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Por R$ 76.990,00, Citroën C3 Live Go entra no programa Carro Sustentável

A versão Live Go do Citroën C3, passa a se encaixar entre os modelos com isenção de IPI – Imposto sobre Produtos Industrializados e com isso, tem seu preço reduzido em quase 10 mil reais. O projeto Carro Sustentável, que é o retorno do bem sucedido programa dos anos 1990 do Carro Popular, foi criado dentro do Mover -Mobilidade Verde e Inovação, instituído pela Lei nº 14.902, de 27 de junho de 2024.

Os três modelos da marca francesa no programa, Citroën C3 Live Go, Citroën C3 Live Plus e Citroën C3 Feel Plus, passam a adotar pneus tecnológicos com menor resistência ao rolamento e novas calibrações no motor e freios.

Preço
Citroën C3 Live Go – R$ 76.990,00

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Dólar comercial cai 1,6% e fecha em R$ 5,23 com alívio externo

O mercado financeiro teve um dia de alívio nesta segunda-feira (16). O dólar caiu com força e encerrou o dia próximo de R$ 5,20, acompanhando o movimento da moeda no exterior. O dólar comercial encerrou as negociações vendido a R$ 5,229, com recuo de R$ 0,085 (-1,60%). A cotação encostou em R$ 5,28 durante a manhã, mas despencou à tarde, até fechar próxima da mínima do dia.

Apesar da queda nesta segunda, o dólar acumula alta de 1,87% em março. No acumulado do ano, porém, a moeda registra queda de 4,72% em relação ao real. A moeda estadunidense caiu após dois pregões de forte alta, quando superou R$ 5,30 e alcançou o maior nível de fechamento desde janeiro.

A redução da aversão global ao risco, impulsionada pela queda do petróleo, favoreceu ativos de mercados emergentes e levou o real a registrar um dos melhores desempenhos entre essas moedas.

Bolsa reage

No mercado de ações, o principal índice da B3 também reagiu positivamente ao ambiente externo e se recuperou após duas quedas seguidas. O Ibovespa avançou 1,25%, encerrando o pregão aos 179.875 pontos, após ultrapassar momentaneamente os 181 mil pontos durante a sessão.

O desempenho refletiu a melhora na percepção de risco global e a queda das cotações do petróleo, fatores que ajudaram a aliviar a pressão sobre os mercados financeiros após dias de forte volatilidade ligados ao conflito no Oriente Médio.

Petróleo recua

O principal fator por trás da melhora no humor dos mercados foi a queda nas cotações do petróleo. A commodity (bem primário com cotação internacional) recuou diante da expectativa de retomada gradual do tráfego marítimo pelo Estreito de Ormuz, rota estratégica por onde passa cerca de 20% da oferta global de petróleo. O contrato do petróleo do tipo Brent (usado nas negociações internacionais) para maio fechou em queda de 2,84%, embora o barril ainda permaneça acima de US$ 100 e acumule valorização de 40% no mês.

Declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, também ajudaram a reduzir a tensão geopolítica. Ele afirmou que o acesso ao estreito poderá ser restabelecido em breve e indicou que há interlocutores no Irã dispostos a dialogar. Com as declarações e a reabertura gradual do Estreito de Ormuz, os investidores desmontaram posições defensivas montadas na sexta-feira anterior, quando havia receio de escalada da guerra no Oriente Médio.

Fatores internos

No cenário doméstico, operadores também apontam como fator positivo as intervenções do Tesouro Nacional no mercado de títulos públicos. O órgão realizou duas operações de recompra de papéis, ampliando a liquidez e reduzindo tensões na curva de juros. A movimentação ajudou a derrubar as taxas de contratos de Depósito Interfinanceiro (DI), que registraram quedas superiores a 30 pontos-base (0,3 ponto percentual) em alguns vencimentos.

Expectativa do Copom

Investidores também ajustam posições antes da reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central do Brasil, marcada para quarta-feira (18). A expectativa predominante no mercado é de corte mais moderado da taxa Selic, possivelmente de 0,25 ponto percentual, levando os juros de 15% para 14,75% ao ano.

Parte dos analistas, porém, já considera a possibilidade de manutenção da taxa diante das pressões inflacionárias provocadas pela alta recente do petróleo. Mesmo com eventual redução, o diferencial de juros do Brasil continuará elevado, o que tende a sustentar a atratividade do real para investidores internacionais. (Agência Brasil)

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GWM Haval H9 é muito superior ao seu concorrente direto

Sem dúvidas, o GWM H9 é um SUV surpreendente. Além do design imponente, o H9 tem um acabamento de excelente nível, é muito confortável e traz muita tecnologia embarcada. Se o proprietário do seu concorrente direto, o Toyota SW4, andar no modelo da marca chinesa, vai se arrepender da compra. Com outra grande vantagem: o preço é muito menor.

O modelo tem um motor de 2,4 litros, turbo diesel de 184 cavalos e torque máximo de 480 Nm entre 1.000 rpm e 100% a 1.500 rpm. A transmissão é automática de 9 marchas. O desempenho é apenas razoável, pois falta um pouco de potência, ainda mais levando-se em conta que pesa 2.525 quilos. O jipão acelera de 0 a 100 quilômetros por hora em 12,3 segundos e atinge a velocidade máxima de 170 quilômetros por hora. Os números poderiam ser melhores, mas como é um dos poucos pontos negativos, vale relevar. Além disso, não estão muito distantes da concorrente, que têm mais potência, mas gasta bem mais.

Na estrada, ainda mais se for uma pista boa, são impressionantes o baixo nível de ruído e o conforto. E isso, fazendo 10,8 quilômetros por litro de diesel. Na cidade, o consumo cai para 9,2 quilômetros por litro. São números bons.
Se na estrada os números não impressionam, no fora-de-estrada, a coisa muda totalmente. Mesmo levando em conta que boa parte de seus compradores jamais vai colocar o SUV numa estrada de terra.

Fizemos uma aventura por estradas bem acidentadas e com diversos trechos muito difíceis de transpor. Nada parou o H9, pelo contrário. O modelo tem tração integral 4×4, bloqueio de diferenciais (dianteiro e traseiro), caixa de redução e sete modos de condução do Sistema Todo-Terreno (ATCS), que permitem enfrentar desde o asfalto até trilhas severas. Recursos exclusivos, como a função Tank Turn, que reduz o raio de giro em até 1,5 metro, e a visão panorâmica 540° com chassi transparente, tornam o SUV ainda mais versátil.

Sua capacidade off-road é reforçada por ângulo de ataque de 31°, saída de 25°, altura livre do solo de 224 mm e habilidade de vencer rampas de até 57% (29,7°) e a maior capacidade de imersão da categoria, de até 800 mm.
O Haval H9 é equipado com uma suspensão dianteira independente do tipo duplo A com molas helicoidais e barra estabilizadora com 221 mm de curso, e uma traseira com eixo rígido com cinco braços (five link) com molas helicoidais e barra estabilizadora de 235 mm de curso. Ou seja, é um valente mesmo.

Conforto

O acabamento e a harmonia do GWM H9 estão entre os melhores em seu segmento. Os bancos dianteiros em couro são muito confortáveis e ainda oferecem massagem, aquecimento, ventilação, ajustes elétricos e memória de posição. É muita mordomia, principalmente em viagens mais longas. O conforto se estende para a segunda fileira, que também tem ventilação e tomadas exclusivas (uma 12V, uma USB Tipo A e uma USB tipo C).

Mesmo não tendo o conforto das duas primeiras fileiras, por conta do espaço, os dois bancos da última fila comportam bem duas crianças, com acesso fácil, saídas de ar no teto e porta-objetos laterais. Outra coisa que melhora muito para os passageiros das duas fileiras de trás é o amplo teto solar panorâmico com acionamento elétrico, que deixa o ambiente mais iluminado e atraente.

O volante tem excelente empunhadura com controles. O painel digital de 10,25” é bem completo e pode ser customizado. A central multimídia de 14,6” Full HD tem conectividade e integração sem fio para Apple CarPlay e Android Auto, além de comandos de voz em português desenvolvidos no Brasil. O carregador sem fio de celular é muito rápido de 50W e há ainda múltiplas entradas USB-C e USB.

Para acessar o jipão, principalmente para passageiros com menor estatura, o modelo tem um útil estribo retrátil automático.

Preço
GWM Haval H9 Exclusive R$ 319 mil

 

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Além da valentia, Jeep Commander tem muito conforto e tecnologia

Há mais de 30 anos, li um artigo de um veterano jornalista automotivo inglês ensinando, pela sua longa experiência, outros jornalistas automotivos a fazer as avaliações. E a maior dica é que o veículo de avaliação tem que ser usado por um período e utilizado normalmente. Ou seja, como o proprietário faz no dia-a-dia. E é isso que fazemos e fizemos com o Jeep Commander Overland 2,2 litros turbodiesel. O modelo, um dos mais vendidos do segmento, surpreende pelo conforto, espaço interno e desempenho. Por que tamanha surpresa? O modelo testado não é o topo de linha — que é a versão Blackhawk — e o Overland fica exatamente abaixo. Se esse surpreende, imagine o topo.

Realmente o conjunto mecânico é muito bom e faz toda a diferença. Com uma motorização de 2,2 litros, turbodiesel de quatro cilindros, o propulsor oferece 200 cavalos de potência máxima a 3.500 rpm e torque máximo de 45,9 m·kgf já a 1.500 rpm. Isso garante o bom desempenho que já ressaltamos. A velocidade máxima é de 205 quilômetros por hora e a aceleração de 0 a 100 quilômetros por hora em 9,7 segundos.

A transmissão é automática de nove marchas e a tração tem a opção de 4X4 com reduzida. As trocas são muito eficientes e suaves. O modelo tem a possibilidade de trocas manuais, mas, de verdade, é perda de tempo.

No uso urbano, o Overland consumiu em média 10,6 quilômetros por litro e no rodoviário fez em média 13,7 quilômetros por litro. Na estrada, numa velocidade de 100 quilômetros por hora, o SUV fez incríveis 15,9 quilômetros por litro. Isso pesando quase duas toneladas. Agora, se o condutor quiser andar em velocidades mais elevadas, o consumo cai drasticamente, mas não é essa a finalidade do modelo. Esses números são muito bons para um modelo pesado e de sete lugares.

O que também chamou a atenção foi a acústica. Tradicionalmente, os motores a diesel são mais barulhentos do que os à combustão flex. Não é o caso. O Commander Overland é muito silencioso, mesmo em acelerações mais agressivas.

Como tem a opção de 4X4, fizemos uma aventura pelas estradas de terra, algumas com aclives bem íngremes, onde tivemos que usar a tração. E o Jeep enfrentou todas com muita facilidade e disposição. Só uma vez, e por precaução, pois passaria apenas com a tração no 4X4 normal, usamos o sistema no Low e o bloqueio do diferencial.

A suspensão é independente nas quatro rodas, com 213 mm de altura mínima do solo, ângulos de entrada e saída generosos e pneus de uso misto 235/50 R19. Proporciona conforto em todos os terrenos.

Conforto e acabamento

Por dentro, o acabamento é muito bom, com bancos, laterais das portas e painel em couro de excelente qualidade. Tirando a terceira fileira, onde acomoda crianças ou adultos por trechos pequenos, nas demais todos ficam muito confortáveis e seguros.

O SUV tem um quadro de instrumentos digital de 10,25”, customizavel, mas que precisa de um bom tempo para conseguir utilizá-lo na totalidade. Quem não é expert em tecnologia “apanha” um pouco. No centro, uma boa e muito completa tela de multimídia com 10,1” e Alexa integrada, permitindo que os ocupantes consultem diversas funções por meio de comando de voz. O modelo também oferece Wi-Fi Hotspot. O som é sofisticado.

O Commander Overland está equipado ainda com tecnologia de direção autônoma ADAS de nível 2, que inclui alerta de colisão com frenagem automática, detecção de ponto cego e de tráfego cruzado, alerta de mudança de faixa, frenagem de emergência para pedestres, ciclistas ou motociclistas, detector de fadiga do motorista, reconhecimento de placas de velocidade, comutação automática de faróis, piloto automático adaptativo e detecção de mãos fora do volante.

Preço
Jeep Commander Overland R$ 308.490,00

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Petrobras reduz preço da gasolina em 5,2% a partir desta terça

A Petrobras anunciou nesta segunda-feira (26) que vai reduzir em 5,2% o preço da gasolina A vendida às distribuidoras. O novo preço passa a valer a partir desta terça-feira (27).

A gasolina A é o combustível puro que sai das refinarias e é misturado ao etanol pelas distribuidoras, para que possa ser vendido ao consumidor final nos postos.

Com a redução, o preço médio de venda da Petrobras para as distribuidoras passará a ser, em média, de R$ 2,57 por litro, uma redução de R$ 0,14.

No comunicado que anunciou a mudança de valores, a empresa informa que, desde dezembro de 2022, a queda no preço da gasolina chega a R$ 0,50 ─ um recuo de 26,9%, já considerando a inflação do período.

A última mudança no preço do combustível havia sido em 21 de outubro de 2025, quando ficou 4,9% mais barata.

Preço nas bombas

O movimento da Petrobras deve representar alívio na inflação do país, uma vez que a gasolina é o produto com maior peso no Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), indicador que apura a inflação oficial.

Apesar de a Petrobras ser a maior produtora do combustível no país, o preço da gasolina nas bombas não depende apenas da estatal. Após o produto ser vendido às distribuidoras, sofre influências de outros custos, como o frete, mistura com o etanol, cobrança de impostos e a margem de lucro dos postos.

Diesel

A Petrobras informou que o preço do diesel vendido às distribuidoras não sofrerá alteração. Desde dezembro de 2022, a redução acumulada no preço do óleo combustível vendido às distribuidoras é de 36,3%, considerando a inflação do período. (Agência Brasil)

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Tomate cai 42,9% e batata inglesa dispara 45,5% na Ceasa de Campinas

A semana de 6 a 13 de outubro foi marcada por movimentos opostos no Sacolômetro da Ceasa Campinas: enquanto o tomate débora despencou 42,9%, para R$ 4,00/kg; a batata ágata disparou 45,5%, para R$ 3,20/kg. Os legumes recuaram 3,6%, mas as raízes subiram 2,2%, refletindo dinâmicas distintas de safra.

Paulo Palma, técnico de Mercado e Agricultura da Ceasa Campinas, explica o comportamento de “montanha-russa” do tomate. “Tivemos uma semana com pouca oferta, o que gerou uma disparada de preço porque estava terminando a primeira parte da safra de inverno, refletindo vácuo temporário entre ciclos produtivos. Agora apareceu a segunda parte da safra, por isso teve essa queda”.

Legumes
Abobrinha brasileira: -14,4% (R$ 3,33/kg)
Berinjela: -12,6% (R$ 3,18/kg)
Pimentão verde: +23,0% (R$ 7,27/kg)
Chuchu: +8,3% (R$ 3,25/kg)

“A abobrinha e a berinjela tiveram bastante oferta no mercado. Já o chuchu subiu porque faltou produto, estavam trazendo do Espírito Santo e vieram menos cargas”, analisou Paulo.

Batata 

No movimento contrário, a batata ágata especial teve o que Palma chamou de “estilingada” de 45,5%. “Está acabando a safra de Vargem Grande do Sul aqui no estado de São Paulo, e também tem pouca mercadoria vinda do cerrado mineiro, de onde vem bastante batata. Por isso essa alta de preço”, justificou.

A batata doce também manteve trajetória ascendente, com nova alta de 6,7% para R$ 4,00/kg, acumulando aumentos consecutivos nas últimas semanas.

Raízes
Beterraba: -11,1% (R$ 2,00/kg)
Cenoura: -8,3% (R$ 2,75/kg)

Frutas

As frutas brasileiras mantiveram estabilidade total (0,0%), sem qualquer variação de preços durante a semana. “Isso ocorreu muito em função dos dias frios que tivemos na semana passada, que inibiram o consumo das frutas, e assim os preços acabaram ficando estáveis”, explicou o técnico.

Ovos

O setor de ovos teve redução de 2,8%, com quedas em todas as categorias analisadas. “A queda foi em função da boa oferta vinda principalmente da região de Bastos, aqui no estado de São Paulo”, destacou Palma.

Ovos

Ovo de codorna: -7,1% (R$ 6,50/2,5 dz)
Ovo branco extra: -2,8% (R$ 175,00/30 dz)
Ovo vermelho extra: -2,6% (R$ 185,00/30 dz)

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Ceasa Campinas registra redução nos preços das frutas; hortaliças sobem

O Sacolômetro da Ceasa Campinas, divulgou hoje (1º) as principais  variações de preços dos alimentos na última semana de junho dos hortifrutigranjeiros. O destaque foi a forte queda nos preços das frutas, que registraram retração média de 8,4%. Em contrapartida, as hortaliças-fruto tiveram alta de 5,6%, por conta das temperaturas mais frias.

Frutas em queda

O morango liderou as baixas, com recuo expressivo de 30%, sendo comercializado a R$ 23,33/kg. A melancia graúda teve queda de 9,1%, custando agora R$ 1,50/kg, enquanto a laranja pera caiu 7,7%, com o quilo vendido a R$ 3. Na contramão, as diversas variações dos mamões mantiveram trajetória ascendente.

“Os mamões seguem o movimento da oferta retraída nas regiões produtoras, e chegam em menor quantidade no entreposto”, explicou Paulo Palma, técnico de Mercado e Agricultura da Ceasa Campinas.

Hortaliças disparam

O chuchu registrou a maior alta da semana, com valorização de 40%, passando a R$ 1,75/kg. O pepino caipira teve alta de 22,2%, chegando a R$ 5,50 o quilo, e o jiló subiu 21,4%, comercializado a R$ 5,67/kg.

A vagem macarrão continuou em alta, com valorização de 14,3%, encerrando a semana a R$ 12,31/kg. Em movimento oposto, o tomate débora apresentou alívio de 8,3%, sendo vendido a R$ 5,50/kg, e o milho verde teve queda de 11%, cotado a R$ 2,67/kg com o fim das festividades de junho. A chicória e alface registraram alta de 1,1%. A couve-flor apresentou leve recuo de 5%, sendo vendida a R$ 5,52/kg, enquanto acelga, brócolis, repolho e rúcula mantiveram estabilidade.

Os ovos brancos registraram uma alta de 1,2%. Já os ovos vermelhos e de codorna permaneceram estáveis.

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Linha 2026 do Ora 03 chega com poucas novidades e mais caro

Já está nas concessionárias, a linha 2026 do GWM Ora 03, sendo o aumento de peço a sua maior novidade. Os modelos agora passam a ser denominados de Ora Skin BEV 48  e Ora 03 GT BEV63, A sigla se refere a BEV – Battery Electric Vehicle e os números á   capacidade das baterias (48 kWh e 63 kWh).

No início deste do ano, o modelo passou a contar com estepe, e a conectividade com o aplicativo My GWM, que permite o monitoramento e o controle remoto de diversas funções do veículo. Na “nova” linha, o teto solar panorâmico é de série em ambas as versões.

Os novos preços são: GWM Ora 03 Skin BEV48 R$ 169.000, 00 (aumento de dez mil reais) e o GT BEV63, R$ 199.000,00 (aumento de doze mil reais).

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BYD faz promoção em seus modelos elétricos e híbridos

Na próxima sexta-feira (21) e sábado (22), as concessionárias da marca BYD estarão com uma grande promoção em seus veículos e horário ampliado nas revendas.

Entre as várias ofertas, o King GS sai de R$ 191.900 por R$ 163.900, o Song Pro GS de R$ 204.800 por R$ 179.800, o Dolphin GS de R$ 159.800 por R$ 149.800 e o Dolphin Mini (na versão 4 lugares) de R$ 118.800 + taxa 0%. Como gentileza (?) a marca chinesa dará o carregador wallbox e o carregador portátil grátis.

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Bandeira tarifária de energia volta a ser verde, sem cobrança extra

A bandeira tarifária de energia elétrica em agosto será verde, o que significa que as contas de luz dos consumidores não terão custo extra no próximo mês. Segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), as condições favoráveis para geração de energia elétrica no país permitem a adoção da bandeira sem cobrança.

No mês passado, a Aneel tinha estabelecido bandeira amarela, com acréscimo de R$ 1,88 a cada 100 kW/h consumidos, por causa da previsão de chuva abaixo da média e a expectativa de aumento do consumo de energia.

“No final de junho, houve uma expectativa de menor volume de chuvas para julho, o que se confirmou na maior parte do país. Porém, o volume de chuvas na Região Sul neste mês contribuiu para a definição da bandeira verde em agosto”, explicou o diretor-geral da Aneel, Sandoval Feitosa.

Criado pela Aneel em 2015, o sistema de bandeiras tarifárias indica aos consumidores os custos da geração de energia no Brasil. O cálculo para acionamento de cada bandeira leva em conta principalmente o risco hidrológico e o preço da energia.

As bandeiras tarifárias funcionam da seguinte maneira: as cores verde, amarela ou vermelha (nos patamares 1 e 2) indicam se a energia custará mais ou menos em função das condições de geração, sendo a bandeira vermelha a que tem um custo maior, e a verde, sem custo extra. (Agência Brasil)

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