mamografia

Quase 1 em cada 3 exames agendados na carreta de saúde não é realizado

Quase um terço dos exames agendados na carreta de saúde da mulher em Campinas não está sendo realizado por ausência das pacientes. Desde o início dos atendimentos, em 24 de abril, foram registrados 767 agendamentos de exames, dos quais 273 não se converteram em atendimento.

A ação está na metade do período previsto. A unidade móvel disponibilizada pelo Ministério da Saúde funciona até 22 de maio no Centro de Referência e Diagnóstico em Oncologia, e ainda há vagas disponíveis para quem aguarda na fila do SUS Municipal.

“Quem não puder comparecer ao exame precisa avisar sua unidade de saúde com pelo menos 48 horas de antecedência para que a vaga seja repassada para outra mulher”, informa Sara Sgobin, coordenadora da Atenção Secundária da Secretaria de Saúde de Campinas.

As pacientes que não comparecerem e ainda necessitarem do exame podem informar a unidade de referência sobre a necessidade de reagendamento. Nesses casos, elas retornam à regulação de vagas e serão convocadas conforme a disponibilidade.

Programa “Agora Tem Especialista”

A carreta integra oprograma federal “Agora Tem Especialistas”, do Ministério da Saúde, e oferece mamografia, ultrassonografia de mama, ultrassonografia transvaginal e pélvica, colposcopia, cirurgia de alta frequência (CAF) e biópsia de mama.

Os atendimentos são destinados exclusivamente a mulheres encaminhadas pela rede municipal que já estavam cadastradas na fila de espera, com agendamentos gerenciados pelo Departamento de Regulação, Avaliação e Controle (Derac).

Os contatos podem ser encontrados no link: https://campinas.sp.gov.br/secretaria/saude/pagina/centros-de-saude

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Unidade Móvel de Saúde da Mulher está a partir de hoje em Campinas

A cidade de Campinas recebe, de hoje (24) até 22 de maio, o programa federal “Agora Tem Especialistas”, do Ministério da Saúde, que disponibilizará uma Unidade Móvel de Saúde da Mulher. A expectativa é de que cerca de 1.600 mulheres de Campinas que já estão na fila de regulação do SUS Municipal sejam beneficiadas.

A carreta está estacionada na avenida das Amoreiras, 860, no Centro de Referência e Diagnóstico em Oncologia (CDO). A iniciativa faz parte do Programa de Apoio à Ampliação e Qualificação da Atenção Especializada (Pate).

Os serviços incluem exames de mamografia, ultrassonografia de mama, ultrassonografia transvaginal e pélvica, colposcopia, cirurgia de alta frequência (CAF), biópsia de mama e consultas com especialistas em ginecologia e mastologia. A cidade será contemplada com as seguintes vagas:

– 1.050 vagas para avaliação diagnóstica inicial de câncer de mama (mamografia e ultrassonografia das mamas)
– 50 vagas para investigação diagnóstica de câncer do colo do útero (colposcopia)
– 32 vagas para avaliação diagnóstica e terapêutica de câncer do colo do útero (CAF)
– 240 vagas para avaliação diagnóstica inicial de saúde da mulher – ginecologia I
– 240 vagas para avaliação diagnóstica inicial de saúde da mulher – ginecologia II
Os agendamentos são realizados pelo Departamento de Regulação, Avaliação e Controle (Derac), e as equipes de saúde entrarão em contato com as pacientes para informar os detalhes dos agendamentos.

“Quando falamos de câncer de mama e de colo do útero, o diagnóstico precoce é decisivo. Essa ação nos permite oferecer exames que podem fazer toda a diferença no desfecho do tratamento das pacientes da rede” afirma Sara Sgobin, coordenadora da Atenção Secundária da Secretaria de Saúde de Campinas.

Serviço
Unidade Móvel de Saúde da Mulher
Programa “Agora Tem Especialistas – PATE”
Data: 24/4 a 22/5
Local: Centro de Referência e Diagnóstico em Oncologia (CDO)
Endereço: avenida das Amoreiras, 860 – Parque Italia
Os atendimentos serão realizados por agendamento, via Central de Regulação de Vagas 

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Falta de acesso a mamógrafos limita prevenção do câncer de mama

No mês de conscientização sobre o câncer de mama, um relatório destaca a importância de acesso igualitário ao rastreamento e tratamento da doença. Segundo o Atlas da Radiologia no Brasil, do Colégio Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico por Imagem (CBR), o acesso aos mamógrafos ainda é um desafio.

O país tem 6.826 equipamentos registrados, sendo 96% em funcionamento. Metade deles está disponível no Sistema Único de Saúde (SUS), responsável por atender 75% da população. Isso equivale a 2,13 mamógrafos por 100 mil habitantes dependentes do SUS.

Na saúde suplementar, que cobre 25% da população, o cenário é mais favorável: 6,54 aparelhos por 100 mil beneficiárias, quase o triplo da rede pública. O Acre exemplifica essa disparidade — são 35,38 mamógrafos por 100 mil habitantes na rede privada, contra 0,84 no SUS.

Há disparidades regionais. Roraima tem a menor proporção (1,53 por 100 mil), seguida do Ceará (2,23) e Pará (2,25). A Paraíba lidera o ranking (4,32), à frente do Distrito Federal (4,26) e do Rio de Janeiro (3,93).

Segundo a coordenadora da Comissão Nacional de Mamografia do CBR, Ivie Braga de Paula, todos os estados têm número suficiente de aparelhos para o exame. Mas um conjunto de gargalos dificultam o acesso e geram subutilização.

“Há problemas de informação, de comunicação, de acesso e logística, principalmente na Região Norte. Por exemplo, os mamógrafos ficam nas cidades mais centrais e a população ribeirinha não consegue chegar. Às vezes, tem que andar seis a sete horas de barco para fazer uma mamografia. Até nos grandes centros, as pacientes da periferia não têm informação suficiente e enfrentamdificuldades para marcar e chegar em um local com mamógrafo”, diz Ivie.

O Brasil tem uma cobertura muito baixa de mamografias: 24%. O ideal recomendado pela Organização Mundial da Saúde é de 70%. Mesmo em lugares como o estado de São Paulo, que tem a maior concentração de mamógrafos do país, a taxa gira em torno de 26%.

Em setembro, o Ministério da Saúde ampliou as diretrizes de rastreamento, recomendando que mulheres entre 40 e 49 anos realizem mamografias, mesmo sem sintomas. De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (Imca), mais de 73 mil mulheres recebem o diagnóstico de câncer de mama anualmente no Brasil.

“O que é efetivo na redução da mortalidade é você descobrir o tumor antes de ter sintoma clínico. Quanto menor o tumor, melhor para a gente descobrir o tratamento e maior a chance de cura. E a gente só consegue fazer isso com exames de imagem”, diz Ivie.

Ela explica que no caso de diagnóstico de um câncer de mama com menos de 1 cm, a chance de cura é de 95% em cinco anos, independentemente se ele é do tipo mais agressivo. “E esses tumores só vão ser detectados na mamografia. Essas pessoas que têm que ir fazer mamografia são mulheres saudáveis. Não são mulheres doentes”, acrescenta.

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COC oferece palestras no mês de luta contra o câncer de mama

Promover o acesso à informação e contribuir para o diagnóstico precoce são duas das metas das palestras oferecidas pelo Centro de Oncologia Campinas a empresas e instituições da Região Metropolitana de Campinas (RMC) ao longo de todo ano. Nos meses de outubro e novembro, as ações ganham impulso em razão das campanhas para prevenção dos cânceres de mama e próstata, respectivamente, os mais incidentes em mulheres e homens. A agenda de palestras está aberta aos interessados.

O programa do COC é desenvolvido por especialistas em oncologia, que visitam empresas e instituições para orientar sobre a importância da vigilância. Os profissionais esclarecem a respeito dos exames preventivos, autocuidado, sinais e sintomas, alimentação e reforçam o estilo de vida saudável como meio de prevenção das doenças.

No caso do câncer de mama, quando diagnosticado precocemente as chances de cura podem chegar aos 95%. No tratamento contra o câncer em geral, quanto mais cedo houver diagnóstico, melhores serão os resultados obtidos.

As palestras oferecidas pelo Centro de Oncologia Campinas à comunidade contribuem para a melhora da percepção sobre a importância do diagnóstico em fase inicial. A iniciativa abre a possibilidade de aprender sobre as doenças e de tirar dúvidas com profissionais da saúde, numa conversa informal construída para orientar e instruir.

“A iniciativa se concentra em promover o acesso à informação e facilitar o diagnóstico precoce, que é fundamental para aumentar as chances de cura. Durante o mês de outubro, o Centro de Oncologia intensifica suas ações, proporcionando mais atendimentos e incentivando a população feminina a realizar exames de rotina para prevenir o desenvolvimento de casos avançados de câncer de mama”, detalha o oncologista do COC Fernando Medina.

Nas quatro segundas-feiras do mês de outubro também serão realizadas palestras na sede do COC, abertas à comunidade. Os encontros têm início sempre às 8h30, no auditório do Centro. São discussões sobre temas relacionados ao câncer de mama, que envolvem tratamentos avançados, alimentação, direitos do paciente, rede de cuidados, saúde a longo prazo, explicações sobre radioterapia e quimioterapia, tipos de tratamento, entre outros.

“A prevenção ao câncer de mama envolve orientações sobre hábitos saudáveis, como a prática de exercícios físicos, alimentação balanceada e controle do peso. Além disso, é essencial que as mulheres estejam atentas ao autoexame e, principalmente, realizem mamografias regulares, o principal exame para detectar alterações precoces nas mamas”, orienta Medina.

 Inscrições

Os interessados devem entrar em contato com o Centro de Oncologia Campinas, por meio do e-mail palestras@oncologia.com.br. As palestras do Outubro Rosa e do Novembro Azul se alinham a outras campanhas realizadas pelo COC para difundir a necessidade de prevenção dos cânceres de mama e de próstata.

Atividades

No dia 18 de outubro (sábado), o COC realiza a 6ª edição da Caminhada Outubro Rosa, para conscientização sobre o câncer de mama. O percurso de 2,5km tem saída e chegada na sede do COC, com várias atrações. As inscrições vão até o dia 17/10/2025 via formulário online neste link. O valor do kit é R$ 75,00. É preciso enviar o comprovante de pagamento no link da inscrição via WhatsApp (19) 99368-8704.

A retirada dos kits da caminhada ocorrerá de 16 a 18 de outubro, das 9h às 17h, na sede do COC, à rua Alberto de Salvo, 311, Barão Geraldo, Campinas.

 Programação

Dia 1/10 – Abertura da campanha, com palestra do médico Roberto de Almeida Gil, Superintendente do Instituto Nacional do Câncer (INCA), a partir das 19h, na sede do Centro de Oncologia Campinas, em Barão Geraldo. Evento para convidados

Dia 2/10 – Micropigmentação paramédica gratuita de aréola e sobrancelha, com Ana Savoy e equipe do instituto Arte com Paixão. As inscrições devem ser realizadas pelo telefone (19) 3787-3400, com Rose. As vagas são limitadas e os atendimentos serão por hora marcada.

4/10 – Ação na Praça da Juventude, no Distrito do Ouro Verde. O COC estará com estande e profissionais de saúde para passar orientações sobre câncer de mama e tirar dúvidas da comunidade.

Dias 6, 13, 20 e 27 – Ciclos de palestras sobre câncer de mama na sede do COC, abertas à comunidade. Os encontros têm início sempre às 8h30, no auditório do Centro. São discussões sobre temas relacionados ao câncer de mama, que envolvem tratamentos avançados, alimentação, direitos do paciente, rede de cuidados, saúde a longo prazo, explicações sobre radioterapia e quimioterapia, tipos de tratamento, entre outros.

Dia 18/10 – 6ª edição da Caminhada Outubro Rosa, para conscientização sobre o câncer de mama. O percurso de 2,5km tem saída e chegada na sede do COC, com várias atrações. As inscrições vão até o dia 17/10/2025 via formulário online neste link. (https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSeu0DdQKBfFGE2uoeOghWb478rO1oi99RoiAy_pSeKtQq4aPA/viewform). O valor do kit é R$ 75,00. É preciso enviar o comprovante de pagamento da inscrição via WhatsApp (19) 99368-8704. A retirada dos kits da caminhada ocorrerá de 16 a 18 de outubro, das 9h às 17h, na sede do COC, à rua Alberto de Salvo, 311, Barão Geraldo, Campinas.

26/10 – Ação realizada pela Prefeitura de Campinas na Lagoa do Taquaral. O COC estará no estande no evento, que inclui uma caminhada, e também distribuirá material de orientação sobre câncer de mama.

Durante todo o mês de outubro – palestras em empresas e instituições para orientar e tirar dúvidas sobre o câncer de mama. Interessados podem entrar em contato o COC para agendar as palestras pelo e-mail palestras@oncologia.com.br

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Cerca de 77 mil mulheres aguardam mamografia pelo SUS

Em junho deste ano, 77.243 brasileiras aguardavam por uma mamografia no Sistema Único de Saúde (SUS). Santa Catarina é o estado com mais mulheres na fila de espera, cerca de 17 mil.  Em seguida, aparecem São Paulo (15 mil) e Rio de Janeiro (12,5 mil). Juntos, os três estados somam 56% do total de pacientes à espera do principal exame para detecção do câncer de mama. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (31) pelo Colégio Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico por Imagem (CBR).

Segundo a entidade, em alguns locais do país, o tempo de espera por uma mamografia na rede pública pode chegar a 80 dias. O exame, quando realizado em tempo hábil, permite a detecção precoce de alterações mamárias, aumentando as chances de tratamento bem-sucedido e reduzindo a necessidade de intervenções invasivas e onerosas. “Os números revelam parte da sobrecarga no SUS e devem ser levados em conta, especialmente pelos recém-eleitos nas eleições municipais, na formulação e manutenção de políticas de saúde pública”, avaliou o CBR.

Subnotificação

Em nota, a entidade alerta que a fila de espera por mamografias no SUS pode ser ainda mais longa do que o indicado oficialmente. “Isso porque o SISREG [Sistema de Regulação] do Ministério da Saúde, plataforma que deveria registrar em uma fila única as demandas por cirurgias eletivas no país, depende de dados fornecidos voluntariamente pelas secretarias de saúde estaduais e municipais.”

“Um exemplo dessa discrepância pode ser observado no Distrito Federal, onde o sistema nacional informa uma fila de espera de 306 pacientes aguardando pelo exame. No entanto, dados divulgados pela imprensa local, baseados no Mapa Social do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPTDF), apontam que o número real de mulheres à espera de uma mamografia é dez vezes maior, alcançando 3,6 mil”.

Brasília (DF), 30/10/2024 – Tabela mostra espera por mamografia nos estados do Brasil. Foto: SISREG/Ministério da Saúde
Para o CBR, a disparidade entre regiões e o tempo médio de espera também figuram como preocupações no contexto da realização de mamografias no Brasil. A entidade aponta “necessidade urgente de intervenções eficazes e de políticas públicas capazes de reduzir as filas e garantir acesso equitativo ao diagnóstico”.

Relatório recente publicado pelo Instituo Nacional de Câncer (INCA) sobre o controle do câncer de mama no Brasil aponta que longos períodos entre a solicitação do médico e a emissão do laudo podem dificultar a adesão da população ao rastreamento da doença. Em 2023, 48,8% das mamografias de rastreamento tiveram laudos liberados em até 30 dias após a solicitação do exame. Cerca de 36% dos laudos, entretanto, foram liberados com mais de 60 dias.

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Mulheres de baixa renda terão exames gratuitos de câncer de mama

Como parte do Outubro Rosa, mês de conscientização sobre o câncer de mama, o Colégio Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico por Imagem (CBR) lançou nesta segunda-feira (21) a campanha Radiologia Solidária. A proposta é ofertar exames gratuitos para mulheres de baixa renda em todo o país.

De acordo com o CBR, a previsão é que mais de 50 clínicas de imagem e instituições de saúde ofereçam esse tipo de atendimento até dezembro. Cada clínica aderiu a uma das três modalidades disponíveis na campanha: ouro, prata e bronze, conforme o tipo e o volume de exames a serem disponibilizados:

– 21 na categoria ouro, onde serão disponibilizadas mais de 50 mamografias e/ou tomossínteses (equipamento semelhante ao mamógrafo) e mais de 20 ultrassonografias e/ou biópsias de mama);

– sete na categoria prata, onde serão disponibilizadas de 20 a 50 mamografias e/ou de 10 a 20 ultrassonografias;

– 22 na categoria bronze, onde serão disponibilizadas até 20 mamografias e/ou tomossínteses e 10 ultrassonografias.

A maior parte das clínicas fica na Região Sudeste (28 instituições participantes), seguida pelo Sul, com sete clínicas participantes; pelas regiões Centro-Oeste e Nordeste, ambas com seis clínicas participantes; e pelo Norte, com três instituições participantes. Minas Gerais e São Paulo se destacam entre os estados, com 14 e nove clínicas, respectivamente.

A coordenação da realização dos exames, de acordo com o CBR, ficará a cargo de instituições não governamentais (ONGs), fundações sem fins lucrativos e instituições de saúde pública, que devem direcionar os atendimentos para mulheres de baixa renda e dentro da faixa etária recomendada para o rastreamento (a partir dos 40 anos).

Fake news

Em meio à disseminação das chamadas fake news (informações falsas) na área da saúde, o CBR informou que a campanha também contará com ações para conscientizar a população sobre a importância da detecção e do diagnóstico precoce do câncer de mama, “valorizando a promoção de informações confiáveis e baseada em evidências científicas”.

Em nota técnica publicada anteriormente, a entidade já havia reforçado a importância da mamografia como método essencial para identificar o câncer de mama em estágios iniciais. O documento também desmente mitos como o de que o exame causa câncer ou poderia ser substituído por outros métodos de imagem.

Números

O CBR alerta que a incidência de câncer de mama tem aumentado em todo o mundo – a cada ano, mais de 2 milhões de mulheres são diagnosticadas com a doença. Somente no Brasil, ao longo de 2024, a estimativa é que quase 74 mil novos casos sejam registrados, com maior prevalência entre mulheres jovens, com menos de 50 anos.

“Apesar de todos os esforços, o câncer de mama ainda é o tumor que mais mata mulheres no Brasil e no mundo. No entanto, quando detectado precocemente, é uma doença tratável, com altas chances de cura (chegando a 95% se o diagnóstico ocorrer antes que o tumor atinja 10 milímetros)”.

“A Comissão Nacional de Mamografia reforça a recomendação de rastreamento mamográfico anual para mulheres a partir dos 40 anos e repudia todas as formas de fake news e disseminação de informações falsas, que podem levar algumas mulheres a não realizarem a mamografia, com desfecho em diagnósticos tardios e tumores avançados”. (Agência Brasil)

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Mortes pelo câncer de mama tem tendência de redução em Campinas

A mortalidade por câncer de mama em Campinas apresenta tendência de queda desde 2018, segundo levantamento da Secretaria de Saúde. O coeficiente estava em 18,5 óbitos para cada 100 mil mulheres no triênio 2018 a 2020, e passou para 14,3 de 2021 a 2023.

A sexta edição do Boletim do Registro de Câncer de Base Populacional mostra, por outro lado, propensão de aumento gradativo da incidência de casos desde 2014.

Mortalidade

  • 2003-2005: 18,6 óbitos por 100 mil habitantes
  • 2006-2008: 22,3
  • 2009-2011: 17,8
  • 2012-2014: 16,2
  • 2015-2017: 15,3
  • 2018-2020: 18,5
  • 2021-2023: 14,3

“Esta queda no coeficiente pode estar associada à mudança na estrutura populacional pela atualização censitária de 2022, sendo importante o acompanhamento nos próximos anos”, segundo a Secretaria de Saúde. O SIM –  Sistema de Informação de Mortalidade indica que, de 2014 a 2023, o câncer de mama representou a maior proporção de óbitos por neoplasias em mulheres. Somente em 2023 foi a causa básica de 134 óbitos.

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