GWM

GWM Germânica participa de maior test-drive off-road, neste sábado

As concessionárias GWM Germânica participam neste sábado (14), do maior test-drive off-road já realizado no país. Batizado de “Modo 4×4 Ativado”, o evento acontecerá simultaneamente em mais de 30 cidades e proporcionará ao público a oportunidade de experimentar, em condições reais de uso fora de estrada, alguns dos principais modelos do portfólio da GWM.

Em Ribeirão Preto, a pista off-road será montada em um pesqueiro, onde o público poderá testar os modelos Tank 300, Haval H9 e Poer P30.

Além da experiência de condução, o Grupo Germânica vai proporcionar uma programação especial para o público, com churrasco e música ao vivo, entre outras atrações, para criar um ambiente de confraternização entre clientes, fãs da marca e apaixonados por off-road.

Em Limeira, Piracicaba, São Roque, Araraquara, Franca e Sorocaba, o evento “Modo 4×4 Ativado” será realizado nas próprias concessionárias GWM Germânica, onde o público poderá fazer o test-drive.

GWM Germânica participa de maior test-drive off-road, neste sábado Read More »

Prêmio Imprensa Automotiva 2025 será realizado dia 19 de novembro

Uma das principais premiações da indústria automobilística, o Prêmio Imprensa Automotiva 2025, realizado há 27 anos pela Abiauto – Associação Brasileira da Imprensa Automotiva, acontecerá neste mês de novembro, em São Paulo. Quarenta e cinco jornalistas de quase todos os Estados brasileiros, de meios de comunicação variados, como jornal, rádio, revista, TV, internet, escolherão os melhores veículos comercializados no Brasil.

“Somos um dos mais tradicionais prêmios do Brasil, com quase três décadas de realização ininterrupta, com um júri formado por jornalistas com décadas de experiência no setor automotivo. Nossa proposta com a premiação é que os nossos leitores, ouvintes ou telespectadores possam saber o que na opinião dos jornalistas especializados foi o lançamento mais representativo em cada segmento do setor automotivo. Um guia para auxiliar os consumidores na compra de modelos que se destacam pela tecnologia, design e inovação. A divulgação dos resultados em nível nacional contribui para uma visibilidade expressiva para os modelos vencedores dada a abrangência dos jornalistas que fazem parte de nossa Associação”, conta Antônio Fraga, presidente e fundador da Abiauto.

Os profissionais escolherão o Melhor Carro Nacional, o Melhor Carro Importado, a Melhor Picape Pequena/Média, a Melhor Picape Grande, o Melhor Carro Verde, o Melhor Utilitário Esportivo Nacional pequeno /médio, Melhor Utilitário Esportivo grande, o Executivo de 2025 e Assessor de Imprensa. Além dessas premiações, os profissionais elegerão ainda o Carro Abiauto 2025 (Prêmio José Roberto Nasser) e a Moto Abiauto 2025 (Prêmio Josias Silveira), entre os modelos testados durante o ano e que mais se destacaram. Até final de outubro os jornalistas escolherão cinco finalistas em cada uma das categorias. Em seguida, votarão em apenas um modelo nessas categorias.

No total, serão 16 premiações, que também incluem o melhor Assessor de Imprensa, o Homenageado do Ano (normalmente um piloto consagrado no automobilismo), Executivo do Ano (Prêmio José Rosemilton Silva) e o Homenageado Locutor Automotivo do Ano (Prêmio Luciano do Valle). Os ganhadores serão anunciados na cerimônia de premiação que será realizada no dia 19 de novembro, às 19 horas, no maior clube independente de automóveis do mundo, o P Talk, no bairro de Indianópolis, em São Paulo.

“ É com muito orgulho que nós do P Talk Brasil recebemos em nosso espaço o Prêmio Abiauto 2025 e seus convidados, para a eleição dos melhores existentes no mercado brasileiro”, disse Mauricio Billy.

 

Prêmio Imprensa Automotiva 2025 será realizado dia 19 de novembro Read More »

Prêmio Imprensa Automotiva 2025 vai eleger os melhores veículos do Brasil

Uma das principais premiações da indústria automobilística, o Prêmio Imprensa Automotiva 2025, realizado há 27 anos pela Abiauto – Associação Brasileira da Imprensa Automotiva, acontecerá neste mês de novembro, em São Paulo. Quarenta e cinco jornalistas de quase todos os Estados brasileiros, de meios de comunicação variados, como jornal, rádio, revista, TV, internet, escolherão os melhores veículos comercializados no Brasil.

“Somos um dos mais tradicionais prêmios do Brasil, com quase três décadas de realização ininterrupta, com um júri formado por jornalistas com décadas de experiência no setor automotivo. Nossa proposta com a premiação é que os nossos leitores, ouvintes ou telespectadores possam saber o que na opinião dos jornalistas especializados foi o lançamento mais representativo em cada segmento do setor automotivo. Um guia para auxiliar os consumidores na compra de modelos que se destacam pela tecnologia, design e inovação. A divulgação dos resultados em nível nacional contribui para uma visibilidade expressiva para os modelos vencedores dada a abrangência dos jornalistas que fazem parte de nossa Associação”, conta Antônio Fraga, presidente e fundador da Abiauto.

Os profissionais escolherão o Melhor Carro Nacional, o Melhor Carro Importado, a Melhor Picape Pequena/Média, a Melhor Picape Grande, o Melhor Carro Verde, o Melhor Utilitário Esportivo Nacional pequeno /médio, Melhor Utilitário Esportivo grande, o Executivo de 2025 e Assessor de Imprensa. Além dessas premiações, os profissionais elegerão ainda o Carro Abiauto 2025 (Prêmio José Roberto Nasser) e a Moto Abiauto 2025 (Prêmio Josias Silveira), entre os modelos testados durante o ano e que mais se destacaram. Até final de outubro os jornalistas escolherão cinco finalistas em cada uma das categorias. Em seguida, votarão em apenas um modelo nessas categorias.

No total, serão 16 premiações, que também incluem o melhor Assessor de Imprensa, o Homenageado do Ano (normalmente um piloto consagrado no automobilismo), Executivo do Ano (Prêmio José Rosemilton Silva) e o Homenageado Locutor Automotivo do Ano (Prêmio Luciano do Valle). Os ganhadores serão anunciados na cerimônia de premiação que será realizada no dia 19 de novembro, às 19 horas, no maior clube independente de automóveis do mundo, o P Talk, no bairro de Indianópolis, em São Paulo.

 

“ É com muito orgulho que nós do P Talk Brasil recebemos em nosso espaço o Prêmio Abiauto 2025 e seus convidados, para a eleição dos melhores existentes no mercado brasileiro”, disse Mauricio Billy.

 

 

Prêmio Imprensa Automotiva 2025 vai eleger os melhores veículos do Brasil Read More »

Renault Boreal chega para revolucionar o segmento de SUV médios

Com um design muito bonito e marcante, a Renault brasileira apresentou esta semana o SUV Boreal. A marca francesa já tinha feito uma pré-apresentação em julho e o modelo, que chega para brigar no segmento C, já está à venda. E antes de torcer o nariz ou falar a tradicional frase “mas é francês”, vá con hecer e andar num Renault Boreal. Com certeza vai m,order a lingua e terá que mudar de opinião.

O Boreal chega com a nova identidade de design da Renault, com elementos fluidos na carroceria, curvas generosas e linhas de tensão, que são equilibradas pela integração de elementos técnicos mais estruturados, expressando dinamismo.

O Renault Boreal surpreende, vem com uma tecnologia de última geração interativa e interface Google nativa. O SUV transforma a cabine em uma verdadeira extensão digital do dia a dia dos usuários. Destaque também, para o sistema de som Harman Kardon.

Imponente

Com o Boreal, a Renault vai se impor no segmento C-SUV. O modelo, que associa elegância e tecnologias, tem 4,56 m de comprimento, 1,84 m de largura entre-eixos de 2,70 m, o que proporciona um amplo espaço no habitáculo. O modelo tem muito conforto interno e ampla área envidraçada contínua.

Com design refinado, o Boreal chega com um capô alto e horizontal, a grade na cor da carroceria onde se destaca o logo da marca e a assinatura luminosa inédita, que é reconhecida graças aos exclusivos módulos de LED adicionais que recobrem e ampliam o veículo visualmente. A frente também se diferencia com os faróis de LED que se estendem até os para-lamas e os módulos adicionais, que reforçam a base visual do veículo.

As laterais são estruturadas por uma linha de carroceria marcada e curvas generosas nos para-lamas, reforçando a personalidade imponente do modelo. As caixas de rodas são destacadas por protetores com design clean e elegante, remetendo à solidez e sofisticação.

Interior

Do lado de dentro, o Boreal oferece uma experiência moderna e conectada, favorecida pelo design harmoniosamente sensorial. Assim como no design externo, o interior da cabine é moderno, muito confortável, equipamentos sofisticados e materiais de muita qualidade.

Com duas telas amplas, o SUV tem uma tela localizada bem à frente do motorista onde está disponível o painel de instrumentos digital que oferece ao motorista todas as informações relacionadas à condução. Do lado, se encontra a tela de 10 polegadas do sistema multimídia central, formando um layout tecnológico e fluido, que valoriza as funções conectadas.

Os controles estão distribuídos ergonomicamente: a alavanca da transmissão do tipo “e-shifter” é compacta, enquanto o volante multifunções é ao mesmo tempo sóbrio e elegante, com seus botões metálicos retro iluminados. O ambiente luminoso é totalmente personalizável graças à iluminação em LED de 48 cores.

Como já falamos, o SUV da Renault eleva o nível dos modelos desse segmento, graças aos revestimentos que produzem uma sensação de conforto e refinamento. Algumas partes da cabine contam com adornos gravados a laser que brincam com os reflexos da iluminação ambiente. Na versão iconic, os bancos são revestidos na cor azul Mercure, dando um toque a mais de exclusividade e sofisticação.

O Boreal vem com bancos dianteiros elétricos com memória de posição e massagem para o motorista (de série na versão iconic). Espaços de armazenagem estão distribuídos de forma inteligente por toda a cabine, para satisfazer as necessidades diárias no uso em família: porta-objetos, console central fechado e refrigerado, duas portas USB-C na frente, carregador por indução. Para proporcionar ainda mais conforto, o Boreal é equipado com ar-condicionado automático dual-zone.

Na parte de trás, o banco 40/60 conta com apoio de braço central e um sistema Easy Break, que agiliza o rebatimento dos bancos. Os passageiros do banco traseiro também se beneficiam com as saídas de ar dedicadas e duas portas USB-C.

O porta-malas é muito amplo, com um volume de carga de 522 litros (VDA) ou 1.279 litros (VDA) com os bancos rebatidos. A menor altura da base do porta-malas facilita a utilização.

Motor

Com um motor muito competente, o Boreal está equipado com o motor já utilizado em outros modelos da marca. A motorização é um 1,3 litro, turbo flex, com torque de 270 Nm e 163 cavalos de potência máxima. A transmissão muito eficiente é automática de dupla embreagem úmida de seis marchas.

A média do consumo, segundo a marca, é de 11,2 km/ na cidade e 13,6 km/l na estrada com gasolina e 7,8 km/l e 9,4 km/l, respectivamente, com etanol.

Segurança

O Renault Boreal é o mais bem equipado do segmento com até 24 sistemas de assistência ao motorista (ADAS).

Muita tecnologia

Uma das principais vantagens da versátil plataforma RGMP é a arquitetura elétrica e eletrônica de última geração. Projetada para ser totalmente compatível com as regulamentações atuais e futuras, ela abre caminho para a integração de tecnologias embarcadas com forte valor agregado.

O Renault Boreal é uma demonstração concreta desta estratégia, sendo o primeiro veículo da marca a oferecer o sistema de infoentretenimento Google Automotive Services fora da Europa e o primeiro a ser produzido no Brasil.

Baseado nos serviços embarcados do Google, o sistema multimídia OpenR Link está no centro desta estratégia. Por meio de uma interface unificada, o sistema permite um acesso simples e coerente com o uso que os clientes já fazem das ferramentas digitais. O Google Maps nativo é integrado e exibido nas duas telas, com informações sobre o trânsito em tempo real e atualizações automáticas.

Mais de 100 aplicativos estão disponíveis no Google Play, incluindo os onipresentes sistemas de navegação otimizados a exemplo do Waze, o melhor das rádios de todo o mundo com o Radioplayer for Renault, plataformas musicais de alta definição como o Amazon Music, o melhor das plataformas de vídeo em streaming como Prime Video ou HBO MAX, um game musical on-line único no mundo para todos os passageiros como SongPop for Renault e acesso à internet por meio do navegador Vivaldi.

O Boreal chega para redefinir a experiência ao volante, unindo inovação, praticidade e tecnologia. Com integração ao Google Assistant, você pode controlar o sistema de navegação, música, chamadas e até mesmo funções do carro como o ar-condicionado e, também, dispositivos da sua casa com comandos simples de voz, garantindo mais conforto e segurança sem tirar os olhos do trajeto.

Quer ajustar a climatização da sua casa? Basta dizer: “Ok Google, ativar casa verão/ inverno” podendo ligar o ar-condicionado e abrir as cortinas ou aquecer o ambiente, por exemplo. Precisa de mais segurança? Experimente: “Ok Google, ativar câmeras de segurança”, ligue a iluminação, abra o portão da garagem. E para deixar tudo ainda mais prático, também é possível acionar eletrodomésticos conectados à sua casa ou até preparar o café antes de chegar. E tudo isso apenas por um simples comando de voz. tudo por voz.  As funcionalidades do Google Home requerem dispositivos compatíveis instalados na casa do cliente.

Blindagem garantidaA Renault atenderá a demanda pelo serviço de blindagem, comum no segmento de SUVs médios, através da parceria com a Hi-Tech. O cliente que blindar o modelo na empresa credenciada manterá a garantia total da fábrica.o.

Preços
evolution turbo TCe – R$ 179.990
techno turbo TCe – R$ 199.990
iconic turbo TCe – R$ 214.990

Renault Boreal chega para revolucionar o segmento de SUV médios Read More »

Coluna Fernando Calmon — SUV Boreal é aposta da Renault em segmento muito disputado

Coluna Fernando Calmon nº 1.373 — 14/10/2024

SUV Boreal é aposta da Renault em segmento muito disputado

Foi reservado ao Brasil a estreia do SUV médio-compacto Boreal, modelo que a Renault marca sua evolução no segmento com mais de 15 concorrentes entre eles Compass, Corolla Cross, Tiggo 7 e Taos. Na dianteira seu desenho elaborado destaca-se pela assinatura luminosa do emblema-logo, capô alto e módulos de LED. Laterais são marcadas por vincos, rodas de 19 pol. (só na versão de topo) e o desenho inusitado das colunas traseiras. Lanternas traseiras bem desenhadas não seguiram a moda de interligação luminosa. Pintura bitonal da carroceria é de série na versão mais cara e opcional nas duas outras.

As dimensões do Boreal: comprimento, 4.556 mm; entre-eixos, 2.702 mm; largura, 1.841 mm; altura, 1.652mm. Porta-malas tem 522 L (padrão VDA, o correto), maior do segmento. Motor é o conhecido turbo flex, 1,3 L, 163 cv (E)/156 cv (G), 27,5 kgf·m (E)/25,5 kgf·m (G). Câmbio sempre automatizado de seis marchas com dupla embreagem. Está prevista versão híbrida, porém a marca francesa ainda não estabeleceu data de lançamento.

Interior apresenta bom grau de refinamento com destaque para revestimento dos bancos (o do motorista com massageador) e o console central elevado. Quadro de instrumentos e tela multimídia têm 10 pol. e pela primeira vez no Brasil está disponível o Google Automotive Services de série. Há quatro modos de condução: Comfort, Eco, Sport e Smart. A partir da versão intermediária já oferece freio de estacionamento eletromecânico com imobilização e liberação automáticas nas paradas.

A Renault deu especial atenção aos sistemas ADAS de auxílio avançado ao motorista. O número destes importantes recursos de segurança aumenta conforme a versão: de entrada são 13, na intermediária, 19 e na de topo nada menos de 24 itens (inclui frenagem autônoma de emergência com detecção de pedestres e ciclistas).

Os preços estão bem situados frente aos concorrentes. Começam em R$ 179.990 e chegam a 214.990, mas haverá condições especiais com descontos no lançamento, em quatro de novembro.

BYD anuncia primeiro híbrido plugável flex

A oportunidade surgiu pela realização, de 10 a 21 de novembro próximos, em Belém (PA), da COP (Conferência das Partes, na sigla em inglês), um fórum da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas. A BYD enviará para o evento 30 unidades dos protótipos do SUV médio Song Pro Híbrido Plugável com o primeiro motor flex que a marca vem desenvolvendo no Brasil. Lançamento previsto para abril de 2026. Até o momento apenas a Toyota comercializa um híbrido pleno (não plugável) cujo motor pode funcionar com etanol ou gasolina puros ou misturados em qualquer proporção.

O modelo chinês, na prática, teve seu peso institucional somado à segunda “inauguração” da nova fábrica da BYD, em Camaçari (BA), desta vez com presença do presidente da República. Na realidade a produção começa por juntar as primeiras peças importadas no regime SKD (sigla em inglês para unidades semidesmontadas). Numa segunda etapa passará ao regime de unidades desmontadas vindas da China e integração de alguns componentes produzidos no Brasil, prevista para 2026 (prensas, soldagens e pintura, talvez em meados do ano). A conterrânea GWM, em Iracemápolis (SP), já tem armação, pintura e montagem desde agosto último.

Nesta primeira fase, investiram-se R$ 5,5 bilhões e a capacidade de produção será de 150.000 unidades anuais que a empresa espera alcançar “em menos de três anos”. A área construída atual é de 270.000 m² e numa segunda etapa a capacidade será aumentada para produzir 300.000 unidades anuais. Em cinco anos espera vender 600.000 unidades/ano (nacionais e importadas) e assumir a liderança absoluta de vendas no Brasil.

Até agora a BYD errou em suas projeções. Pretendia vender 120.000 unidades no ano passado, depois revisou para 100.000 e no fechamento de 2024 foram 77.000 (23% a menos).

O Brasil tem uma fábrica fechada (CAOA Chery, em Jacareí-SP) e outra a ser desativada (Toyota, em Indaiatuba-SP) ainda sem data confirmada. Há uma subutilizada da JLR, em Itatiaia (RJ). E a fábrica da Stellantis, em Porto Real (RJ), também subutilizada, passará a produzir o Jeep Avenger já em 2026.

Incertezas sobre elétricos também nos EUA

Já abordei os problemas na Europa e outros específicos da Itália. Com o fim do crédito fiscal do governo americano para compra de carros elétricos, em 30 de setembro último, pairam dúvidas sobre como reagirá o mercado nos próximos anos. Análise do site Yahoo Finance, após ouvir várias fontes, aponta previsões otimistas demais feitas até o momento. Veículos elétricos (VEs) são cerca de US$ 9.000 (R$ 49.000) mais caros, em média, do que modelos a gasolina comparáveis. A diferença era quase toda coberta pelo subsídio federal agora cancelado.

Há quatro anos, Ford, GM e Stellantis afirmaram em comunicado conjunto que aspiravam atingir até 2030 uma participação de mercado de VEs de 40% a 50%, incluindo híbridos plugáveis (meu comentário: estes não são exatamente elétricos, contudo somados como se fossem, uma “invenção” da China que distorce os números de produção e vendas de VEs).

Jim Farley, CEO da Ford, afirmou agora: “Acredito que será uma indústria vibrante, porém muito menor do que pensávamos. Não me surpreenderia se as vendas de VEs caíssem para 5% do total da indústria já neste mês de outubro”. A consultoria J.D. Power projeta que VEs poderão alcançar até 20% das vendas em 2029. Já a Ernest & Young prevê atingir 50% em 2039, cinco anos depois do previsto anteriormente.

Outra consultoria, iSeeCars, foi incisiva. VEs vão bem em estados de clima quente, como Califórnia e Flórida, e em uso urbano. Todavia, só se consolidarão quando os preços forem iguais aos carros de motores a combustão, puderem rodar 800 km com apenas uma carga e recarregarem em menos de 10 minutos. Algumas marcas enfrentam pressões financeiras motivadas por investimentos fracassados ​​em veículos elétricos e foram forçadas a adiar ou cancelar projetos.

A agência de notícias Reuters relembrou um estudo conjunto de professores das universidades da Califórnia, Berkeley, Duke e Stanford: emplacamentos de VEs podem cair 27% sem o crédito fiscal federal. Alguns estados seguem a Califórnia e mantêm seus subsídios para sustentar a demanda. Até quando, ninguém sabe.

Taos 2026 vem agora do México

Para abrir espaço à nova Amarok (talvez até receba versão híbrida, a partir de 2027) na fábrica argentina de Gal. Pacheco, a VW traz agora do México (também isento de imposto de importação) o SUV médio-compacto Taos 2026. A frente segue a fórmula quase onipresente em todas as marcas de aumentar a área da grade em simbiose com o para-choque também novo. Lanternas traseiras são novas assim como a sua interligação iluminada e o emblema-logotipo agora também iluminado. Porta-malas de 498 L (padrão VDA) é o maior do seu segmento.

Internamente a novidade bem-vinda é a volta de botões de comando para os raios do volante multifuncional. Materiais de acabamento melhoraram, há iluminação ambiente com 10 opções, um novo painel que destaca a tela multimídia flutuante de 10,1 pol., além de internet 4G e carregador de celular por indução. Mecanicamente sem novidades: mantido motor flex 1.4-L, 150 cv, 25,5 kgf·m e câmbio sempre automático epicíclico de oito marchas.

Preço ainda não anunciado.

Entretanto, a VW informou que o sedã médio-compacto Jetta GLI 2026, também mexicano, estará nas concessionárias a partir de 8 de novembro por R$ 269.990. Motor 2-L turbo entrega 231 cv e 35,7 kgf·m. Câmbio DSG, robotizado, sete marchas.

_______________________________

www.fernandocalmon.com.br

Coluna Fernando Calmon — SUV Boreal é aposta da Renault em segmento muito disputado Read More »

Com motorização hibrida e muito valente GWM Tank 300 é uim boa opção

A agressividade da GWM está surpreendendo o mercado nacional e os concorrentes. O Tank 300, terceiro produto da GWM a chegar ao mercado brasileiro, tem um design tradicional e agressivo típico de um jipe, bom acabamento e mecânica híbrida.

O motor à gasolina de 2,0 litros, turbo, conta com a “ajuda” de um motor elétrico. Juntos produzem 394 cavalos de potência e 76,4 kgfm de torque. O motor elétrico é alimentado por baterias NMC de 37kwh. No modo 100% elétrico, a autonomia é de até 75 quilômetros. A transmissão é automática de 9 marchas, muito bem desenvolvida para um modelo off road.


Andando, o jipe chinês surpreende tanto no percurso urbano como no off-road. Na cidade, apesar de a autonomia declarada ser de 75 quilômetros, superamos a marca em quase 20%. Isso se deve à maneira que é conduzido. Se o pé for suave no acelerador, a autonomia aumenta bem.

Na estrada o desempenho é bom, principalmente e graças à boa potência e torque. Por ser um veículo de uso misto e pesado, surpreende a aceleração de 0 a 100 quilômetros por hora, em 6,9 segundos. O consumo rodoviário foi de 13,1 quilômetros por litro com ajuda do motor elétrico. Sem ele, o consumo cai para 7,3 quilômetros por litro.

Já no fora-de-estrada, o Tank 300 mostra para que veio. É valente e supera as maiores dificuldades sem muito esforço. Com ajuda do 4X4 com reduzida, três bloqueios de diferencial (dianteiro, central e traseiro), e vários modos de condução, o modelo vence os obstáculos, transmitindo confiança.

O Tank 300 tem linhas retas, grade tradicional, faróis redondos e capô reto, bem como deseja o consumidor desse veículo. O Tank mede 4,76 metros de comprimento, 1,90 metro de largura, 1,90 metro de altura e 2,75 metros de entre-eixos. Ângulo de entrada de 32°, 22cm de altura do solo e 33° de saída. Ou seja, são números muito bons para um SUV aventureiro.

Apesar do tamanho, peso e altura do solo, o SUV chinês é estável e não inclina muito nas curvas. E vale lembrar que ele é montado em cima de um chassi sobre longarinas.

Completo

Bem-acabado, o interior agrada e está em sintonia com as linhas externas. O painel é reto, as saídas de ar redondas e possui 2 telas integradas com plataformas GUX e 24,6”, multimídia com Apple CarPlay e Android Auto sem fio.  O SUV conta com o aplicativo “MY GWM” com controles do veículo, manutenção e comandos remotos.

O console é elevado e conta com porta-objetos climatizado, seletor de modos de condução e tração e a alavanca do câmbio. O sistema de som é muito bom, com 9 falantes e 4 tweets.

Os bancos são bem confortáveis, tanto para os passageiros da frente como atrás. O banco do passageiro ao lado do motorista tem 4 ajustes elétricos e o do motorista 8. Outro detalhe que agrada muito é o silêncio interno, mesmo quando o motor é exigido. Para aumentar o conforto, o modelo ainda conta com um amplo teto solar.
Uma coisa ruim que atrapalha, principalmente em shoppings ou supermercados, é a abertura do porta-malas. Como a tampa abre para o lado, quando for estacionar tem que calcular o ângulo de abertura da porta.

Preço
GWM Tank 300 (versão única) R$ 333 mil.

Com motorização hibrida e muito valente GWM Tank 300 é uim boa opção Read More »

H9 tem 7 lugares, excelente acabamento e é mais barato que o concorrente

Depois do lançamento do Tank 300, a GWM apresenta o surpreendente H9. Com um acabamento primoroso, baixo nível de ruídos e muito confortável, o modelo ainda tem a vantagem de ser quase 160 mil reais mais barato que eu concorrente direto, a Toyota SW4. Infelizmente, é impossível, por diversos motivos, colocar a Chevrolet Trailblazel como concorrente. Mesmo com o preço bem menor, o H9 leva vantagem no conjunto.

O modelo de sete lugares vem em versão única com motor de 2,4 litros, turbo diesel de 184 cavalos e torque máximo de 480 Nm entre 1.000 rpm e 100% a 1.500 rpm. A transmissão é automática de 9 marchas.
O modelo traz tração integral 4×4, bloqueio de diferenciais (dianteiro e traseiro), caixa de redução e sete modos de condução do Sistema Todo-Terreno (ATCS), que permitem enfrentar desde o asfalto até trilhas severas. Recursos exclusivos, como a função Tank Turn, que reduz o raio de giro em até 1,5 metro, e a visão panorâmica 540° com chassi transparente, tornam o SUV ainda mais versátil.

Sua capacidade off-road é reforçada por ângulo de ataque de 31°, saída de 25°, altura livre do solo de 224 mm e habilidade de vencer rampas de até 57% (29,7°) e a maior capacidade de imersão da categoria, de até 800 mm.
O Haval H9 é equipado com uma suspensão dianteira independente do tipo duplo A com molas helicoidais e barra estabilizadora com 221 mm de curso, e uma traseira com eixo rígido com cinco braços (five link) com molas helicoidais e barra estabilizadora de 235 mm de curso.

Conforto

Os bancos dianteiros em couro e muito confortáveis oferecem massagem (8 modos com 3 níveis de intensidade), aquecimento, ventilação, ajustes elétricos e memória de posição. A segunda fileira dispõe de ventilação e tomadas exclusivas (uma 12V, uma USB Tipo A e uma USB tipo C), enquanto a terceira fileira foi projetada para oferecer conforto real a adultos, com saídas de ar no teto e porta-objetos laterais. O Haval H9 ainda conta com teto solar panorâmico de série com acionamento elétrico.

Design

Como convém a um SUV aventureiro, ele tem linhas fortes e marcantes. E brutas. A dianteira ressalta a grade frontal reta, tridimensional de barras horizontais, com faróis matriciais e lanternas full LED. Se destacam os para-lamas tridimensionais, rodas de 19 polegadas, rack de teto com capacidade de até 75 kg e estribo retrátil automático, completa o interior o painel digital de 10,25” e a central multimídia de 14,6” Full HD com grande conectividade e integração sem fio para Apple CarPlay e Android Auto, além de comandos de voz em português desenvolvidos no Brasil. O carregador sem fio super rápido de 50W e as múltiplas entradas USB-C e USB-A oferecem praticidade, enquanto o sistema de som premium de 640 RMS com 10 alto-falantes.

Preço
GWM Haval H9 Exclusive
R$ 319 mil (para o lançamento a marca está dando R$ 10 mil de desconto).

H9 tem 7 lugares, excelente acabamento e é mais barato que o concorrente Read More »

GWM lança picape a diesel com acabamento esmerado e competente

Diferente das demais marcas chinesas que chegaram ao Brasil, que apostam em carros 100% elétricos e híbridos, a GWM está “disputando” o mercado em vários segmentos na mobilidade. De uma só vez, apresentou uma picape média e um SUV/jipe a diesel muito bem acabados, com motores competentes e design agradável.

O compromisso com o mercado nacional e sul-americano se destaca pela inauguração de uma fábrica que realmente vai produzir veículos (apesar de a maioria das peças serem importadas) e não somente “aparafusar”  todas as peças vindas da China. Vale destacar que, os modelos que começaram a ser comercializados esta semana, são importados, mas logo entrarão em produção no Brasil.

A GWM não é uma novata na produção de picapes. A marca já vendeu mais de 2,65 milhões de unidades da Poer e é líder no mercado chinês de picapes há 27 anos consecutivos.

Competente

A picape Poer P30 atende é exatamente o que o consumidor desse produto quer: motor a diesel, confortável e robusto. Equipada com motor 2,4 litros, turbo diesel, ela produz 184 cavalos de potência máxima e tem transmissão automática de nove velocidades.

Na disputa de marketing que explora qual a picape mais potente, quase todas com mais de 200 cavalos, a Poer mostra sua disposição pelo torque máximo de 480 Nm, superior ou equivalentes ás concorrentes, mas que chega num estágio de rotação bem menor, o que dá mais valentia nas dificuldades do off-road e nas ultrapassagens e retomadas.  Cerca de 50% do torque total já está disponível a apenas 1.000 rpm e 100% a 1.500 rpm.
Assim como a maioria das picapes médias a diesel, a Poer conta com tração 4×4.


Tradicional

O design da Poer P30 é muito semelhante á sua concorrente direta, a Toyota Hilux, com linhas tradicionais, mas imponentes. A grade frontal cromada e os faróis full LED marcam a dianteira. Na traseira o que ressalta é as inscrições da marca chinesa. A caçamba, com capacidade para 1.248 litros, suporta até 1.010 kg na versão Exclusive e 1.018 kg na versão Trail. A tampa de caçamba conta com uteis amortecedores, que permite abrir e fechá-la com o mínimo esforço, além de contar com o travamento elétrico da tampa traseira.

Com 5.416 mm de comprimento, 2.107 mm de largura, 1.884 mm de altura e entre-eixos de 3.230 mm, a Poer P30 oferece espaço interno amplo e dirigibilidade segura. A caçamba permite transporte de cargas pesadas, enquanto o tanque de diesel de 78 litros e o reservatório de ARLA 32 de 15 litros garantem autonomia estendida.

A nova picape utiliza suspensão dianteira independente com braços duplos e na traseira com eixo rígido e molas semi-elípticas. A direção é elétrica e os freios a disco nas quatro rodas, com ABS e distribuição eletrônica.

 

Interior

Mais uma feliz surpresa da Poer é o acabamento e o baixo nível de ruídos do motor no interior da cabine. Na versão Trail os bancos são de couro ecológico e têm ajustes elétricos para o motorista. O ar-condicionado mantém os tradicionais botões físicos.

Em termos de tecnologia a picape chinesa vem com carregador sem fio de 50W, telas full HD de 10,25” no painel de instrumentos e 14,6” na multimídia, que permite espelhamento Android e CarPlay sem fio, além do controle remoto via aplicativo MY GWM, que integra funções como travamento, localização do veículo, programação do ar-condicionado e monitoramento do status do motor, tudo pelo celular.

A cabine da versão Exclusive oferece acabamento em couro legítimo, painel soft touch, paddle shift no volante para troca das marchas, resfriamento/aquecimento de bancos e amplo espaço interno. O console central ainda traz um recurso exclusivo, que são três botões que acionam os pontos de alimentação 12V para instalação de equipamentos. Eles ficam posicionados no cofre do motor (para a instalação de um guincho elétrico, por exemplo), no banco do motorista (rádio amador ou geladeira) e na parte traseira do chassi (para uso de reboques).

Desempenho

Segundo a marca, a Poer acelera de 0 a 100 km/h em 11,2 segundos e atinge a velocidade máxima de 165 quilômetros por hora. O consumo, ainda segundo a GWM, é de 9,5 km/l na cidade e 10,6 km/l na estrada, permitindo autonomia de até 740 km na cidade e 820 km na estrada.

Confiança

A GWM lança a P30 com uma garantia de dez anos (para motor, transmissão, eixos, freios, caixa de direção e ar-condicionado), assim como a concorrente Hilux, porém o da marca chinesa é muito mais abrangente. Na Toyota, itens como suspensão, volante, acabamentos internos, borrachas, cintos de segurança, painel de instrumentos e central multimídia têm garantia de apenas três anos e na GWM o prazo sobe para cinco anos.

Preço
GWM Poer P30
Exclusive R$ 260 mil;
Trail R$ 240 mil.
(Para o lançamento a marca está dando R$20 mil de desconto até o dia 20 de setembro).

GWM lança picape a diesel com acabamento esmerado e competente Read More »

Coluna Fernando Calmon — GWM inaugura fábrica e integra fornecedores locais

Coluna Fernando Calmon nº 1.365 — 19/8/2025

GWM inaugura fábrica e integra fornecedores locais

A produção começa, como em toda fábrica, mais lenta. Todavia, a GWM (maior marca chinesa de autoveículos com capital 100% privado) apresenta planos bem estruturados de crescimento. Planeja aumentar sua capacidade produtiva atual de 50.000 unidades anuais em Iracemápolis (SP) para até 300.000 unidades. Assim poderá atender também a exportações dentro do Mercosul e México. A empresa investiu R$ 4 bilhões nesta primeira fase e terá 1.000 funcionários até o final do ano. Mas os planos incluem mais R$ 6 bilhões entre 2027 e 2032, além de dobrar o número de empregos diretos.

Primeiros modelos a deixarem as linhas de produção são o SUV híbrido médio Haval H6 com motor a gasolina, a picape média Poer P30 e o SUV de sete lugares H9, estes dois últimos com motores turbodiesel. Ao contrário da BYD que “inaugurou” sua fábrica em Camaçari (BA) sem produzir nada com conteúdo local até agora, a GWM inicia com soldagem manual, seguida por operações com 18 robôs e quatro estações automáticas de pintura. Há 18 fornecedores nacionais no momento entre eles Basf, Bosch, Continental, Dupont e Goodyear. No total, 110 firmas cadastraram-se com interesse em suprir componentes.

A GWM anunciou a construção de um Centro de Pesquisa & Desenvolvimento dentro do terreno da fábrica de Iracemápolis, construída pela Mercedes-Benz em 2016, fechada em 2020 e vendida em 2021. O foco será em tecnologia flex, sistemas híbridos e elétricos. Também desenvolverá projetos chineses para as condições de uso e rodagem no Brasil e América do Sul. O centro contará com mais de 60 técnicos e engenheiros, terá 4.000 m² de área construída e deverá abreviar o lançamento de novos produtos, além de aperfeiçoar os três modelos atuais.

A marca dá demonstrações de compromissos com o País e de querer crescer de forma contínua para gerar empregos.

Ainda mais esportivo, Mustang Dark Horse

Trata-se da versão mais próxima de um modelo de competição, cujo V-8, 5-litros, de aspiração natural entrega 507 cv, 57,8 kgf·m e calibração específica para o Brasil, inclusive de amortecedores e molas. Entre os pormenores escurecidos do Dark Horse estão para-choques, faróis, faixas no capô, carcaças dos retrovisores, rodas, pinças de freio, ponteiras duplas de escapamento e defletor traseiro funcional.

Na avaliação ao longo de 90 km, de São Paulo até Mogi Guaçu (SP), destaques para boa pegada do volante e a suspensão adaptativa no modo Normal que pouco prejudica o conforto de marcha. Naturalmente exige atenção em lombadas nem tão altas ou rampas de acesso a garagens. Resposta do acelerador bastante progressiva.

Em três voltas no autódromo Velocitta, para testar o modo Pista, impressionaram muito bem as reações e a precisão do volante. Controle de estabilidade permissivo na medida certa, inclusive um bem leve sobresterço adequado para situações de exigência severa em curvas. Não traz sensação de “adernar” e sim próxima a de um carro de competição.

O câmbio automático de 10 marchas com borboletas para trocas manuais têm uma função bem interessante: ao manter a haste apertada as marchas reduzem-se automaticamente até atingir a rotação ideal. O escapamento permite sonoridade ímpar e empolgante acima de 5.000 rpm. Aceleração de 0 a 100 km/h é a esperada para esse tipo de cupê: 3,7 s.

Preço: R$ 649.000.

Commander 2026: alterações visuais e preço menor

São atualizados grade, para-choque, assinatura de LEDs no conjunto ótico dianteiro e rodas de 18 e 19 pol. Na traseira, lanternas interligadas têm agora iluminação contínua de LEDs. Para as versões de topo, Overland e Blackhawk, a alavanca do câmbio automático de nove marchas foi substituída por seletor rotativo no console. Uma câmera 360° facilita manobras e é bastante útil no uso fora de estrada em trilhas mais difíceis. Entre-eixos de 2.793 mm garante espaço interno muito bom. Destaque também para o porta-malas de 223 L (sete lugares) até 661 L (cinco lugares).

Versões de cinco e de sete lugares, dos três motores, mantidos sem alterações. Destaque para o Hurricane 2-L turbo, gasolina, 272 cv, 40,8 kgf·m, capaz de acelerar de 0 a 100 km/h em apenas 7 s, na versão de topo Blackhawk. Há também o 1,3 L, turbo flex, 176 cv, 27,5 kgf·m, câmbio automático de seis marchas, tração 4×2 e o Multijet turbodiesel 2,2-L, 200 cv e 45,9 kgf·m, câmbio automático de nove marchas e tração 4×4.

Avaliação dinâmica em Mendoza, Argentina foi feita com os motores Multijet e Hurricane. Versão diesel oferece uma arrancada vigorosa, porém de reação contida em rotações médias e altas. Já o motor a gasolina, apesar de um pouco menos de ímpeto inicial, impõe sua maior potência logo que a velocidade aumenta, às custas do consumo de combustível obviamente maior. Trecho de terra com muitos aclives, declives e obstáculos mais radicais foram vencidos sem grande dificuldade.

Preços: R$ 220.990 a R$ 324.990 (reduzidos em até R$ 19 mil).

Ram Dakota sofistica segmento de picapes médias

Com lançamento previsto para o início do ano que vem, a Dakota recupera o nome usado de 1998 a 2001 pela Dodge. O projeto é o mesmo da Titano (por sua vez baseada na picape monobloco Changan Hunter chinesa), porém bem mais sofisticado no visual e equipamentos. Na prévia em São Paulo (SP) do show car, o interior não pôde ser visto. Externamente impressiona pela extensa linha de LEDs de uma extremidade à outra que se integra aos faróis, além de uma entrada de ar no capô com três pontos de luz laranja. Não podia faltar um guincho elétrico.

Para se diferenciar da Titano, recebeu alguns vincos na carroceria. Faziam parte da picape exibida kit de suspensão elevada, pneus todo-terreno de 33 pol. de diâmetros e rodas de 18 pol. com beadlock (travas de talão), recurso para evitar o destalonamento dos pneus em condições de baixa pressão necessárias no uso extremo fora de estrada. Chama atenção também o estepe aparente em posição inclinada na caçamba junto ao arco de proteção que inclui luzes de LED. Na traseira, lanternas e para-choque são novos.

Trem de força é o mesmo 2,2 L, turbodiesel de 200 cv e 45,9 kgfm, combinado ao câmbio automático de oito marchas e à tração integral (4WD). Dakota de série não receberá todos os equipamentos da unidade exibida.

SIMEA 2025 debateu temas de alta relevância

Em sua 32ª edição, o Simea (Simpósio Internacional de Engenharia Automotiva), promovido pela AEA (Associação Brasileira de Engenharia Automotiva) focou nos pontos mais relevantes para o futuro da indústria automobilística no Brasil e no mundo. Os avanços do País são notáveis desde a criação do Proconve há 39 anos quanto a emissões veiculares. Um automóvel em 1986 poluía o equivalente a 136 veículos atuais, embora poucos se lembrem disso. Há novas fases previstas para 2030, contudo sem avançar na direção de inspeção veicular e renovação de frota (em especial de veículos pesados) será muito difícil garantir ar mais limpo.

Relembrou-se o grave problema de infraestrutura no Brasil: 65% de cargas transportadas por rodovias, das quais apenas 12% pavimentadas. Gera desperdício de 1,18 bilhão de litros de combustível e emissões adicionais de 3,13 milhões de toneladas de CO₂ por ano.

Hibridização, eletrificação, direção automatizada e experiência digital do usuário guiarão o desenvolvimento nos próximos anos. Pilares dessa transformação: comunicação móvel, computação em nuvem, novas tecnologias de software, inteligência artificial, engenharia de dados e semicondutores de alta desempenho para integrar o veículo ao ambiente externo. Até 2030, o mercado automobilístico mundial de eletrônica e software deve movimentar US$ 462 bilhões. O País tem que se inserir nesse contexto.

Houve consenso sobre o papel estratégico dos biocombustíveis. Eletrificação combinada ao etanol oferece rota competitiva de redução de emissões de CO2 dentro do conceito correto do “poço” à roda.www.fernandocalmon.com.br

 

Coluna Fernando Calmon — GWM inaugura fábrica e integra fornecedores locais Read More »

Lula inaugura fábrica da chinesa GWM no interior de São Paulo

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participa nesta sexta-feira (15) da inauguração da nova fábrica da montadora chinesa Great Wall Motors (GWM), em Iracemápolis, no interior paulista.

A planta, adquirida da Mercedes-Benz em 2021, já conta com cerca de 400 trabalhadores contratados e está preparada para produzir até 50 mil veículos por ano, com foco em modelos híbridos e sustentáveis. A previsão da montadora é que a fábrica paulista gere, até o fim de 2025, de 800 a mil postos de trabalho.

A produção inicial prevista é de 20 mil a 30 mil veículos por ano e deve ser expandida para 50 mil em três anos. No futuro, a GWM pretende chegar a 100 mil carros feitos por ano no local.

Os investimentos já anunciados pela GWM no Brasil são de R$ 10 bilhões, cerca de R$ 4 bilhões de 2022 a 2025 e R$ 6 bilhões de 2026 a 2032. Na fábrica de Iracemápolis, o primeiro modelo a ser produzido será o SUV Haval H6, que contará com versões híbridas.

Segundo a empresa, a produção local começa com peças importadas, mas dentro das regras do programa federal MoVer, que estimula a mobilidade verde. De acordo com a GWM, no início da produção já haverá conteúdo local nos carros montados no local, o que inclui componentes como pneus, vidros, rodas, bancos e chicotes elétricos, além do processo de pintura dos veículos que deverá ser realizado localmente desde o princípio. O objetivo da empresa é alcançar 60% de nacionalização dentro de três anos.

Lula inaugura fábrica da chinesa GWM no interior de São Paulo Read More »

Rolar para cima