idosos

Participantes do UniversIDADE voltam a visitar a Mata Santa Genebra

Na próxima sexta-feira (29), um grupo de 30 participantes do programa UniversIDADE, com tema “Conhecendo a Mata de Santa Genebra, uma conexão para uma vida mais saudável” visitará a Mata de Santa Genebra,em Barão Geraldo. A atividade é resultado de parceria entre a Fundação José Pedro de Oliveira (FJPO), gestora da Mata de Santa Genebra, e a Pró-Reitoria de Extensão, Esporte e Cultura da Unicamp.

A proposta é que, durante o passeio, os participantes aprendam mais sobre os aspectos históricos, culturais e ambientais da Mata de Santa Genebra por meio de palestras e caminhada pelas trilhas da reserva.

“A atividade busca destacar a importância do contato com a natureza em todas as fases da vida”, afirma o biólogo da FJPO, Cristiano Krepsky. De forma gratuita, a ação tem caráter integrativo e interdisciplinar relacionada ao desenvolvimento social, cultural, de saúde física e mental para pessoas com idade igual ou superior a 50 anos”, destaca.

No primeiro semestre de 2025, a parceria entre a FJPO e a Unicamp resultou na realização de três atividades voltadas ao público 50+ com a participação de cerca de 80 pessoas. No segundo semestre, já são duas atividades programadas pelo programa UniversIDADE – em agosto e outubro.

UniversIDADE

O programa UniversIDADE tem por objetivo oferecer de forma gratuita, atividades de caráter integrativo e interdisciplinar, no contexto informal da educação relacionada ao desenvolvimento social, cultural, de saúde física e mental para o público 50+.

As atividades são oferecidas a partir de proposta de docentes, alunos de graduação, pós-graduação e funcionários da Unicamp, também por profissionais da sociedade, que têm como propósito disseminar seus conhecimentos, além de estimular o desenvolvimento social e intergeracional.

O UniversIDADE atende a população com idade igual ou superior a 50 anos com o objetivo de mantê-la ativa, tanto física quanto mentalmente, além de atender às necessidades de prevenção, estimulação e capacitação do desenvolvimento físico e emocional a partir da participação em atividades multidisciplinares nas diversas áreas do conhecimento.

Mais informações: https://www.proec.unicamp.br/programa-universidade/ https://www.proec.unicamp.br/programa-universidade/

 

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Mortes por influenza na capital paulista crescem 127% este ano

Entre o início de janeiro e a última quarta-feira (11), as mortes por síndrome respiratória aguda grave (SRAG), causadas por Influenza, cresceram mais de 127% na cidade de São Paulo na comparação com o mesmo período do ano passado.

Segundo a Coordenadoria de Vigilância em Saúde (Covisa), no acumulado deste ano, foram registrados 1.754 casos de SRAG por Influenza na cidade de São Paulo, com 175 óbitos. No mesmo período de 2024, foram registrados 983 casos da síndrome respiratória por Influenza e 77 mortes.

Apesar disso, a vacinação na cidade continua com índices muito baixos. A meta é alcançar 90% de cobertura entre os grupos prioritários definidos para a campanha, tais como idosos, crianças de 6 meses a menores de 6 anos e gestantes, mas até ontem foram aplicadas 2.231.704 doses da vacina contra a gripe no município, o que corresponde a uma cobertura de apenas 40,73% para esse grupo, que corre mais risco de desenvolver complicações graves.

Para tentar aumentar essa cobertura vacinal, a Secretaria Municipal da Saúde ampliou o número de locais onde a vacina está sendo aplicada na capital paulista. Desde o início desta semana, pontos de vacinação foram montados em estações de trem, metrô e terminais de ônibus da cidade. Essa estratégia ocorrerá até o dia 27 de junho.

A vacina contra a gripe foi produzida pelo Instituto Butantan e contém as cepas do vírus Influenza A/Victoria (H1N1), A/Croácia (H3N2) e B/Áustria (linhagem Victoria), que são as mais incidentes no Hemisfério Sul neste ano. Segundo o Ministério da Saúde, a vacina contra a gripe é segura e capaz de evitar entre 60% e 70% dos casos graves e óbitos.

Gripe

A gripe é uma infecção aguda do sistema respiratório, provocado pelo vírusInfluenza, com grande potencial de transmissão. Os principais sintomas são febre, dor de garganta, tosse, dor no corpo e dor de cabeça. Alguns casos podem evoluir com complicações, especialmente em indivíduos com doença crônica, idosos e crianças menores de 2 anos. A vacinação é a forma mais eficaz de prevenção contra a gripe e suas complicações. (Agência Brasil)

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Prefeitura seleciona atletas 60+ que disputarão os Jogos da Melhor Idade

De 13 a 18 de maios serão realizados os 27º Jogos da Melhor Idade (Jomi), em São João da Boa Vista. A Secretaria Municipal de Esportes e Lazer está selecionando atletas com 60 anos ou mais para representar Campinas nas modalidades de buraco, damas, dominó, tênis de mesa, truco e xadrez. As inscrições para as seletivas devem ser feitas pelo e-mail: coordenadoria.lazer@gmail.com ou pelo WhatsApp (19) 98112-2329.

Datas, locais e horários para as seletivas:
Tênis de Mesa, Clube da Bosch, 26/3 – 10h
Buraco, CVI no Taquaral, 26/3 – 14h30
Dominó, CVI no Taquaral, 28/3 – 14h30
Damas, CVI no Taquaral, 29/3 – 8h30
Truco, CVI no Taquaral, 2/4 – 14h30
Xadrez, CVI no Taquaral, 5/4-  8h30

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Médicos alertam para riscos da gripe em pessoas com mais de 60 anos

O Sistema Único de Saúde (SUS) registrou em 2024 um crescimento de 189% nas hospitalizações de idosos por síndrome respiratória aguda grave (SRAG) por influenza, em relação a 2023. Para chamar a atenção da população para os riscos da gripe em pessoas com mais de 60 anos, a Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI), em parceria com a Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG), realiza nesta quarta-feira (26) o encontro Além da Gripe – Um debate sensível à gravidade dos riscos e impactos provocados pelo vírus da influenza.

O objetivo do encontro é fazer um alerta sobre a sazonalidade da gripe, principalmente por conta dos baixos índices vacinais e dos riscos que este cenário pode causar para a população idosa. Segundo as entidades organizadoras, a sazonalidade está associada ao começo do outono e à mudança do clima em vários lugares do país, época em que as baixas temperaturas podem contribuir para que o vírus acabe circulando com mais intensidade, o que aumenta a necessidade de proteção e o risco de hospitalização.

De acordo com as entidades, a partir dos 40 anos, o risco de ataque cardíaco aumenta em dez vezes e o de AVC oito vezes nos primeiros três dias após uma infecção por influenza e idosos permanecem com risco elevado para AVC até dois meses depois de se contaminar pelo vírus, o que reflete nas admissões em UTI, que cresceram 187% e em 157% mais óbitos. (Agência Brasil)

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Carreta da Fumec está no Oziel e as inscrições estão abertas

Jovens, adultos e idosos têm uma oportunidades de concluirem os estudos. A carreta da Fumec – Fundação Municipal para Educação Comunitária está no Parque Oziel com as inscrições abertas. São 36 vagas disponíveis com previsão de início das aulas na primeira quinzena de abril.

A carreta da Fumec no Parque Oziel é uma parceria entre a Prefeitura de Campinas e a Associação Douglas Andreani, que cede o espaço para a instalação do compartimento. A sala de aula móvel consiste num espaço projetado para o conforto e aprendizado, equipada com ar-condicionado e notebook para uso dos estudantes. Com 18 carteiras, cada uma acomodando dois estudantes, o local é totalmente acessível para pessoas com deficiência, incluindo acesso por elevador.

As aulas serão realizadas de segunda a sexta-feira, das 19h às 21h30, na carreta da Fumec, localizada na rua Wadhi Abdalla Gnatos, n° 7, Jardim Monte Cristo, região do Parque Oziel.

A inscrição deve ser feita pelo Whatsapp (19) 99658-0691 ou direto no telefone da Fumec (19) 3273-1000. Para se matricular, os interessados devem apresentar comprovante de identidade e comprovante de endereço. Os candidatos passarão por uma entrevista e avaliação diagnóstica, garantindo que sejam matriculados na fase e ciclo adequados para seu aprendizado.

A Fumec oferece gratuitamente a todos os estudantes material escolar completo, kit de livros de alfabetização, uniforme, alimentação, passe escolar e óculos para aqueles com dificuldades ou deficiência visual.

 

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Idosos e PCDs podem emitir credencial de estacionamento via aplicativo do CDT

Mais de 16 milhões de pessoas acima de 60 anos que possuem, ou possuíram, carteira de habilitação, passam agora a contar com a versão digital da credencial de estacionamento exclusivo. A facilidade fica disponível a partir desta sexta-feira (25), no aplicativo CDT – Carteira Digital de Trânsito.

Além dos idosos, a medida beneficiará cerca de 3,4 milhões de PCDs, cadastrados na base do Registro de Referência da Pessoa com Deficiência.

A adesão da população ao benefício deve aumentar consideravelmente a partir desta sexta-feira (25), com o lançamento da emissão digital do documento. A credencial, que antes era emitida via estados e municípios e precisava ser impressa para exibição no painel do veículo, agora passa a ser digital e terá validade em todo o território brasileiro.

O processo é totalmente online, sem a necessidade de deslocamentos e o beneficiário poderá optar pela versão impressa (por meio do Portal da Senatran) ou digital (via app da CDT).

“A gente está trabalhando todos os dias para inserir mais e mais serviços para facilitar a vida do cidadão, ampliar as facilidades e diminuir a burocracia”, explica o secretário Nacional de Trânsito, Adrualdo Catão.

Essa é mais uma iniciativa da Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran), em parceria com o Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro). Ação alinhada às diretrizes da Estratégia Federal de Governo Digital 2024-2027, que busca promover a digitalização dos serviços públicos, com foco no cidadão.

O documento, que antes tinha validade de 5 anos, agora será vitalício para os idosos. No caso de pessoas com deficiência, a autorização será mantida enquanto constarem na base do Registro de Referência da Pessoa com Deficiência.


Para o uso da versão digital, só é possível vincular a credencial a um único veículo, que poderá ser alterado a qualquer momento.

“Você vai usar o aplicativo para cadastrar o veículo que você está usando na hora, isso é muito importante, porque vai garantir ao cidadão mais efetividade desse direito. Você vai poder usar em um veículo, depois em outro, e isso tudo usando o aplicativo da Carteira Digital de Trânsito”, conclui Adrualdo Catão.

“Essa é uma novidade que tem o poder de beneficiar direta e imediatamente dezenas de milhões de brasileiros e brasileiras”, afirma Diego Migliavacca, gerente de Soluções Digitais para Trânsito do Serpro.

Isidro dos Santos Monteiro, gerente de Soluções Digitais para Trânsito do Serpro, explica que os agentes de trânsito e policiais têm um aplicativo de fiscalização que permite verificar, por meio da placa ou do seu QR Code, se existe uma credencial vinculada ao veículo estacionado.

Em caso de descumprimento das regras, o responsável estará sujeito a multas e sanções. A infração, classificada como gravíssima, resulta na adição de 7 pontos à CNH e na aplicação de uma multa de R$ 293,47, além da remoção do veículo.

“O uso da credencial digital será cada vez mais frequente e se tornará a regra no país em bem pouco tempo”, completa Isidro.

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No Dia do Idoso iniciativas proporcionam saúde e bem-estar

Hoje (01) é comemorado o dia o Dia do Idoso. A data busca, além de homenagear, conscientizar a população sobre as necessidades de pessoas com +60. Em Campinas, há 209.308 idosos, o que representa 18,4% da população, valor acima da média brasileira que é de 10,9% da população. A expectativa de vida do município também é maior que a média nacional, o campineiro vive em média até 76,9 anos de idade, enquanto a média nacional é de 75,5 anos.

A Prefeitura de Campinas desenvolve uma série de políticas públicas para a promoção do bem-estar da população de idosos. Há 68 Centros de Saúde que dispõem de práticas integrativas; centros de convivência que oferecem aulas de artesanato, pintura, música e dança, com destaque ao Centro de Vivência do Idoso (CVI) e 500 academias ao ar livre, não exclusivas para pessoas com 60+, mas sendo os idosos os que mais as usam. Também há locais com foco no tratamento como o Centro Dia da Pessoa Idosa (CDI), Instituições de Longa Permanência de Idosos (ILPIS), atendimento em domicílio para pessoas com deficiência e idosas e o Centro de Referência do Idoso (CRI).

De acordo com a coordenadora da Saúde do Adulto e Idoso da Secretaria Municipal de Saúde, Camila Monteiro Gonçalves Dias Silva, políticas públicas para as pessoas idosas são essenciais para a garantia de direitos desse grupo. “Essas poltícas asseguram que as pessoas idosas vivam com dignidade e autonomia. Elas ajudam a enfrentar desafios específicos da senescência, que causa alterações fisiológicas no organismo em decorrência da idade e da senilidade, acarretando declínio cognitivo, perda de memória e diminuição da função física”, explica a coordenadora.

Centro de Vivência do Idoso

Um dos locais que contempla a proposta de fornecer aulas diversas como ginástica,  alongamento, pilates, entre outros, é o Centro de Vivência dos Idosos (CVI). Espaço amplo, não sendo incomum avistar um grupo se exercitando, enquanto outros jogam ou aproveitam do acervo de livros disponíveis no ambiente.

A cabeleireira Helena Serafim Ferreira, 81, que faz aulas de ginástica às segundas, relata sentir apreço pelo espaço do CVI. Ela conta que o Parque Taquaral, onde está situado o centro, lhe traz lembranças memoráveis e é um de seus lugares favoritos da cidade. “Eu me mudei para o Taquaral com nove anos, era tudo terra, com luz só na rua, nem nas casas havia luz. Me lembro que a minha turma foi a primeira da Escola Adalberto Nascimento que fica aqui no bairro. Não tinha nada ao redor da lagoa, foi muito legal ver tanta coisa mudar”, relata Helena.

O CVI fica na avenida Dr. Heitor Penteado, s/n, no Parque Taquaral. A entrada é pelo portão 4. O horário de funcionamento é das 8h às 12h e das 14h às 17h, de segunda a sexta-feira. A gestão do local é da Secretaria Municipal de Esporte e Lazer. Clique no link www.campinas.sp.gov.br/secretaria/esporte-e-lazer/pagina/aulas-gratuitas-smel para conhecer todas as atividades gratuitas disponíveis no CVI e em outras praças esportivas da cidade. Para se inscrever nas atividades, basta comparecer no local e horário da aula e falar direto com o professor.

Centro Dia da Pessoa Idosa

Outro lugar que concede cuidado e bem-estar é o Centro Dia da Pessoa Idosa (CDI). Inaugurado em setembro de 2023, fica no Jardim do Lago II e atende hoje cerca de 50 idosos. Os usuários aproveitam o espaço para praticar atividades interativas, exercícios de alongamento, artesanato e possuem também uma horta.

Natural de Lidianópolis (PR), Neusa Aparecida Teófilo, 67, veio para Campinas aos 19 anos à procura de seu ex-marido que estava em Campinas junto com seu filho mais velho. Sua trajetória foi marcada por desafios e sofrimentos, e frequentar o CDI era um alento, “uma coisa boa”, para as horas difíceis. Ela conta que o que mais a cativa no CDI é o acolhimento dos funcionários. “Quando eu chego, todos me abraçam. O momento mais feliz que eu tenho é quando estou aqui. Eu digo isso na minha casa, que aqui todos me tratam com respeito”, conta Neusa.

A unidade é vinculada à Secretaria Municipal de Desenvolvimento e Assistência Social e ligada ao Centro de Referência Especializado da Assistência Social (Creas), que é responsável pelo encaminhamento de pessoas idosas ao serviço. Para mais informações sobre os serviços do Creas, entre em contato com o telefone 156.

Dia do Idoso

No Brasil, em 1º de outubro de 2003, foi aprovado o Estatuto do Idoso (Lei nº 10.741), destinado a regular questões familiares, de saúde, discriminação e violência contra o idoso com idade igual ou superior a 60 anos.

Para envelhecer com dignidade existem garantias aos direitos dos idosos que fomentam a sua valorização. Torna-se uma prioridade social, conforme o art. 3.º da Lei 10.741/2003, a efetivação do direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação, à cultura, ao esporte, ao lazer, ao trabalho, à cidadania, à liberdade, à dignidade, ao respeito e à convivência familiar e comunitária.

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Alfabetização para jovens, adultos e idosos no Fumec tem mais de mil alunos

Para o Programa de Educação de Jovens e Adultos (EJA) ensinar  a ler e escrever não tem idade. Essa é uma missão do programa: oferecer educação para jovens, adultos e idosos em Campinas, com uma abordagem comunitária e inclusiva. Em julho deste ano, o programa da Fumec –  Fundação Municipal para Educação Comunitária formou 138 estudantes e atualmente 1.091 estão matriculados.

“Trabalhar no EJA Anos Iniciais é muito gratificante. Ver a satisfação e a alegria de pessoas que não tiveram a oportunidade de acessar a escola na idade certa, por vários motivos, mas que tiveram a coragem de buscar o sonho de se alfabetizar, é muito especial”, conta Edicelmo Valdeci Costa, gerente dos Programas de EJA da Fumec.

Por meio do EJA, a Fumec oferece programas de alfabetização e educação profissional, possibilitando que jovens e adultos retornem aos estudos, aprimorem suas habilidades e alcancem seus objetivos.

Programa formou 138 pessoas em julho deste ano

Além das aulas, o programa inclui outras atividades e iniciativas para apoiar os alunos. A instituição realiza estudos de revisão e atualizações periódicas para aprimorar práticas de inclusão e acessibilidade, atendendo melhor aos alunos com deficiência.

A Fumec também busca melhorar os processos de aprendizagem com a implementação de jogos educativos, uma abordagem que facilita o desenvolvimento de habilidades cognitivas, socioemocionais e de raciocínio lógico.

Os alunos formados em julho de 2024 receberam Chromebooks para continuar seus estudos de forma autônoma, incentivando a continuidade da aprendizagem mesmo após a conclusão do curso. O programa ainda oferece transporte fretado para atividades extracurriculares.

Com iniciativas como essas, a instituição assegura que os estudantes aproveitem ao máximo as atividades oferecidas. Saber ler e escrever é fundamental para o desenvolvimento pessoal e profissional, acessando informações e oportunidades, além de ser essencial para a inclusão e o empoderamento, melhorando a qualidade de vida.

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Atividades físicas proporcionam mais e melhores dias aos idosos

Avós e netos têm nesta sexta-feira (26), Dia dos Avós, oportunidade para celebrar uma parceria que une os dois extremos da linha da vida. De um lado, a vitalidade da juventude; do outro a experiência e os conhecimentos adquiridos ao longo de toda uma jornada.

Essa complementaridade, rica para ambas as partes, pode ganhar qualidade e ser prolongada a partir de alguns cuidados que, apesar de valerem para todos, são ainda mais relevantes àqueles que se encontram na terceira idade.

“A atividade física é o que me dá condições acompanhar o pique dos meus netos. Quero que isso dure ao máximo. É o que mais me motiva a deixar a inércia de lado e fazer as minhas ginásticas”, explica a aposentada Helia de Assis Ribeiro que, aos 86 anos, acaba de voltar de uma viagem a Foz do Iguaçu acompanhada dos cinco netos com idades entre 12 e 30 anos.

Riscos da idade

Dados do Ministério da Saúde mostram que, em 2023, as três principais causas de internações e óbitos de pessoas com mais de 60 anos estão de alguma forma relacionadas à falta de uma atividade física rotineira.

Doenças dos aparelhos circulatório resultaram em mais de 790 mil internações no ano passado, e em 310,9 mil óbitos. Já as doenças do aparelho respiratório resultaram em 465,8 mil internações e 145,2 mil óbitos. As Neoplastias (tumores) foram a causa de 455,5 mil internações e 184,3 mil óbitos.

A boa notícia é que exercícios físicos praticados com regularidade podem ajudar a melhorar essas estatísticas.

“A atividade física é fundamental para a prevenção e controle de doenças não transmissíveis, como doenças cardiovasculares, diabetes tipo 2 e vários tipos de câncer”, explica a educadora física Talita Cezareti, especialista em gerontologia pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG).

Segundo ela, a falta de atividade física está associada a uma série de desfechos adversos para a saúde dos idosos, “incluindo maior mortalidade por todas as causas e por doenças cardiovasculares, aumento da incidência de hipertensão, certos tipos de câncer e diabetes tipo 2”.

Tendo por base dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), Talita diz que entre 4 e 5 milhões de mortes poderiam ser evitadas anualmente, se a população global fosse fisicamente mais ativas, uma vez que um terço de todas as mortes decorrem de doenças cardiovasculares.

Benefícios

Antes de se aposentar, quando trabalhava como assistente social, Helia Ribeiro já observava, nos idosos que ficavam sob seus cuidados, os benefícios proporcionados por exercícios e ginásticas à terceira idade.

“Eu tinha o papel de estimulá-los às atividades físicas. Sempre tive muita clareza de que parar com os exercícios compromete a qualidade de vida, e que idosos parados acabavam ficando com a musculatura flácida. Isso é caminho para problemas físicos e, também, mentais. Para evitá-los, é fundamental que o corpo continue se mexendo e que o cérebro esteja sempre trabalhando. Todos que praticavam atividades físicas e mentais ficam em um patamar muito superior”, disse a aposentada, que faz ginástica duas vezes pros semana e todos os dias faz exercícios para as pernas.

A percepção de Helia é corroborada pela gerontóloga Talita Cezareti. “A saúde mental pode ser afetada com sintomas de ansiedade e depressão, assim como a saúde cognitiva e o sono”.

Personal treiner com diversos clientes da terceira idade, Diogo Duarte diz ter em casa, na avó Elisabeth, com 87 anos, o principal exemplo do quanto as atividades físicas agregam qualidade de vida para a terceira idade.

“Ela tem próteses nos dois joelhos, devido ao desgaste das cartilagens causado pela diferença de tamanho de suas duas pernas. A necessidade de fortalecer a musculatura da perna foi o ponto de partida para ela se inscrever em uma academia. No começo, por obrigação. Mas acabou pegando gosto pela coisa, o que acabou ajudando a lidar com a necessidade de colocar, depois, a prótese no segundo joelho”, disse.

Convívio com os netos

As dificuldades e superações da avó de Diogo tornaram ainda mais especiais os momentos dela com a bisneta Gabriela, de 8 anos. “É muito bom vê-la tão saudável e autônoma, passando horas ali, brincando com a minha filha, convivendo intensamente com ela, com os outros bisnetos e netos”, disse.

“A verdade é que a atividade física deu a ela uma juventude mais prolongada. A ponto de a gente acabar tendo de freá-la um pouco devido a tamanha disposição. A vontade dela em ter essas vivências é cada vez maior, por ela querer aproveitar cada momento”, acrescentou o neto personal treiner.

Diego classifica a avó como uma pessoa hiperativa e autossuficiente que adora viajar sozinha de carro. Gosta também de levar as amigas para passeios.

“Muitas delas, apesar de mais novas, apresentam situação mais debilitada por não praticarem atividades físicas. Às vezes ficamos preocupados e tentamos controlá-la para evitar riscos, mas a verdade é que a vontade dela é a de abraçar o mundo, característica que ficou ainda mais reforçada a partir do momento em que ela incluiu, em sua rotina, as atividades físicas”.

Além de ampliar o convívio com netos, as atividades físicas dão mais qualidade a esse convívio. “Dão, inclusive, condições de acompanhar as novidades apresentadas por eles, bem como verificar o que eles estão fazendo e influenciá-los positivamente até porque, aposentados, temos o tempo que às vezes os pais não têm”, explica Helia Ribeiro.

Sair da inércia

Ainda tendo como referência os idosos de quem cuidava durante o período em que exercia a profissão de assistente social, Helia Rineiro diz que o primeiro passo a ser dado na busca por qualidade de vida na terceira idade, é o de sair da situação de inércia.

“A pessoa tem de sair da acomodação e da situação de inércia porque, parado, a coisa só piora. Nesse sentido, família e amigos podem ter papel fundamental porque podem ser fonte de estímulo”, disse.

Segundo ela, há, em muitas cidades, diversas atividades voltadas aos idosos. “Algumas, inclusive, oferecidas gratuitamente pelas prefeituras em praças públicas. Vale começar pela musculação porque, além de preparar o corpo para outras atividades, possibilita integração com outras pessoas. Digo isso porque muitos idosos passam muito tempo sozinhos, e a solidão é muito ruim porque traz tristeza”, acrescentou ao ressaltar que, principalmente na terceira idade, é fundamental que se tenha um acompanhamento profissional.

Acompanhamento profissional

O personal treiner Diogo Duarte explica que toda atividade voltada a idosos deve evitar esforços excessivos, respeitando sempre as limitações naturais da idade. Talita Cezareti acrescenta que a recomendação da OMS e do Ministério da Saúde para pessoas idosas é clara: realizar exercícios aeróbicos de intensidade moderada, como caminhadas, natação ou dança, por pelo menos 150 minutos por semana (ou 75 minutos se intensidade for vigorosa).

Além disso, é crucial incluir exercícios de fortalecimento muscular e equilíbrio em dois ou mais dias semanais para preservar a massa muscular, prevenir quedas e manter a funcionalidade.

“Treinamentos de equilíbrio, fortalecimento muscular e atividades aeróbicas são mais eficazes para aumentar a capacidade funcional em idosos frágeis, quando realizados de 3 a 5 vezes por semana por 30 a 45 minutos por sessão ao longo de 3 a 5 meses”, detalhou a gerontóloga.

Ela destaca ser importante estar atento ao que o idosos gostam e desejam fazer, o que pode abranger exercícios a serem executados na companhia de pessoas com quem eles tenham afinidade. “O que precisamos é de constância, e observar pontos como prazer faz toda diferença”.

A dança pode ser uma dessas atividades, segundo Helia Ribeiro, até por ser uma atividade que estimula os idosos tanto do ponto de vista físico como intelectual.

“Gosto de dançar. Inclusive fiz dança de salão por um bom tempo, mas como meu marido não gosta, acabei parando. É uma atividade prazerosa e agradável, que deixa o corpo mais leve, ao mesmo tempo em que melhora o estado de cognição. Além disso, ao nos possibilitar conhecer outras pessoas, amplia a vida social, com trocas de experiências que acontecem de forma espontânea, natural e sem programação”.

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Serviço domiciliar irá atender idosos e pessoas com deficiência

A Prefeitura de Campinas lançou nesta quinta-feira, 4 de julho, o Serviço de Proteção Social Básica no Domicílio para Pessoas com Deficiência e Idosas. Trata-se de uma ação preventiva, que  visa garantir a dignidade, a segurança e a qualidade de vida dessas populações vulneráveis. A gestão do serviço está a cargo da Secretaria Municipal de Desenvolvimento e Assistência Social.

“Este serviço visa atender situações de vulnerabilidade antes que os casos evoluam para uma situação mais grave. Quero aqui agradecer à Fundação Síndrome de Down, que irá executar o serviço, e ao deputado federal Marcos Pereira, que destinou uma emenda e tornou possível essa iniciativa”, afirmou o prefeito Dário Saadi.

Já a secretária de Desenvolvimento e Assistência Social, Vandecleya Moro, destacou que os serviços da proteção básica “ficam completos” com essa inovação. “Temos atualmente 17 mil famílias atendidas e, com esse novo passo, vamos ao encontro das diretrizes do Sistema Único de Assistência Social para garantir dignidade e humanidade ao atendimento dos que mais precisam”, acrescentou.

O serviço destina-se a pessoas com deficiência de todas as faixas etárias e idosos, com 60 anos ou mais, que vivenciem situações de vulnerabilidade social. A meta é garantir direitos, desenvolver mecanismos de inclusão social, equiparar oportunidades e promover a autonomia dos usuários, prevenindo situações de risco, exclusão e isolamento.

O serviço atua em várias frentes para prevenir situações de risco e promover a autonomia e o bem-estar dos beneficiários. Haverá visitas domiciliares de monitoramento para a garantia de direitos na casa da pessoa. Os atendidos também serão orientados, em caso de necessidade, para serviços municipais de educação, saúde, Benefício de Prestação Continuada (BPC), Renda Campinas, Bem Campinas e Cartão Nutrir. Busca atender a uma população duplamente vulnerável, que inclui pessoas com deficiência e idosos, promovendo a inclusão social e assegurando o acesso a direitos fundamentais. A execução do serviço ficará a cargo da Fundação Síndrome de Down, uma Organização da Sociedade Civil (OSC) selecionada por meio de um chamamento público. A parceria permitiu uma capacidade de atendimento de até 96 usuários e suas famílias, que já estão pré-cadastradas. O atendimento começará em agosto. Os Centros de Referência de Assistência Social (CRAS) e os Distritos de Assistência Social (DAS) identificaram usuários que vivenciam situação de vulnerabilidade social pela fragilização de vínculos familiares e sociais para serem atendidos pelo serviço. O critério adotado foi o de vulnerabilidade.

Segundo o cadastro prévio, a maioria dos beneficiários serão pessoas de 54 a 71 anos.

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