Itália

Ofner inaugura nova loja no shopping Iguatemi Campinas

A Ofner inaugura uma loja no Iguatemi Campinas, apresentando ao público um conceito de operação mais atual, que integra design, tecnologia e conveniência. Localizada no 1º piso, a unidade foi concebida como um ponto de pausa no fluxo do shopping, estimulando encontros e momentos de convivência. A abertura marca uma nova etapa do plano de expansão da marca e reflete a evolução do seu modelo de negócios, com projeto focado na experiência do consumidor e no uso de tecnologia para trazer ainda mais conveniência.

A inauguração acontece em um momento de crescimento consistente da Ofner. Em 2025, a marca encerrou o ano com avanço de 20% no faturamento em relação a 2024 e mantém, em 2026, a estratégia de expansão em áreas-chave, reforçando o compromisso de estar cada vez mais próxima do seu público. O movimento prioriza a experiência, amplia a conveniência e preserva a alta qualidade e o padrão premium que fazem parte do DNA da empresa.

O espaço traduz a evolução do modelo de loja da marca, combinando sofisticação e funcionalidade em um ambiente alinhado ao perfil do Iguatemi Campinas, reconhecido como um dos principais polos de compras, gastronomia e lazer da região.

“Essa inauguração soma ao nosso mix uma marca com forte identidade e reconhecimento nacional, que dialoga com o perfil do nosso público e amplia a diversidade gastronômica do shopping. A Ofner chega ao Iguatemi Campinas com um conceito que valoriza ambientes bem desenhados e acolhedores, aliado ao alto padrão e qualidade de seus produtos, que são referência no mercado”, afirma Lívia Moufarrej Abdalla, gerente de marketing do empreendimento.

Reconhecida pelo cuidado em cada detalhe, pela excelência dos produtos e pela cultura centrada em pessoas, a Ofner reforça, com essa inauguração, sua missão de oferecer muito mais do que uma cafeteria: um espaço de pausa, conexão e experiência. “O novo quiosque no Shopping Iguatemi Campinas materializa esse posicionamento e convida o público a estar, sentir e se conectar com a marca”, explica Denilson Moraes, CEO da marca.

Com visual clean, elegante e acolhedor, o novo projeto arquitetônico traduz um conceito alinhado às transformações no comportamento do consumidor, que busca ambientes sensoriais e confortáveis. A arquitetura aposta em linhas contemporâneas, iluminação suave e elementos de biofilia para criar uma atmosfera de bem-estar e conexão, reforçando o posicionamento da marca em um espaço sofisticado e atemporal.

Entre os destaques está o mobiliário assinado pelo designer Fahrer, referência no design brasileiro, que adiciona personalidade e autenticidade ao ambiente. Pequenas áreas de convivência convidam o consumidor a desacelerar em meio à dinâmica do shopping, enquanto a presença do verde integra natureza e estética, tornando a experiência mais leve e acolhedora.

A operação também incorpora tecnologia ao atendimento, com pedidos e pagamentos realizados diretamente na mesa ou por meio de totens de autoatendimento, garantindo mais agilidade e autonomia ao consumidor.

Além do portfólio tradicional da marca, o público poderá conhecer os itens da campanha de verão Sabores do Mundo, com sobremesas, gelatos, bebidas e salgados inspirados nos sabores do Brasil, Portugal e Itália.

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Comédia de grande sucesso em SP terá apresentação única em Campinas

A comédia “Entre Irmãos” chega a Campinas neste final de semana com apresentação única no Teatro Castro Mendes, sábado, dia 16 de agosto, às 20h. Encenada por Fernando Pavão e Otávio Martins, ator e dramaturgo campineiro que também assina o texto, a produção, que fez muito sucesso em temporada paulistana e agora corre o interior do Estado,  narra o reencontro de dois irmãos, após 25 anos de rompimento,  provocando risadas e muita emoção da plateia.

Idealizada como uma celebração conjunta aos 30 anos de carreira dos principais envolvidos – os atores e o diretor Marcos Damigo –, a peça marca também a estreia de Otávio Martins como ator em Campinas, cidade em que nasceu e morou até o final da adolescência, quando se mudou para a Itália, onde fez diversos cursos de interpretação. De volta ao Brasil, instalou-se em São Paulo, iniciando lá sua carreira artística.

“Já comandei espetáculos em Campinas como autor e diretor, nunca como ator, então essa apresentação no Castro Mendes terá um sabor muito especial para mim, pois em três décadas  de profissão será a primeira vez que subirei ao palco na cidade em que nasci”, afirma.

Os ingressos, com valores a partir de R$ 50,00, podem ser adquiridos pela Internet, via Sympla, ou presencialmente na bilheteria do teatro.

O enredo de “Entre Irmãos” gira em torno desse reencontro, que acontece em um momento muito peculiar: o velório do pai. Inusitada, a situação enriquece a trama e desperta um misto de sensações, temperadas com muito humor. Afinal, “velório é onde se contam as melhores piadas”, como lembra uma das falas da peça.

Na trama, o irmão mais velho foi obrigado a sacrificar suas próprias ambições para cuidar da família, enquanto o mais novo se tornou um premiado fotojornalista e desbravou o mundo. Com tantos elementos, o encontro está longe de ser caloroso.

Carregada de mágoas, acusações e ressentimentos, o que parecia uma simples reunião de família transforma-se numa verdadeira montanha-russa emocional, com revelações do passado que mudam as perspectivas dos dois.

O texto aborda temas universais das relações familiares, como o confronto entre diferentes escolhas de vida e as complexas dinâmicas entre irmãos que tiveram a mesma criação, cujas personalidades entraram em rota de conflito.

A peça conta com dois premiados atores conhecidos do público por seus papéis em novelas e outros projetos teatrais e que já trabalharam juntos em diversas produções, incluindo a comédia Vamos, o drama Três Dias de Chuva e a tragédia Troilo e Cressida.  Recentemente, Fernando Pavão foi premiado como melhor ator pelo espetáculo Mary Stuart e Otávio Martins ganhou destaque em sua carreira como ator, diretor e escritor, com prêmios e reconhecimentos em teatro, cinema e televisão.

Fernando Pavão – Conhecido pelo grande público por novelas como Família é Tudo (Globo), Gênesis e Pecado Mortal (Record), Fernando Pavão tem uma imensa lista de personagens na televisão. Depois de três temporadas de Malhação (Globo), construiu uma sólida carreira em novelas na Record, como Poder Paralelo, Escrava Mãe e Conselho Tutelar. Em teatro, atuou em espetáculos como O Inimigo do Povo, de Henrik Ibsen, Três Dias de Chuva e Troilo e Cressida, ambos com direção de Jô Soares, Terremotos, com direção de Marco Pamio, Caros Ouvintes, com texto e direção de Otávio Martins, e Mary Stuart, com direção de Nelson Baskerville – papel que lhe rendeu o prêmio Bibi Ferreira de Melhor Ator.

Otávio Martins – Com uma carreira de 30 anos em teatro, Otávio Martins trabalhou em 48 espetáculos, atuou em 5 novelas, 3 séries e 9 longas metragens. Participou do longa Salve Geral, da novela Beleza Pura (Globo) e na série Mothern (GNT). Sua atuação em Sideman, de Warren Leight, lhe rendeu a escolha como melhor ator no prêmio Contigo!. Atuou no filme Malu de Bicicleta, na novela Amor Eterno Amor (Globo) e na série PSI (HBO). Em 2014, escreveu e dirigiu “Caros Ouvintes”, ganhando os prêmios de melhor direção e melhor espetáculo no Prêmio Qualidade Brasil. Foi colaborador de Walcyr Carrasco na novela Eta Mundo Bom. Atuou no filme Os Homens São de Marte, na série Toda Forma de Amor e no longa Nada A Perder. Foi o grande vilão Roger das novelas As Aventuras de Poliana e Poliana Moça, no SBT.

Vídeo da peça: https://drive.google.com/drive/folders/1m47Yr_a6IJV7HmnUJAl7I4uHDELpso6R

Serviço
Peça “Entre Irmãos” em Campinas
Elenco: Fernando Pavão e Otávio Martins
Direção: Marcos Damigo
Texto: Otávio Martins
Local: Teatro Municipal José de Castro Mendes (Praça Correa de Lemos, s/nº, Vila Industrial,  Campinas)
Data: dia 16 de agosto, sábado
Horário: 20h
Ingressos: a partir de R$ 50,00 (primeiro lote), à venda pela Internet, via Sympla, ou na bilheteria do teatro (de quarta a domingo, das 16h às 21h)
Duração: 75 minutos
Classificação etária: 16 anos
Gênero: Comédia Dramática
Capacidade: 760 Lugares
Ambiente acessível para PcD e climatizado

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Comédia “Entre Irmãos” chega a Campinas em apresentação única

Depois de uma temporada de sucesso em São Paulo, a peça “Entre Irmãos” chega a Campinas em apresentação única no Teatro Municipal José de Castro Mendes, dia 16 de agosto, às 20h. Encenada por Fernando Pavão e Otávio Martins, ator e dramaturgo campineiro que também assina o texto, a produção narra o reencontro de dois irmãos, após 25 anos de rompimento,  provocando risadas e muita emoção da plateia.

 

Idealizada como uma celebração conjunta aos 30 anos de carreira dos principais envolvidos – os atores e o diretor Marcos Damigo –, a peça marca também a estreia de Otávio Martins como ator em Campinas, cidade em que nasceu e morou até o final da adolescência, quando se mudou para a Itália, onde fez diversos cursos de interpretação. De volta ao Brasil, instalou-se em São Paulo, iniciando lá sua carreira artística.

“Já comandei espetáculos em Campinas como autor e diretor, nunca como ator, então essa apresentação no Castro Mendes terá um sabor muito especial para mim, pois em três décadas  de profissão será a primeira vez que subirei ao palco na cidade em que nasci”, afirma.

Os ingressos, com valores a partir de R$ 50,00, podem ser adquiridos pela Internet, via Sympla (link), ou presencialmente na bilheteria do teatro. 

Enredo

A história de “Entre Irmãos” gira em torno desse reencontro, que acontece em um momento muito peculiar: o velório do pai. Inusitada, a situação enriquece a trama e desperta um misto de sensações, temperadas com muito humor. Afinal, “velório é onde se contam as melhores piadas”, como lembra uma das falas da peça.

Na trama, o irmão mais velho foi obrigado a sacrificar suas próprias ambições para cuidar da família, enquanto o mais novo se tornou um premiado fotojornalista e desbravou o mundo. Com tantos elementos, o encontro está longe de ser caloroso.

Carregada de mágoas, acusações e ressentimentos, o que parecia uma simples reunião de família transforma-se numa verdadeira montanha-russa emocional, com revelações do passado que mudam as perspectivas dos dois.

O texto aborda temas universais das relações familiares, como o confronto entre diferentes escolhas de vida e as complexas dinâmicas entre irmãos que tiveram a mesma criação, cujas personalidades entraram em rota de conflito.

Otávio, que tem um irmão, enfatiza que a peça não é autobiográfica, mas reflete sobre o que acontece quando dois mundos tão diferentes são colocados frente a frente. “Todas as famílias têm um irmão que sai, que desbrava o mundo, e o que fica e acaba sendo responsabilizado por proteger e cuidar”, diz o autor. “A primeira coisa que fiz foi mostrar o texto ao meu irmão.

Ele é meu melhor amigo, eu sou um privilegiado. Existe uma arte em saber amar um irmão, que é a pessoa que mais te conhece, desde criança, mas em geral se torna o adulto que mais te julga”, completa.

Para o ator Fernando Pavão, que tem duas irmãs, a peça parte de uma história cotidiana para refletir sobre diversos assuntos: “É um texto que fica na cabeça das pessoas, porque acaba espelhando todas as relações familiares.” Segundo ele, o desafio proposto pela dramaturgia é um dos fatores que mais o empolgaram no projeto: “A peça tem um humor mesmo quando está no auge do drama e consegue ser dramática quando os diálogos são cômicos. Uma montanha-russa para qualquer ator, um espetáculo para rir muito e chorar de emoção”, diz Fernando.

Para o diretor da peça, Marcos Damigo, que tem um irmão gêmeo, “a relação entre irmãos é uma das mais complicadas de se explicar. E o texto é um desafio não só pelo que é dito, mas principalmente pelo não-dito, o não-falado, o subentendido.”

As escolhas de encenação foram tomadas em função do texto: “Os diálogos são muito bem estruturados, é um jogo de tênis que o espectador acompanha às vezes como plateia, às vezes como voyeur.” O cenário minimalista permite que os atores explorem ainda mais a potência do diálogo. “O grande desafio para o elenco é criar todo o ambiente cenográfico através das palavras. A interpretação dos atores ganhou uma outra qualidade”.

 Elenco

A peça conta com dois premiados atores conhecidos do público por seus papéis em novelas e outros projetos teatrais e que já trabalharam juntos em diversas produções, incluindo a comédia Vamos, o drama Três Dias de Chuva e a tragédia Troilo e Cressida.  Recentemente, Fernando Pavão foi premiado como melhor ator pelo espetáculo Mary Stuart e Otávio Martins ganhou destaque em sua carreira como ator, diretor e escritor, com prêmios e reconhecimentos em teatro, cinema e televisão.

Fernando Pavão – Conhecido pelo grande público por novelas como Família é Tudo (Globo), Gênesis e Pecado Mortal (Record), Fernando Pavão tem uma imensa lista de personagens na televisão. Depois de três temporadas de Malhação (Globo), construiu uma sólida carreira em novelas na Record, como Poder Paralelo, Escrava Mãe e Conselho Tutelar. Em teatro, atuou em espetáculos como O Inimigo do Povo, de Henrik Ibsen, Três Dias de Chuva e Troilo e Cressida, ambos com direção de Jô Soares, Terremotos, com direção de Marco Pamio, Caros Ouvintes, com texto e direção de Otávio Martins, e Mary Stuart, com direção de Nelson Baskerville – papel que lhe rendeu o prêmio Bibi Ferreira de Melhor Ator.

Otávio Martins – Com uma carreira de 30 anos em teatro, Otávio Martins trabalhou em 48 espetáculos, atuou em 5 novelas, 3 séries e 9 longas metragens. Participou do longa Salve Geral, da novela Beleza Pura (Globo) e na série Mothern (GNT). Sua atuação em Sideman, de Warren Leight, lhe rendeu a escolha como melhor ator no prêmio Contigo!. Atuou no filme Malu de Bicicleta, na novela Amor Eterno Amor (Globo) e na série PSI (HBO). Em 2014, escreveu e dirigiu “Caros Ouvintes”, ganhando os prêmios de melhor direção e melhor espetáculo no Prêmio Qualidade Brasil. Foi colaborador de Walcyr Carrasco na novela Eta Mundo Bom. Atuou no filme Os Homens São de Marte, na série Toda Forma de Amor e no longa Nada A Perder. Foi o grande vilão Roger das novelas As Aventuras de Poliana e Poliana Moça, no SBT.

 Ficha Técnica do espetáculo
Texto: Otávio Martins
Direção: Marcos Damigo
Elenco: Fernando Pavão e Otávio Martins
Trilha Sonora: Ricardo Severo
Cello: Ana Eliza Colomar
Iluminação: Beto de Faria
Fotos: Heloísa Bortz
Design Gráfico: Patrícia Scótolo
Produção: Patrícia Scótolo
Assistente de Produção: Flavia Moreira
Realização: Engrenagem de Produção

Serviço
Peça “Entre Irmãos” em Campinas
Elenco: Fernando Pavão e Otávio Martins
Direção: Marcos Damigo
Texto: Otávio Martins
Local: Teatro Municipal José de Castro Mendes (Praça Correa de Lemos, s/nº, Vila Industrial,  Campinas)
Data: dia 16 de agosto, sábado
Horário: 20h
Ingressos: a partir de R$ 50,00 à venda pela Internet, via Sympla (link), ou na bilheteria do teatro (de quarta a domingo, das 16h às 21h)
Duração: 75 minutos
Classificação etária: 16 anos
Gênero: Comédia Dramática
Capacidade: 760 Lugares
Ambiente acessível para PcD e climatizado

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Fiat comemora 125 anos de evolução e sucesso em vendas

Uma das marcas mais importantes da indústria automotiva mundial comemora 125 anos. Em 11 de julho de 1899, no Palazzo Bricherasio, em Turim, foi fundada a Società Anonima Fabbrica Italiana di Automobili – Torino, posteriormente simplificada para Fabbrica Italiana Automobili Torino – e conhecida por todos por seu acrônimo: FIAT. Para as marca a Itália ficou pequena e se tornou um sucesso em todo o mundo pela inovação, pioneirismo e carros marcantes.

Do primeiro carro, o 4 HP, passando por ícones como o S61, S76, Topolino, 500, 600, 127, 147, Panda, Uno, Tempra, Tipo, Palio, entre tantos outros, até chegar na gama atual, a Fiat construiu uma trajetória de sucesso baseada na inovação, acessibilidade e design. Cada um desses modelos marcou uma era distinta e contribuiu para a consolidação da marca no mercado global.

Vale ressaltar que a Fiat é uma das marcas automotivas em operação há mais tempo no mundo. Só no Brasil, já produziu mais de 18 milhões de veículos e ao longo dos anos, estabelecendo fortes vínculos no país, construindo o que hoje é umas das maiores redes de concessionários, mais de 500, espalhados por todo território nacional e consolidando-se como líder do mercado há 3 anos consecutivos.

“Ao longo de sua trajetória, a Fiat protagonizou momentos decisivos que moldaram a indústria automotiva. Mais do que desenvolver carros, construiu sonhos e oportunidades. Completar 125 anos é um feito que apenas uma marca com verdadeira tradição pode alcançar “, destaca Alexandre Aquino, vice-presidente da Marca Fiat para a América do Sul.

No ano de sua criação, a marca começou a fabricar o 4 HP, também conhecido como 3,5 CV. No início do século XX, aproveitando a febre da velocidade que se espalhava pelo mundo, surgiu o Fiat S61, um carro de corrida de dois lugares, em um cenário de intensa emoção esportiva, assim como o S76, conhecido como a “Besta de Turim”, com seu incrível motor de 28,5 litros. Nas décadas seguintes, modelos como o Topolino, o Fiat 500 e o Fiat 600 se tornaram ícones de design e democratizaram o acesso ao automóvel na Europa.

Em paralelo, em 1903, a Fiat atravessou as fronteiras do continente europeu e chegou à América, escolhendo a Argentina como primeiro destino de internacionalização. Com a visão de expandir a marca além da Europa, essa decisão estratégica abriu caminho para que a Fiat se tornasse uma referência na indústria automotiva argentina. No início, vendia modelos importados da Itália, e algumas décadas depois, a marca começou a investir na industrialização no país.

Tanto é que a marca construiu uma planta em Caseros dedicada à produção de automóveis, e em abril de 1960, saiu das linhas de montagem o Fiat 600D, o primeiro automóvel da marca fabricado na Argentina. Além de contribuir para o desenvolvimento industrial, a Fiat também foi uma escola de formação e treinamento de profissionais e técnicos, chegando a ser o principal empregador privado do país.

Na década seguinte chegou a vez da marca desembarcar no Brasil. Mais especificamente em 1973 foi celebrado um acordo de interesse entre Fiat SpA e o Governo de Minas Gerais e, em 9 de julho de 1976, era inaugurada a fábrica da Fiat Automóveis, em Betim, para a fabricação do 147.

Sucesso no Brasil 

“Mezzo brasileira e mezzo italiana”, conceito utilizado no rebranding da marca, traduz bem a relação que a Fiat possui com o país. Afinal, o Brasil desempenha um papel fundamental na história da Fiat.

A marca foi percussora na produção nacional em alguns segmentos como de picapes e furgões leves. Além disso, entre as conquistas, destacam-se o lançamento do primeiro carro brasileiro com computador de bordo (Prêmio), o pioneiro com motor turbo de fábrica no país (Uno Turbo) e o primeiro equipado com airbags no Brasil (Tipo). Também foi a primeira empresa a possibilitar a compra de um automóvel pela internet (Brava).

O primeiro modelo a sair da linha de montagem foi o Fiat 147, um carro moderno e inovador para a época dentro do mercado nacional. Em 1979, o carro ganhava sua versão movida a etanol, tornando-se o primeiro carro produzido em série no mundo movido com este combustível.

Além disso, a família do 147 também ganhou outras variações como sedãs, peruas, furgões e picapes, inaugurando segmentos que antes não existiam. Já em 1984, 40 anos atrás, foi a vez do Uno fazer história com o conceito “pequeno por fora e grande por dentro”. O modelo, lançado apenas um ano antes na Europa, associava um desenho aerodinâmico e novidades internas – todos os principais comandos sem a necessidade de tirar as mãos do volante – somado a atributos já consagrados do 147, como amplo espaço interno, baixo custo de operação e economia de combustível. Nos quatro anos seguintes, a Fiat apresentou versões de três volumes (Prêmio), perua (Elba) picape e furgão (Fiorino) derivados do Uno.

Na década de 1990, a Fiat continuou a consolidar a presença no mercado brasileiro com importantes lançamentos que marcaram a década. Em 1990, a marca apresentou o Uno Mille, uma versão mais acessível e econômica do Uno, que se tornou um verdadeiro fenômeno de vendas e um dos carros mais populares do Brasil, graças ao baixo custo de manutenção e consumo eficiente de combustível. Na mesma década, o Uno também foi responsável por mais um capítulo importante dentro do cenário nacional dos esportivos. Em fevereiro de 1994, a Fiat lançava pela primeira vez no Brasil, um carro de passeio que saía de fábrica com turbocompressor.

Outro destaque foi o lançamento do Fiat Tempra, um sedã médio lançado em 1991, que trouxe sofisticação e tecnologia avançada para a época, sendo o primeiro sedã de luxo da marca. Também foi o primeiro a trazer a tecnologia de motores de quatro válvulas por cilindro em um carro nacional, em 1994. No ano seguinte, chegava o Tipo, primeiro carro médio importado pela marca.

Em 1996, a Fiat revolucionou o segmento de compactos com o lançamento do Fiat Palio, um modelo global desenvolvido para atender às necessidades dos mercados emergentes. O Palio rapidamente se tornou um sucesso de vendas e gerou uma família de veículos, incluindo a perua Palio Weekend, Siena e mais tarde a picape Strada, que logo se tornou líder de categoria e referenciou a Fiat dentro do segmento de picapes, mais do que isso, nos últimos 3 anos, a Strada é o carro mais vendido do Brasil e é uma das principais responsáveis, juntamente com Ducato, Scudo e Toro, pela liderança em LVC’s.

Os dois últimos anos da década de 1990, foram marcados por muitas tecnologias e lançamentos inovadores. Em 1998 foi lançado o Fiat Marea, o primeiro carro brasileiro com motor 5 cilindros e faróis elípticos, o Siena 6 marchas e a Strada. No ano seguinte, chegava a Strada Cabine Estendida, o Palio Adventure, inaugurando o que se tornaria uma das versões mais reconhecidas da marca, o Palio Citymatic, com sua inovadora embreagem automatizada, além da chegada do Brava, primeiro carro vendido pela internet.

A Fiat não parou de evoluir, a partir dos anos 2000, a família Fiat cresceu, tornou-se mais relevantes dentro do mercado e a marca trouxe modelos completamente novos, como o Doblò, Ducato, Stilo, Idea, Punto e Linea, além de iniciar a importação do icônico Fiat 500. Na mesma década, a marca lançou no mercado o Adventure Locker, sistema de bloqueio do diferencial, também foi a vez de trazer outras novidades, o câmbio automatizado Dualogic, o Siena Tetrafuel e a Strada Cabine Dupla.

A década de 2010 foi marcada por uma explosão de novidades para a Fiat, principalmente no que tange o design e a criatividade brasileira. Logo no início, a marca apresentou a nova geração do Uno, um ícone repaginado para atender às novas demandas do mercado. Também lançou o Freemont, seu primeiro SUV e o primeiro modelo resultante da associação da marca italiana com o grupo Chrysler aqui no Brasil.

Em 2016, A Fiat lança mais um enorme sucesso: a Toro, o primeiro SUP (Sport Utility Pick-up) do mercado. O conceito exclusivamente pensado para o mercado nacional era um sonho antigo dos engenheiros brasileiros, que combina robustez e versatilidade. No mesmo ano, o Mobi chegou para revolucionar o segmento de compactos, com um design moderno, tampa do porta-malas totalmente em vidro e preço competitivo para o mercado da época.

As inovações continuaram em 2017, quando a Fiat apresentou o Argo, um hatch com visual contemporâneo que refletia o novo momento da marca. Já em 2018, foi lançado o Cronos, sedã importado da Argentina que rapidamente se destacou pela elegância e eficiência.

Nesta década, a Fiat passou por um rebrading, inovou o portifólio, entrou em novos segmentos, retomando liderança do mercado brasileiro. Em 2020, a marca lançou mais uma geração da Strada, uma nova geração da icônica picape que trouxe avanços em design, segurança e que rapidamente se tornou um sucesso. No ano seguinte, a Fiat deu início à eletrificação no Brasil com o lançamento do Fiat 500e, seu primeiro veículo totalmente elétrico. Também apresentou seu primeiro SUV nacional, o Fiat Pulse, que conquistou os consumidores com estilo arrojado e muita tecnologia.

Em 2022, a Fiat continuou a expansão no mercado de veículos comerciais com o lançamento do Scudo, com uma versão elétrica, o e-Scudo. Também ampliou a família com o Fiat Fastback, com um novo conceito de SUV Coupé. Em 2023, a marca trouxe o Novo Ducato, oferecendo mais versatilidade e eficiência, e inovou com a Stradav equipada com motor turbo, tornando-se a primeira picape do segmento a contar com esse tipo de motorização em todo o mundo.

Já neste ano, a marca entrou para o segmento de D-picapes, com a Titano, modelo com maior volume de caçamba e preço mais competitivo da categoria, além de muita tecnologia e robustez. Atualmente, a Fiat ostenta o título de líder de vendas há 42 meses consecutivos, o que equivale a três anos e meio sendo a número um no mercado nacional.

Uma história latino-americana 

Com mais de 100 anos de história na América Latina, a Fiat desembarcou seu primeiro veículo na Argentina em 1903. Já na década de 1920, a empresa instalou seu primeiro salão de exibições em Buenos Aires e criou a primeira assistência técnica para os veículos importados da Itália.

Com o sucesso dos modelos italianos, a empresa inaugurou sua primeira fábrica em 1960, em Caseros, província de Buenos Aires. Naquele mesmo ano, a marca iniciava a produção do Fiat 600D, considerado um dos primeiros automóveis de fabricação em larga escala na Argentina, que foi fabricado até 1982. Milhares de argentinos habitantes no país, aprenderam a dirigir em um “Fitito”, como ficou conhecido.

A evolução foi rápida. Já em 1963 nascia a segunda fábrica da marca em solo argentino, em Ferreyra, Córdoba, para produzir conjuntos mecânicos. Enquanto em Palomar, também província de Buenos Aires, era erguida uma unidade de carrocerias e montagem. No ano seguinte, foi inaugurado o Edifício Mirafiori para ser a sede central. Ainda na década de 1960, o mercado argentino teve carros como o 1100, 1500, 1600 Multicarga e o 125 Sport.

Durante a década de 1970, a expansão da Fiat prosseguiu com a exportação de componentes de montagem de carros no Uruguai, iniciada em 1972. Entre 1971 e 1986, o Fiat 128 marcou época na Argentina, sendo o primeiro carro com tração dianteira fabricado no país. O Veículo apresentava, ainda, motor transversal e foi produzido nas versões básica, L, Familiar, Europa e IAVA.

Do início dos anos 1980 até 1995, a Sevel produziu e vendeu sob licença os automóveis e comerciais da Fiat, mantendo a liderança do mercado argentino. Carros como o Spazio, o Uno e o sedã Regatta tiveram grande aceitação do público.
Em 1995, a Fiat Auto decidiu investir US$ 600 milhões na Argentina para a fabricação de carros da família Palio.  Uma nova fábrica foi construída em Córdoba, incorporando a unidade de motores e caixas de câmbio já existente. Sendo que o controle da marca, por meio da Fiat Auto Argentina S.A., foi retomado oficialmente no dia 1º de julho de 1996. Em dezembro do mesmo ano, iniciava a fabricação dos novos Palio e Siena.

Após os anos 2000, a história da Fiat ficou marcada pelo relançamento do complexo industrial de Ferreyra em 2008; o investimento na planta e preparação para produção do novo Palio em 2012; e a modernização da fábrica de Córdoba com investimento de US$ 500 milhões para produzir um carro de qualidade mundial: o Fiat Cronos.

Lançado em 2017, o Fiat Cronos chegou para revolucionar o mercado de sedãs, fazendo parte da ampla renovação da gama da marca. Recentemente, o modelo alcançou a marca de 400 mil unidades produzidas na planta argentina. Além de estar presente na Argentina e no Brasil, o modelo também é exportado para outros oito países na América Latina.

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Lula propõe governança global para inteligência artificial

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva propôs, nesta sexta-feira (14), a instituição de uma governança global e representativa para o tema da inteligência artificial, para que seus benefícios sejam “compartilhados por todos”. “As instituições de governança estão inoperantes diante da realidade geopolítica atual e perpetuam privilégios”, disse Lula durante a sessão de engajamento externo da Cúpula do G7, reunião de líderes de sete das maiores economias do mundo.

O evento começou na quinta-feira (13) e vai até amanhã (15) em Borgo Egnazia, na região da Puglia, no sul da Itália. A sessão de trabalho começou com os discursos da primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, e do papa Francisco. A fala do presidente Lula e de outros líderes não foi transmitida, mas o texto lido foi divulgado pelo Palácio do Planalto.

Para o presidente brasileiro, os desafios atuais envolvem a condução de uma revolução digital inclusiva e o enfrentamento das mudanças do clima. Nesse sentido, segundo ele, a inteligência artificial pode potencializar as capacidades dos Estados de adotarem políticas públicas para o meio ambiente e contribuir para a transição energética.

“Precisamos lidar com essa dupla transição tendo como foco a dignidade humana, a saúde do planeta e um senso de responsabilidade com as futuras gerações. Na área digital, vivenciamos concentração sem precedentes nas mãos de um pequeno número de pessoas e de empresas, sediadas em um número ainda menor de países. A inteligência artificial acentua esse cenário de oportunidades, riscos e assimetrias”, disse.

Para o presidente, qualquer uso da inteligência artificial deve respeitar os direitos humanos, proteger dados pessoais e promover a integridade da informação. “Uma inteligência artificial que também tenha a cara do Sul Global [países do Hemisférios Sul, considerados em desenvolvimento], que fortaleça a diversidade cultural e linguística e que desenvolva a economia digital de nossos países. E, sobretudo, uma inteligência artificial como ferramenta para a paz, não para a guerra. Necessitamos de uma governança internacional e intergovernamental da inteligência artificial, em que todos os Estados tenham assento”, disse Lula aos líderes.

As cúpulas do G7 costumam contar com a presença de países convidados. Esta é a oitava vez que Lula participa da Cúpula do G7. As seis primeiras ocorreram nos dois primeiros mandatos, entre os anos de 2003 e 2009. Desde então, o Brasil não comparecia a um encontro do grupo. A sétima participação do presidente brasileiro foi no ano passado, na cúpula em Hiroshima, no Japão.

No segmento de engajamento externo deste ano, foram discutidos, entre outros, os temas de inteligência artificial e de energia, bem como a cooperação com a África e no Mar Mediterrâneo. Para Lula, os africanos são parceiros indispensáveis e devem ser considerados no enfrentamento dos desafios globais.

“Com seus 1,5 bilhão de habitantes e seu imenso e rico território, a África tem enormes possibilidades para o futuro. A força criativa de sua juventude não pode ser desperdiçada cruzando o Saara para se afogar no Mediterrâneo. Buscar melhores condições de vida não pode ser uma sentença de morte”, disse, em referência às mortes de migrantes no Mar Mediterrâneo.

“Muitos países africanos estão próximos da insolvência e destinam mais recursos para o pagamento da dívida externa do que para a educação ou a saúde. Isso constitui fonte permanente de instabilidade social e política. Sem agregar valor a seus recursos naturais, os países em desenvolvimento seguirão presos na relação de dependência que marcou sua história. O Estado precisa recuperar seu papel de planejador do desenvolvimento”, acrescentou o presidente.

O G7 é composto por Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão e Reino Unido. Além dos membros do grupo, da Santa Sé e do Brasil, foram convidados para a reunião África do Sul, Arábia Saudita, Argélia, Argentina, Emirados Árabes Unidos, Índia, Jordânia, Mauritânia (representando a União Africana), Quênia e Turquia. Entre os organismos internacionais, os convidados são União Europeia (com status de observadora no G7), Organização das Nações Unidas, Fundo Monetário Internacional, Banco Mundial, Banco Africano de Desenvolvimento e Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico.

Hoje e amanhã, Lula terá diversos encontros bilaterais com líderes presentes no evento. A previsão é que a comitiva presidencial retorne ao Brasil no domingo (16). (Agência Brasil)

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Brasileiras são ouro e prata na natação em águas abertas

Asseguradas nos Jogos de Paris 2024, a baiana Ana Marcela Cunha e gaúcha Viviane Jungblut garantiram dobradinha de ouro e prata do país na prova de 10 quilômetros da etapa de Golfo Aranci (Itália) da Copa do Mundo de Águas Abertas.

Ana Marcela foi a primeira a concluir o percurso nesta sexta-feira (24), com o tempo de 2h0min00s70, seguida por Viviane (2h02min02s00). A alemã Leonie Beck (2h02min02s20), campeã mundial no ano passado, completou o pódio com o bronze.  Na disputa masculina, o representante brasileiro foi  Matheus Melecchi terminou na 22ª colocação.

Ana Marcela e Viviane já haviam subido ao pódio juntas ano passado, nos Jogos Pan-Americanos de Santiago (Chile), quando foram prata e bronze, respectivamente.

Com o ouro de hoje, Ana Marcela ampliou para 18 o total de medalhas em competições mundiais. A etapa italiana da Copa do Mundo é a segunda de um total de cinco. A etapa de abertura foi em Soma Bay (Egito), em março, Ana Marcela terminou na quinta posição. No mês seguinte, ela e Viviane carimbaram passaporte olímpico durante o Campeonato Mundial de Esportes Aquáticos

As três etapas restantes da Copa do Mundo ocorrerão após os Jogos de Paris. (Agência Brasil)

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Stellantis compra marca chinesa para fabricar veículos elétricos

No ano passado a Stellantis investiu €1,5 bilhão para comprar 21% da Leapmotor e agora se une à montadora chinesa para a formação da Leapmotor International, unindo as duas competências para a produção e distribuição de carros elétricos em todo o mundo.

A parceria – sob o controle da Stellantis – tem por objetivo impulsionar as vendas da Leapmotor na China e usar a presença global da Stellantis para expandir os negócios para a Índia e Ásia-Pacífico, Oriente Médio, África e América do Sul ainda este ano. O CEO da nova empresa é Tianshu Xin, ex-executivo da Stellantis na China.

A empresa vai lançar os modelos T03 e C10, inicialmente na Europa: França, Itália, Alemanha, Holanda, Espanha, Portugal, Bélgica, Grécia, Romênia e em seguida em outros países. Serão 200 pontos de venda este ano e 500 até 2026. Ainda este ano os carros serão comercializados no Oriente Médio e África (Turquia, Israel e países franceses no exterior), Índia e Ásia-Pacífico (Austrália, Nova Zelândia, Tailândia, Malásia e Índia) e América do Sul (Brasil e Chile).

O T03 é um carro urbano compacto de cinco portas do segmento A, com espaço interno de segmento B e autonomia de 265 km obteve o primeiro lugar no Estudo de Qualidade Inicial da JD Power para o segmento dos pequenos.

O Leapmotor C10 tem uma central eletrônica integrada e arquitetura elétrica, tecnologia cell-to-chassis (CTC) e cockpit inteligente. É um veículo do segmento D totalmente equipado e centrado na família, com autonomia de 420 km e classificação E-NCAP de 5 estrelas.

Os produtos da Leapmotor são complementares aos atuais da Stellantis e proporcionarão mais acessibilidade global.

“A criação da Leapmotor International é um grande avanço para ajudar a resolver a questão urgente do aquecimento global com modelos BEV de última geração que vão competir com as marcas chinesas existentes nos principais mercados em todo o mundo”, disse o CEO da Stellantis, Carlos Tavares. “Aproveitando a nossa presença global, em breve seremos capazes de oferecer aos nossos clientes veículos elétricos com preços competitivos e centrados na tecnologia que irão exceder as suas expectativas. Sob a liderança de Tianshu Xin, foi desenvolvida uma estratégia global convincente para expandir rapidamente os canais de distribuição de vendas, impulsionando o crescimento da Leapmotor e gerando valor para ambos os parceiros”. (AutoInforme)

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Segunda-feira é dia de Gnocchi da Sorte no Abbraccio Campinas

A tradição surgiu na Itália e é conhecida no mundo inteiro: todo dia 29 é dia do Gnocchi da sorte, atraindo boa sorte para quem come o prato na data. Pensando nisso, na próxima segunda-feira, 29 de abril, a rede de restaurantes Abbraccio promove mais uma experiência gastronômica única para seus clientes.

No almoço ou no jantar, os clientes que escolherem os gnocchi da casa receberão uma “Nota da Fortuna” com um prêmio surpresa. Basta colocar a nota embaixo do prato, ainda aquecido, que o seu centro vai revelar qual é o presente – o item que poderá ser retirado no restaurante.

Os prêmios oferecidos são verdadeiras tentações gastronômicas. Entre eles, o Quadratto di Cioccolato, uma fatia de bolo de chocolate recheado com ganache de chocolate meio amargo, coberto por calda de chocolate e finalizado com mousse de chocolate; ou a deliciosa Palha Italiana Duo, uma torta de chocolate meio amargo e chocolate branco. E para aqueles com sorte extra, há a possibilidade de ter o seu prato de gnocchi grátis ou ainda de ganhar uma garrafa do vinho Primitivo Abbraccio.

Entre as opções de gnocchi no cardápio da marca, os clientes podem desfrutar do Gnocchi Marsala, uma mistura de massa de batatas ao molho Alfredo com tiras de filé mignon e cogumelos e do Gnocchi di Capri, acompanhado de um cremoso molho de parmesão com camarões frescos grelhados.

A oferta é válida somente na segunda-feira, 29 de abril, em todas as unidades do restaurante, exclusivamente para consumo no salão, não sendo aplicável nas modalidades de entrega ou retirada.

Em Campinas, o Abbraccio está localizado no primeiro piso do shopping Iguatemi, com atendimento presencial e pelo iFood. A marca também está presente na região metropolitana de Sorocaba, por meio de uma operação que funciona exclusivamente pelo delivery, via iFood, instalada no Iguatemi Esplanada, com entregas para diversos bairros de Sorocaba e Votorantim, e no próximo mês de maio irá inaugurar um restaurante no mesmo shopping.

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Coluna Fernando Calmon —Salão do Automóvel voltará possivelmente em novo local

Coluna Fernando Calmon nº 1.297 — 16/4/2024

Salão do Automóvel voltará possivelmente em novo local

Foi no dia 12 deste mês em que a Anfavea inaugurava sua nova sede que veio a confirmação. Alcançado o consenso entre as 26 associadas da entidade, o seu presidente, Marcio Leite, ainda não anunciou uma data formal, mas acenou com o período entre os últimos meses deste ano e os primeiros de 2025. O otimismo com recuperação das vendas neste e nos próximos três anos pode ter sido o catalisador. No entanto, o escopo do novo Salão do Automóvel será diferente e comentado adiante.

Com os problemas originados na pandemia da Covid-19, as grandes exposições mundiais setoriais perderam fôlego. Recentemente o Salão de Genebra (26/2 a 3/3) teve adesão muito baixa, apenas oito expositores.

O Salão de Detroit tentou inovar mudando o período de exposição do inverno para o verão, mas não deu certo. Este ano não se realizará e a volta só ocorrerá em 2025 sob temperaturas congelantes de janeiro como sempre.

A gigantesca exposição bienal de Frankfurt nos anos ímpares foi trocada por um evento muito mais discreto em Munique e focado em Mobilidade no ano passado. E o bienal Salão de Paris, realizado em 2022, também se retraiu, prestigiado apenas por marcas francesas e chinesas. O evento voltará este ano de 14 a 20 de outubro.

O Salão do Automóvel de São Paulo terá três mudanças a fim de atrair mais público. Deve voltar (ainda sem confirmação) ao agora totalmente modernizado e climatizado pavilhão de exposições do Anhembi, na região central da capital. Os testes de veículos abertos ao público serão incrementados. Pela primeira vez se permitirão operações comerciais nos estandes (desejo sempre rejeitado pelos organizadores). As tratativas envolvem a Fenabrave, associação nacional das concessionárias.Resta comemorar essa volta, depois de seis anos, com a confiança de que os mais de 700.000 visitantes da última edição, em 2018, sairão tão ou mais satisfeitos.

 Compass e Commander: novo motor e garantia de 5 anos

A Jeep não se acomodou na liderança de mercado de seus dois modelos de SUVs, de cinco e sete lugares (este também com versão de cinco lugares): ao final de 2023, o médio-compacto detinha 42% de participação e o médio-grande, 22%. Ambos à frente dos concorrentes diretos da Toyota, Corolla Cross e SW4, respectivamente. Compass tem liderança folgada, porém o Commander é seguido de perto pelo SW4 e o GWM Haval H6.

Ambos os modelos 2025 agora oferecem um motor a gasolina (importado) que vira o jogo em termos de desempenho, nas versões de topo Blackhawk. Trata-se da mesma unidade importada Hurricane da picape Ram Rampage, 2-litros turbo, 272 cv e 40,8 kgf·m. Câmbio é automático epicíclico de nove marchas.

No lançamento em Punta del Leste, Uruguai com cronometragem eletrônica a bordo o Compass acelerou de 0 a 100 km/ em empolgantes 6,76 s e o Commander, por ser maior e ter mais massa, cravou 7,32 s. São os mais rápidos de seus respectivos segmentos.

Os motores Diesel (importado) de 170 cv/35,7 kgf·m e turbo flex produzido no Brasil de 185 cv/27,5 kgf·m continuam em ambos os modelos. Os câmbios são sempre automáticos de nove e seis marchas, respectivamente.

A inédita versão de topo Blackhawk é a mais atraente, mas todas as outras seis receberam nova grade do radiador e rodas de liga leve de 18 ou de 19 pol. Especificamente nesta versão, a grade tem acabamento em cromo escurecido, pinças dianteiras pintadas em vermelho e bancos em camurça e couro.

Ambos os bancos dianteiros oferecem ajuste elétrico (no Commander, duas memórias para o do motorista). Abertura elétrica da tampa do porta-malas tem sensor de presença (chute por baixo do para-choque). O modelo de maior porte oferece 158 mm a mais na distância entre-eixos e se destaca pelo amplo espaço interno tanto nas versões de cinco quanto de sete lugares.

Um avanço importante em segurança é o sistema ativo de direção ao combinar centralizador de faixa de rolagem ao controlador automático de cruzeiro com função para-e-anda. No Compass destacam-se detector de cansaço do motorista e o reconhecimento de placas de trânsito, incluindo alertas visual e sonoro ao se exceder velocidade máxima permitida.

De forma geral, a dirigibilidade de ambos os modelos sobressai pela ótima sensação ao volante, comportamento em curvas e os tradicionais recursos de ponta 4×4 para uso fora de estrada. A garantia em ambos os SUVs passou de três para cinco anos, sem limite de quilometragem, retroativa ao ano-modelo 2022 em diante.

Para quem não espera, carro também baixa de preço no Brasil. Os dois Jeeps receberam cortes de R$ 5.000 a R$ 40.700

Compass: R$ 179.990 a R$ 279.990. Commander 5-lugares/7-lugares: R$ 217.990 a R$ 321.290.

Nervos à flor da pele: Alfa Romeo troca nome Milano por Junior

Certamente é estranho, mas o governo italiano barrou a pretensão da Alfa Romeo de lançar um crossover compacto híbrido com o nome Milano. De fato, a marca italiana tem origem na cidade homônima (em português, Milão) com uma enorme tradição de esportividade desde 1910. Nasceu apenas como A.L.F.A (Anonima Lombarda Fabbrica Automobile) e depois se fundiu com a empresa de Nicola Romeo em 1918, passando a Alfa Romeo. Em resumo, durante décadas no escudo circular da empresa aparecia Milano em destaque na parte de baixo. Com uma nova fábrica no sul da Itália, o nome desapareceu do logotipo a partir de 1970.

Opção por Junior foi natural, pois a marca já o havia utilizado como subnome desde 1965 com o GT 1300 Junior. A birra do governo italiano tem a ver com as discórdias em relação aos investimentos do grupo Stellantis na Polônia. O argumento foi que os consumidores estavam sendo enganados, pois se tratava de um carro polonês. Uma bobagem, pois há diversos carros que homenageiam cidades sem nenhuma fábrica instalada no local: Kia Rio, Hyundai Tucson, Seat Leon, Bentley Mulsanne para citar só alguns. E vários outros modelos na história do automóvel seguiram o mesmo tema.

A Stellantis poderia ignorar a pressão sofrida, mas preferiu contemporizar. O governo da Itália até já cogitou adquirir uma pequena participação no conglomerado franco-ítalo-americano, mas as tratativas emperraram. Depois o governo quis atrair a chinesa Chery para a Itália, o que irritou a tellantis. Afinal, o atual Júnior custaria 10.000 euros a mais, se não fosse polonês. Haja nervos…

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Ankai lança uma família completa de ônibus 100% elétricos

O Grupo SHC, pioneira na importação de veículos elétricos no Brasil, anunciou ontem a importação de uma linha completa de ônibus Ankai. Os novos ônibus são movidos por novas energias – 100% elétricos, gás e hidrogênio.

Desenvolvidos para uso urbano, a linha Ankai de ônibus 100% elétricos é sinônimo de sustentabilidade e, por sua natureza amigável, impacta positivamente na imagem do transporte coletivo, sem contar os benefícios em favor dos passageiros. Confortáveis e silenciosos, eles surpreendem pela ausência de vibrações e suavidade ao rodar e, principalmente, pela ausência de poluição.

De acordo com Sérgio Habib, presidente do Grupo SHC e da Ankai do Brasil, que já revende vans, caminhões e automóveis JAC, a eletrificação virou sinônimo de ação de marketing no nosso país, objetivando aprimorar a imagem da montadora ao torná-la amiga do meio ambiente. Mas isso é pouco.

“Trouxemos os primeiros modelos 100% elétricos da JAC Motors em 2019, e imediatamente assumimos a liderança nas vendas de caminhões 100% elétricos, que são vistos corriqueiramente nos grandes centros urbanos do Brasil. Temos exatos 87% de todas as vendas realizadas de 2020 a 2023. E é também apoiada nessa vocação urbana que resolvemos investir nos ônibus 100% elétricos da Ankai”, explica o empresário.

Os modelos trazidos pela Ankai representam um novo patamar para o mercado de ônibus elétricos produzidos em larga escala. Estarão disponíveis em versões de vários portes e piso alto ou baixo – OE-6 (Micro, 6 metros), OE-8 (Mini, 8 m), OE-10 (Midi, 10 m), OE-12 (Urbano, 12 m), OE-13 (Padron), OE-15 (Básico), OE-18 (Articulado) e Double Decker (dois andares), com autonomia de acordo com o pedido de cada cliente (entre 250 e 350 quilômetros).

Ankai

A Anhui Ankai Automobile Co., Ltd. é uma empresa do grupo JAC Motors e foi fundada em 1966. Especializada na produção de ônibus, a marca atualmente conta com mais de 3.000 funcionários e capacidade de produção anual de 20.000 ônibus – semelhante ao mercado total de veículos no Brasil (dados de licenciamento em 2023).

A companhia possui uma completa linha de produtos de ônibus elétricos de todas as marcas globais, bem como o maior número de cidades operando com seus ônibus elétricos e ainda a maior quilometragem operacional de um único ônibus 100% elétrico.

O primeiro ônibus movido a eletricidade foi produzido em 2003. Quatro anos depois já começava a ser vendido em escala comercial. Em 2008, a marca forneceu uma frota desse tipo de veículo para ser utilizada como transporte oficial das Olimpíadas de Beijing. Há modelos rodando em diversas cidades na China com mais de 600 mil quilômetros rodados.

A empresa exporta para mais de 100 países, incluindo Estados Unidos, Reino Unido, França, Itália, Austrália, Arábia Saudita, México e, agora, Brasil.

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