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Yamaha Crosser ABS 2026 com motor de 150 cc ganha novos grafismos

A Yamaha apresentou esta semana a Crosser ABS com novos de grafismos. A linha 2026 continua com a motorização de 150 cilindras, flex, que desenvolve 11,7 cavalos de potência a 7.250 rpm, quando abastecidas com etanol e 11,4 cavalos com gasolina, e 1,3 kgf.m de torque a 6.000 rpm.

As suspensões, com garfo telescópico dianteiro de 180 mm de curso e balança traseira tipo monocross com link e 160 mm de curso. O assento tem dois níveis e o guidão tem a opção de ajuste na inclinação. A Crosser é oferecida em duas versões.

Preço
Yamaha Crosser ABS 2026 R$ 22.790,00.

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Agosto tem o melhor resultado do ano na produção de motocicletas

As fabricantes instaladas no PIM – Polo Industrial de Manaus produziram 185.952 motocicletas em agosto, alcançando o melhor resultado do ano. Segundo levantamento da Abraciclo – Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares, o volume representa um crescimento de 13,4% em relação ao mesmo mês do ano passado e de 32,6% na comparação com julho. Além disso, esse foi o melhor desempenho para o mês de agosto desde 2011.

No acumulado do ano, 1.326.963 motocicletas foram produzidas, o que representa um crescimento de 12,5% em relação ao mesmo período de 2024. Esse resultado configura o melhor desempenho dos últimos 14 anos e o terceiro melhor da história do setor para os oito primeiros meses do ano.

Na avaliação do presidente da Abraciclo, Marcos Bento, os números reforçam a crescente presença do veículo na rotina dos brasileiros. “A demanda vem aumentando em todo o país. São pessoas que utilizam a motocicleta para seus deslocamentos diários ou ainda profissionalmente, como instrumento de trabalho e geração de renda”, afirma.

Ele complementa: “A motocicleta se consolidou como um meio de transporte acessível, eficiente e alinhado às necessidades da mobilidade urbana”.

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Lançamentos da Givi foram destaques no Festival Interlagos Moto

Entre vários lançamentos de motocicletas e equipamentos, um dos destaques do Festival Interlagos Moto, que aconteceu de 28 maio a 01 de junho no Autódromo de Interlagos, foram as novas bolsas da linha Canyon e os dois baús da marca italiana Givi.

Considerada uma das melhores marcas mundiais de equipamentos para motocicletas, a marca expôs no seu estande diversos baús, bolsas, para-brisas e capacetes.

Destaques

Os dois principais lançamentos da marca, foi o novo baú traseiro Monolock, é  equipado com encosto para o garupa, rede elástica, tapete interno, tem capacidade volumétrica de 43 litros e suporta até 3 quilos. Seu espaço interno permite, por exemplo, acomodar até dois capacetes fechados.

Já linha Canyon de bolsas impermeáveis são, principalmente destinados a motociclistas que praticam enduro e aventuras off-road. As novas bolsas são macias, práticas, modulares e estão disponíveis em vários tamanhos.

As bolsas podem ser fixadas no tanque, na traseira do banco ou nas laterais da motocicleta. Com um sistema de carregamento modular, elimina a necessidade de quadro de fixação e garantem muita resistência até mesmo nas trilhas mais desafiadoras.

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Givi lança novos baús e bolsas impermeáveis no mercado brasileiro

Na próxima edição do Festival Interlagos Moto, que acontece em São Paulo de 28 maio a 01 de junho, a GIVI do Brasil vai estar presente com vários lançamentos. Referência mundial em equipamentos e acessórios para motociclistas, a marca vai mostrar a sua linha completa e lançar dois baús e as diversas bolsas da linha Canyon.

 

Novos produtos

O novo baú traseiro Monolock é  equipado com encosto para o garupa, rede elástica, tapete interno, tem capacidade volumétrica de 43 litros e suporta até 3 quilos. Seu espaço interno permite, por exemplo, acomodar até dois capacetes fechados. Na cor preta, o baú tem aplicação de emblema central pintado em prata escovado. Para facilitar a instalação, o equipamento já vem com kit de fixação inclusas.

A linha Canyon de bolsas impermeáveis são, principalmente destinados a motociclistas que praticam enduro e aventuras off-road. As novas bolsas são macias, práticas, modulares e estão disponíveis em vários tamanhos.

As bolsas podem ser fixadas no tanque, na traseira do banco ou nas laterais da motocicleta. Com um sistema de carregamento modular, elimina a necessidade de quadro de fixação e garantem muita resistência até mesmo nas trilhas mais desafiadoras.

Projetadas para aguentar até condições mais extremas, elas garantem total impermeabilidade e resistência contra raios UV, impactos e abrasão.

 

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Honda vai lançar este ano quatro novas motocicletas

Depois de renovar em 2024 a linha de motos de baixa cilindrada, inclusive com o lançamento de dois novos modelos, XR 300L Tornado e Sahara 300, a Honda brasileira anuncia a chegada das novas motocicletas de média e alta cilindrada. Os modelos vão chegar até o final deste ano. 

Honda CB 500 Hornet

Honda NX 500
Honda CB 650R E-Clutch 
Honda CRF 1100L Africa Twin

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Mais da metade dos proprietários de motocicleta não tem habilitação

Mais da metade dos donos de motocicletas no país não tem habilitação para a categoria, é o que mostra uma pesquisa pela Senatran – Secretaria Nacional de Trânsito.

Segundo o estudo, divulgado ontem (9), dos 32,5 milhões de proprietários de motos, motonetas e ciclomotores registrados no Brasil, 17,5 milhões, o que equivale a 53,8% do total, não são têm Carteira Nacional de Habilitação (CNH) válida para conduzir esses veículos.

Segundo a Senatran, os resultados podem ser explicados, entre outros fatores, pelo custo acessível do veículo, pelo crescimento de negócios com veículos compartilhados, pelo aluguel de motocicletas ou motonetas, e pela dificuldade de acesso à CNH por parte da população.

O estudo também destaca a expansão das áreas urbanas, a necessidade de transporte individual em regiões com infraestrutura limitada, como fatores podem explicar o alto número de proprietários sem habilitação.

Os homens representam 80% dos proprietários de motocicletas, com a maioria dos proprietários na faixa etária de 40 a 49 anos, seguida por aqueles de 50 a 59 anos. Entre os que possuem habilitação, a maioria está na faixa etária de 30 a 39 anos.

Frota

Os dados do estudo mostram que atualmente as motocicletas representam 28% do total da frota nacional. A expectativa é de que em seis anos, mantida a tendência atual, esse percentual alcance 30% da frota.

O Maranhão aparece como o estado com maior percentual de motocicletas, com 60% do total da frota de veículos do tipo, seguido pelo Piauí (54,5%), Pará (54,5%), Acre (53,1%) e Rondônia (51,2%).

“A alta proporção aponta para uma predominância em estados do Norte e Nordeste devido a fatores econômicos, geográficos e culturais”, diz o estudo.

Em números absolutos, São Paulo vem em primeiro lugar, com 7 milhões de veículos registrados, seguido por Minas Gerais (3,5 milhões), Bahia (2 milhões), Ceará (1,9 milhão) e Paraná (1,8 milhão).

Segundo o relatório, esses números podem ser justificados pelas grandes populações de tais estados, que contam ainda com uma distribuição mais variada no que diz respeito aos meios de transporte de preferência.

Infrações

O estudo mostra ainda que após uma queda no número de infrações cometidas por motociclistas em razão da pandemia de covid-19, houve um aumento na emissão de multas.

Enquanto em 2020 esse número ficou em aproximadamente 150 mil, em 2023 atingiu mais de 1,3 milhão. Até julho de 2024, já foram emitidos mais de 638 mil autos de infração.

Mais de 80% das multas estão associadas à não utilização ou uso inadequado dos equipamentos de segurança pelos motoristas ou passageiros – como o não uso de capacete, que responde por cerca de 43% delas.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o uso de capacete é fundamental para proteger os motociclistas e passageiros, podendo reduzir o risco de morte em 37% e de lesões graves na cabeça em cerca de 69%.

Outro dado do estudo está relacionado à participação de motocicletas em acidentes. Os dados revelam que esses veículos respondem a pelo menos 25% dos sinistros e a mais de 30% das fatalidades no trânsito.

“Esses dados reforçam a necessidade de criação e do cumprimento de políticas públicas e estratégias de mobilidade adaptadas para abordar a segurança viária, promovendo um trânsito mais seguro para todos os condutores, especialmente os de motocicletas, motonetas e ciclomotores”, afirma o estudo. (Agência Brasil)

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Trabalhador de aplicativo: sem proteção social, mas contra a regulação

Motoristas e entregadores de aplicativos estão trabalhando mais e ganhando menos desde que as plataformas de mobilidade começaram a fornecer os serviços para os usuários. Entre 2012 e 2015, os motoristas tinham rendimento médio mensal de R$ 3.100. Em 2022, o valor auferido era inferior a R$ 2.400 (queda de 22,5%). No caso dos entregadores, a redução foi da renda média foi ainda mais aguda em um intervalo menor (- 26,66%), de R$ 2.250 em 2015 para R$ 1.650 em 2021.

Nos períodos indicados, houve aumento do número de trabalhadores disponíveis. Entre 2012 e 2015, a oferta de mão de obra de motoristas autônomos no setor de transporte de passageiros era de cerca de 400 mil trabalhadores. Em 2022, o total de ocupados se aproximava de 1 milhão. Já o número de entregadores inscritos nas plataformas saltou de 56 mil para 366 mil entre 2015 e 2021.

Os dados citados foram apurados no estudo Plataformização e precarização do trabalho de motoristas e entregadores no Brasil, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), a partir de dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) – Pesquisa Nacional por Amostra Domicílios Contínua (Pnad). Tanto para motoristas quanto para entregadores, a média dos rendimentos dos trabalhadores inscritos nas plataformas era inicialmente superior à média dos ocupados em atividades semelhantes.

Brasília (DF) 23/05/2024 - Grafico de renda e total de intregadores plataformizados. - Brasil (2012-2022) Gráfico PNDA/Divulgação
Menos dinheiro

Além da perda de remuneração, motoristas e entregadores inscritos em plataformas de mobilidade passaram a trabalhar mais. A proporção de motoristas com jornadas entre 49 e 60 horas semanais passou de 21,8% em 2012 para 27,3% em 2022. No caso dos entregadores, a proporção de quem tinha jornadas iguais ou superiores a 49 horas semanais passou de 19,9% em 2012 para 29,3% em 2022.

Com rendimento menor e mais horas de trabalho, motoristas e entregadores – que não têm carteira assinada, não recebem décimo terceiro salário e nem recolhem para o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) – também perderam a proteção da Previdência Social por falta de contribuição voluntária. Entre 2012 e 2018, a média foi de 31,1% dos entregadores contribuindo, enquanto entre 2019 e 2022 essa média baixou para menos de um quarto (23,1%).

O fenômeno foi ainda mais agudo entre os motoristas, conforme mostra o estudo: “nota-se que, até 2015, os motoristas de passageiros detinham taxa de contribuição previdenciária muito superior aos demais grupos considerados. Especificamente em 2015, pouco menos da metade dos motoristas de passageiros (47,8%) contribuía, em comparação com 28,6% dos trabalhadores por conta própria e 20,6% dos empregados sem carteira assinada. Após 2015, quando começam a se difundir os aplicativos de transporte, a cobertura previdenciária dos motoristas de passageiros se reduz quase pela metade, somente 24,8% dos trabalhadores em 2022”. (Agência Brasil)

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Emdec recolhe mais de cem motos com escapamentos adulterados

Mais de 116 motocicletas com os escapamentos adulterados foram recolhidas pela Emdec -Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas e pela Guarda Municipal este ano.

As apreensões foram realizadas, principalmente, nas avenidas John Boyd Dunlop, Camucim, Prefeito José Nicolau Maselli e Cônego Antônio Roccato.

De acordo com o CTB – Código de Trânsito Brasileiro, conduzir veículo com descarga livre ou silenciador de motor de explosão defeituoso, deficiente ou inoperante é uma infração grave, penalizada com multa e sujeita à retenção do veículo para regularização.

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Emdec vai distribuir antenas corta-pipa no Galleria

Na próxima sexta-feira(12), no Galleria Shopping, a Emdec – Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas vai distribuir antenas corta-pipa gratuitamente. A proteção contra linhas cortantes usadas de forma criminosa para empinar pipas, serão entregues das 11h às 13h.

Durante a abordagem, além da entrega do item de proteção, a equipe de Educação da Emdec vai orientar os participantes sobre segurança no trânsito, como o uso correto de capacete e o respeito ao limite de velocidade e à sinalização viária.

Além de realizar a distribuição em diversos pontos da cidade, a empresa realiza a abordagem em estacionamentos de shoppings, que costumam atrair muitos motociclistas no horário de almoço, sobretudo, entregadores. Em 2024, a Emdec já realizou a ação no Parque Dom Pedro Shopping, no Unimart Shopping Campinas, no Iguatemi Campinas e no Shopping Parque das Bandeiras.

De janeiro a março de 2024, a Emdec já distribuiu aproximadamente 1 mil antenas corta-pipa a motociclistas que circulam pela cidade. Ao longo de 2023, cerca de 4 mil receberam o item de segurança, que protege motociclistas de sinistros (acidentes) que podem ser fatais.

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Blitz da Emdec e GM apreendem 36 veículos e autuam 139

Em duas operações de fiscalização esta semana, nas avenidas John Boyd Dunlop e José de Souza Campos (Norte-Sul), resultaram em 139 autuações. As ações realizadas pela Emdec e Guarda Municipal, apreendidos 36 veículos, na maioria motocicletas.

Na John Boyd Dunlop foram realizadas 66 abordagens (51 motos e 15 automóveis), que resultaram em 84 autuações. Já na Norte-Sul foram realizadas 73 abordagens (63 motocicletas e 10 automóveis).

A maior parte das motocicletas foram removidas por irregularidades no escapamento e documentação.

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