Educação de Campinas ganha frentes para enfrentar o racismo

A Secretaria Municipal de Educação de Campinas instituiu o ProErer – Programa de Educação para as Relações Étnicos-Raciais. Por meio dele, será possível promover as formações continuadas para os profissionais da rede municipal, assim como fazer a curadoria de livros e materiais didáticos sobre o assunto e promover cursos, entre outras ações.

“Pelo fato de a questão racial ser muito complexa, envolver muitos atores, o MIPID (Memória e Identidade: Promoção da Igualdade na Diversidade) ficou grande em atividades para ser um programa, e essas duas áreas, com a criação do Observatório MIPID, chegam para potencializar as ações”, explicou a coordenadora do MIPID – Memória e Identidade: Promoção da Igualdade na Diversidade, Valéria Olímpio.

O MIPID atuará por meio da implantação de um observatório para pensar e fomentar as políticas públicas educacionais na área étnico-racial, produzir por meio de dados estatísticos diagnósticos e ações intersetoriais. “Ele vem para a gente perceber e compreender a população negra para além de um tema e sim pessoas que são sujeitos de direitos”, afirmou Valéria.

Protocolo Antirracista

No dia 13 de junho, a Secretaria de Educação de Campinas publicou no Diário Oficial o Protocolo Antirracista para ser adotado pelas escolas e áreas administrativas da Educação Municipal.

O objetivo é apresentar as medidas que devem ser adotadas para a prevenção, formação, acolhimento e encaminhamentos às suspeitas ou práticas racistas sofridas por alunos(as), familiares ou profissionais que sejam negros(as), indígenas, quilombolas, ribeirinhos(as), ciganos(as) e migrantes.

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