deve ser considerado no cálculo do custo operacional total, já que seu impacto na conta de água pode ser relevante. Ainda assim, a tecnologia se mantém competitiva frente ao ar-condicionado convencional, especialmente quando somada aos benefícios de saúde e sustentabilidade que oferece.

Portas abertas

Uma das maiores frustrações de quem usa ar-condicionado em comércio é a contradição obrigatória: para climatizar, é preciso fechar as portas — e fechar as portas significa reduzir o fluxo de clientes. Com a tecnologia evaporativa da Ecobrisa, esse dilema deixa de existir.

O sistema funciona com circulação de ar, o que significa que estabelecimentos podem permanecer com portas abertas sem perda de eficiência na climatização. Padarias, farmácias, lojas de conveniência, salões de beleza e escritórios de atendimento ao público são apenas alguns dos exemplos onde a solução já demonstra resultados práticos.

“Para o comércio, climatizar com portas abertas era um sonho impossível com o ar-condicionado tradicional. Com a nossa solução, isso é realidade. O empresário ganha em fluxo de clientes, em economia de energia e ainda agrega um diferencial de sustentabilidade ao seu negócio”, destaca Juan Carlos Ormachea.

Conforto e economia

Nas residências, os benefícios vão além da economia financeira. O climatizador evaporativo não utiliza fluidos refrigerantes químicos — substâncias presentes nos aparelhos de ar-condicionado convencionais cujo uso contínuo em ambientes fechados contribui para o ressecamento das vias aéreas e o desconforto respiratório, especialmente em crianças e idosos.

O sistema evaporativo, ao contrário, umidifica o ar enquanto refresca — um benefício especialmente relevante no interior de São Paulo, onde os índices de umidade relativa do ar caem drasticamente no verão. Ambientes com crianças, bebês e pessoas com condições respiratórias se beneficiam diretamente dessa característica.

“A família que instala nosso climatizador não está apenas economizando na conta de luz. Está investindo em qualidade de vida. Um ambiente mais fresco, com umidade equilibrada, faz diferença no sono, na disposição e na saúde de todos em casa”, afirma Carlos Gusmão, gerente Comercial e de Projetos da Ecobrisa.

Sustentabilidade

A ausência de fluidos refrigerantes químicos tem um impacto direto também no meio ambiente. Gases como os HFCs (hidrofluorcarbonetos), amplamente utilizados em sistemas de ar-condicionado convencionais, estão entre os principais contribuintes para o agravamento do efeito estufa. A tecnologia evaporativa elimina esse vetor de emissão, alinhando conforto térmico às demandas de uma sociedade cada vez mais comprometida com a pauta ambiental.

Para municípios com vocação inovadora como Ribeirão Preto — que conta com mais de 170 startups e forte diversificação entre os setores agrícola, industrial e de serviços —, a Ecobrisa enxerga um terreno fértil. A empresa recentemente investiu em centro de distribuição na região para ampliar o atendimento ao mercado local.

“Ribeirão Preto é uma cidade que pensa grande. Ver uma região com essa diversidade econômica e esse ecossistema de inovação abraçar soluções sustentáveis é muito animador. Estamos aqui para ser parceiros dessa transformação”, conclui Juan Ormachea.

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Prefeitura promove nova capacitação de engenheiros e arquitetos

A Secretaria de Urbanismo promove no dia 29 de julho, a partir das 18h, uma nova capacitação gratuita voltada a arquitetos e engenheiros que atuam em Campinas. Com o tema “Erros comuns em projetos e como evitá-los”, o encontro será realizado no Salão Vermelho do Paço Municipal e tem como objetivo dar um treinamento para reduzir os erros mais comuns identificados nos projetos enviados para aprovação urbanística – segundo balanço da pasta, 72% dos processos precisam de correção.

A ação é parte de um esforço da secretaria para destravar os fluxos internos de licenciamento e acelerar o tempo de análise dos processos, que vêm crescendo significativamente. Segundo a secretária de Urbanismo, Carolina Baracat, os erros cometidos nos projetos são frequentemente os mesmos e acabam comprometendo a agilidade da tramitação na plataforma Aprova Fácil.

“Queremos mostrar, com dados e exemplos práticos, quais são os equívocos mais recorrentes que travam os processos. Nossa intenção é que os profissionais passem a utilizar um check list de conferência antes de enviar o projeto para a secretaria”, explica a secretária.

Correção

Em maio de 2024, a equipe técnica da Secretaria de Urbanismo analisou 2.408 processos. Um ano depois, com cinco servidores a menos (por conta de aposentadoria), foram 1.967 protocolos analisados, o que demonstra que a produtividade do setor foi mantida. Ainda assim, o número de entradas também aumentou: foram 680 novos processos somente em maio deste ano – entre pedidos físicos e digitais.

Entre os 1.576 processos urbanísticos que passaram pela análise dos técnicos no mês de maio deste ano, apenas 433 foram aprovados, o que representa 27,47% de aprovação. Os demais 72,5% dos projetos foram devolvidos para correção, atrasando significativamente o tempo de tramitação.

Serviço
Capacitação para arquitetos e engenheiros – Secretaria de Urbanismo
Data: terça-feira (29/07/2025)
Horário: a partir das 18h
Local: Salão Vermelho da Prefeitura de Campinas – av. Anchieta, 200, Centro
Público-alvo: arquitetos e engenheiros que atuam com licenciamento urbanístico
Tema: “Erros comuns em projetos e como evitá-los”

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Com mercado em franca expansão, spas e banheiras trazem conforto e bem-estar

Sinônimo de relaxamento e conforto e cada vez mais associados ao bem-estar e ao estilo de vida saudável, as banheiras e spas apresentam franca expansão. Levantamento divulgado pela empresa Mordor Intelligence aponta que o tamanho do mercado global de banheiras de hidromassagem em 2024 é estimado em 5,66 bilhões de dólares, devendo atingir 6,68 bilhões de dólares até 2029.

De acordo com o estudo, o aumento da conscientização sobre a saúde, a mudança no estilo de vida das pessoas, os rápidos avanços tecnológicos do setor e a multifuncionalidade estão entre os fatores que impulsionam as vendas e colocam as banheiras e spas entre os itens mais desejados para a casa.

Em linha com essa tendência, acontece até 14 de dezembro, em Campinas, a edição 2024 da Mostra Aquaplás de Arquitetura, Design e Paisagismo. Em seu oitavo ano, o evento aberto ao público reúne 14 ambientes internos e externos preparados por um time de 25 renomados profissionais do setor.

Com o tema “Essência”, cada projeto foi pensado para proporcionar uma experiência única e ressaltar que a conexão com a natureza, o equilíbrio e o bem-estar podem ser incorporados ao cotidiano, proporcionando refúgios de paz e serenidade em meio ao caos da vida moderna.

A mostra pode ser visitada de segunda a sexta-feira, das 9h às 16h, no show room da fábrica de banheiras, spas e acessórios para banheiro Aquaplás, localizado na Rua Sebastião Ananias Nogueira, sem número, no Jardim das Bandeiras. A entrada é gratuita, mas a organização sugere a doação de 1 kg de alimento não perecível, que será destinado a entidades assistenciais da cidade.

“Além de comprovar a versatilidade, beleza e avanço tecnológico dos nossos produtos, a mostra é uma excelente oportunidade para conferir a variedade de modelos, conhecer as tendências do segmento e aproveitar ideias de instalação e ambientação em projetos autorais e com estilos variados”, afirma Josimar Germano, gerente comercial da Aquaplás.

Além de salas de banho e áreas de lazer, o evento apresenta as banheiras e spas como estrelas de projetos inusitados, como um espaço gourmet e uma academia residencial, por exemplo, comprovando sua multifuncionalidade e dando asas à imaginação.

Participam desta edição, como expositores: Eliana Ranzani e Eduarda Ranzani (Resort Aqua Bamboo; Felipe Marcos (Sala de Banho); Mariana Niiya (Cura pela água), Marina Zanatto, Isabela Porto e Fabiana Oliveira (Espaço Ativo Revigorar); Carol Rodrigues e Mayline Mendes (Sala de Banho Sinestesia); Bruna Cordeiro (Sala de Banho Nero); Ana Lourinho (Refúgio Sereno); Karin Thum, Cristiano Kalil e Gabriel Congio, (Serenidade de Ébano); Elisa Lavie e Carol Araújo (Sonho e Paz); Cassiane Gouveia (Essência); Gabriela Ximenes, Isabella Ximenes e Giovanna Otaviano (Refúgio Natural); Camila Louise (Spa Gourmet); Patricia Parreiras e Wemerson Barbosa (La Vie Est Belle); Silvia Ledo e Pedro Jeovan (Banho Mediterrâneo).

Serviço
8ª Mostra Aquaplás de Arquitetura, Design e Paisagismo
Quando: até 14 de dezembro
Horários: de segunda a sexta-feira, das 9h às 16h
Onde: Rua Sebastião Ananias Nogueira, s/n, Jardim das Bandeiras, Campinas (SP)
Evento aberto ao público, com entrada gratuita (a organização sugere a doação de 1 kg de alimento não perecível, que será destinado a entidades assistenciais da cidade)
Realização: Aquaplás
Organização: Larissa Fernandes (A Casa da Baronesa) e Marilena Nacarato (MN Assessoria em Eventos)
Patrocínio: Via Metal (oferecimento), Artzzi, Bonaluce, Eco Decor, Hausen, Home Marcenaria Sob Medida, Invita, La table, Saint Germain e Urban Arts (patrocinadores máster)
www.aquaplas.com.br; https://www.instagram.com/aquaplasbr/

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Famílias improvisam acampamentos em rodovias para vigiar suas casas

Uma cena que se tornou comum em toda a região metropolitana de Porto Alegre é a de pessoas que improvisaram acampamentos em barracas ou nos próprios carros estacionados no acostamento das rodovias. Em geral, são famílias inteiras que tiveram que sair às pressas de suas casas, em áreas alagadas, para buscar refúgio em um local próximo por temor de saques.

“Subimos para cá no dia 3 de maio e, na primeira noite em que chegamos aqui, o pessoal estava saqueando as casas da vizinhança, roubando fio, botijão de gás, motor de geladeira”, conta Silvano Soares Fagundes, 28 anos, catador de material reciclável e morador da Vila Santo André, no Humaitá, na zona norte da capital gaúcha, em um acesso da rodovia BR-116 próximo à Arena do Grêmio. Foi ali, em uma parte alta, mas a poucos metros de sua casa, ainda alagada, que ele, a esposa, duas filhas e vários vizinhos montaram um acampamento com lonas, barracas e usando os próprios carros como casas. São cerca de 40 pessoas, que agora formam uma comunidade de desabrigados, que fazem parte das quase 600 mil pessoas fora de casa em todo o estado.

Porto Alegre (RS), 17/05/2024 – CHUVAS RS- DESABRIGADOS - Moradores desabrigados da Vila Santo André, divisa de Porto Alegre e Canoas, montam acampamento na rodovia,  esperando a água que invadiu suas casas baixe. - . Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

O barulho e o movimento de veículos em alta velocidade na pista são intensos. Sem renda por não poder trabalhar na reciclagem, Hariana Pereira, 30 anos, o marido e os quatro filhos agora dormem no furgão antes usado para transportar os materiais coletados.

“Aqui tem um banheiro químico, mas é precário. Há muitas pessoas que vêm ajudar, mandam remédio, água, é o que está garantindo a sobrevivência. O governo não manda nada. A gente até estava esperando um pessoal para cadastrar no programa Volta por Cima [do governo estadual], mas não apareceu”, reclama. Mais cedo, Hariana tinha ido ver o que sobrou dentro de casa, que chegou a ficar quase encoberta pela inundação, mas não teve coragem de começar a limpar ainda. “Vim hoje para limpar, mas não tem condições, tudo destruído, nada se salvou. O que a água não levou, estavam saqueando, então a gente preferiu ficar aqui”, explica.

Sobre voltar para uma área alagável com a família, Hariana diz que não tem muita alternativa e responsabiliza as autoridades públicas. “Foi negligência. Os diques rompidos, não fizeram manutenção. Isso poderia ter sido evitado”.

Porto Alegre (RS), 17/05/2024 – CHUVAS RS- DESABRIGADOS - Moradores desabrigados da Vila Santo André, divisa de Porto Alegre e Canoas, montam acampamento na rodovia,  esperando a água que invadiu suas casas baixe. - . Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

Para Silvano Soares, reerguer o pouco do que tinha não vai ser simples. Inscrito no Cadastro Único de Programas Sociais (CadÚnico) do governo federal, ele espera ser um dos 200 mil beneficiários do Auxílio Reconstrução, cujo cadastramento pelas prefeituras começou nesta semana. “Vai ajudar bastante, se chegar esse dinheiro que estão prometendo, porque não tem como começar do zero”.

Esperando secar

Outro motivo que faz as pessoas preferirem ficar na rua a optar por abrigos é a separação. “A gente não quis ir para o abrigo. É melhor ficar aqui. No abrigo estão separando os pais de crianças”, alega Cristina Sodré Linhares, 24 anos, também catadora de recicláveis. Do poder público, Cristina espera ao menos que enviem equipamentos para tirar todo o entulho espalhado pela enchente dos materiais que estavam em dois galpões de reciclagem localizado0s no bairro.

Em área próxima dali, à beira da pista da BR-116, no bairro Farrapos, o casal Gilson Nunes Rosa e Claudia Rodrigues conta que não ficaram em abrigo porque teriam que se separar em locais diferentes, incluindo o cachorro, companheiro inseparável. “A gente não queria ficar separado e corria o risco de nunca mais achar meu cachorro”, diz Claudia.

Porto Alegre (RS), 21/05/2024 – CHUVAS/ RS - ENCHENTE - Bairro Farrapos, em Porto Alegre, continua alagado. - Morador do Bairro de Farrapos, Gilson Nunes Rosa está vivendo em uma barraca. Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

“A gente tá vivendo aqui de forma meio desumana, em barraca. Enquanto não secar, não temos como fazer nada”, diz Gilson, que também está parado sem o trabalho de reciclagem.

No mesmo local, a reportagem conversou com Jorge Barcelos dos Santos, que trabalhava como motorista de frete, mas viu seu carro alagar na enchente e não sabe se poderá voltar a contar com o veículo. “Dentro de casa, a água chegou a 1,95 metro. O caminhão de frete, que era o ganha-pão, foi completamente coberto de água”.

Sua esposa, Maria Elisa Rodrigues, explica a decisão de montar uma barraca quase em frente de casa, sob o viaduto, separados apenas por uma rua ainda alagada e por onde as pessoas circulam em barcos.

Catástrofe desigual

As trajetórias de quem optou por acampar na beira da estrada após as enchentes se encontram em um ponto comum: a vulnerabilidade socioeconômica. Mapas produzidos pelo Núcleo Porto Alegre do Observatório das Metrópoles mostram uma demarcação muito clara de desigualdade de renda nas pessoas que foram mais atingidas pela catástrofe. “As áreas alagadas são, principalmente, as mais pobres. Não só as regiões de menor renda, mas, na maioria dos casos, as áreas mais próximas dos rios que alagaram são as áreas mais pobres”, afirma André Augustin.

Os mapas também mostraram impacto proporcionalmente muito maior sobre a população negra, que representa cerca de 21% da população do estado. Nesse caso, as áreas que mais sofreram com as inundações apresentam concentração expressiva de população negra, geralmente acima da média dos municípios. É o caso justamente dos bairros Humaitá, Sarandi e Rubem Berta, em Porto legre, e de Mathias Velho, em Canoas, por exemplo. (Agência Brasil)

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Crédito imobiliário beneficiará 877 moradores de Campinas

Campinas conseguiu mais 877 cartas de crédito imobiliário para que famílias com renda mensal de um a três salários mínimos consigam comprar a casa própria. Os cheques foram disponibilizados durante lançamento da 4ª etapa do programa habitacional Casa Paulista, nesta terça-feira, 16 de janeiro, em São Paulo. No total, Campinas recebeu 1.386 cartas de crédito, sendo que na etapa anterior tinham sido disponibilizados 509 subsídios para a habitação de interesse social na cidade. A cidade foi a que recebeu a maior quantidade em todo o Estado.

Durante o lançamento, o governador Tarcísio de Freitas destacou que os programas habitacionais do Governo de São Paulo para famílias de baixa renda está ganhando ainda mais força em 2024. Nesta etapa foram disponibilizados mais 12.349 subsídios habitacionais para todo o Estado.

Segundo o diretor técnico de Empreendimentos Habitacionais da Cohab (Companhia de Habitação de Campinas), Pedro Luporini, que participou do evento no Palácio dos Bandeirantes, essa é a segunda remessa de cartas de crédito disponibilizadas para o município de Campinas.

“Nesta etapa Campinas conseguiu mais 877 cheques no valor de R$ 13 mil. As cartas de crédito são repassadas para as construtoras que subtraem esse subsídio do valor da entrada do imóvel que será financiado pela Caixa Econômica Federal. Com isso, as famílias cadastradas na Cohab Campinas podem pleitear a compra do imóvel”, explicou o diretor.

Esse benefício é destinado às pessoas cadastradas na Cohab Campinas, que possuem renda mensal de um a três salários mínimos, com valor máximo de R$ 3.960,00.

Confira os endereços dos empreendimentos habitacionais de interesse social, em fase de construção, que irão disponibilizar unidades para essa faixa salarial em Campinas:

– Residencial Alamedas Ouro Verde – Novo Tempo (160 unidades)

– Condomínio Bela Aliança I –  Bela Aliança (47 unidades)

– Condomínio Residencial HM Smart Ouro Verde – Residencial Fazenda Lago (58 unidades)

– HM Smart Bem Morar Parque São Jorge – Residencial Morada do Vale (38 unidades)

– Residencial Ouro Absoluto 3 – Residencial Cosmos (27 unidades)

– Residencial Celestial – Jardim Yeda (186 unidades)

– Residencial Colorado – Parque Residencial Vila União (158 unidades)

– Varandas Casa Feliz – Cidade Satélite Iris (160 unidades)

– Viva e Realize Jardim Garcia Condomínio 2 –  Residencial Jardim Irene (43 unidades)

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Novas regras do Minha Casa, Minha Vida entram em vigor nesta sexta

Entram em vigor nesta sexta-feira (7) as novas regras que aumentam o subsídio para aquisição de imóveis do programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV) e que reduzem a taxa de juros para famílias de baixa renda, nas faixas 1 e 2 do programa.

Conforme anunciado no fim do mês passado, o subsídio para famílias de baixa renda – com renda mensal de até R$ 2.640 (faixa 1) e até R$ 4,4 mil (faixa 2) –, passou de R$ 47 mil para até R$ 55 mil.

O subsídio é uma espécie de desconto aplicado conforme a renda da família e a localização do imóvel. A partir de hoje, o teto dos imóveis para as faixas 1 e 2 do programa será de R$ 264 mil para os municípios com população de 750 mil habitantes ou mais; R$ 250 mil para as cidades com população entre 300 mil e 750 mil habitantes; R$ 230 mil para os que têm população entre 100 mil e 300 mil habitantes; e R$ 200 mil para cidades com população inferior a 100 mil habitantes.

Valor do imóvel

Também foi ampliado o valor máximo do imóvel por faixa de renda. Assim, para famílias com renda entre R$ 4,4 mil e R$ 8 mil (faixa 3), o valor máximo do imóvel passou de R$ 264 mil para até R$ 350 mil em todos os estados.

A estimativa é de que a medida traga um incremento de 57 mil novas contratações na faixa 3, das quais 40 mil ainda em 2023.

Já os juros cobrados de famílias com renda mensal de até R$ 2 mil caíram de 4,25% ao ano para 4% nas regiões Norte e Nordeste; e de 4,5% para 4,25% ao ano nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste. (Agência Brasil)

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