tempestade

Defesa Civil instala régua em Sousas para monitorar enchentes

Uma régua comunitária de monitoramento de enchentes foi instalada na Rua Treze de Maio, sobre a ponte do Ribeirão das Cabras, afluente do Rio Atibaia. A instalação foi feita pela Defesa Civil nesta segunda-feira, 8 de setembro, e integra uma série de medidas preventivas para enfrentar possíveis cheias do rio, que historicamente afetam a região.


A régua é vertical e foi instalada no muro de contenção do córrego. Ela possui três níveis de gradação por cores para facilitar a compreensão dos moradores: Amarelo, que indica estado de Atenção; Laranja, para Alerta; e Vermelho, que sinaliza Emergência.

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Campinas tem previsão de chuvas fortes até domingo

De hoje até domingo (19) a cidade de Campinas e toda a região tem previsão de chuvas fortes. O alerta é da Defesa Civil do Estado de São Paulo em boletim meteorológico. A passagem de uma frente fria pela costa da região sudeste resultará em condições para formação de pancadas de chuva forte na região, assim como para temporais, seguidos por raios e intensas rajadas de vento.

De acordo com o boletim, podem ocorrer tempestades e alto volume de chuvas, por isso, é importante ter atenção às áreas mais vulneráveis. Há risco de alagamentos, inundações, deslizamentos, desabamentos e outras ocorrências relacionadas a raios, vento forte e granizo.

O coordenador regional e diretor da Defesa Civil de Campinas, Sidnei Furtado, alerta os moradores da cidade para evitarem passar por áreas alagadas e para se abrigarem durante temporais. “Temos painéis digitais que avisam sobre as áreas de risco para alagamento quando está chovendo. É importante que a população respeite o alerta e evite esses locais”, disse.

“Outra orientação importante é evitar ao máximo ter contato com água de enchente. Essa água pode estar contaminada e transmitir doenças infecciosas. Além disso, ao passar em uma área alagada, nunca se sabe o que pode haver por baixo, e existe a possibilidade de acabar sofrendo um acidente”, destacou Furtado.

Alertas 

Os moradores também podem se cadastrar para receber os alertas da Defesa Civil. Basta enviar uma mensagem com o CEP do local para o número 40199. Os avisos são disparados nos aparelhos celulares registrados no programa.

A Defesa Civil do Estado de São Paulo também lançou uma ferramenta para emissão de alertas sonoros de emergência, em tempo real, em caso de eventos severos ou extremos, para todos os celulares do Estado de São Paulo conectados a uma antena de telefonia móvel com tecnologia 4G ou 5G. Não há necessidade de cadastro prévio: uma mensagem pop up aparece na tela do celular. Após 10 segundos, pode-se usar novamente o aparelho.

Serviço

Caso sua casa seja afetada pela chuva ou inundação, é possível solicitar uma vistoria da Defesa Civil pelo telefone 199. O telefone também pode ser contatado se você e sua família ficarem desabrigados ou não conseguirem acesso à água sanitária. Se tiver uma emergência, ligue para o 193 do Corpo de Bombeiros.

Ligue 199 para alagamento, inundações e quedas de árvores;
Ligue 118 para emergências de trânsito;
Ligue 193 para situação de emergência.
Ligue 156 para solicitar vistoria para poda e/ou extração de árvores

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Inmet emite alerta de tempestade para sete estados hoje e amanhã

O Inmet – Instituto Nacional de Meteorologia emitiu aviso de tempestade para sete estados: Mato Grosso, Goiás, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Mato Grosso do Sul e Paraná. O alerta tem grau de severidade classificado como perigo e segue em vigência até as 10h desta quarta-feira (4).

A previsão é de chuva entre 30 milímetros e 60 milímetros por hora (mm/h) ou entre 50 milímetros e 100 milímetros por dia (mm/dia), além de ventos intensos que podem variar de 60 quilômetros a 100 quilômetros por hora (km/h) e queda de granizo. Há também risco de corte de energia elétrica, estragos em plantações, queda de árvores e alagamentos.

As áreas afetadas incluem: Centro Goiano, Triângulo Mineiro/Alto Paranaíba, Central Mineira, Norte Pioneiro Paranaense, Zona da Mata, Centro-Sul Mato-grossense, Sul Goiano, Presidente Prudente, São José do Rio Preto, Metropolitana de Curitiba, Leste de Mato Grosso do Sul, Campinas, Oeste de Minas, Bauru, Piracicaba, Sul/Sudoeste de Minas, Itapetininga, Centro Norte de Mato Grosso do Sul, Campo das Vertentes, Ribeirão Preto, Araçatuba, Sudeste Mato-grossense, Noroeste Paranaense, Macro Metropolitana Paulista e Marília.

Outras regiões afetadas são: Metropolitana de Belo Horizonte, Norte Central Paranaense, Sudoeste de Mato Grosso do Sul, Araraquara, Pantanais Sul Mato-grossense, Sul Fluminense, Vale do Paraíba Paulista, Noroeste Fluminense, Noroeste Goiano, Nordeste Mato-grossense, Centro Oriental Paranaense, Sudoeste Mato-grossense, Baixadas, Centro Ocidental Paranaense, Centro Fluminense, Metropolitana de São Paulo, Assis, Oeste Paranaense, Litoral Sul Paulista, Metropolitana do Rio de Janeiro, Centro-Sul Paranaense, Norte Fluminense, Norte Mato-grossense, Noroeste de Minas e Sudeste Paranaense.

Em caso de rajadas de vento, o Inmet orienta que a população não se abrigue debaixo de árvores, diante do risco de queda e de descargas elétricas, e não estacione veículos próximos a torres de transmissão e placas de propaganda.

“Se possível, desligue aparelhos elétricos e quadro geral de energia. Obtenha mais informações junto à Defesa Civil (telefone 199) e ao Corpo de Bombeiros (telefone 193)”, recomenda o Inmet.

Chuvas intensas

Outro alerta publicado pelo instituto é de chuvas intensas, válido para parte do país até as 10h desta quarta-feira. O alerta tem grau de severidade classificado como perigo potencial. A previsão é de chuva entre 20 mm/h e 30 mm/h ou de até 50 mm/dia, além de ventos intensos variando entre 40 km/h e 60 km/h. De acordo com o aviso, há baixo risco de corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e descargas elétricas.

Para esse segundo alerta, as áreas afetadas incluem: Centro Goiano, Triângulo Mineiro/Alto Paranaíba, Leste Goiano, Central Mineira, Sul Cearense, Norte Pioneiro Paranaense, Zona da Mata, Ocidental do Tocantins, Sudeste Piauiense, Sertões Cearenses, Centro-Sul Mato-grossense, Vale do Acre, Sul Goiano, Vale do Rio Doce, Presidente Prudente, São José do Rio Preto, Metropolitana de Curitiba, Sertão Pernambucano, Central Espírito-santense, Centro-Norte Piauiense, Sudeste Paraense, Nordeste Mato-grossense, Sertão Paraibano, Leste de Mato Grosso do Sul, Noroeste Espírito-santense, Campinas, Oeste de Minas, Oeste Potiguar, Bauru, Piracicaba, Vale do Mucuri, Norte de Minas, Sul/Sudoeste de Minas, Itapetininga, Centro Norte de Mato Grosso do Sul, Sul Espírito-santense, Campo das Vertentes, Oriental do Tocantins, Jequitinhonha, Norte Mato-grossense, Leste Rondoniense e Sudoeste Paraense.

Outras regiões afetadas são: Ribeirão Preto, Araçatuba, Sudeste Mato-grossense, Norte Goiano, Noroeste Paranaense, Sul Maranhense, Jaguaribe, Macro Metropolitana Paulista, Centro Amazonense, Marília, Metropolitana de Belo Horizonte, Sudoeste Piauiense, Norte Central Paranaense, Sudoeste de Mato Grosso do Sul, Sudoeste Amazonense, Araraquara, Pantanais Sul Mato-grossense, Extremo Oeste Baiano, Sul Fluminense, Centro-Sul Cearense, Vale do Paraíba Paulista, Noroeste Fluminense, Sul Amazonense, Litoral Norte Espírito-santense, Noroeste Goiano, Centro Oriental Paranaense, Sudoeste Mato-grossense, Baixadas, Centro Ocidental Paranaense, Centro Fluminense, Noroeste de Minas, Metropolitana de São Paulo, Assis, Leste Maranhense, Norte Amazonense, Litoral Sul Paulista, Metropolitana do Rio de Janeiro, Distrito Federal, Vale São-Franciscano da Bahia, Madeira-Guaporé, Norte Fluminense, Vale do Juruá, Centro Maranhense, Oeste Maranhense, Centro Sul Baiano e Sul Baiano.

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Defesa Civil alerta para novo temporal no estado de São Paulo

A Defesa Civil de São Paulo emitiu nesta quarta-feira (16) um alerta para novas pancadas de chuva e rajadas de vento entre a próxima sexta-feira (18) e domingo (20) em todo o estado paulista. O alerta, diz o órgão estadual, é devido à passagem de uma frente fria que trará rajadas de vento que podem chegar a 60 km/h, raios e possíveis quedas de granizo em pontos isolados, com riscos de desabamentos, alagamentos e enchentes. As chuvas no final de semana podem alcançar 200 milímetros (mm) em diversas regiões do estado.

O maior acumulado de chuva é esperado para as regiões de Araçatuba, Bauru, Campinas, Franca, Barretos, Ribeirão Preto, São José do Rio Preto, Sorocaba e Serra da Mantiqueira, que pode somar 200 mm de chuva. Em seguida aparece o litoral norte, com expectativa de 150 milímetros de chuva, e a Baixada Santista e o Vale do Paraíba, com previsão de 100 mm de chuva. Na região metropolitana de São Paulo, a expectativa é que o acúmulo de chuva chegue a 95 milímetros.

Na última sexta-feira (11), as chuvas fortes e os ventos que atingiram diversas cidades paulistas provocaram sete mortes, quedas de árvores e também deixou milhões de consumidores sem energia elétrica. Ainda hoje, segundo boletim da Enel, concessionária de distribuição de energia, quase 91 mil clientes ainda estão sem luz na região metropolitana de São Paulo.

Segundo o coronel Henguel Ricardo Pereira, secretário-chefe da Casa Militar e coordenador estadual de Proteção e Defesa Civil de São Paulo, é preciso que as pessoas tomem algumas medidas de segurança para evitar situações de risco provocadas pelo temporal. “É importante que as pessoas se atentem aos alertas e tenham a percepção de risco em caso de chuva e ventos fortes. Evitem áreas abertas, encostas, tomem cuidado com quedas de árvores e busquem abrigo e um local seguro”.

Outras recomendações da Defesa Civil são para que as pessoas evitem lugares abertos como praias e campos de futebol, mantenham distância de aparelhos e objetos ligados à rede elétrica no momento da chuva, evitem tomar banho durante a tempestade e fiquem atentas a áreas de encosta, observando sinais de movimentação no solo e rachaduras nas paredes.

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Frente fria potencializa efeitos de massa quente e úmida do Sudeste

A chegada de uma frente fria, que promete temporais na Região Sudeste, provocou a decretação de ponto facultativo em repartições públicas do município e estado do Rio de Janeiro e deixou a população carioca em alerta.

Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), a previsão é de chuva forte que oferece “grande perigo” ao território fluminense, ao litoral norte de São Paulo, ao sul do Espírito Santo e à zona da mata e Serra da Mantiqueira em Minas Gerais.

A situação é provocada pelo encontro de uma massa de ar frio, vinda do sul do país, com a massa de ar quente e úmido que está instalada no Sudeste há alguns dias.

“O Rio de Janeiro já vem ao longo desta semana com algumas pancadas ocasionais. Ontem ocorreram algumas chuvas localizadas. Isso está acontecendo em grande parte do Sudeste, devido a uma massa de ar mais quente e úmida que vinha predominando na região. O que acontece a partir de hoje? O avanço de uma frente fria potencializa toda essa instabilidade que estava predominando na região”, explica a meteorologista do Inmet Naiane Araújo.

A formação de massas de ar quente e úmido no país é um fenômeno comum de ocorrer no verão e início de outono, afirma Naiane. “Esse é um padrão da estação do ano na maior parte do território do Brasil. E nesse início de outono, a gente ainda tem muitas características do verão.”

Já a frente fria é formada no sul do continente, na Argentina e Uruguai, e se desloca em direção ao norte, nordeste, atingindo assim tanto a Região Sul, vizinha desses países, quanto o Sudeste. Com ela, vem uma massa de ar frio.

“A frente se formou entre terça e quarta-feira, mais ou menos, na altura da Argentina e chegou ao sul do país ontem. Toda a vez que temos o avanço de uma frente fria, com quem vem sempre um ar relativamente mais frio, e ela se encontra com a massa de ar quente, a gente tem um choque de massas de ar. E esse choque de massas incrementa a condição das chuvas.”

Segundo ela, o alerta do Inmet não significa que vai chover forte em todas as áreas previstas. Algumas regiões podem sofrer mais que as outras, devido a fatores como a predominância do ar quente e o relevo da área.

“Não é porque a gente colocou aviso vermelho abrangendo todo o estado do Rio de Janeiro, que [os temporais] vão afetar o estado como um todo. É uma situação que vai acontecer de forma mais isolada, principalmente nas áreas mais vulneráveis, como a região serrana, que é mais perigosa, a região do litoral, a capital, o norte do Rio. Essa precisão de onde vai acontecer exatamente, a gente consegue acompanhar mais em curtíssimo prazo”, destaca a meteorologista.

Naiane explica que são elevadas as chances de o alerta do Inmet se concretizar, ou seja, de haver chuvas fortes que oferecem grande perigo a algumas áreas do Sudeste.

“Geralmente, quando temos um sistema muito organizado, como é o avanço dessa frente, tudo indica que as chances de ocorrer são muito elevadas. A previsão foi bem certeira para o Sul. Além do modelo matemático que usamos no Inmet estar indicando esse cenário, tem outros modelos que estão indicando o mesmo cenário. Para esse sistema não ter ocorrido, já teriamos que ter visto toda uma mudança lá no sul do país, o que não aconteceu”.

A previsão do Inmet é que até o domingo haja chuvas superiores a 60 milímetros (mm) por hora (ou seja, 60 litros de água para cada metro quadrado) e maiores de que 100 mm por dia. O acumulado até domingo pode chegar a 200 mm.

Há grande risco de danos em edificações, corte de energia elétrica, queda de árvores, descargas elétricas, alagamentos, enxurradas e grandes transtornos no trânsito, segundo o alerta do Inmet. (Agência Brasil)

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RS e SC entram em alerta para temporais a partir desta terça-feira

O Rio Grande do Sul voltará a enfrentar temporais nesta semana. De acordo com alerta divulgado pelo governo estadual, os ventos podem passar de 70 quilômetros por hora nesta terça-feira (16) nas regiões de Campanha, no sul, sudeste e centro do estado, além da região metropolitana de Porto Alegre e litoral.

Para dias seguintes, estão previstas chuvas intensas, raios, mar agitado, risco de ressaca e até eventual queda de granizo por causa de uma frente fria vinda do oceano. O alerta vale também para áreas de Santa Catarina.

“A instabilidade perde força a partir da quinta-feira (18), quando o sistema de baixa pressão atmosférica se desloca para o mar, mas ainda deixa o tempo instável entre Santa Catarina e no Paraná, especialmente nas áreas do leste e norte desses estados”, diz informe do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

O que fazer

A Defesa Civil recomenda que a população verifique condições dos telhados para possíveis reparos. Durante as chuvas, a orientação é ficar em segurança, retirar eletrônicos das tomadas e fechar bem portas e janelas.

Sem luz

As chuvas que atingiram o Rio Grande do Sul no domingo (14) provocaram diversos estragos e deixaram milhares de moradores sem luz.

De acordo com a RGE, uma das concessionárias de energia que operam no estado, 160 mil usuários ficaram no escuro durante o pico do temporal na noite de domingo. Desse total, o fornecimento foi restabelecido para 135 mil clientes e 25 mil continuavam sem energia até as 17h40 desta segunda-feira (15).

A maioria dos usuários fica nas regiões metropolitana, Vale do Sinos, Vale do Taquari e Serra.

Segundo a empresa, o serviço foi interrompido por causa da queda de galhos, árvores e objetos na rede elétrica devido à forte ventania. (Agência Brasil)

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Prefeitura decide trancar todos os parques e bosques de Campinas

A Prefeitura de Campinas decidiu, na tarde desta sexta-feira (17), fechar preventivamente os 25 parques e bosques da cidade neste sábado, 18 de novembro, por causa do alerta de tempestade emitido pela Defesa Civil do Estado.

A reabertura no domingo, 19 de novembro, será reavaliada de acordo com as condições do clima.

O objetivo é evitar riscos aos frequentadores por causa dos temporais. No sábado será avaliado, de acordo com as condições climáticas, se os parques poderão abrir no domingo. O relatório da Defesa Civil aponta que o volume de chuva pode chegar a 100 mm e os ventos podem atingir velocidades de até 100 Km/h, entre esta sexta-feira, 17, até domingo, 19, especialmente a partir da tarde de sábado.

Se a chuva estiver muito forte no sábado, a Emdec avalia fechar a pista interna da Avenida Heitor Penteado, no entorno da Lagoa do Taquaral.

Enfrentamento aos Extremos Climáticos

Na manhã desta sexta-feira, a Prefeitura de Campinas, em reunião com diferentes órgãos, criou o Comitê de Enfrentamento aos Extremos Climáticos, com o objetivo de definir ações preventivas e de redução de danos provocados por eventos climáticos extremos.

Também visa o enfrentamento de períodos como ondas de calor e outros eventos com potencial de danos, entre eles, tempestades e chuvas com ventos, raios e granizo. O fechamento dos parques é uma das ações para prevenir riscos.

“O comitê deliberou pelo fechamento dos parques públicos neste sábado, 18 de novembro, como uma medida de prevenção às fortes rajadas de vento que estão pevistas para a região de Campinas”, disse Sidnei Furtado, coordenador regional e diretor da Defesa Civil de Campinas.

Alertas e monitoramento

Nesta semana, a Defesa Civil apresentou um novo hotsite do Campinas Resiliente para auxiliar a população com todos os alertas e informações sobre o clima. Ele está disponível em: https://portal.campinas.sp.gov.br/sites/campinasresiliente.

Parque que ficarão fechados

– Lagoa do Taquaral (Parque Portugal) – Taquaral
– Bosque dos Jequitibás –  Bosque

– Lago do Café – Taquaral

– Parque Ecológico Monsenhor Emílio José Salim –  Vila Brandina

– Parque dos Guarantãs – Jardim Nova Europa

– Bosque Yitzhak Rabin – Jardim Madalena

– Bosque Chico Mendes – Parque São Quirino

– Bosque São José (Praça Francisco Vivaldi) – Vila Lemos

– Bosque Ferdinando Tilli –  Parque Valença

– Bosque dos Cambarás –  DIC 5, Ouro Verde

– Bosque Augusto Ruschi – DIC 1, Ouro Verde

– Bosque dos Italianos (Praça Samuel Wainer) –  Guanabara

– Bosque dos Alemães (Praça João Lech Júnior) – Guanabara

– Bosque dos Artistas – Swift

– Parque Hermógenes Leitão de Freitas Filho – Cidade Universitária, Barão Geraldo

– Parque das Águas –  Parque Jambeiro

– Bosque da Mata – Parque São Jorge

– Bosque Santa Bárbara – Parque Santa Bárbara

– Parque Linear Capivari (Parque José Mingone/Lagoa do Mingone) – Jardim Capivari

– Pedreira do Chapadão (Praça Ulysses Guimarães) – Jardim Chapadão

– Parque Luciano do Valle – Vila União

– Parque Dom Bosco – Vida Nova, Ouro Verde

– Praça da Juventude Alessandro Monare –  DIC 5, Ouro Verde

– Lagoa do Jambeiro (Praça José Ferreira de Toledo) – Parque Jambeiro

– Parque Ecológico Benevenuto Tilli – Parque São Domingos

 

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Ciclone extratropical intensifica chuvas no sul do país

A Região Sul do Brasil deverá ter chuvas neste sábado (8) – especialmente no Rio Grande do Sul e nas áreas sul de Santa Catarina -, de acordo com a previsão do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). O aumento da instabilidade é consequência do avanço de uma frente fria pelo Oceano Atlântico, desde quinta-feira (6).

Segundo a previsão do Inmet, nesta sexta-feira (7), a frente fria ajudará a manter um canal de umidade sobre o Rio Grande do Sul, e a chuva deve se espalhar por grande parte do estado, atingindo, inclusive, áreas do sul de Santa Catarina.

Chuvas intensas

Neste sábado, com a configuração do ciclone extratropical, “os volumes de chuva tendem a aumentar, especialmente no leste e no litoral gaúcho, podendo superar 70 milímetros (mm) em 24 horas, e, de forma pontual, com valores em torno dos 100 mm”, informa aviso meteorológico do Inmet.

No domingo (9), a frente fria vai atuar sobre o mar, na altura da Região Sudeste. No mesmo dia, a chuva tende a ficar concentrada entre Santa Catarina, Paraná e nas regiões sul e leste de São Paulo, mas em menores volumes.

“Vale destacar que, quanto aos volumes de chuva, há diferença entre os diversos modelos numéricos de previsão do tempo quanto a área de concentração dos maiores valores, especialmente, na sexta-feira e no sábado. Diante disso, é importante o acompanhamento diário das atualizações da previsão do tempo e dos avisos meteorológicos especiais nos próximos dias no portal do Inmet”, informou a Meteorologia.

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