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Vacina da gripe é ampliada para toda a população de Campinas

A Secretaria de Saúde de Campinas ampliou a vacinação contra a gripe para toda a população a partir de seis meses de idade. As doses estão disponíveis nos 69 centros de saúde e na Igreja Divino Salvador, no Cambuí.

A campanha segue até o final de julho. Neste ano, a vacina protege contra as gripes A (H1N1 e H3N2) e B.

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Lula inicia radioterapia após retirada de lesão no couro cabeludo

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva iniciou nesta segunda-feira (25) tratamento de radioterapia no couro cabeludo. A medida foi adotada após a retirada de uma lesão na pele em 24 de abril. O Procedimento, no Hospital Sírio-Libanês em Brasília, é preventivo e terá 15 sessões.

De acordo com o hospital, o presidente seguirá com suas atividades diárias sem restrições, mantendo acompanhamento das equipes médicas lideradas pelo cardiologista Roberto Kalil Filho e pela médica Ana Helena Germoglio.

Segundo o Planalto, as sessões ocorerão ao longo de três semanas, com duração aproximada de dois minutos cada.

Apesar do início do tratamento nesta manhã, o presidente mantém compromissos no Palácio do Planalto, incluindo evento com representantes de países africanos.

A radioterapia preventiva ocorre após procedimento cirúrgico ocorrido em abril, em São Paulo, para retirada de um carcinoma basocelular no couro cabeludo. À época, a equipe médica informou que a cirurgia transcorreu sem intercorrências. O presidente teve alta no mesmo dia.

O carcinoma basocelular é o tipo mais comum de câncer de pele, geralmente associado à exposição solar. Trata-se de uma lesão de crescimento lento, que raramente se dissemina para outras partes do corpo e apresenta altos índices de cura quando diagnosticada precocemente.

O boletim médico desta segunda-feira é assinado pelo diretor de Governança Clínica do Sírio-Libanês, Rafael Gadia, e pelo diretor clínico, Volney Vilela. (Agência Brasil)

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Projeto leva acolhimento e cuidado a pacientes com câncer em Campinas

Na rotina de quem enfrenta o tratamento contra o câncer, pequenos momentos de cuidado podem ganhar um significado enorme. Foi o que aconteceu com uma paciente oncológica atendida pelo “Projeto Ação Bem Te Quero” durante uma das edições da iniciativa em Campinas. Após semanas lidando com os efeitos do tratamento, ela voltou a se olhar no espelho com mais leveza depois de um gesto simples: um corte de cabelo acompanhado de maquiagem e acolhimento.

“Fazia tempo que eu não me reconhecia. Nesse dia, eu me senti mais forte, mais bonita… parecia que eu tinha recuperado um pouco de mim”, relata a paciente, que prefere não se identificar.

Histórias como essa se repetem a cada encontro promovido pelo projeto, que realiza no próximo dia 11 de maio sua 12ª edição, no Hospital da PUC-Campinas. A ação oferece gratuitamente uma programação voltada ao bem-estar, autoestima e fortalecimento emocional de mulheres em tratamento oncológico. “Mais do que os serviços, o que a gente entrega é cuidado. É um momento em que elas podem se sentir vistas, acolhidas e fortalecidas para seguir enfrentando o tratamento”, afirma Tatiana Martinelli, idealizadora do projeto.

A iniciativa reúne voluntários e profissionais parceiros para oferecer atividades como sound healing (terapia que utiliza vibrações sonoras para promover equilíbrio físico, mental e emocional), além de corte de cabelo e escova, manicure e pedicure, auriculoterapia, maquiagem, distribuição de flores e um momento de confraternização preparado especialmente para as participantes.

Criado a partir da experiência pessoal de Tatiana, filha de uma mulher que superou o câncer, o projeto nasceu da percepção de que a autoestima e o cuidado emocional têm impacto direto na forma como as pacientes enfrentam a doença. Desde então, os encontros vêm se consolidando como um espaço de apoio, troca e fortalecimento, e já atendeu cerca de 400 mulheres ao longo das edições.

Ao chegar à sua 12ª edição, o “Projeto Ação Bem Te Quero” reforça a importância de iniciativas contínuas no acolhimento de pacientes oncológicos. “São gestos simples, mas que fazem diferença real. Às vezes, um olhar, um cuidado ou um momento de atenção já ajudam a transformar o dia de alguém”, completa Tatiana.

Serviço
Ação Bem Te Quero
Dia 11 de maio – das 9h às 15h
Hospital da PUC-Campinas – ala de oncologia
Avenida John Boyd Dunlop, s/n, Jardim Ipaussurama (Campus II da PUC)

 

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Anvisa aprova Mounjaro para criança e adolescente com diabetes tipo 2

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou nesta quarta-feira (22) o uso do medicamento Mounjaro para tratar diabetes tipo 2 em crianças a partir de 10 anos. Até então, a indicação era apenas para uso adulto. 

Em nota, a Anvisa informou que as demais indicações do medicamento permanecem para uso adulto. “A única mudança foi a ampliação da população-alvo para tratamento de diabetes, que era apenas de uso adulto e agora passa a ser de uso pediátrico”.

O Mounjaro é um dos diversos medicamentos  da classe dos agonistas do receptor GLP 1, popularmente conhecidos como canetas emagrecedoras.

Manipulação

Na próxima semana, a diretoria colegiada da Anvisa discute uma proposta de instrução normativa sobre procedimentos e requisitos técnicos que tratarão da manipulação de canetas emagrecedoras.

A nova norma fará parte de um conjunto de estratégias que integram o plano de ação anunciado no último dia 6, composto por medidas regulatórias e de fiscalização relacionadas a esse tipo de medicamento.

Grupos de trabalho

Na semana passada, a agência publicou portarias que criam dois grupos de trabalho para dar suporte à atuação da autarquia no controle sanitário e garantir a segurança de pacientes que utilizam canetas emagrecedoras.

O primeiro grupo, formalizado pela Portaria 488/2026, será formado por representantes do Conselho Federal de Farmácia (CFF), do Conselho Federal de Medicina (CFM) e do Conselho Federal de Odontologia (CFO).

Já a Portaria 489/2026 institui o segundo grupo, que vai acompanhar e avaliar a implementação de um plano de ação proposto pela Anvisa e subsidiar a tomada de decisão da diretoria colegiada a partir da proposição de medidas de aprimoramento. (Agência Brasil)

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Medicamentos podem ter reajuste de até 3,81% a partir de hoje

Medicamentos vendidos no Brasil podem ter o preço reajustado em até 3,81% a partir desta terça-feira (31), conforme estabelecido em resolução publicada pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (Cmed).

O texto prevê três níveis máximos de reajuste aplicáveis a diferentes grupos de medicamentos, conforme a competitividade de cada categoria:

  • 3,81% para medicamentos com concorrência;
  • 2,47% para medicamentos de média concorrência;
  • 1,13% para medicamentos de pouca ou nenhuma concorrência.

Algumas categorias não se encaixam nesses critérios, como fitoterápicos, homeopáticos e determinados medicamentos isentos de prescrição com alta concorrência no mercado, que possuem regras específicas dentro do sistema de regulação de preços.

Em nota, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) destacou que o reajuste médio permitido por lei ficará em até 2,47%, o menor dos últimos 20 anos e abaixo da inflação acumulada dos últimos 12 meses, de 3,81%.

“A redução consecutiva do índice desde 2023 é fruto da política de combate à inflação e reforça a importância da regulação para proteger o consumidor de preços abusivos. Nos anos anteriores, houve um aumento expressivo do percentual, ultrapassando 10%”.

A Anvisa destaca que os aumentos não são automáticos. “Na prática, fabricantes e farmácias podem aplicar reajustes inferiores ou até manter os preços atuais, dependendo das condições do setor e do nível de concorrência entre as empresas”.

“A regulação econômica dos medicamentos no Brasil garante a proteção do consumidor e, ao mesmo tempo, busca a sustentabilidade do setor para a continuidade do fornecimento de medicamentos no país”.

Entenda

O reajuste dos preços de medicamentos é feito uma vez ao ano e segue uma fórmula regulatória que parte da inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) e desconta o ganho de produtividade da indústria.

A Cmed é o órgão federal responsável pela regulação econômica do mercado farmacêutico no Brasil e estabelece critérios para a fixação e o reajuste dos preços de medicamentos, com o objetivo de estimular a concorrência e garantir o acesso da população aos produtos.

A câmara de regulação é composta pelo Ministério da Saúde, pela Casa Civil e pelos Ministérios da Justiça e Segurança Pública, da Fazenda e do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços. A Anvisa, por sua vez, exerce a função de secretaria executiva, fornecendo suporte técnico às decisões. (Agência Brasil)

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Secretaria de Saúde emite alerta pelo risco de dengue em 24 bairros

A Secretaria de Saúde de Campinas divulgou ontem (26), o 13º Alerta Arboviroses Campinas deste ano. O documento informa que 24 bairros estão com alto risco de transmissão de dengue e, por isso, as ações de controle do mosquito Aedes aegypti, que transmite a doença, a zika e a chikungunya, serão intensificadas.

Hoje (27), a  Secretaria de Saúde em parceria com o Comitê Municipal de Enfrentamento das Arboviroses e Zoonoses, realiza o 5º Mutirão de Enfrentamento às Arboviroses de 2026, que inclui visitas a imóveis para remoção de criadouros, conscientização de moradores, limpeza de bueiros e caminhão cata-treco para recolhimento de móveis e outros materiais inservíveis, nas residências.

Áreas com alto risco
– Leste:  Centro, Bosque, Cambuí.
– Noroeste:  Jardim Lisa, Residencial Colina das Nascentes, Vila do Sossego, Cidade Satélite Íris.
– Norte: Parque Via Norte, Vila Santa Isabel, CDHU Edvaldo Orsi, Jardim Mirassol.
– Sudoeste: Parque Universitário de Viracopos, Jardim Vista Alegre, Jardim Shangai, Residencial São José, Recanto do Sol.
– Sul: Jardim Campo Belo, Vila Campos Sales, Parque da Figueira, Jardim Nova Europa.
– Suleste: Jardim Paranapanema, Jardim São Fernando, Vila Lemos, Jardim Proença.

 

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Sistema Único de Saúde passa a oferecer teste rápido de dengue

O Ministério da Saúde (MS) incorporou no Sistema Único de Saúde (SUS) o teste rápido para o diagnóstico da dengue. A inclusão do Teste Rápido de Dengue NS1 na tabela nacional de procedimentos do SUS está publicada no Diário Oficial da União desta quinta-feira (26). A oferta do exame é feita de forma ampla em ambulatórios de postos de saúde e em hospitais da rede pública de saúde.

A solicitação do teste pode ser feita por médicos, enfermeiros, biomédicos e técnicos de enfermagem para pacientes de todas as idades. O método pode detectar a presença no sangue da proteína específica liberada pelo vírus da dengue (antígeno NS1) logo no início da infecção, diferentemente dos exames de anticorpos (sorologia), que acusam o diagnóstico positivo para a doença somente após o corpo reagir ao vírus (geralmente após o sexto dia de infecção). A norma já está em vigor.

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Mata de Santa Genebra promove atividade gratuita sobre plantas medicinais

A Mata de Santa Genebra vai promover um curso sobre plantas medicinais, na próxima sexta-feira (27), das 9h30 às 10h30. Aberta ao público em geral, não é necessário fazer inscrição prévia. A iniciativa conta com a participação de alunos de graduação e pós-graduação da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Unicamp.

Espécies

Segundo os organizadores, a proposta do encontro é orientar o público sobre a correta identificação das espécies, além de apresentar recomendações de preparo para garantir um uso seguro e eficaz. Durante a atividade, os participantes também terão a oportunidade de conhecer mais sobre o açafrão-da-terra, planta reconhecida por sua ação anti-inflamatória.

Os interessados devem chegar com pelo menos 10 minutos de antecedência à sede da Mata, localizada na Rua Mata Atlântica, 447, no Bosque de Barão. Ao final da apresentação, os participantes poderão participar de uma caminhada leve pela área verde, para ampliar o contato com a natureza.

Serviço
Apresentação sobre plantas medicinais
Data: 27 de março
Horário: 9h30
Local: Rua Mata Atlântica, 447 – Bosque de Barão, Campinas

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Alternativas para o açucar e o leite levam consumidores a buscarem ovos veganos

Com a chegada da Páscoa, começa a procura por pelos tradicionais ovos de chocolates. Porém, cresceu muito o interesse por produtos ovos veganos. Em Campinas, confeiteiras especializadas relatam aumento nas encomendas e apontam que a busca por itens sem ingredientes de origem animal vem ganhando espaço entre diferentes perfis de consumidores.

O ovo foi adotado pela Igreja Católica para representar a ressurreição de Jesus, simbolizando a vida que supera a morte. No início, trocavam-se ovos de galinha pintados e decorados com símbolos religiosos ou de celebração da vida. No século 20, foram adotados os ovos de chocolate.

A confeiteira Lara Rosa, que mantém um ateliê no município, afirma que a procura por produtos veganos tem aumentado nos últimos anos e já representa uma parcela significativa do negócio. Lara destaca que, na Páscoa de 2025, cerca de 40% dos ovos produzidos foram veganos, e a expectativa é que essa participação seja ainda maior neste ano.

“A procura por produtos veganos cresceu bastante. Hoje cerca de 30% do meu faturamento já vem desses itens e, para 2026, a tendência é aumentar ainda mais”, diz.

Já a confeiteira Vitória Lima, especializada em confeitaria vegana, ressalta que o interesse costuma crescer conforme a data se aproxima. “Esse interesse aumenta mais perto da Páscoa e, para este ano, a expectativa é de uma demanda ainda maior, principalmente porque o veganismo tem ganhado mais visibilidade e aceitação”, afirma.

Além do veganismo

Apesar do nome, o público interessado nesses produtos vai muito além das pessoas que seguem o veganismo. Segundo as confeiteiras, uma parcela importante da clientela é formada por consumidores com restrições alimentares ou que buscam alternativas sem leite por intolerância á lactose.


“Muitas vezes são mães que precisam evitar determinados alimentos por causa da amamentação ou pessoas com intolerância à lactose. O chocolate vegano acaba sendo uma solução para esses casos”, explica Lara.

Vitória também observa esse movimento e destaca que os produtos acabam atendendo diferentes perfis de consumidores.

“Não são apenas pessoas veganas. Atendemos também quem tem intolerância à lactose, quem busca opções sem leite ou mesmo quem quer presentear alguém com alguma restrição alimentar”, diz.

Produzir chocolates veganos exige adaptações em relação à confeitaria tradicional. Lara explica que muitos ingredientes precisam ser preparados de forma artesanal.

“Alguns ingredientes precisam ser feitos do zero. Um leite condensado vegano, por exemplo, leva vários ingredientes e demanda mais tempo de preparo. Isso torna o processo mais trabalhoso, mas o resultado precisa ter a mesma qualidade de um produto tradicional”, afirma.

Vitória acrescenta que a base do chocolate não leva leite e que os recheios utilizam ingredientes capazes de garantir sabor e cremosidade.

“Nos recheios uso castanha de caju, que traz muita cremosidade. Muitas pessoas se surpreendem quando provam e dizem que nem parece um chocolate vegano”, comenta.

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Mortes por câncer colorretal devem aumentar quase 3 vezes até 2030

O número de mortes por câncer colorretal no Brasil deve aumentar quase três vezes no período de 2026 a 2030, em comparação com dados de 2001 a 2005. Pesquisadores de instituições brasileiras e do exterior estimam que cerca de 127 mil pessoas vão morrer por causa da doença ao longo desses cinco anos, contra 57,6 mil óbitos ocorridos no período de comparação.

Os dados foram publicados em artigo na revista The Lancet Regional Health Americas e mostram ainda que o aumento deve ser de 181% entre os homens e 165% entre as mulheres. Considerando todo o período, de 2001 a 2030, as mortes pela doença devem ultrapassar 635 mil.

A pesquisadora do Instituto Nacional do Câncer (Inca) Marianna Cancela explica que esse aumento da mortalidade acompanha a alta de casos da doença.O câncer colorretal é o segundo tipo de câncer mais incidente e o terceiro mais mortal no país. De acordo com Marianna Cancela, isso se deve ao envelhecimento da população, mas também a alguns hábitos nocivos.

A pesquisadora aponta o consumo excessivo de ultraprocessados e a falta de atividade física como fatores de risco importantes para a doença.

“E esse é um risco que tem iniciado cada vez mais cedo, já desde criança. Com isso, a gente vê não só o aumento dos casos de câncer colorretal, como também o aumento de casos em pacientes mais jovens”.


Outro fator que contribui para a alta mortalidade por esse tipo de câncer, de acordo com Marianna Cancela, é que cerca de 65% dos casos só são diagnosticados em estágios avançados, o que dificulta o tratamento. Isso se deve a características da doença, que não costuma manifestar sintomas no início, mas também a dificuldades de receber assistência adequada, especialmente na regiões mais remotas e menos desenvolvidas do país.

Por isso, os pesquisadores defendem a redução dessas desigualdades e a adoção gradual de um programa de rastreamento, com a realização de exames preventivos que detectem a doença ou sinais de alerta antes do início dos sintomas. O grupo também ressalta a importância do diagnóstico precoce em casos sintomáticos e do tratamento adequado. (Agência Brasil)

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