Ceasa-Campinas

Ceasa Campinas torna-se o 1º entreposto brasileiro a integrar a IFPA

A Ceasa Campinas marca uma nova era de inovação ao tornar-se o primeiro entreposto do setor de frutas, flores, legumes e verduras (FFLV) do Brasil a fazer parte da Associação Internacional de Produtos Frescos, a International Fresh Produce Association (IFPA), organização que representa empresas da cadeia global de suprimentos de frutas, verduras e flores frescas.

A iniciativa vai de encontro com o projeto estruturador “Ceasa do Futuro”, conduzido pela presidente Walquyria Majeveski, que tem como pilares a tecnologia, práticas de ESG (ambientais, sociais e de governança) e o fortalecimento do pequeno ao grande produtor.

Como membro da IFPA, a Ceasa Campinas passa a ter acesso a pesquisas de mercado internacionais, participação em debates com lideranças globais do setor e conexão direta com tendências e inovações que moldam o futuro dos produtos frescos.

“Essa parceria posiciona a Ceasa Campinas em um novo patamar, conectando-nos às melhores práticas do mercado mundial”, afirma Walquyria Majeveski, presidente da central de Campinas.

Cadeia produtiva

A associação representa um avanço estratégico que amplia a integração entre os elos da cadeia produtiva e fortalece a competitividade do setor brasileiro no cenário global.

Para Dal Gomes, coordenadora de Associados da IFPA Brasil, a chegada da Ceasa Campinas reafirma o papel do País como protagonista na construção de um sistema alimentar mais conectado, inovador e sustentável.

“É uma honra receber um dos mais importantes entrepostos do país em nossa comunidade global. Acreditamos que, juntos, podemos impulsionar um futuro vibrante para todos, com alimentos mais saudáveis e sustentáveis chegando a cada vez mais pessoas”, celebrou Dal.

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Ceasa firma parceria com PUC para criar materiais de educação alimentar

Estudantes da rede municipal de Educação de Campinas terão acesso a materiais educativos voltados à educação alimentar. A novidade será possível graças à parceria firmada na segunda-feira, dia 8 de setembro, entre a Ceasa – Centrais de Abastecimento, por meio do Departamento de Alimentação Escolar (DAE), e o curso de Design Digital da PUC-Campinas. O projeto será desenvolvido ao longo do segundo semestre de 2025, integrando a expertise da Ceasa na gestão de alimentos ao conhecimento acadêmico dos universitários.

“Desejo muito sucesso à parceria que vem para fortalecer o trabalho de educação alimentar das nossas nutricionistas. É com as crianças que começa tudo, e esse trabalho tem potencial de transformar a realidade do abastecimento para diminuir o desperdício de frutas, legumes e verduras”, destacou Walquyria Majeveski, presidente da Ceasa Campinas, durante o lançamento da parceria.

Soluções digitais  

Os estudantes de Design Digital desenvolverão artefatos digitais fundamentados nos princípios do Design da Informação, criando soluções para três públicos distintos: crianças do ensino fundamental I (6 a 10 anos), adolescentes do ensino fundamental II (11 a 14 anos) e familiares de estudantes da rede municipal.

“É muito bacana para os estudantes se conectarem com um projeto que faz sentido e que tem uma contribuição social substancial”, destacou Tomas Sniker, coordenador do curso. “É um desafio complexo que vai ajudar os estudantes a aprenderem mais, e temos expectativa de conseguir fazer boas entregas de design que venham realmente somar ao trabalho da Ceasa.”

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Isa e Ceasa garantem mais de 2,9 milhões de quilos de alimentos a pessoas carentes

Referência no combate ao desperdício de alimentos e no apoio a famílias em situação de insegurança alimentar, o Isa – Instituto de Solidariedade para Programas de Alimentação, idealizado pelos permissionários da Ceasa Campinas, em parceria com a Assoceasa –  Associação dos Permissionários da Ceasa e a Ceasa  – Centrais de Abastecimento de Campinas, recebeu em 2023, um total de 2.991.655,82 quilos de alimentos, beneficiando 108.508 pessoas por mês. A ação vem ao encontro das propostas que integram o Dia Mundial da Alimentação, que será  celebrado na próxima quarta-feira (16), e que este ano tem como tema “Direito aos alimentos para uma vida e um futuro melhores”.

A atuação do ISA vai além do município de Campinas, com impacto também em toda a região e no estado de São Paulo, destaca Maria Carolina Loureiro Becaro, gerente do ISA.

“Com a distribuição de uma média de 300 toneladas de alimentos mensais, o instituto é um dos pilares na promoção da segurança alimentar, combatendo o desperdício e garantindo que alimentos em bom estado, como frutas, verduras e legumes direcionados para famílias que enfrentam insegurança alimentar moderada ou grave”, afirma a gerente.

“A celebração do Dia Mundial da Alimentação reforça o papel transformador do ISA e da Ceasa Campinas na luta contra a fome, garantindo que alimentos cheguem a milhares de famílias em vulnerabilidade. A união entre iniciativa privada, poder público e sociedade civil se mostra fundamental para construir um futuro com menos fome e mais dignidade”, esclarece Maria Carolina.

Esse trabalho só é possível graças à parceria dos produtores e comerciantes do Mercado de Hortifrutigranjeiros da Ceasa Campinas, que destinam alimentos para o ISA. Os produtos são criteriosamente selecionados, higienizados e distribuídos de forma estratégica, garantindo que cheguem a quem mais necessita. Além disso, o ISA também promove uma economia circular ao redirecionar alimentos que não estão aptos para o consumo humano para pequenos pecuaristas da região. Esses produtos são utilizados na alimentação animal, o que minimiza o desperdício e fomenta o desenvolvimento econômico local.

A gerente do ISA reforça a importância de tratar a segurança alimentar como uma política pública de direito. “A segurança alimentar não pode ser vista como um ato de caridade, mas como um direito fundamental. É imprescindível que o poder público invista recursos e atue de forma eficaz para garantir que todos tenham acesso a uma alimentação digna. Só assim construiremos uma sociedade mais justa e inclusiva”.

Dia Mundial da Alimentação

O Dia Mundial da Alimentação é comemorado no 16 de outubro e foi criado com o intuito de desenvolver uma reflexão a respeito do quadro atual da alimentação mundial. A data foi escolhida para lembrar a criação da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO), em 1945. A primeira comemoração da data ocorreu no ano de 1981, quando o tema abordado foi “A comida vem primeiro”.

O Dia Mundial da Alimentação traz temas que fazem pensar a respeito da população carente, sua segurança alimentar e nutrição. Entende-se por segurança alimentar uma alimentação saudável, acessível, de qualidade, em quantidade suficiente e de modo permanente. Essa realidade, infelizmente, não é vivida por uma grande parte da população brasileira e mundial. A cada ano um tema é escolhido e, com base nele, diversas atividades artísticas, esportivas e acadêmicas são realizadas ao redor do mundo.

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Ceasa realiza feira de hortifrútis aos sábados para atender o varejo

Com o objetivo de atender  o comércio varejista, os permissionários da Ceasa Campinas, promovem todos os sábados, uma feira destinada a esses consumidores. São cerca de 20 bancas com uma variedade de produtos como frutas, legumes, verduras, queijos frescos, massas, comida árabe, ovos frescos, flores e sucos naturais. O varejão acontece das 8h às 13h, na Plataforma Logística 2 (PL2), próximo ao Mercado de Flores.

Conforme o gerente do Mercado de Flores, Elton Tamilheiro, o objetivo de promover o varejão é incentivar o consumo de frutas, verduras e legumes, peixes e ovos frescos a preços mais acessíveis, já que a grande maioria dos produtos vêm direto dos produtores.”São hortifrútis de qualidade excelente e com um preço mais em conta que o oferecido fora da Ceasa”, afirma.

Além do varejão, a Ceasa Campinas administra mais um comércio varejista nas proximidades do terminal de ônibus Ouro Verde, o Hortoshopping Ouro Verde. Com área de 7 mil m², o espaço abriga 31 lojas e serviços como bancos e postos de atendimento ao cidadão. No local passam mais de 65 mil pessoas por mês.

Hortigranjeiros

O Mercado de Hortigranjeiros atacadista da Ceasa Campinas recebe produtos de 850 localidades, inclusive do exterior, em especial dos Estados Unidos, países da América Latina e da Europa, da Nova Zelândia e da China. O entreposto movimenta em média 54 mil toneladas de frutas, verduras e legumes por mês, o equivalente a R$ 215 milhões mensais.

A abrangência das localidades em que o entreposto campineiro recebe produtos garante o abastecimento mesmo em situações climáticas adversas, normalmente sem reflexos significativos nos preços, “pois o mercado é pautado pelo equilíbrio entre oferta e procura, afirma Ricardo Munhoz, diretor de Agricultura da Ceasa.

“Inclusive na pandemia, a Ceasa cumpriu seu papel de abastecer, principalmente Campinas e a Região Metropolitana, durante o ano todo, buscando sempre manter o equilíbrio entre oferta e demanda”, destaca Munhoz. O diretor ressalta ainda que o mesmo desempenho no abastecimento ocorre nas adversidades climáticas.

São mais de 580 permissionários (comerciantes) em cerca de 940 lojas (boxes e pedras) que se destacam por garantir um mix completo de hortaliças e frutas nacionais e importadas, inclusive exóticas, além de ovos, grãos, alimentos secos e cereais. O espaço conta ainda com produtos diferenciados como conservas, grande variedade de cogumelos, temperos e pimentas variadas, artigos japoneses, mini-hortifrútis para gastronomia, hortaliças processadas, alimentos exóticos, congelados, entre outros. Mais de 20 mil clientes, de todas as regiões do País, visitam o Mercado diariamente.

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Ceasa Campinas inaugura box de hortifrutis orgânicos

A Ceasa Campinas inaugura na próxima sexta-feira (7), o primeiro box permanente e exclusivo para comercialização de produtos orgânicos, que vai atender a região de Campinas e o sul de Minas Gerais. A loja, que atenderá no atacado e varejo, é uma parceria do Livres Agroecologia com a ANC  – Associação de Agricultura Natural de Campinas e Região.

A Central de Alimentos Orgânicos – Rede Livres conta com uma estrutura organizada para atender quase 6 milhões de pessoas, que moram na RMC e no Sul de Minas com mercadorias oriundas da agricultura familiar e da Economia Solidária.

O Livres reúne, em um só local, os produtores, revendedores e consumidores finais de alimentos saudáveis, orgânicos e agroecológicos. Além disso, está mais próximo de feirantes e vendedores de cestas da RMC e Sul de Minas para adquirirem seus produtos.

O Livres Agroecologia não atua como atravessador, pois os preços dos produtos são definidos pelo produtor e somados ao custo da operação. Desta forma, é uma empresa social e os resultados são aplicados nos projetos. Em Campinas, conta com a primeira loja no bairro Guanabara, onde realiza feiras aos sábados, e também lojas nos distritos de Barão Geraldo e Sousas com almoços aos sábados.

“Nós queremos encurtar e simplificar toda essa cadeia de alimentos saudáveis. De que forma? Concentrando a produção que vem direta dos agricultores, facilitando assim, aos vendedores e consumidores finais itens de qualidade, variedade e com preço justo. Tudo isso, dentro do sistema solidário e colaborativo. É o que chamamos de Economia Solidária, porque torna uma relação sem exploração e que gera renda e valores de solidariedade”, explica Arlei Medeiros, membro da coordenação do Livres Agroecologia.

Para Adriana de Oliveira Cabral, presidente da ANC, é muito importante para todos os produtores um espaço que fomenta o desenvolvimento da Agroecologia na região de Campinas. “Com esse espaço de distribuição, podemos alcançar mais pessoas com alimentos de qualidade, sem veneno e saudáveis para o maior número possível”.

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Pouco conhecida, banana-princesa é vendida no Ceasa Campinas

Você conhece a banana-princesa? É uma variedade considerada pelos técnicos como investimento de sucesso para o cultivo por ser resistente às doenças da cultura e não necessitar do uso de fungicidas.

A banana-princesa é comercializada no Mercado de Hortifrutigranjeiros da Centrais de Abastecimento de Campinas (Ceasa-Campinas). De fácil cultivo, apresenta também vantagens agronômicas e comerciais, explica o engenheiro agrônomo e chefe do Departamento de Agricultura da Ceasa, Ricardo Munhoz.

A banana é a quarta fruta nacional mais comercializada na Ceasa – Campinas. Em 2022, passaram pelo entreposto 32.131 toneladas provenientes de 114 municípios brasileiros, liderados por Jaíba (MG), Ipanguaçu (RN), Janaúba (MG), Jacupiranga (SP) e Registro (SP). O montante é distribuído nas seguintes variedades: banana-nanica (70%), prata (21%), banana-maçã e princesa (7%) e outras, como a da terra (2%).

Por ser resistente às principais doenças fúngicas da cultura, como o mal-do-panamá e a sigatoka-negra, responsáveis pela quase extinção da banana-maçã no país em razão do difícil controle, a banana-princesa pode ser cultivada sem a necessidade de defensivos, diferente das variedades como a prata e nanica, que são suscetíveis às doenças e exigentes em um programa de controle por meio de agrotóxicos.

Por ser um híbrido resistente da banana-maçã, a banana-princesa apresenta muitas vantagens agronômicas e comerciais nos cultivos orgânicos. Além disso, as necessidades hídricas e de fertilizantes são menores em relação às demais variedades. “A princesa também possui maior resistência ao frio, permitindo a formação de frutos de melhor qualidade em ambientes de temperatura mais baixa”, afirma o agrônomo.

Consumo da banana

A banana é a fruta mais consumida no mundo, de acordo com a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO). É também a fruta tropical preferida no Brasil, que consome aproximadamente 98% das 6.811.374 toneladas colhidas anualmente no País, sendo São Paulo, Bahia e Minas Gerais os três maiores produtores. Além disso, no mundo, o Brasil ocupa a quarta posição no ranking de produção da fruta, atrás da Índia, China e Indonésia.

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