tempestades

Nova onda de frio na região de Campinas pode chegar a 7º nesta semana

A chegada de uma massa de ar polar que vai derrubar as temperaturas em Campinas e região entre amanhã (29) e sexta-feira (01.08). O alerta foi emitido pela Defesa Civil do Estado de São Paulo e se estende também à região de Sorocaba.

De acordo com a previsão, as menores temperaturas devem ser registradas no fim da madrugada e no início da manhã, com mínimas próximas dos 7°C. A recomendação é de atenção redobrada para grupos mais vulneráveis ao frio, como idosos, crianças e pessoas em situação de rua. Nesta segunda-feira (28), a temperatura mínima registrada em Campinas foi de 13,7°C às 8h10, segundo os dados do Cepagri – Centro de Pesquisas Meteorológicas e Climáticas Aplicadas à Agricultura da Unicamp.

Vento

Além do frio, hoje também começou com alerta para ventos fortes. A previsão indica que as rajadas podem atingir entre 70 km/h e 75 km/h na região de Campinas. Até o começo da tarde desta segunda-feira, o vento mais forte registrado ocorreu às 8h40 com a velocidade de 37,2 km/h. Houve o registro de uma queda de árvore na avenida Brasil, na região do Guanabara, às 10h30.

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Defesa Civil alerta que pode ter tempestades hoje na região de Campinas

Apesar do sol e calor (32,7º) que está fazendo nesta sexta-feira (14), a Defesa Civil do Estado de São Paulo alerta para a possibilidade de chuvas intensas no período da tarde e noite na região de Campinas. O boletim meteorológico foi emitido nesta sexta-feira e é válido até amanhã (15).  Uma frente fria próxima à costa do Estado de São Paulo provocará as condições para chuvas intensas no período.

Podem ocorrer tempestades e raios. Há risco de alagamentos, deslizamentos de encostas, transbordamentos de rios e inundações.

Serviço
Em caso de dúvidas ou pedido de ajuda:
– Ligue 199, da Defesa Civil, para alagamento, inundações e quedas de árvores;
– Ligue 118, da Emdec, para emergências de trânsito;
– Ligue 193, dos Bombeiros, para situações de emergência;
– Ligue 156, da Prefeitura, para solicitar vistoria para poda e/ou extração de árvores.

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Governo adia Concurso Unificado por causa de chuvas no RS

O governo federal decidiu nesta sexta-feira (3) adiar em todo o país a aplicação das provas do Concurso Público Nacional Unificado (CPNU) por causa das fortes chuvas no Rio Grande do Sul. O certame, o maior a ser realizado no Brasil, estava marcado para domingo (5).

O anúncio oficial do adiamento foi feito pela ministra da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck, e pelo ministro-chefe da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, Paulo Pimenta.

“A conclusão que tivemos hoje é que é impossível fazer a prova no Rio Grande do Sul. O nosso objetivo, desde o início, é garantir o acesso de todos os candidatos”, disse a ministra. “A solução mais segura para todos os candidatos de todo o país é o adiamento da prova”, acrescentou. 

Mais cedo, o ministro Paulo Pimenta havia informado que o governo avaliava um possível adiamento das provas no Rio Grande do Sul. No estado, são 86 mil candidatos inscritos para fazerem a prova em dez cidades gaúchas.

O CPNU é o concurso com o maior número de candidatos já realizado no país. Em todo o Brasil, serão 3.665 locais de aplicação e 75.730 salas. Ao todo, 2,144 milhões de candidatos inscritos no processo seletivo disputarão 6.640 vagas oferecidas por 21 órgãos públicos federais.

Enchentes

Boletim da Defesa Civil estadual divulgado na manhã desta sexta-feira contabiliza 31 mortes em decorrência das chuvas em todo o estado. Há ainda 74 pessoas desaparecidas e 56 feridos. Até o momento, 235 municípios foram afetados pelos temporais, totalizando 351.639 pessoas afetadas. Dessas, 17.087 estão desalojadas e 7.165, em abrigos. Os números, de acordo com o governador Eduardo Leite, devem subir ao longo dos próximos dias. (Agência Brasil)

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Não faltarão recursos para o RS, diz Lula sobre temporais

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou, nesta quinta-feira (2), que não faltarão recursos do governo federal no socorro à população do Rio Grande do Sul e na reconstrução de municípios gaúchos atingidos por tempestades e enchentes desde o início da semana.

Lula e uma comitiva de ministros desembarcaram hoje em Santa Maria (RS) para reunião de trabalho com o governador do estado, Eduardo Leite, que classificou a situação como o pior desastre climático da história do Rio Grande do Sul.

“Tudo que estiver no alcance do governo federal, seja através dos ministros, seja através da sociedade civil ou seja através dos nossos militares, vamos dedicar 24 horas de esforço para que a gente possa atender as necessidades básicas do povo que está isolado por conta da chuva”, disse Lula, após a reunião.

“No primeiro momento, a gente só tem que salvar vidas, a gente só tem que cuidar das pessoas. No segundo momento, a gente vai que vai ter que cuidar de fazer uma avaliação dos danos e, a partir daí, começar a pensar como encontrar o dinheiro para que a gente possa reparar esses danos”, acrescentou o presidente, prestando solidariedade ao povo gaúcho e às famílias das vítimas.

O último balanço das autoridades locais registrava 13 mortes e 21 pessoas desaparecidas, além de 12 feridos. São 132 municípios afetados e 5.321 pessoas desalojadas.

De acordo com o governador Eduardo Leite, esses números são “absolutamente preliminares” e deverão subir. O foco das ações é no resgate das pessoas. “Lamentar desde já todas as mortes que ainda não foram registradas e que serão muitas, infelizmente, por conta de deslizamentos e de pessoas que estão a 48 horas em localidades que estão inacessíveis já pedindo resgate. A gente está se esforçando para chegar em cada um dos locais”, disse, informando que 204 municípios estão com maior risco em razão da elevação dos níveis dos rios e do perigo de deslizamento de terras.

Ele lembrou que nos primeiros temporais do ano passado, o resgate foi possível após uma trégua nas chuvas, o que não vem acontecendo. “Nesse momento, a gente não tem tido essa condição. Desde terça-feira (20) a gente mobiliza o que é possível, mas há muito problema climático ainda que afeta o voo das aeronaves e a dificuldade para fazer resgates. E isso tem gerado consequências muito graves aqui, que ainda vão ser medidas”, disse, antecipando a preocupação com alagamentos em Porto Alegre, capital do estado, em razão da elevação do nível do Rio Guaíba.

Segundo ele, a cota de inundação deve chegar a 4 metros (m) amanhã (3) e, dependendo da direção dos ventos que podem escoar melhor ou podem representar as águas no Guaíba, pode chegar a 4,20 m. Em novembro do ano passado, o nível do rio chegou a 3,46 m, na pior cheia desde 1941.

“Peço às pessoas que saiam das localidades de risco, saiam das suas casas de forma ordenada enquanto é tempo para isso, para nós salvarmos vidas nesse momento”, disse o governador.

Desde o início da crise, o governo federal se mobilizou para apoiar as ações emergenciais, de socorro à população. Militares das Forças Armadas tem auxiliado nas ações de busca e resgate de vítimas e na desobstrução de estradas, além de distribuição de alimentos, colchões, água e a montagem de postos de triagem e abrigos.

O governador Eduardo Leite decretou estado de calamidade pública diante dos estragos causados pelos eventos climáticos. As aulas nas escolas estaduais foram suspensas. Há mais de 150 pontos de bloqueios em estradas e pontes e municípios com problemas no abastecimento de alimentos, água, energia elétrica e telefonia. Os temporais castigam o Rio Grande do Sul desde segunda-feira (29) e a previsão é que o volume de chuvas continue elevado nos próximos dias.

O estado vem sofrendo com ciclos cada vez mais recorrentes de intempéries climáticas. No segundo semestre do ano passado, enchentes provocadas por fortes chuvas fizeram transbordar o Rio Taquari, em uma das piores cheias em décadas, e deixaram um rastro de destruição, perdas materiais e cerca de 50 mortes.

“É o segundo [evento] em um ano que acontece, então é preciso que a gente comece a ficar preocupado em cuidar do planeta Terra com muito mais carinho, com muito mais amor”, disse o presidente Lula.

“A natureza está se manifestando e nós precisamos levar isso muito em conta, porque quando a natureza se rebela a gente sabe que os prejuízos são muitos”, acrescentou, sobre as consequências da ação danosa do homem ao meio ambiente.

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Ciclone extratropical intensifica chuvas no sul do país

A Região Sul do Brasil deverá ter chuvas neste sábado (8) – especialmente no Rio Grande do Sul e nas áreas sul de Santa Catarina -, de acordo com a previsão do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). O aumento da instabilidade é consequência do avanço de uma frente fria pelo Oceano Atlântico, desde quinta-feira (6).

Segundo a previsão do Inmet, nesta sexta-feira (7), a frente fria ajudará a manter um canal de umidade sobre o Rio Grande do Sul, e a chuva deve se espalhar por grande parte do estado, atingindo, inclusive, áreas do sul de Santa Catarina.

Chuvas intensas

Neste sábado, com a configuração do ciclone extratropical, “os volumes de chuva tendem a aumentar, especialmente no leste e no litoral gaúcho, podendo superar 70 milímetros (mm) em 24 horas, e, de forma pontual, com valores em torno dos 100 mm”, informa aviso meteorológico do Inmet.

No domingo (9), a frente fria vai atuar sobre o mar, na altura da Região Sudeste. No mesmo dia, a chuva tende a ficar concentrada entre Santa Catarina, Paraná e nas regiões sul e leste de São Paulo, mas em menores volumes.

“Vale destacar que, quanto aos volumes de chuva, há diferença entre os diversos modelos numéricos de previsão do tempo quanto a área de concentração dos maiores valores, especialmente, na sexta-feira e no sábado. Diante disso, é importante o acompanhamento diário das atualizações da previsão do tempo e dos avisos meteorológicos especiais nos próximos dias no portal do Inmet”, informou a Meteorologia.

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Litoral paulista deve ser atingido por chuvas fortes e contínuas nos próximos dias

O litoral paulista deve ser atingido por “chuvas fortes e contínuas” ao longo desta semana, segundo a Defesa Civil estadual. Os temporais, acompanhados de raios e rajadas de vento, aumentam o risco de deslizamentos, inundações e alagamentos.

As chuvas mais fortes devem atingir, de acordo com a Defesa Civil, a Baixada Santista, os litorais sul e norte, além do Vale do Ribeira, que fica mais ao sul do estado.

Na Grande São Paulo e na região de Sorocaba, no interior, a previsão é de chuvas moderadas. As instabilidades devem começar nesta terça-feira (13) e se manter até sexta (16).

A recomendação do governo estadual é para que pessoas que vivem em áreas de risco tenham atenção a sinais que podem indicar problemas, como indícios de movimentação do solo, com a inclinação de postes ou árvores, rachaduras nas paredes e portas emperradas.

A Defesa Civil também alerta para que a população evite atravessar áreas inundadas ou enxurradas.

Em caso de problemas, a sugestão é acionar a Defesa Civil pelo número 199. O órgão também envia orientações pelo aplicativo Alerta SP e pela página spalerta.gov.br. Os alertas podem ser recebidos ainda por SMS. Para isso, basta enviar uma mensagem com o CEP para o número 40199. (Agência Brasil)

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