Superesportivo

Superesportivo de 680 cavalos da Aston Martin já está no Brasil

Já estão em solo brasileiro as primeiras unidades do novo superesportivo da Aston Martin. O Vantage S chegou na cor Chilles Green e tem interior bicolor nas tonalidades Bison Brown e Ice Mocha. O Aston Martin Vantage S tem motor V8 biturbo de 4 litros com 680 cavalos de potência e 800 Nm de torque, além de alterações que melhoram a sua dirigibilidade. O acabamento externo e interno também foram refinados.

Se o Aston Martin Vantage já é emocionante e focado no motorista, o Vantage S consolida sua posição com mais potência e dinamismo, estabelecendo um novo padrão para a linha de carros esportivos com motor dianteiro da Aston Martin. O sufixo “S” é usado pela Aston Martin em versões especiais e de alto desempenho.

Uma convenção que começou com o Vanquish S, que estreou no Salão do Automóvel de Paris em 2004, seguido pelos Vantage S com motor V8 e V12, lançados em 2011 e 2013, respectivamente.

Rápido

O Vantage S possui uma versão atualizada do motor V8 biturbo de 4 litros da Aston Martin com 680 cavalos a 6.000 rpm e torque máximo de 800 Nm entregue entre 3.000 e 6.000 rpm. Para aprimorar mais o envolvimento do motorista e a sensação de desempenho, os engenheiros da Aston Martin refinaram e calibraram o peso e a resposta do pedal do acelerador.


Alterações na calibração também foram feitas no trem de força, com a otimização do Launch Control resultando em uma melhoria de 0,1 segundo no tempo de 0 a 100 km/h, que agora é de apenas 3,4 segundos e de 0 a 200 km/h em 10,1 segundos. A velocidade máxima permanece inalterada: 325 km/h.

O Vantage S também se beneficia de um amplo conjunto de alterações de detalhes no novo hardware de suspensão, nos suportes do trem de força e no software de controle, para proporcionar maior agilidade, além de melhorias na sensibilidade e no engajamento do motorista. O resultado é um carro com um apetite emocionante por curvas, apoiado por uma estabilidade inabalável.

Visualmente, o Vantage S possui características distintas. Na dianteira, ele é identificado pelas novas lâminas do capô montadas centralmente. Com acabamento em preto brilhante ou fibra de carbono “2×2 Twill”, essas saídas de ar não só conferem um caráter de design mais assertivo, como também otimizam a extração de ar quente do motor V8 com configuração “hot-V”.

Preço
Aston Martin Vantage S: R$ 2.700.000,00 (valor inicial)

 

 

 

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Novo e superpotente, Lamborghini Temerario chega por R$ 6 milhões

Esta semana em São Paulo, a Automobili Lamborghini apresentou o Temerario, o mais novo superesportivo da marca italiana. O bólido é o terceiro modelo eletrizado da marca: primeiro foi o Urus e depois o Revuelto. O novo superesportivo tem chassi de alumínio, ultraleve e que garante uma altíssima resistência, elevando significativamente a rigidez torsional e contribuindo para uma dinâmica de condução excepcional.

Com um powertrain surpreendente, o Temerario vem com um motor V8 biturbo de 4,0 litros entrega 200 cavalos por litro e trabalha em conjunto com um motor elétrico do tipo fluxo axial, resfriado a óleo e totalmente integrado ao próprio alojamento do V8.

A propulsão é complementada por mais dois motores elétricos no eixo dianteiro. Ao total são uma potência máxima de 920 cavalos entre 9.000 e 9.750 rpm, e 730 Nm de torque entre 4.000 e 7.000 rpm. O motor elétrico, posicionado em P1 (entre o V8 e a transmissão), garante resposta imediata desde baixas rotações e atua de forma contínua durante as trocas de marcha, funcionando como um “preenchedor de lacunas de torque”, melhorando a resposta transitória e proporcionando a sensação de progressão linear e praticamente ilimitada até 10.000 rpm.

As trocas de marcha do Lamborghini Temerario são feitas por meio de uma transmissão de dupla embreagem de oito marchas (DCT). O câmbio, projetado do zero, é compacto e está acoplado atrás do V8 biturbo. Essa solução libera espaço no túnel central para acomodar a bateria de íons de lítio que alimenta os motores elétricos.

O Temerario alcança a velocidade máxima de 343 km/h e acelera de 0 a 100 km/h em 2,7 segundos.

Preço
Lamborghini Temerario – R$ 6 milhões

 

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Stuttgart entrega a primeira unidade no Brasil do Porsche 911 Spirit 70

A Stuttgart Porsche fez ontem (9) a primeira entrega a cliente do 911 Spirit 70, em São Paulo. Produzido em série limitada (1.500 unidades), o Spirit 70 é inspirado nas cores, na estética, nas artes e na memória festiva e descontraída que a década de 1970 desperta em muitas pessoas. A base do Spirit 70 é o 911 Carrera GTS Cabriolet, equipado com motor boxer turbo de 6 cilindros com 3,6 litros e 541 cv de potência.

A unidade entregue é da cor Olive Neo, um tom de verde criado pela Porsche especialmente para o 911 Spirit 70. Entre os detalhes exclusivos desta série especial estão as três faixas longitudinais pretas que começam nos algarismos “911” na extremidade do capô dianteiro e se estendem até a traseira do carro, inclusive na capota de lona.

As laterais possuem círculo com número (comuns em carros de corrida até a década de 1970, e no Spirit 70 com algarismos à escolha do cliente), faixa com o nome “Porsche” e plaqueta “Exclusive Manufaktur” aplicada nos para-lamas dianteiros (uma inspiração da década de 1950, quando a Porsche colocava nesse mesmo local a identificação do fornecedor de carroceria). Na traseira, ficam o logotipo “911 Spirit 70” banhado a ouro e o distintivo “Heritage Design” aplicado na grade da tampa do motor.

No interior do 911 Spirit 70, destaca-se o tecido padrão Pasha aplicado nas faixas centrais dos bancos, nas portas e no forro interno do porta-luvas. Esse padrão é inspirado no movimento de uma bandeira quadriculada e foi um dos mais marcantes da Porsche entre o fim da década de 1970 e o começo da de 1980. O padrão é preto e Olive Neo nas unidades pintadas nessa cor. Nas demais, o Pasha é preto e branco.

Além da chave do Porsche 911 Spirit 70 (pintada na cor da carroceria do automóvel), a compradora recebeu de presente da Stuttgart um buquê de flores e um quadro exclusivo do artista Rodrigo Pavanini. Feito com lâminas de madeira esculpidas, a obra retrata um 911 estilizado (pintado na cor do 911 Spirit 70) e o deslocamento de ar causado pelo movimento do automóvel em alta velocidade.

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DB12 S é o novo superesportivo da inglesa Aston Martin

A Aston Martin está lançando o seu mais novo superesportivo: o DB12 S. Baseado no DB12, o modelo traz uma combinação de muito desempenho, design exclusivo e acabamento ultraluxuoso.


O DB12 S junta-se a outros superesportivos da marca inglesa, os DBX S e Vantage S, e dispõe de motor V8 biturbo de 4 litros, com 700 cavalos a 6.000 rpm (um aumento de 20 cv) e 800 Nm entregues entre 3.000 e 6.000 rpm. A aceleração de 0 a 100 km/h é feita em 3,4 s e velocidade máxima de 325 km/h. Os freios são de carbono-cerâmica como equipamento de série, com discos de 410 mm de diâmetro na dianteira e 360 mm na traseira.

A concessionária brasileira da Aston Martin, em São Paulo, já está recebendo encomendas do DB12 S Coupé e do conversível Volante. As primeiras unidades chegam no primeiro trimestre de 2026.

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Exclusivos Porsches Carrera GT se reúnem em concessionária para a revisão

Um fato inusitado foi registrado pela concessionária Stuttgart, em São Paulo. De uma só vez, as cinco únicas Porsches Carrera GT existentes no Brasil e avaliadas em quase 10 milhões de reais cada uma, foram fazer a revisão juntas. Entre 2005 e 2006, a Stuttgart (na época importadora oficial da Porsche no Brasil e que infelizmente deixou e própria marca passou a fazer a importação) trouxe para o Brasil quatro unidades. Alguns anos depois, quando o superesportivo não era mais fabricado, um felizardo importou, de maneira independente, uma unidade. As três unidades de 2005 e dois de 2006, último ano da produção do modelo, são as únicas que rodam no País.

Por recomendação da fábrica, a troca de óleo do Porsche Carrera GT deve ser feita anualmente. As revisões programadas são bianuais, independentemente da quilometragem percorrida. No Stuttgart Service | Body & Paint, o serviço padrão feito em todos os carros consistiu em alinhamento e balanceamento das rodas, mais trocas de óleo do motor, óleo do câmbio, filtro de óleo, filtro do ar condicionado, fluido de freio, palhetas dos limpadores de para-brisa e sensores de pressão dos pneus (instalados nas rodas). O frasco de líquido selante usado em caso de furo de pneu também foi substituído. Os pneus foram substituídos pelos novos Michelin Pilot Sport Cup 2, do tipo semi-slick, desenvolvidos especificamente para o Carrera GT. Esses pneus permitiram percorrer os 20,8 km do traçado norte do circuito de Nürburgring, na Alemanha, em 7min12s69 – um ganho de 16 segundos em relação aos pneus usados anteriormente. Por fim, foi executado um recall para troca dos braços de suspensão e das juntas esféricas de conexão aos eixos.

Outros serviços foram feitos especificamente em cada unidade. “Todos os Carrera GT chegaram à oficina em ótimas condições porque os proprietários sempre executaram as revisões programadas. Mas são carros fabricados e entregues há vinte anos ou quase isso, e alguns componentes se desgastam naturalmente pela ação do tempo”, explica Clóvis Gomes, mecânico-chefe do Stuttgart Service/Body & Paint. Um dos carros, por exemplo, teve trocado o reservatório do fluido de arrefecimento.


Supercarros como o Porsche Carrera GT possuem características muito particulares e serviços banais em outros automóveis só podem ser executados por mão de obra especializada e com uso de ferramentas exclusivas. É o caso da retirada dos painéis do assoalho, que possuem função aerodinâmica e vedam toda a parte de baixo do automóvel. “São seis peças removíveis e uma delas precisa ser removida por duas pessoas”, exemplifica Clóvis. Outro dado que mostra a complexidade do Carrera GT é que eles só podem ser erguidos no elevador depois de receber dois jogos de apoios específicos acoplados ao fundo do carro. A revisão de cada um demandou cerca de 12 horas de mão de obra e 115 serviços executados.


Apresentado em 2000 como carro-conceito, o Porsche Carrera GT teve seu modelo definitivo lançado em 2003 e foi fabricado entre 2004 e 2006. É um superesportivo dotado de motor V10 de 5.733 cm³ (desenvolvido a partir de um projeto da fábrica para a Fórmula 1) com 612 cv de potência e 590 Nm de torque, capaz de fazê-lo acelerar de 0 a 100 km/h em 3,6 segundos e chegar a 330 km/h. O câmbio é de seis marchas é manual e a presença de auxílios eletrônicos se limita aos freios com ABS e aos controles de tração e antiderrapagem. Foram produzidas 1.270 unidades.

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Aston Martin Valhalla tem velocidade máxima limitada em 350 km/h

O Aston Martin Valhalla fez sua estreia pública global dinâmica antes do fim de semana do Grande Prêmio de Fórmula 1 de Mônaco. Pilotado pelo piloto da equipe Aston Martin Aramco de Fórmula 1 e bicampeão mundial de Fórmula 1, Fernando Alonso, o Valhalla foi para o icônico circuito de rua de Mônaco antes dos treinos da F1, tendo concluído recentemente os testes de validação final tanto na estrada quanto na pista.

O Valhalla já conquistou a atenção mundial com sua fusão de tecnologias de Fórmula 1 voltadas para o desempenho. A estreita colaboração com a Aston Martin Performance Technologies (AMPT) – o braço de consultoria da equipe Aston Martin Aramco de Fórmula 1 – em dinâmica, aerodinâmica e materiais trouxe uma dimensão extra ao design e desenvolvimento do Valhalla. Tendo aparecido em público apenas em exibição estática até então, esta foi a primeira apresentação pública dinâmica do supercarro, destacando seu motor híbrido, dirigibilidade superior e dinâmica de condução incomparável – sem mencionar seu estilo inebriante.

Um momento monumental nos ricos 112 anos de história da Aston Martin, o Valhalla foi visto no circuito de rua de Monte Carlo. O carro recebeu pintura inspirada na do Aston Martin AMR25 de F1 nas cores Podium Green e Lime Green, tendo ao volante Fernando Alonso, o principal piloto de desenvolvimento do supercarro, levando o Valhalla ao limite.

Alonso afirmou: “Acompanhei este projeto de perto nos últimos 18 meses e trabalhando ao lado da equipe de desenvolvimento. Revelar a capacidade dinâmica do Valhalla ao mundo no fim de semana do Grande Prêmio de Mônaco é um momento fantástico para mim e para a marca. Com as credenciais de luxo incomparáveis da Aston Martin, a tecnologia de ponta inspirada na F1 e o desempenho líder na categoria, posso confirmar que o Valhalla é um verdadeiro supercarro, tanto na estrada quanto na pista. Além da potência e da dinâmica absolutas, ele proporciona todas as sensações e emoções que você procura ao volante de um carro como o Valhalla”.

Com 1.079 cv de potência e 1.100 Nm de torque via motorização híbrida, o Valhalla é um carro com muitas “estréias” para a Aston Martin: o primeiro supercarro com motor central de produção em série, o primeiro híbrido plug-in e o primeiro veículo de produção com autonomia elétrica dedicada. É também o primeiro modelo da marca a utilizar o motor V8 biturbo de 4 litros com virabrequim plano personalizado – o motor V8 de maior desempenho já instalado em um Aston Martin – e o primeiro a utilizar a novíssima Transmissão de Dupla Embreagem (DCT) de 8 velocidades da marca, que incorpora um motor elétrico e um diferencial traseiro eletrônico (E-diff). É também a primeira aplicação dos novos motores duplos no eixo dianteiro, que facilitam a vetorização do torque e contribuem para o sistema de tração integral.

Com produção limitada a 999 unidades (dez delas destinadas ao Brasil), o Aston Martin Valhalla tem as primeiras entregas previstas para o segundo semestre de 2025.

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Vanquish Volante o conversível mais rápido e potente do mundo

A Aston Martin anuncia a chegada antecipada do novo Vanquish Volante. Simplesmente o Aston Martin de produção em série com capota aberta mais rápido e potente até hoje – e, ao lado do cupê, o carro de produção com motor dianteiro mais rápido e potente à venda atualmente. Sua posição no mercado do alto desempenho ultraluxuoso é única, e há poucas maneiras melhores de comemorar o 60º aniversário do icônico nome Volante do que o anúncio de seu mais recente exemplo.

Alimentado pelo novo motor V12 de 5,2 litros da Aston Martin, fornecendo 835 cv de potência e 1000 Nm de torque com uma velocidade máxima de 344 km/h, o Vanquish Volante oferece toda a emoção bruta do cupê com uma experiência de direção visceral ao ar livre incomparável.


O novo Vanquish Volante foi projetado para oferecer todo o estilo e estimulação sensorial pelos quais os conversíveis são conhecidos e amados, sem as limitações ou compromissos tradicionalmente associados ao seu design. Tão bonito quanto o Coupe, com aumento mínimo de peso e design impressionante, o Vanquish Volante é mais do que digno do nome reservado apenas para o carro-chefe.


O novo Vanquish Volante é a joia da coroa em uma linhagem de modelos que remonta a 60 anos. O primeiro Aston Martin a receber o nome Volante foi o pouco conhecido Short Chassis Volante de 1965, compreendendo elementos de design tanto do conversível DB5 que o precedeu quanto do DB6 Volante que o sucedeu. Incrivelmente bonito, ele deu o tom para todos os modelos “Volante” da Aston Martin que viriam. É também um dos mais raros Aston Martin: apenas 37 construídos em um período de um ano.

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Concessionária Stuttgart apresenta o novo Porsche 911 Carrera

A concessionaria Porsche em Campinas, a Stuttgart, apresentou na última quarta-feira o novo Porsche 911 Carrera. Um, dos superesportivos mais desejados do mundo, na sua oitava geração, teve atualizações na aerodinâmica, no interior e no design.

Apesar de ser o mesmo, o motor boxer biturbo de 3,0 litros teve modernizações. O novo 911 Carrera passou a adotar os turbocompressores que eram utilizados anteriormente nos modelos GTS e o intercooler dos modelos Turbo. Agora o modelo consegue simultaneamente uma redução nas emissões e um aumento de potência para 394 cavalos e um torque máximo de 450 Nm.

Equipado com novos freios, com discos de 350 mm de diâmetro (20 mm maiores que o anterior) por 34 mm de espessura (2 mm maiores) e 6 pistões (2 pistões adicionais) na frente, os novos 911 Carrera também disponibilizam novos recursos nas rodas traseiras: os novos discos também possuem 350 mm (28 mm maiores) por 28 mm, mas com 4 pistões.

O novo 911 Carrera Coupé vai de 0 a 100 km/h em 3,9 segundos e atinge uma velocidade máxima de 294 km/h. Em comparação com seu antecessor, isso representa uma melhoria de 0,1 segundo e 1 km/h, respectivamente.

Nova loja

A Stuttgart, que já foi importador oficial e hoje é um dos maiores grupos de revenda dos superesportivos alemães no mundo, está concluindo as obras para uma nova concessionaria em Campinas. Próximo ao estádio Brinco de Ouro da Princesa, as instalações mais que triplicaram o espaço para atendimento, oficina e demais operações da concessionária. A previsão de inauguração é no início do segundo semestre deste ano.

Porsche 911 Carrera
Coupé R$ 868.000,00
Cabriolet R$ 920.000,00

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Herança e DNA de fibra de carbono da McLaren: do MP4/1 de F1 ao W1

Com mais de 60 anos inovando com tecnologias para a Fórmula 1, a McLaren está em uma posição vantajosa para fornecer soluções automotivas que estabelecem os padrões na engenharia de supercarros.

E é com a fibra de carbono que as capacidades inovadoras da McLaren estão fortemente representadas. Leve, forte e rígida, a McLaren está agora se aproximando de meio século como líder mundial nesta área altamente técnica da ciência dos materiais e continua a ultrapassar os limites do que é possível.

A fibra de carbono desempenha um papel essencial na entrega de supercarros com a melhor combinação possível de atributos de estrada e de pista. Todos os carros de produção da McLaren desde o primeiro, o McLaren F1, foram baseados em um chassi feito desse compósito.


O baixo peso e a rigidez do material são fundamentais para proporcionar um desempenho de referência e uma dinâmica emocionante, mas também uma qualidade de condução líder na sua classe e os benefícios adicionais de eficiência. Sua resistência proporciona segurança, garantia e durabilidade. É o material perfeito para criar uma plataforma com soluções incríveis, permitindo aos designers criar carros com uma estética e eficiência aerodinâmica superlativas.

É uma tecnologia firmemente enraizada no legado da McLaren na Fórmula 1 e parte essencial de seu DNA:


MP4/1 (1981)

O MP4/1 revolucionou a Fórmula 1 como o primeiro carro de corrida a usar um chassi monocoque totalmente em fibra de carbono. A sua estrutura leve e rígida melhorou significativamente a segurança e o desempenho. Projetado por John Barnard, este chassi pioneiro levou à ampla adoção da fibra de carbono no automobilismo, mudando para sempre o design dos carros de F1.

A introdução de carros com chassi de fibra de carbono no esporte deu início a uma nova era na Fórmula 1. A superioridade da fibra de carbono do ponto de vista da segurança foi demonstrada de forma espetacular no Grande Prêmio da Itália de 1981. O piloto da McLaren, John Watson, saiu ileso de um grave acidente a mais de 220 km/h.

Foi um momento importante para convencer todo o paddock da Fórmula 1 de que a tecnologia de chassis de fibra de carbono era o futuro da segurança na categoria. O potencial de desempenho de um chassi de carbono ficou claro quando Watson venceu o Grande Prêmio da Inglaterra daquele ano com mais de 40 segundos de vantagem sobre o segundo colocado.

McLaren F1 (1993)

Das muitas características de design inovadoras do McLaren F1, a utilização de um chassi monocoque e de uma carroceria em fibra de carbono, enfatizando o peso mínimo e a máxima rigidez estrutural, estavam entre as mais importantes. Pioneiro no uso do material em carros de rua, o F1 ostentava um desempenho incomparável devido ao seu baixo peso (apenas 1.140 kg) e à imensa potência (627 cv) do seu motor V12 de 6,1 litros.

O monocoque de fibra de carbono – projetado usando design e análise de dados auxiliados por computadores de última geração – permitiu ao F1 alcançar uma relação peso-pótência significativa, nunca antes vista em carros de estrada, tornando-se um ícone da engenharia de supercarros.

Foi a plataforma sobre a qual não só foi construído o carro de rua mais rápido do mundo, alcançando uma velocidade máxima de 394 km/h no campo de provas de Ehra-Lessien, na Alemanha, mas que também conduziu o F1 GTR à vitória nas 24 Horas de Le Mans de 1995.

McLaren 12C (2011)

O 12C, primeiro carro produzido pela marca no moderno McLaren Production Center, apresentou o MonoCell, uma estrutura de fibra de carbono de peça única que proporcionava rigidez e leveza sem precedentes em um automóvel de rua. O desenvolvimento do chassi levou a história da fibra de carbono da McLaren para o século XXI. O MonoCell foi a espinha dorsal da primeira linha de supercarros produzidos em massa totalmente construída em fibra de carbono, proporcionando os benefícios desse tipo de construção de chassi em uma escala nunca vista antes na indústria automotiva.

O MonoCell foi uma das várias tecnologias revolucionárias introduzidas pelo 12C no segmento dos supercarros, ao mesmo tempo que foi um dos elementos centrais na criação do DNA dos supercarros modernos da McLaren, estabelecendo as bases para o futuro. Suas vantagens sobre as estruturas de alumínio ainda populares na época não estavam apenas no incrível peso de apenas 75 kg, mas também no nível de rigidez torcionalque permitia ao 12C Spider dispensar reforço adicional no chassi – uma solução que se estende a todos os conversíveis da McLaren criados até o momento.

McLaren P1 (2013)

Apenas dois anos após o lançamento do 12C, a McLaren revolucionaria mais uma vez a tecnologia de supercarros de fibra de carbono com o lançamento do McLaren P1, em 2013. Este segundo exemplar da linhagem de carros “1” da McLaren deu mais um passo à frenteatravés do uso de uma estrutura de carroceria totalmente em fibra de carbono, incorporando não apenas o teto e as estruturas inferiores, o teto e a cavidade de entrada de ar do motor; mas também a bateria e a carcaça dos componentes eletrônicos de potência que foram parte integrante do trem de força híbrido de alto desempenho do P1, em uma estrutura conhecida como MonoCage.

Toda a estrutura pesava apenas 90 kg – uma obra-prima da engenharia que provou ao mundo que a eletrificação não significa necessariamente comprometer o peso total do veículo e pode desempenhar um papel fundamental na entrega de desempenho num verdadeiro supercarro.

McLaren 720S (2017)

O 720S introduziu a estrutura de fibra de carbono Monocage II que ainda hoje é empregada pelo McLaren 750S, aumentando ainda mais a rigidez e reduzindo o peso em comparação com seu antecessor, o MonoCell. A estrutura leve compreende agora toda a célula de passageiros. Este avanço significativo na tecnologia monocoque de carbono em supercarros de produção em série proporcionou não apenas desempenho e dinâmica premiados, mas também melhorias na ergonomia, na visibilidade e no design.

Os pilares do teto incrivelmente finos do Monocage II resultam numa excelente visibilidade através do para-brisas e, combinados com os pilares B posicionados atrás no cockpit da cabine, o Monocage II contribui para uma sensação de espaço excepcional. As soleiras do Monocage II descem até onde estão os pés dos ocupantes, para facilitar a entrada e saída. As dramáticas portas diédricas de painel duplo articulam-se para frente e para cima à medida que se abrem. A célula de carbono proporcionou um supercarro tão fácil de entrar e sair quanto de extrair o máximo desempenho.

E tal como as vantagens introduzidas pelo MonoCell, a versão Spider do 720S e posteriormente do 750S apresentam uma estrutura traseira superior personalizada em fibra de carbono, sem a necessidade de reforço adicional, garantindo uma dinâmica emocionante e um aumento mínimo de peso.

Centro de tecnologias

A abertura do McLaren Composites Technology Centre (MCTC) em Sheffield, Reino Unido, em 2018, marcou um investimento de £ 50 milhões na primeira unidade de produção independente da McLaren fora de Woking. Esta instalação de classe mundial, formada por meio de uma parceria entre a McLaren Automotive, o AMRC da Universidade de Sheffield e a Câmara Municipal de Sheffield, pretende ser um centro de excelência em engenharia e pesquisa de compósitos, mas também na produção de tubos de fibra de carbono de nova geração que possam ser integrados diretamente com futuras tecnologias de trem de força.

As primeiras peças de produção de fibra de carbono a serem fabricadas no MCTC seriam para o incrível e ultraleve McLaren 765LT, com a asa traseira ativa do carro, para-choque traseiro e piso dianteiro, projetados, desenvolvidos e fabricados no MCTC.

McLaren Artura (2021)

O McLaren Artura introduziu a McLaren Carbon Lightweight Architecture (MCLA), projetada especificamente para integrar uma nova geração de motores híbridos de alto desempenho. Mais leve e mais forte que o chassi anterior, o MCLA suporta o trem de força V6 híbrido do Artura, ao mesmo tempo em que continua a otimizar e desenvolver ainda mais as vantagens estruturais do uso de um monocoque de fibra de carbono.

Fabricado na primeira grande instalação da McLaren fora de sua sede em Woking, o MCLA é fabricado no McLaren Composites Technology Center em Sheffield. O MCLA marca um momento revolucionário na tecnologia monocoque de fibra de carbono, melhorando não apenas os benefícios de leveza e rigidez anteriormente desenvolvidos nas estruturas MonoCell e MonoCage II, mas incorporando uma célula de segurança para a bateria do sistema híbrido usado pelo Artura e integrando ainda mais funcionalidade de colisão e suporte de carga no chassi.

As tecnologias revolucionárias da McLaren também permitiram que o monocoque de fibra de carbono MCLA do Artura fosse produzido em volumes nunca antes alcançados. E com o lançamento do Artura Spider, a McLaren continua seu DNA de conversíveis leves, sem nenhum fortalecimento ou reforço adicional para o chassi do Artura Spider.


McLaren W1 (2024)

O McLaren W1 dá continuidade à evolução do DNA leve da fibra de carbono da McLaren com a chegada do Aerocell, nosso tubo de fibra de carbono mais radical e tecnologicamente avançado já projetado para um carro de estrada. Construída com fibra de carbono pré-impregnada, esta tecnologia – usada no Solus GT, exclusivo para as pistas – utiliza compósito pré-impregnado com um sistema de resina que simplifica o processo de cura. O tratamento de pressão é então aplicado no molde, o que confere à Aerocell maior resistência estrutural do que banheiras comparáveis.

McLaren Automotive

 

Quilo por quilo, resulta em uma estrutura mais leve que elimina a necessidade de carroceria adicional em locais no exterior do carro – um benefício de leveza explorado no design do W1. O Aerocell também foi projetado como um elemento-chave do pacote aerodinâmico extremo do W1, fazendo uso do verdadeiro efeito solo, obtido ao elevar o piso do monocoque em 65 mm, o que elevou a posição dos pés e subiu para 80 mm em direção à frente do Aerocell. Ao mesmo tempo, para reduzir o comprimento do Aerocell – e de todo o veículo – foi tomada a decisão de fixar a posição do assento e incorporar assentos no monocoque. Ao reduzir a distância entre eixos em quase 70 mm, isto também tem a vantagem adicional de poupar ainda mais peso.

O McLaren W1 também apresenta a introdução da tecnologia de fibra de carbono de próxima geração da McLaren, ART. Tornada possível através do desenvolvimento da inovadora técnica de fabricação de deposição de “alta taxa” Automated Rapid Tape, a fibra de carbono McLaren ART abre novas possibilidades para os engenheiros. Mais leve e mais rígida, produzida com menos resíduos e permitindo a rápida criação de peças otimizadas de fibra de carbono com propriedades especializadas, a asa dianteira ativa do McLaren W1 estreia esta nova tecnologia.

A fibra de carbono é parte integrante da história da McLaren e uma parte essencial do nosso DNA. Permite-nos entregar supercarros superleves com os melhores atributos dinâmicos e continua a ser uma área de exploração técnica com muito a descobrir e muitos mais ganhos a serem obtidos”, explica Michael Leiters, CEO da McLaren Automotive.

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Por R$ 5 milhões, Aston Martin Vanquish desembarca no Brasil

A primeira unidade do Aston Martin Vanquish acaba de chegar ao Brasil por R$ 5,4 milhões. Lançado mundialmente em setembro de 2024º superesportivo veio na cor Supernova Red (escolhida pela fábrica como cor de lançamento do modelo) e com rodas de 21 polegadas em FullSatin Bronze.

O superesportivo é o mais potente dos 111 anos de história da Aston Martin. O novo Vanquish vem com um novo motor V12 biturbo de 5,2 litros, que produz 835 cavalos e 1.000 Nm de torque. No quesito desempenho, este GT faz de 0 a 100 km/h em 3,3 segundos e alcança 345 km/h – a maior velocidade máxima de um carro de produção em série da Aston Martin até hoje. A previsão de entrega é de aproximadamente dez meses.

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