Q3

Audi vai produzir o novo Q3 na fábrica de São José dos Pinhais

No próximo ano a Audi do Brasil vai voltar a montar o Q3 na fábrica que divide com a Volkswagen, em São José dos Pinhais-PR, na região metropolitana de Curitiba. A unidade fabril já em uma fase de reforma de suas instalações para a inclusão de novos equipamentos e adaptação de sua infraestrutura para receber o novo modelo.

A fábrica da Audi no Brasil produzirá os novos modelos Audi Q3 e Audi Q3 Sportback. De 1999 até 2006, marca produziu a primeira geração do Audi A3. Em 2015 voltou a montar o A3 sedan e em 2016 os Q3 e o Q3 Sportback.

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Moderna fábrica da VW e Audi no Paraná completa 25 anos

Em 18 de janeiro de 1999 era inaugurada a fábrica mais moderna do Brasil, em São José dos Pinhais – PR. A fábrica, com um conceito revolucionário para a época, foi erguida pela Volkswagen e Audi do Brasil e produziu nada menos que, VW Golf e Audi A3, e depois o VW Fox. Atualmente com uma área construída de 1.300.000 m², ao longo destes 25 anos já foram produzidos mais de 3 milhões de veículos.
Atualmente, a fábrica produz o modelo Volkswagen T‑Cross e os Audis Q3 e Q3 Sportback.

“Esse é um momento muito importante para a fábrica da Volkswagen do Brasil em São José dos Pinhais. Nesses 25 anos, já foram produzidos na unidade modelos que fazem sucesso nas ruas até hoje, como o Golf, Fox, CrossFox e SpaceFox, além da Saveiro”, celebra Cesar Drazul, plant manager da fábrica da Volkswagen do Brasil em São José dos Pinhais.

“Em um ano em que completamos três décadas de operação no Brasil, é uma alegria imensa poder celebrar também os 25 anos da fábrica da Audi do Brasil em São José dos Pinhais. Uma fábrica que já produziu diversos modelos icônicos da marca”, afirmou Daniel Rojas, CEO e Presidente da Audi do Brasil. Na foto abaixo, produção da Audi do Brasil.

Modernidade

Conhecida pela sustentabilidade nos processos produtivos, a fábrica da Volkswagen e da Audi do Brasil em São José dos Pinhais se destaca por utilizar tecnologia avançada em todo o seu processo de produção, como a solda a laser, e pelo pioneirismo no uso de tinta à base de água na pintura de automóveis. Com esse processo produtivo, a fábrica evita a emissão de solventes, além de possuir um avançado processo de tratamento de efluentes, que trata os esgotos convencionais e industriais.

Nos escritórios e nas áreas produtivas, se destaca o uso da iluminação natural em grande escala, o que contribui para a redução do consumo de energia e bem-estar dos colaboradores. Além disso, a ampliação do uso de telhas de policarbonato transparentes nas áreas produtivas intensificou a incidência da iluminação natural e economia de energia.

Uma estação meteorológica instalada no prédio da Pintura monitora as variações climáticas como temperatura externa, umidade relativa do ar e volume de chuva. Com os dados, a unidade consegue racionalizar o uso de energia e de gás natural ao controlar de forma precisa a quantidade de água fria ou quente fornecida para a climatização das cabines de pintura automotiva.

Em dias quentes, por exemplo, a fábrica reduz o consumo de gás natural usado para aquecer caldeiras e, em dias frios, reduz a energia elétrica usada nos equipamentos que fornecem água gelada para resfriamento.

A fábrica da Volkswagen e da Audi do Brasil em São José dos Pinhais também atua ativamente em prol da biodiversidade e para melhorar a qualidade ambiental, visando um futuro sustentável. Ao redor da unidade de produção há um espaço de cerca de 300 mil metros quadrados de reflorestamento, onde são plantadas árvores nativas.

São mais de 85 mil árvores plantadas, sendo mais de 10 mil araucárias, o símbolo do Paraná. Nesse grande espaço verde convivem cerca de 20 espécies de mamíferos e 200 de aves residentes e migratórias – algumas delas ameaçadas de extinção, como o garimpeiro, a gralha-azul e o cais-cais; além de alguns peixes e répteis nos lagos do espaço de reflorestamento.

História

1999: Inauguração da fábrica e produção do VE Golf e Audi A3.

2003: Lançamento do Fox.

2005: Lançamento do CrossFox.

2011: Marco de 500 mil Golf produzidos.

2012: Dois milhões de veículos produzidos.

2013: Anúncio do investimento de R$ 520 milhões para a produção do Novo Golf e a chegada da plataforma MQB na unidade.

2015: Lançamento da linha Fox Rock in Rio e produção do Audi A3 Sedan.

2016: Produção do Novo Golf e Audi Q3.

2017: Início da produção do Fox Connect e Fox Xtreme.

2018: Anúncio do investimento de R$ 2 bilhões para o desenvolvimento e a produção do SUV T‑Cross e o marco de 2,6 milhões de veículos produzidos desde 1999.

2019: 20 anos da unidade, com início da produção do T‑Cross.

2020: VW celebra marco de 100 mil unidades do T‑Cross produzidas no PR.

2021: VW T‑Cross atinge marca de 200 mil unidades produzidas no PR.
2022: a Audi começa a produzir os modelos Q3 e Q3 Sportback.

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Coluna Fernando Calmon — Nissan acompanha Renault e aumenta aposta no País

Coluna Fernando Calmon nº 1.276 — 7/11/23

Nissan acompanha Renault e aumenta aposta no País

Pela primeira vez o presidente mundial da Nissan, Makoto Uchida, visita o Brasil e veio com o bolso cheio. Anunciou investimento de até R$ 2,8 bilhões na fábrica de Resende (RJ), ou seja, R$ 1,5 bilhão a mais que o previsto. O executivo japonês incluiu a produção de dois novos modelos, ambos SUVs, sem esconder que o primeiro deles será a nova geração do compacto Kicks. Este modelo está mesmo próximo ao fim de seu ciclo normal de vida e será substituído logo no início de 2025.

Ainda em 2025 deve chegar também o segundo produto, contudo Uchida não o revelou. A possibilidade recai sobre o já muito especulado SUV subcompacto Juke, cuja nova geração está prevista justamente para aquele ano na Europa. É um modelo de linhas audaciosas que chamam atenção por onde passa, mas poderá sofrer modificações para a região Américas.

O investimento inclui um novo motor turbo para os dois modelos em Resende (RJ), sem informações adicionais. Mas, tudo indica que será o mesmo motor turbo flex de 1-litro, três-cilindros que a Renault, sócia na aliança franco-nipônica, produzirá em São José dos Pinhais (PR).

A marca francesa já anunciou a produção no Brasil do SUV Kardian e uma futura picape. A construção monobloco será partilhada com a Nissan, embora a empresa japonesa faça algumas modificações no novo Kicks. Outro investimento recente foi a transferência de São Paulo para São José dos Pinhais (PR) do seu centro de projetos e estilo para América Latina. As instalações foram ampliadas e integradas às três outras semelhantes da Renault no mundo.

Outubro: bom mês para as vendas, puxadas pelas locadoras

Crescimento de 10,2% frente a setembro último e de 20,4% em relação a outubro do ano passado apontam para um ano de 2023 que começou lento, teve uma breve recuperação com o corte provisório de impostos em meados do ano, uma pequena retração em setembro e deve fechar 2023 com avanço de 6% sobre 2022.

No acumulado de janeiro a outubro, as vendas de veículos leves e pesados cresceram 9,7%, mas segundo a Anfavea a base comparativa ao final de 2023 deve recuar, pois os dois últimos meses do ano passado foram de resultados bem acima da média.

De janeiro a outubro deste ano foram comercializados 1,847 milhão de veículos leves e pesados. As vendas diretas (a maior parte para locadoras) responderam por 51% do total. Os estoques em concessionárias e nas fábricas totalizaram 36 dias, um a menos que em setembro. A média de vendas diárias em outubro foi de 10,4 mil unidades, perdendo apenas para as 10,7 mil unidades de julho.

Produção nos 10 primeiros meses do ano (o que realmente garante os empregos) diminuiu 0,6% e alcançou 1,951 milhão de unidades, números modestos pela combinação de dois fatores: aumento de importações e queda nas exportações.

As vendas de veículos elétricos subiram 30% em outubro em comparação a setembro e acumularam 10.069 unidades nos 10 primeiros meses de 2023. Entretanto, estes representaram apenas 0,6% do total comercializado no ano contra 2,6% de gasolina, 3,3% de híbridos, 10% de diesel e 83,5% de motores flex.

Veto parcial ao Marco de Garantias inibe queda de juros

A evolução que se esperava com o novo Marco Legal de Garantias acabou praticamente eliminada. A lei foi aprovada no Congresso, porém recebeu veto do presidente da República no ponto essencial: retomada do bem financiado e não pago por meio de processo extrajudicial. Hoje, faz-se necessário iniciar todo um longo procedimento na Justiça e muitas vezes o veículo deixa de ser recuperado ou, quando acontece, já está deteriorado.

No cenário atual apenas 20% do total de unidades financiadas em inadimplência (mais de 90 dias de atraso das prestações) voltam para os credores. “Quem mais sofre, com esse veto, são os consumidores que enfrentam restrições na aprovação de fichas cadastrais”, alertou José Andretta Jr., presidente da Fenabrave.

Outro reflexo dessa falta de visão é anular a tendência natural de diminuir as taxas de juros do Crédito Direto ao Consumidor, caso fosse possível tornar mais ágil a retomada do bem. Isso não aconteceria em curto prazo, mas a experiência internacional mostra que este objetivo foi alcançado.

O Congresso ainda pode derrubar o veto presidencial, no entanto depende de negociações políticas.

Com preço ainda alto, Kona é um bom elétrico

Importado pela Grupo Caoa, o Hyundai Kona está defasado em relação ao novo modelo disponível no exterior. O preço também não ajuda – R$ 219.990 – apesar de ter recebido um corte de R$ 70.000, depois que as marcas chinesas passaram a oferecer aqui modelos elétricos a preços que, na Europa, geraram reações e ameaça de sobretaxas.

Este crossover, no entanto, é bem agradável de dirigir. Seus 4.205 mm de comprimento permitem achar vagas para estacionar sem dificuldade. Os 2.600 mm de entre-eixos garantem bom espaço para pernas, contudo passageiros mais altos atrás roçam a cabeça no teto. Volante é igual ao do HB20 e central multimídia de 10,25 pol., a mesma do Creta. Espaço para bagagem deveria ser maior do que os 332 litros.

Acelerações são razoáveis, mas com potência de apenas 136 cv não chegam a emocionar: 0 a 100 km/h em 9,9 s. A regeneração em desacelerações e frenagens tem ajuste automático e também manual por aletas atrás do volante. O fabricante optou por uma bateria de menor capacidade (39,2 kW·h) para diminuir a massa do carro e conseguir – artificialmente – recarga mais rápida (47 minutos em carregador de 50 kW). Entretanto, essa escolha limita o alcance médio a apenas 252 km (padrão Inmetro).

Q3 especial antecipa os 30 anos da Audi no Brasil

Os planos para 2024, quando a Audi comemora 30 anos do início da produção na fábrica de São José dos Pinhais (PR), incluem a icônica camioneta RS6 Avant, no primeiro semestre e o elétrico Q6 e-tron, no segundo semestre. A empresa, porém, antecipou agora em novembro as séries especiais Anniversary Edition comemorativas dos dois produtos que saem da fábrica paranaense em regime de montagem SKD: Q3 e Q3 Sportback.

Serão apenas 50 unidades de cada versão com preços, respectivamente, de R$ 372.990 e R$ 392.990.

A parte mecânica não mudou (gasolina; 2-L turbo; 231 cv; 34,7 kgf·m) e tração integral quattro sob demanda. Externamente caracteriza-se pela pintura de toda a carroceria na mesma cor, mas reservando o preto brilhante para as carcaças dos espelhos retrovisores e moldura da grade do radiador. Os iniciados em Audi percebem as sutilezas.

Em um roteiro de 460 km (São Paulo-São Bento do Sapucaí, ida e volta) o Q3 confirmou suas qualidades dinâmicas tanto na estrada quanto em trechos off-road, sempre entregando respostas rápidas do acelerador e do câmbio automático epicíclico de oito marchas. Em estradas de terra é preciso lembrar dos pneus de perfil baixo 40, mais vulneráveis a pedras e buracos. O Q3 acelera de 0 a 100 km/h em 7 s.

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Com autonomia de 308 quilômetros, Audi e-tron GT chega a 245 km/h

A Audi do Brasil lançou esta semana oficialmente o esportivo familiar 100% elétrico, e-tron GT. O modelo chega por R$ 700.000,00.

Com um design agressivo e muito elegante, o e-tron GT tem silhueta plana, grande distância entre-eixos e centro de gravidade baixo. Na dianteira, os faróis full LED matrix são separados pela grade frontal singleframe e oferecem um visual muito agradável.


O modelo vem com rodas exclusivas de 20 polegadas com detalhes em preto brilhante, frisos decorativos na cor preta e grade singleframe na cor cinza.

Internamente, o modelo transmite a sensação de cockpit, com posição baixa de assento e painel de instrumentos levemente inclinado ao condutor.


Os materiais aplicados seguem conceitos sustentáveis, com uso de materiais reciclados feitos de garrafas plásticas usadas e fibras residuais. Em termos de performance, o coeficiente de arrasto de apenas 0,24 fornece alta eficiência e longo alcance.

O propulsor elétrico com 476 cavalos de potência (até 530 cavalos quando utilizado o modo overboost) e torque de 640 Nm atua em sintonia com a tração integral quatro.


O desempenho é de superesportivo, com a aceleração de 0 a 100 quilômetros por hora em 4,1 segundos e velocidade máxima de 245 quilômetros por hora, segundo dados da importadora.

A autonomia é de 308 quilômetros.

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