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Com modelos modernos e confortáveis, chinesa GAC chega ao Brasil

Mesmo sem ter um número exato, a China tem hoje mais de 150 fabricas de veículos a combustão, híbridos e elétricos. Juntas produzem mais de 40 milhões de veículos ano e exportam mais de 8 milhões. E as mais importantes estão desembarcando no Brasil. Esta semana chegou oficialmente a quarta fabricante, a GAC, e apresentou 5 modelos.

Com tecnologia de ponta, a marca vai, inicialmente, vender quatro modelos 100% elétricos e um híbrido convencional, tipo HEV (não requer recarga externa). São três utilitários-esportivos, um crossover e um sedã.

Os modelos elétricos GAC terão 8 anos de garantia ou 160 mil quilômetros e 200 mil quilômetros para a bateria. Já o híbrido vai contar com 5 anos ou 150 quilômetros, com a mesma quilometragem de garantia para a bateria.

“Como o maior mercado automotivo da América do Sul, o Brasil serve como um ponto de entrada estratégico para a GAC. A GAC ​​ oferecerá aos consumidores produtos de alta qualidade e alta tecnologia”, disse  CEO da GAC Brasil, Alex Zhou.

Os modelos Hyptec HT (suv elétrico premium-foto), Aion V (suv elétrico de porte médio), Aion ES (sedã elétrico de porte médio), Aion Y Plus (crossover elétrico de porte médio) e GS4 (suv híbrido de porte médio), chegam importados da China com design moderno, bom acabamento e muita tecnologia embarcada.

Destaque

Todos os cinco modelos surpreendem, porém o que mais chama á atenção é o utilitário-esportivo de grande porte Hyptec HT Premium. Com quase cinco metros de comprimento, o suv tem quase três metros de entre-eixos, o que lhe proporciona um ótimo espaço interno e um porta-malas de 725 litros.

Disponível em duas versões (HT e HT Premium), o que logo chama a atenção no Hyptec é a abertura das portas traseiras. Na versão HT, elas são portas convencionais. Já a HT Premium adota portas estilo asa-de-gaivota, que são operadas pelo simples acionamento de uma tecla. Elas garantem, além do visual, grande amplitude de acesso para os ocupantes entrarem e saírem do carro.

O modelo vem com um motor100% elétrico com 355 Nm (36,2 kgfm) de torque e 245 cavalos, que leva o Hyptec HT á velocidade máxima de 183 km/h de velocidade máxima e permite acelerar de 0 a 100 km/h em 6,8 segundos.

No padrão Inmetro, o modelo topo de gama da GAC possui 362 km de autonomia.

Preços
Aion Y R$ 174.990,00
Aion V R$ 214.990,00
Aion ES R4 169.990,00
GS4 R$ 189.990,00
Hyptec HT 299.990,00

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Renault será responsável pelo retorno da Geely para o Brasil

Em 2014, o Grupo Gandini (revendedor Kia) começou a importar modelos ada chinesa Geely. Em 2016, com vendas insignificantes, as importações foram paralisadas e em 2018 o acordo foi encerrado. Agora, um mês após o anúncio de sua parceria estratégica com a Renault Group, a Geely Auto volta ao mercado nacional com uma estrutura mais densa e com a logística da marca francesa no Brasil. O primeiro produto a ser importado será o SUV Geely EX5, um modelo elétrico com design atraente e que começará a ser vendido em julho próximo.


A Renault/Geely vai começar as vendas em 19 cidades e com 23 concessionárias. Porém, em breve, o desejo é ter 105 concessionárias em todo o País.

“Este é um momento histórico para o Renault Group! Lançamos com orgulho a marca Geely no Brasil. Mais que uma marca, Geely representa tecnologia, inovação e ousadia”, explica Luiz Fernando Pedrucci, SVP, CEO da Renault América Latina.

Design

O Geely EX5 possui um design exterior arrojado e dinâmico. Inspirado na face de um tigre, combina linhas dinâmicas, criando uma frente imponente, com proporções bem definidas e personalidade única. O desenho do EX5 foi pensado para oferecer um coeficiente aerodinâmico sem precedentes, com recursos como para-choque aerodinâmico, maçanetas embutidas, grade frontal ativas e um tratamento especial das superfícies laterais com linhas marcadas.

As lanternas elevadas com efeito 3D translúcido destacam a traseira, com um toque de personalidade que reafirma a identidade única do EX5.

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Gigante chinesa Alibaba vai ter centro de distribuição em Campinas

A gigante mundial de comércio eletrônico, a chinesa Alibaba, vai inaugurar em breve em grande centro de distribuição em Campinas. O hub, anexo ao aeroporto de Viracopos, deve gerar mais de 200 empregos diretos e mais de 1 mil indiretos nas áreas de logística, operações, tecnologia da informação e serviços auxiliares.

O prefeito de Campinas, Dário Saadi, visitou hoje (17) as instalações da empresa. O prefeito a importância da operação,  afirmando que “aqui são gerados mais de 200 empregos diretos e entre 1 mil e 2 mil indiretos. O aeroporto de Viracopos é um ponto de atração de investimento na cidade. A desburocratização e a redução de impostos que fizemos foram fatores fundamentais para atrair essas empresas para a cidade”.

A diretora de operações, Priscila Mezzaliera, contou que a empresa iniciou as operações no ano passado, em um armazém compartilhado, em Guarulhos, e que já tinha o plano de vir para Campinas.

A expectativa é que possam ser recolhidos mais de R$ 2 bilhões de impostos (federais, estaduais e municipais) a partir da operação em Viracopos. O grupo tem intenção de expandir as operações de distribuição a partir do aeroporto de Viracopos, utilizando-se para isso da infraestrutura aeroportuária e da conectividade com outras regiões do Brasil e do mundo.

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Grupo adquire a fábrica da Troller e vai voltar a produzir o jipe brasileiro

Ao longo dos anos, várias fabricantes de jipes marcaram suas épocas no Brasil. Willys-Overland, Jeep, Ford, Agrale, Engesa, CBT, JPX (Peugeot), mas nenhuma fez tanto sucesso como a Troller. A fabricante cearense começou em 1995 produzindo um jipe com peças de modelos da Volkswagen, inclusive o motor era um AP de dois litros. Logo ela mudou o projeto e fez um acordo com a Ford para usar o motor, transmissão, e componentes da picape Ranger a diesel.

Em 2007, a Ford decidiu adquirir a Troller para conseguir compensações em impostos. O produto melhorou muito e foi ganhando evoluções até 2021, quando a marca americana decidiu encerrar sua produção de veículos no Brasil e passar a ser importador. Começava aí o fim do jipe brasileiro. Mesmo depois do encerramento das atividades, a Ford ainda manteve por uns meses a fábrica de Horizonte – CE produzindo os T4 e TX4 (automático) por conta de contratos e vendas assumidas.

Depois de uma longa negociação com o governo da Bahia, a Ford entregou a fábrica de Camaçari – BA, que foi adquirida pela chinesa BYD. Agora, foi à vez da Troller, já que a Ford devolveu para o governo do Ceará a fábrica dos jipes. O acordo foi assinado na última segunda-feira (23).

Uma empresa do estado, a Comexport, com atividades no setor de comércio exterior, pretende adquirir e voltar a produzir os jipes e outros modelos. Para isso, ela pretende investir R$ 400 milhões.

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Chinesa Leapmotor inaugura hotsite para o mercado brasileiro

A empresa parceira da Stellantis para o desenvolvimento, produção e venda de veículos eletrificados, a chinesa Leapmotor, já tem hotsite no Brasil.

A página www.leapmotorbrasil.com.br irá reunir todas as informações da marca que estreia na região em 2024 com uma estratégia inovadora e portfólio desenvolvido para os consumidores da América do Sul, com design premiado e muita tecnologia.

Na mesma página clientes também poderão acessar as redes sociais da empresa no Brasil. Interessados nas novidades e produtos da Leapmotor terão a possibilidade de se cadastrar no hotsite para receber as últimas notícias da marca, incluindo informações do primeiro veículo a ser lançado na região, cujos detalhes serão divulgados nos próximos meses.

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Domingo tem festa chinesa na Estação Cultura em Campinas

Para comemorar o Dia do Imigrante Chinês, a Estação Cultura recebe no próximo domingo (11), das 10h às 18h, uma festa em homenagem á data. A festa terá danças típicas, shows de música tradicional e moderna, apresentação de artes marciais, sorteios, food trucks, barracas de comidas chinesa e brasileira, além de exposição cultural e atividades para crianças. A entrada é gratuita.

O evento é organizado pela Associação Chinesa de Campinas e Região, Prefeitura de Campinas (por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico) e Câmara Municipal, com apoio do Consulado Geral da China em São Paulo. O evento, este ano, comemora ainda os 50 anos de relações diplomáticas entre Brasil e China.

O Dia do Imigrante Chinês, oficialmente celebrado em 15 de agosto, foi estabelecido em Campinas por uma lei aprovada pela Câmara em 2018.

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Concessionárias GWM tabela as peças de reposição em todo o Brasil

A chinesa GWM  “tabelou” todas as suas peças de reposição no mercado nacional. A medida estipula um preço único para peças em todo o território brasileiro. Para a marca, a medida visa garantir transparência e confiança aos clientes.

Diferentemente do que é adotado hoje no setor automotivo, as concessionárias vão ter que praticar o mesmo preço, independentemente da cidade, do estoque ou do volume de negócios de cada operação. Atualmente a rede GWM é formada por 70 pontos de venda no Brasil inteiro, sendo 23 lojas de shopping e 47 concessionárias tradicionais.

O controle será feito através das notas fiscais de saída das concessionárias, confrontando os valores de venda com os da tabela. Outro item fundamental dessa estratégia de preço único de peças é o que estipula que as concessionárias que seguirem os valores determinados serão premiadas financeiramente, de forma a assegurar a aplicação da tabela da GWM em todo o território brasileiro.

Estoque

Atualmente, segundo a marca chinesa, a empresa possui um estoque de 523 mil peças, distribuídas em mais de 4.100 posições pallet, armazenadas em um moderno Centro de Armazenamento e Distribuição de Peças em Cajamar, na Grande São Paulo, em parceria com o provedor logístico DSV.

Esse estoque é suficiente para atender a demanda de todas as concessionárias da marca no Brasil por até nove meses.

 

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Coluna Fernando Calmon — Novo SPVAT é polêmico e não se trata de seguro

Coluna Fernando Calmon nº 1.303 — 28/5/2024

Novo SPVAT é polêmico e na realidade não se trata de seguro

Rebatizado de Seguro Obrigatório para Proteção de Vítimas de Acidentes de Trânsito (SPVAT) depois de passar pela Câmara dos Deputados e aprovado no Senado, no último dia 8, recebeu alguns aperfeiçoamentos em relação ao anterior DPVAT. No entanto, se o seguro anterior já denotava conotação de imposto, essa dúvida se dissipou agora. SPVAT é, de fato, um imposto por mais que o Governo Federal tenha preocupação de salvar as aparências.

Cabe ressaltar a necessidade de um seguro desse tipo como acontece na maioria dos países. Afinal, um acidente com vítima em que não é possível identificar e processar o motorista ou motociclista, levou à criação desse evidente instrumento de proteção social. Infelizmente, pois já acontecia antes, mesmo que o proprietário do veículo comprove que possui por conta própria um seguro em favor de terceiros, estará obrigado a pagar de novo com toda conotação de taxa obrigatória.

Segundo o que está na nova lei, as coberturas foram um pouco ampliadas e vai gerar indenizações nestes casos: morte, invalidez permanente total ou parcial, além de reembolso de despesas com assistência médica, serviço funerários e reabilitação profissional das vítimas que possam ter desenvolvido invalidez parcial. O valor do prêmio (preço do seguro) ainda não foi revelado, porém estimativas apontam para algo em torno de R$ 50,00 a R$ 60,00 por ano, a partir de 2025.

O antigo DPVAT, antes de sua extinção por etapas anuais decrescentes entre 2016 e 2021, tinha o valor original estipulado em R$ 105,65. Sob esse aspecto há uma evolução para melhor. Todavia, precisa ter em conta a frota real. Se os cálculos atuariais foram feitos de acordo com os registros do Denatran, que só controla emplacamentos, mas não veículos que saem de circulação, o valor amigável de R$ 50,00 pode se dissipar. Tudo porque a frota verdadeira para arrecadação é bem menor (cerca de 40%, incluídas as motos).

Stellantis confirma investimentos no Estado do Rio de Janeiro

Os R$ 3 bilhões faltantes para fechar os R$ 30 bilhões, no período 2025-2030, que o conglomerado Stellantis de cinco marcas e três fábricas anunciou para o Brasil foram confirmados, conforme esperado, para a unidade de Porto Real (RJ). Como a fabricante transferiu a marca Peugeot para a Argentina, o grupo só produz localmente os modelos Citroën, Fiat, Jeep e Ram.

Emanuele Cappellano, presidente do grupo para América do Sul, afirmou que “este ciclo de investimentos apoiará o lançamento de um novo produto, inédito, e que certamente será forte competidor”. Deixou a entender, assim, que para a unidade fluminense virá marca e modelo diferentes. Um produto como o Jeep Avenger híbrido flex, menor que o Renegade e bastante adequado ao mercado brasileiro, enquadra-se nesta pista deixada pelo executivo italiano para 2026. Estará ao lado dos Citroën C3, C3 Aircross e Basalt (este já no início do segundo semestre).

Rumores, no entanto, indicam que a produção de motores em Porto Real, já bastante limitada, deverá ser encerrada em breve. O processo de descontinuidade das unidades motrizes de origem PSA (Peugeot Citroën) enquadra-se na estratégia de integração do grupo. Foi reservado para Betim (MG) o desenvolvimento e manufatura dos motores flex para micro-híbridos, híbridos plenos, híbridos plugáveis e, por fim, os 100% elétricos.

O Avenger tem origem PSA, porém recebe a marca Jeep por sua força comercial.

Volvo aposta no preço, desempenho e estilo do elétrico EX30

A encomenda prévia de 2.000 unidades desde o ano passado animou a Volvo para a chegada agora ao mercado do crossover elétrico EX30. Fabricado na China pela Geely, que é proprietária da marca sueca há 14 anos, tem dimensões semelhantes às do Compass com distância entre eixos de 2.650 mm e 4.233 mm de comprimento. Seu estilo é atraente e a parte dianteira está bem resolvida inclusive ao aplicar o emblema da marca. Visto de traseira não empolga.

Motor de 272 cv, 35 kgf·m e tração traseira bem de acordo com parcela ponderável de motoristas que apreciam essa solução. A fabricante informa 0 a 100 km/h em bons 5,3 s, apesar da massa de 1.830 kg. Bateria 69 kW·h permite alcance médio de 338 km, padrão Inmetro. Porém, a bateria menor de 51 kW·h corta o alcance para limitantes 250 km. Rodas têm 18 pol., enquanto as outras duas versões utilizam as de 19 e 20 pol. Porta-malas com bom volume, 318 litros, mas sem estepe, que no Brasil pode trazer dissabores, se os pneus sofrerem danos maiores.

O interior traz uma solução incômoda ao eliminar o quadro de instrumentos, deslocado para a enorme tela vertical central que concentra funções em demasia e distrai o motorista. Preços seguem padrões chineses: R$ 229.950 a R$ 293.950.

Audi A4 e A5 quattro recebem aperfeiçoamentos e novos preços

Ao completar 30 anos no Brasil, a Audi valoriza ainda mais seus elegantes sedãs com a pureza de linhas e qualidade de acabamento dos modelos A4 e A5, ambos com tração integral quattro. À exceção do A3, todos os demais modelos da marca dos quatro anéis entrelaçados vendidos aqui dispõem de tração 4×4 (87% do total). Os motores quatro-cilindros são os mesmos 2-litros: 204 cv e 32,6 kgf·m. Curiosamente o Jetta GLI vem do México com motor igual, porém com 231 cv e 35,7 kgf·m.

A principal diferença entre eles é que o A5 se trata de um liftback, onde o vidro traseiro integra-se à tampa do porta-malas. Isso deixa o modelo com massa um pouco maior: 1.685 kg, 40 kg a mais que o sedã tradicional A4. Em termos de desempenho quase nada muda: 0 a 100 km/h em 6,8 s (6,7 s, no A4). Em ambos, câmbio automático de sete marchas. Porta-malas de 465 litros (A5) e 460 litros (A4).

Em um circuito demarcado por cones no campo de provas da Goodyear, em Americana (SP), com piso molhado, ambos demonstraram equilíbrio e agilidade, além de resposta bastante precisa da direção. Tração nas quatro rodas permanente proporciona segurança e prazer ao dirigir. Os preços partem de R$ 333.990 (A4 quattro) e R$ 359.990 (A5 quattro).

Neta, nova marca chinesa, tem planos de produzir no Brasil

Com um portfólio na origem de sete modelos, sendo quatro SUVs, um hatch, um sedã e um elegante cupê esportivo (este o único apresentado no primeiro evento da marca na capital paulista), a Neta tem planos audaciosos para atuar no Brasil. Os primeiros produtos importados da China, todos elétricos, chegam entre junho e julho próximos.

A empresa não confirmou, mas o que se espera são um SUV do porte do Song Plus, um hatch do mesmo tamanho do Dolphin e o Neta GT, sendo este provavelmente na configuração mais poderosa com 462 cv, 63,2 kgf·m e tração 4×4. Alcances declarados no padrão chinês são otimistas demais e nem ensejam menção.

A Neta é uma fabricante de capital privado, mas recebe participação minoritária do governo chinês, que fez um recente aporte financeiro para jogar pesado no mercado internacional. Como o Brasil iniciou o processo paulatino de aumento do imposto de importação sobre elétricos, a instalação de uma fábrica aqui está planejada já para 2025. Natural que a unidade fabril da Toyota em Indaiatuba (SP), em processo de desativação, seja uma opção a negociar por estar pronta para voltar a produzir.

 

 

 

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Novo BYD Seal Super DM híbrido pode chegar ainda este ano

A chinesa BYD apresentou na Europa o novo SUV hibrido Seal Super DM (Dual Mode), que prioriza o uso da motorização elétrica. O SUV tem uma autonomia somente com a motorização elétrica de 70 a 125 quilômetros. Essa autonomia depende da versão: Boost e Comfort.

Com dois motores, um em cada eixo, o SUV Seal tem motor a combustão de 1,5 litro e vem com uma bateria BYD Blade Battery de 18,3 kWh (Boost) ou 26,6 kWh (Comfort). Esse novo modelo pode chegar ainda este ano ao Brasil.

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Novo BYD Song Plus DM-i chega com autonomia de 1.200 km

Com mais do dobro da autonomia, a BYD está trazendo para o Brasil a nova geração do Song Plus DM-i. O novo híbrido plug-in chega com a uma bateria mais potente que eleva a autonomia de 50 para 105 quilômetros. Segundo a marca chinesa, juntando o motor a gasolina e o elétrico o Song Plus atinge uma autonomia de até 1.200 quilômetros.

A marca também está com uma promoção até o dia 31 de maio para quem desejar comprar a nova geração. As concessionárias vão recomprar os modelos seminovos pagando 90% do valor seguindo a tabela Fipe –  Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas .

A garantia do veículo foi aumentada para 6 anos e sem limite de quilometragem.

Preço
BYD Song Plus DM-i – R$ 239.800,00.

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