motor

Serviço: cuidar dos pneus é fundamental para a sua segurança

O começo do Maio Amarelo, movimento internacional de conscientização para a redução de acidentes e mortes no trânsito, vale o alerta para um item fundamental para a segurança e que muitos motoristas esquecem. Afinal, os pneus são o único contato do veículo com o piso.

Por isso, manter os pneus em boas condições é uma medida essencial para garantir segurança, a economia de combustível e viagens tranquilas. Com as condições de nossas estradas e ruas, há uma necessidade de uma constante fiscalização. Os cuidados também prolongam a vida útil dos equipamentos.

Para orientar nos procedimentos que se deve ter com os pneus, entrevistamos o Fabio Torres Klabacher, gerente de Vendas e Marketing, “O cuidado com os pneus é um dos pilares da segurança. É uma ação simples, mas que reduz riscos, melhora o desempenho do carro e traz economia real para o motorista”, afirmou Klabacher.

Recomendações:
Calibragem correta dos pneus – Deve ser realizada ao menos uma vez por semana, sempre com os pneus frios e conforme as orientações do fabricante. A pressão inadequada pode causar desgaste irregular, comprometer a dirigibilidade e aumentar o consumo de combustível;
Alinhamento da direção – Fundamental para manter o veículo em trajetória correta, o alinhamento evita desgaste desigual dos pneus e melhora a estabilidade. Deve ser verificado especialmente após impactos em buracos ou guias;
Balanceamento das rodas – Contribui diretamente para o conforto ao dirigir. Vibrações no volante podem indicar a necessidade do serviço, que ajuda a distribuir o peso de forma uniforme e prevenir desgastes prematuros;
Rodízio de pneus – Recomendado periodicamente, o rodízio equilibra o desgaste entre os pneus dianteiros e traseiros, aumentando a durabilidade do conjunto;
Verificação do estado de conservação – A profundidade dos sulcos deve ser monitorada regularmente. Pneus desgastados comprometem a aderência, especialmente em pistas molhadas, aumentando o risco de aquaplanagem;
Hábitos de direção – A forma de condução impacta diretamente na vida útil dos pneus. Acelerações bruscas, freadas intensas e excesso de carga contribuem para o desgaste precoce;
Inspeção visual frequente – Cortes, bolhas ou objetos presos na borracha devem ser avaliados rapidamente para evitar problemas mais graves e garantir a segurança.

 

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Ford Ranger XL é muito superior ás concorrentes Hilux e S10

A versão do modelo avaliado pelo DeFatoCampinas/Motor é uma velha conhecida do segmento de picapes médias, cuja a primeira geração começou a ser vendida no Brasil em 1995: a Ford Ranger XL. Teoricamente é uma versão de entrada, mas se comparada com as concorrentes, de entrada não tem nada. Se compararmos com as concorrentes Toyota Hilux e a Chevrolet S10, ela é muito superior, mais moderna e mais equipada.

Com bancos confortáveis revestidos de tecido (o acabamento em couro virou sinônimo de luxo, mas no verão ou no inverno, teste e veja como o tecido é muito mais agradável), a XL vem de série com sete airbags, piloto automático, multimídia SYNC 4 com tela de 10”, painel de instrumentos digital de 8”, conexão sem fio com Android Auto e Apple CarPlay, volante com ajuste de altura e profundidade, faróis com acendimento automático, painel de direção elétrica ativa, controle eletrônico de estabilidade, assistente de partida em rampas, controle automático em descidas, limitador de velocidade e luz de direção diurna.  Além de ar condicionado digital, travas e vidros elétricos e um bom sistema de áudio. Isso num veículo de trabalho. Ou seja, a Ranger XL tem muita mordomia e segurança.

Chama muito a atenção o design moderno e harmonioso da Ranger XL. Mas vale perder um tempo para admirar o belo conjunto dos faróis. Antes eram peças básicas e sem importância estética, hoje têm um trabalho cuidadoso de harmonização e se integram ao conjunto do veículo.

Para o “trabalho” rodas de aço de 16” com pneus 255/70 R16 All Terrain, muito mais resistentes do que as de liga leve. O chassi, feito com longarinas e travessas de aço especial, é 30% mais resistente a torções que o da geração anterior. A suspensão com curso 15 mm maior e amortecedores externos à longarina contribuem para a excelente capacidade e resistência da picape.

Durante a avaliação, andamos com a valente picape por terrenos não muito usuais para veículos desse segmento, mais interessantes para veículos off-road. O teste utilizando a tração 4×4 e o diferencial traseiro blocante foi excepcional. A Ranger XL se equipara a qualquer modelo fora-de-estrada sofisticado na hora de enfrentar terrenos difíceis.

Outro item que funciona muito bem na picape da Ford são os novos freios, que param o utilitário com facilidade e em espaços coerentes. Transmitem muita confiança. Outro detalhe que traz segurança e tranquilidade é a estabilidade. Mesmo sendo uma picape e 15 mm mais alta, em velocidades compatíveis, a XL se comporta muito bem.

O que também foi muito útil na avalição em terrenos mais acidentados e alagados foi a capacidade de imersão de 80 cm e os ângulos de ataque de 30º e de saída de 26º. Isso dá um “banho” nas concorrentes.

Bom motor

O desempenho foi outro ponto muito favorável na nossa avaliação.  A motorização de dois litros, turbo diesel, oferece 170 cavalos de potência e torque de 41,3 kgfm. E boa parte desse torque já aparece entre 1.000 e 2.500 rpm. Ou seja, mesmo em baixas rotações, o motorista tem um bom desempenho à disposição. Na verdade, o desempenho e o conforto são de um SUV.

A velocidade máxima (que neste caso pouco importa, mas apenas para informação) foi de 163 quilômetros por hora e a aceleração de 0 a 100 quilômetros por hora em 13,2 segundos. Na versão avaliada, a transmissão era manual de seis velocidades. Os engates são muito macios e precisos. Mas a embreagem, até por conta de ser um veículo de trabalho, é pesada.

O consumo é muito bom para uma picape: 10 quilômetros por litro no perímetro urbano e 11,4 quilômetros por litro nas rodovias. Com o tanque de 80 litros, é possível percorrer mais de 800 quilômetros. Não conseguimos medir a proporção de aditivo ARLA que foi consumido no teste.

Mesmo com o enorme tamanho (5,37 metros de comprimento, 3,27 metros de entre-eixos e largura superior a 2,10 metros), a picape é muito boa de andar na estrada ou na cidade. Claro, é necessário ter noção das suas dimensões, mas é muito fácil de andar. Melhor do que muitas das picapes de “luxo” da concorrência. Porém, dois detalhes são negativos: a falta de câmera de ré (até em veículos populares existe) e a falta do aviso sonoro no para-choques traseiro.

A transmissão manual permite uma maior capacidade de carga em relação à versão da XL automática e muito maior que as demais versões da Ranger: o volume de caçamba é de 1.230 litros ou capacidade de 1.097 quilos.

Muito útil

Outra exclusividade do modelo da Ford, que é uma “mão na roda” para quem a utiliza no trabalho, é o pacote de conectividade sem custo adicional, que permite o controle de desempenho e da manutenção de cada veículo em tempo real por meio do Ford Pro portal ou do aplicativo Ford App, uma avançada ferramenta de produtividade para os administradores de frota. O Acompanhamento Preventivo Inteligente é outro serviço exclusivo da Ford, que monitora o funcionamento do veículo e alerta o cliente caso seja detectada alguma anomalia que requeira manutenção.

A Ford Pro conta também com uma equipe técnica especializada para vendas dedicadas aos setores de governo e frotistas, que inclui serviços pós-venda e treinamento personalizado para cada tipo de aplicação, com foco na máxima eficiência e produtividade do cliente comercial. (Antônio Fraga)

Preço

Ford Ranger XL Cabine Dupla MT R$ 272.600,00

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Bonito e divertido, Fastback Abarth é uma excelente opção de esportivo

Sucesso de vendas, o Fastback é um dos modelos mais elegantes do mercado brasileiro. E o seu design combina como poucos com uma versão esportiva, segmento que a Fiat sabe desenvolver como poucas.
Depois de muitos anos “adormecida”, a Fiat, detentora da marca Abarth, voltou a utilizar a marca para definir os seus modelos esportivos. E olha que a marca italiana sempre teve o dom para versões desportivas derivados de modelos “normais”. Só no Brasil foram vários ícones, como: 147 Rally, o Unos 1.5 e 1.6R, o Uno Turbo, a Marea e Tempra Turbo, etc. Mais recentemente o Stilo, 500 e Pulse Abarth. Todos muito divertidos. Mas o Fastback Abarth é diferenciado. pelo design esportivo e elegante.

A Abarth era uma oficina de preparação de automóveis de competição, que utilizava automóveis de várias marcas. Fundada em 1947, a empresa de Carlo Abarth se destacou nas competições e em 1971, a Fiat comprou a preparadora. Nascido em 15 de novembro, o italiano adotou como símbolo, o escorpião, seu signo.

Totalmente desenhado no Brasil, Fastback Abarth mantém as linhas harmoniosas de um SUV Coupé, mas com um toque de esportividade muito legal.
A versão 2026 do modelo vem muito bem equipado e de série conta com escapamento duplo esportivo, central multimídia de 10,1″ com serviços conectados, paddle shifters, ADAS (sistemas avançados de assistência à direção), freio de mão eletrônico com Auto Hold e wireless charger (carregador por indução).

Performance 

O Fastback realmente foi picado pelo escorpião. Ao ligar, o forte ronco já estimula a vontade de acelerar. Equipado com o motor 270 Turbo, o modelo oferece 185 cavalos e torque máximo de 270 Nm. O esportivo acelera de 0 a 100 km/h em 7,4 segundos e atinge a velocidade máxima de 219 km/h. O modelo oferece uma relação de peso-potência de 7,0 kg por cavalo. A transmissão automática é seis marchas e três modos de condução. O “casamento” com o motor é muito equilibrado, com trocas muito eficientes e rápidas.

Mas sem dúvida, além do design e outras coisinhas mais, o destaque foi o acerto que a Fiat conseguiu nas suspensões, garantindo uma boa estabilidade e dirigibilidade, com menor rolagem e menor altura de solo. Os 5 mm a menos em relação ao Fiat Fastback normal, podia ser maior e  umas rodas também maiores, de 19 ou 20 polegadas, iriam deixar o carro ainda mais agressivo. Mas aí encarecia o produto.
As molas ficaram mais rígidas e os amortecedores até 21% mais estáveis. Já a suspensão dianteira ganhou nova geometria, o que garantiu uma melhor dirigibilidade. Para melhorar o conjunto, as rodas 18 polegadas estão calçadas com pneus 215/45 R18 mais aderentes.

Também houve alterações no sistema de exaustão, com escape duplo bilateral e ronco muito esportivo e marcante, típico de um autêntico Abarth. Para garantir mais esportividade, no volante o modelo Abarth conta com o botão vermelho Posion (veneno). Com ele, aumenta o endurecimento da direção, vetoriza de torque, recalibra o câmbio, permitindo trocas mais rápidas e redução automática das marchas em frenagem, para auxiliar com freio motor e antecipar o engate da marcha mais apropriada para retomar a aceleração.

Os controles de tração e estabilidade se tornam menos intrusivos, oferecendo uma direção ainda mais esportiva. Aliás, os freios a disco na frente e tambor não é compatível com um esportivo. Apesar de pararem em espaços bem aceitáveis e serem seguros, por ser um esportivo, merecia freios a disco nas quatro rodas.

Cockpit

Muito confortável por dentro, o Fastback Abarth oferece uma plataforma de serviços conectados, Connect Me, que oferece mais de 30 funcionalidades para tornar a experiência de condução ainda mais completa e interativa.

O painel de instrumentos com cluster digital de 7 polegadas é específico para a versão Abarth, com informações como pressão do turbo, força G e potência na tela principal. No meio, a central multimídia de 10.1 polegadas, tem diversas possibilidades de entretenimento e conectividade a bordo. Para completar, tem Android Auto e Apple Carplay. Além disso, o modelo conta ainda com um carregador de celular por indução e entradas USB-A e USB-C.

O novo SUV da Abarth também possui recursos de segurança, como os ADAS (sistemas avançados de assistência à direção) que incluem alerta de colisão frontal, frenagem autônoma de emergência, alerta de saída de faixa com correção ativa e comutação automática do farol alto. Esses itens são capazes de prevenir ou minimizar impactos em situações de risco, aumentando a segurança dos ocupantes do veículo.

Além disso, o carro conta com o ESP (Electronic Stability Program), que garante maior estabilidade e segurança na condução; sensor de chuva e luminosidade, que ajusta automaticamente os faróis e os limpadores de para-brisa de acordo com as condições climáticas. O ABS com EBD (Antilock Braking System com Electronic Brakeforce Distribution) é outro recurso que contribui para a segurança no veículo, garantindo uma frenagem mais eficiente e segura.

O Fastback Abarth conta ainda com ar-condicionado automático digital, faróis e lanternas full LED, keyless Entry’nGo com partida remota, freio de estacionamento eletrônico automático com Auto Hold e airbags frontais e laterais de tórax e cabeça para motorista e passageiros.

Preço
Fiat Fastback Abarth 2026 – R$ 179.490,00

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Jeep Compass Blackhawk ganha nova motorização de 272 cavalos

O modelo topo de gama do Jeep Compass, o Blackhawk, passa a contar com uma nova motorização. O modelo queridinho dos brasileiros no segmento de SUVs médios estreia com o motor Hurricane Flex 2,.0.

Com a nova motorização, o Compass Blackhawk, desenvolve 272 cavalos de potência e 400 Nm de torque. Segundo a marca, o modelo faz de 0 a 100 km/h em 6,3 segundos e velocidade máxima de 228 km/h. O Blackhawk tem tração 4×4.

Com 7 airbags, pacote de serviços conectados Adventure Intelligence Plus com Alexa in-vehicle – que traz assistência em tempo real, internet a bordo e navegação integrada – bancos do motorista e do passageiro elétricos, rebatimento automático dos retrovisores externos, rodas em liga leve de 19”,  porta-malas automático com sensor de presença e teto solar panorâmico.

O SUV oferece ADAS nível 2 com destaque para o ADA – Assistente ativo de direção. É a combinação do uso do Lane Centering e do ACC. Essa combinação permite que o carro faça curvas de forma autônoma em vias sinalizadas enquanto mantém a velocidade pré-definida. Entre os demais itens do ADAS estão o alerta de ponto cego, frenagem automática de emergência com detecção de pedestres e ciclistas, aviso de mudança de faixa, reconhecimento de placas de trânsito, farol alto automático, detecção de tráfego traseiro cruzado e assistente de estacionamento.

Preço
Jeep Compass Blackhawk Flex R$ 274.290,00.

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Bonito e moderno, o Nissan Kait é a versão de entrada da linha Kicks

Numa “sacada” inteligente, a Nissan substituiu o cansado Kicks Play pelo Kait, com design moderno e muito atual. Depois do lançamento do novo Kicks em julho deste ano, que desde o lançamento em 2016 só recebia pequenas mudanças estéticas, o Kicks Kait é, na verdade, o modelo antigo com uma frente e uma traseira novas.

A lateral, motor e o interior foi herdado do Play. Produzido no Complexo Industrial da Nissan, em Resende-RJ, o Nissan Kait vai ser comercializado em 20 países da América do Sul e Central. Em outra decisão interessante, a nova versão de entrada chega com o mesmo preço do anterior: R$ 117.990. O nova versão chega com quatro opçõe4s de acabamento e equipamentos.

Moderno

Com linhas até mesmo arrojadas para os padrões de design japonês (normalmente mais conservador) o Kait tem uma frente moderna e faróis afilados com o DRL obrigatório e em full led. O capô, semelhante ao do novo Kicks, tem vincos pronunciados nas extremidades e transmitem imponência.

Já a traseira conta com uma elegante tampa (inspirada do icônico modelo da marca, o Patrol), com novas linhas mas manteve o mesmo vidro, e lanternas de led que são ligadas por uma barra em piano black, o que dá um visual muito agradável.

Todas as versões do Nissan Kait contam com rodas de liga leve aro 17, que vêm equipadas com pneus 205/55. Nas versões Advance Plus e Exclusive elas têm design com estilo mais esportivo, batizado de “blades” (lâminas).

Espaçoso

Apesar de ser mais do mesmo, o espaço interno do Kait é um dos destaques em seu segmento: 4,30 m de comprimento, 2,62 m de entre eixos e porta-malas de 432 litros.

O painel de instrumentos digital de 7 polegadas e 100% personalizável, na versão mais sofisticada. De acordo com a versão, é adotado um tipo diferente de material de revestimento, sendo que, no topo de linha Exclusive, os bancos têm acabamento premium de dois tons e costuras com cor contrastante.

O novo suv vem com um bom pacote de itens de segurança, que fica mais sofisticado dependendo na versão. Entre os itens estão o monitoramento que ajuda a evitar colisões Alerta de Tráfego Cruzado Traseiro (RCTA), Alerta de Ponto Cego (BSW), Alerta de Colisão Frontal (FCW), Alerta Inteligente de Prevenção de Mudança de Faixa (LDW), Assistente de Prevenção de Mudança de Faixa (LDP); Assistente Inteligente de Frenagem e Detecção de Pedestre (P-FEB) e o Controle de Cruzeiro Adaptativo de Velocidade e Distância (ICC). O Kiat ainda conta com  seis airbags e a  estrutura do assoalho ‘Anti-Submarine’, que ajuda a manter a posição dos passageiros atrás e a evitar o deslizamento deles pelo cinto de segurança em uma colisão.

Tecnologia

A conectividade do Nissan Kait, nas versões Advance Plus e Exclusive, vem multimídia de 9 polegadas. O equipamento tem tela sensível ao toque com resolução de 1024 a 600 pixels, além de contar com processador de som AK7604, da AKM, para produzir um áudio de alta qualidade. Com conexão sem fios, Apple Car Play e Android Auto, a multimídia permite ainda que sejam reproduzidos vídeos, músicas e outros conteúdos do telefone e também da nuvem, além de funcionar com reconhecimento de voz.

Motorização

O Kait vem equipado com o mesmo powertrain utilizado nos antigos Kicks. O motor 1,6 litro de 16V com a caixa de transmissão CVT. Com etanol esse motor oferece 113 cavalos de potência a 5.600 rpm e torque de 15,2 kgfm a 4.000 rpm. Já quando abastecido com gasolina, ele tem 110 cavalos a 5.600 rpm e 14,9 kgfm a 4.000 rpm.

Apesar de manter a engenharia do modelo anterior, o novo tem eixo traseiro, amortecedores, molas e amortecedores desenvolvidos especificamente para ele. A suspensão dianteira independente é MacPherson com barra estabilizadora.

Preços
Active: R$ 117.990;
Sense Plus: R$ 139.590;
Advance Plus: R$ 149.890;
Exclusive: R$ 152.990.

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Há 117 anos, Henry Ford desenvolveu um motor multicombustíveis

Abastecer os carros com álcool é uma prática comum no Brasil desde os anos 70, mas a pesquisa dos combustíveis de origem vegetal começou muito antes. O pioneiro Ford Modelo T, lançado há 117 anos nos EUA, era conhecido pela capacidade de operar com gasolina e outros tipos de combustível, como álcool e querosene. E documentos da década de 1910 mostram que Henry Ford pesquisou o uso de combustíveis à base de diferentes produtos, como açúcar, madeira, milho e batatas.

“Todo mundo está esperando por um substituto para a gasolina”, declarou Henry Ford para uma edição de 1916 do jornal Western Brewer, voltado aos produtores de cerveja. Notório abstêmio, ele também lamentou o fechamento de cerca de 60 cervejarias devido à proibição da bebida no estado de Michigan.

“Quando isso acabar não haverá mais gasolina e, muito antes disso, o preço da gasolina terá subido a um ponto em que será muito caro para ser queimado como combustível automotivo”, disse.

Resultados promissores

Experimentos realizados nos laboratórios da Ford durante 18 meses mostraram que o álcool combustível podia não só ser um substituto adequado para a gasolina, mas também um produto comercialmente viável. Na visão de Henry Ford, as cervejarias fechadas poderiam ser convertidas em destilarias para produzir álcool combustível, aproveitando os milhões de dólares já investidos naquelas instalações.

O típico motor de quatro cilindros do Modelo T gerava uma potência de 20 cv, com consumo de 5,5 a 8,9 km/l. Ford orgulhou-se de que um Modelo T testado com álcool tinha uma potência 15% maior do que com gasolina, embora com autonomia um pouco menor – algo que os donos de carros flex hoje experimentam na prática.

O combustível alternativo foi apontado também como um benefício para os agricultores, que logo usariam tratores agrícolas, como o popular Fordson da Ford. Henry Ford declarou ao Western Brewer que já tinha 30 desses “tratores motorizados” funcionando com álcool em Dearborn. E previu um futuro em que o álcool combustível poderia ser fornecido por tubulações subterrâneas para uso na iluminação e cozinhas, como o gás natural.

Nesses testes vários grãos e vegetais foram convertidos em álcool, incluindo resíduos de fábricas de enlatados e de açúcar que normalmente seriam descartados. Outras fontes promissoras eram talos de milho e uma variedade de batatas da Alemanha, que poderiam ser cultivados localmente.

Lei Seca

Apesar do potencial dos biocombustíveis, a dificuldade de operar destilarias na era da Lei Seca acabou inviabilizando o projeto. A proibição do álcool no estado de Michigan já existia antes da lei nacional entrar em vigor, em 1920. E quando ela terminou, em 1933, a Ford já havia avançado, substituindo o Modelo T pelo Modelo A e, em seguida, pelo motor V8 de cabeçote plano.

A ideia de Henry Ford não se concretizou, mas seus esforços no desenvolvimento de combustíveis alternativos fazem parte do legado de engenhosidade e pensamento inovador que hoje definem a Ford.

 

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Citroën Jumper tem alterações no design e motor com 140 cavalos

Assim como outros utilitários da Stellantis, a nova motorização de 2,2 litros também chega na Citroën Jumper 2026. O modelo também recebeu melhorias no design e interior. Disponível nas versões Cargo, Furgão e Minibus têm preços iniciando em R$ 280.990,00.

O exterior da Jumper recebeu nova grade frontal, faróis reformulados e alterações no design dos retrovisores, badge e centro das rodas. O para-choque, a grade do radiador e os espelhos retrovisores foram redesenhados buscando melhorar suas características aerodinâmicas.

Todas as versões da Jumper passam a ser equipadas com o novo motor 2.2L, com quatro cilindros em linha, que entrega 140 cavalos e torque de 350 Nm.

A motorização é combinada a uma transmissão manual de seis marchas, com embreagem monodisco a seco e acionamento hidráulico.

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Teste: Com o novo motor, o Creta ganhou mais desempenho e economia

O Hyundai Creta foi apresentado mundialmente em 2014 e começou a ser vendido no Brasil em 2017. Fabricado na planta da marca em Piracicaba-SP, logo se tornou um sucesso de vendas. No final do ano passado, o modelo ganhou uma grande reestilização e uma nova motorização.

Bem mais moderno, o modelo caiu nas graças do mercado nacional, tão avido por SUVs. A nossa avaliação é do modelo mais sofisticado das cinco versões disponíveis no mercado brasileiro: o Ultimate.

Moderno

O Creta Ultimate tem um design muito agradável e chamativo. Na dianteira uma elegante grade cromada com elementos geométricos, que junto com os faróis de LED, deixam o modelo com uma aparência de caro sofisticado e de categoria superior. Na traseira, as novas lanternas substituíram as esquisitas da versão anterior. O conjunto ficou muito melhor e mais agradável.

Para completar a harmonia do modelo, o suv conta com rodas de liga de alumínio de 18 polegadas (pneus 215/55 R18), com desenho muito bonito.

Por dentro, o Ultimate tem interior luxuoso e é muito bem acabado. O destaque inicial é o amplo painel de instrumentos aliado á central multimídia. São duas telas praticamente unidas, cada uma com 10,25 polegadas. O painel de instrumentos é muito completo e com diversas informações que auxiliam muito o motorista.

Muitos veículos de categorias superiores não têm a quantidade de dados que o Creta Ultimate fornece. Um simples exemplo: ao acionar o limpador do vidro dianteiro ou traseiro, aparece a mensagem “acionado o limpador do para-brisas”. E isso ocorre em outros sistemas.

A central multimídia é intuitiva e compatível com Android Auto e Apple CarPlay. Porém, para o pareamento sem fio é necessário instalar um aplicativo da marca coreana no aparelho celular.

O acabamento interno e os materiais utilizados, surpreendem pelo bom gosto e sofisticação. Numa tentativa de aumentar a aparência de sofisticação, o Ultimate conta com vários detalhes cromados.

Os bancos são confortáveis e o do motorista tem vários ajustes elétricos e ventilação. O volante, também com ajustes de altura e profundidade, tem boa empunhadura e vários controle que facilitam a condução na estrada e no dia-a-dia.

Para maior conforto, o ar-condicionado de duas zonas é digital automático e, além do carregador por indução, tem entradas USB na frente e atrás. O porta-malas é amplo e conta com 422 litros de capacidade.

Motorização

Sem dúvida a motorização é um dos destaques do modelo familiar. O novo propulsor tem quatro cilindros em linha, 1,6 litro, turbo e oferece 193 cavalos a 6.000 rpm de potência máxima e torque máximo de 27 m·kgf a 1.700 rpm. Mas é somente a gasolina.

Em relação ao antigo motor de dois litros, o novo é muito mais esperto e competente, além de mais econômico. Em nossa avaliação, o SUV acelerou de 0 a 100 quilômetros por hora em 8,0 segundos e alcançou velocidade máxima de 209 km/h. São números muito bons para um modelo de sua categoria.

O consumo é bom e muito melhor do que a versão anterior com motor 2,0 litros. Na nossa avaliação, no ciclo urbano, o Creta consumiu 11,6 quilômetros por litro e no ciclo rodoviário 13,9. Como o tanque é de 50 litros, a autonomia pode ser superior a 650 quilômetros.

A transmissão tem dupla embreagem, sete velocidades e faz uma boa parceria com a motorização. A sua utilização no modo manual pode ser feita na alavanca ou nas borboletas atrás do volante.


Andando

O desempenho é muito bom com a nova motorização. Tanto na estrada como na cidade, o modelo é muito agradável. A nota destoante da avaliação é para a suspensão, que no SUV da Hyundai é McPherson na dianteira e eixo de torção na traseira.

Com o objetivo de deixar o carro mais macio, bem ao gosto da maioria dos consumidores desse segmento e principalmente no modelo topo de linha, em pisos esburacados, tão comuns nas ruas brasileiras, a suspensão fica barulhenta e sente os “trancos” das irregularidades. Apesar disso, a marca conseguiu um bom equilíbrio, já que o Creta Ultimate tem boa estabilidade e passa confiança ao motorista.

Além dos sistemas do controle de cruzeiro adaptativo, alerta de ponto cego e o questionável assistente de permanência em faixa, o  pacote de segurança (Adas) do Creta Ultimate 2025 é extensa: assistente de tráfego transversal à retaguarda auxilia o motorista ao sair de vagas de marcha à ré; alerta de desembarque seguro; alerta sobre a aproximação de veículos ou ciclistas ao abrir as portas; assistente de ponto cego nos retrovisores externos através de projeção de imagem no quadro de instrumentos; assistente de permanência e centralização na faixa; controle de velocidade cruzeiro adaptativo e o sistema de frenagem autônoma de emergência.

Preço
Hyundai Creta Ultimate 1,6 Turbo – R$ 196.990

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Jeep Commander ganha nova motorização a diesel de 200 cavalos

Depois de várias adequações nas linhas Jeep, o Commander passa a ser o único veículo da marca com motorização a diesel. Com o novo motor na versão Overland, segundo a marca, o modelo ganhou agilidade e maior desempenho.

Segundo números da Jeep, com a motorização anterior, o modelo de sete lugares, entregava 170 cavalos de potência, 380 Nm de torque e fazia 0 a 100 km/h em 11,6 segundos. Já com o novo motor 2,2 turbodiesel, a potência sobe para 200 cavalos e 450 Nm de torque. A aceleração 0 a 100 km/h caiu para 9,7 segundos, uma melhora de 2 segundos.

A nova motorização, que já equipa outros modelos da Jeep e Fiat, é bem mais moderna e tecnológica, com cabeçote de alumínio e duplo comando de válvulas, coletor de admissão variável, injeção de diesel de alta pressão (2.000 bar), turbocompressor com geometria variável e wastegate elétrica, intercooler ar-água e duplo circuito de refrigeração do motor. O sistema de escape possui duplo sistema de recirculação de gases (EGR) e pós-tratamento com injetor de ureia arrefecido por líquido, controlados por uma só central eletrônica — mudança que só foi possível por conta da adoção de processadores mais rápidos e eficientes.

O Commander é fabricado no Polo Automotivo Stellantis de Goiana (PE.

Preço
Jeep Commander Overland R$ 309.990,00

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Para equipar modelos da Renault, Horse começa a produzir o motor 1,3 turbo

A Horse Powertrain, empresa que tem como proprietárias a francesa Renault e chinesa Geely,  iniciou hoje (29), a produção do motor HR13, de 1.3 litro turbo e 4 cilindros, em São José dos Pinhais, no Paraná.

A versão flex fuel do motor HR13 foi projetada especificamente para o mercado sul-americano, pode operar com gasolina e etanol e atende os padrões de emissões L8. A unidade de propulsão entrega uma potência máxima de 163 cavalos (120 kW) e torque máximo de 250 Nm a apenas 1.600 rpm.

O motor conta com um sistema de injeção direta desenvolvido especialmente para o uso de etanol. Cada cilindro é equipado com injetores de seis furos montados centralmente, operando a 200 bar de pressão, projetados para uma atomização excepcional do combustível, que proporciona potência e torque sem comprometer a eficiência do combustível.

O começo da produção do HR13 se soma ao aumento da capacidade de produção da Horse no Brasil, que já havia sido ampliada com o início da fabricação do motor HR10, 1.0 litro turbo de 3 cilindros, no começo de 2024, que equipa o Kardian.  O motor HT13, além de outros modelos da Renault brasileira, pode equipar a futura versão esportiva do Kardian.

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