trabalho

Quarenta e uma empresas em Portugal reduzem escala para 4×3

Com o livro Sexta-Feira é o Novo Sábado, o professor de economia da Universidade de Londres, o português Pedro Gomes, tem divulgado os casos de 41 empresas em Portugal que decidiram, por conta própria, reduzir a escala para quatro dias de trabalho por três de descanso (4×3).

O especialista da Escola de Negócios da universidade londrina sustenta que a redução da jornada não só é viável, como pode “salvar a economia”, sendo benéfica para o conjunto da economia e da sociedade.

Em relação ao Brasil, o especialista avalia que o país tem condições de reduzir a jornada para 40 horas semanais e acabar com a escala 6×1. A pesquisa de Gomes aponta que a mudança reduz as faltas ao trabalho, diminui a rotatividade nos empregos e incentiva a indústria do lazer e do entretenimento.

“Há muito alarmismo econômico contra a redução da jornada de trabalho. Qualquer redução, em qualquer país que eu vou, dizem exatamente o mesmo: que é impossível reduzir, que vai aumentar os custos para a empresa”, comentou.

À reportagem, o economista português disse que o aumento da produtividade – quando a empresa consegue produzir mais com menos tempo de trabalho –, pode compensar os custos da redução da jornada.

“O que, historicamente acontece, em todas as reduções do tempo de trabalho, é que há um aumento da produtividade por hora. Existem melhoras, na forma como estamos a produzir, que compensam em grande medida, do ponto de vista das empresas, essa redução do tempo de trabalho”, explicou.

Sexta é o novo sábado

O autor analisou a redução da jornada voluntária para 4×3 em 41 empresas portuguesas que somam mais de mil empregados, de diferentes setores e tamanhos.

Dessas companhias, 52% afirmam que vão manter a jornada reduzida para quatro dias de trabalho; 23% dizem que vão manter a jornada reduzida, mas em uma escala menor; e apenas 19% disseram que vão retomar a jornada de 5×2.

Para mais de 90% das empresas, a mudança não teve custos financeiros, com 86% informando que aumentaram as receitas em relação ao ano anterior, sendo que 14% tiveram receitas menores. Cerca de 70% delas ainda concordam que melhoraram os processos da companhia após a mudança.

“A semana de trabalho de quatro dias é uma prática de gestão legítima e viável, que proporciona benefícios operacionais às empresas, como melhor ambiente de trabalho, redução do absentismo [faltas] e aumento da atratividade no mercado de trabalho. No entanto, para ser bem-sucedida, a sua implementação requer uma reorganização profunda”, escreveu Gomes.

Entre as mudanças organizacionais realizadas pelas empresas portuguesas, a mais frequente foi a diminuição da duração das reuniões.

Indústria do lazer

O tempo que o empregado ganha com a redução da jornada tem também um valor econômico que incentiva as indústrias do lazer, do entretenimento, e que tem um efeito positivo para o conjunto da economia.

“Os trabalhadores também são consumidores. Eles também são inovadores, também são cidadãos, têm estudantes e, portanto, o que eles fazem no tempo livre tem um impacto econômico”, explicou.

Pedro Gomes cita o exemplo do industrial Henry Ford, dono da montadora Ford, nos Estados Unidos (EUA), que reduziu, em 1926, há 100 anos, a jornada de trabalho na sua empresa para 40 horas semanais, consolidando o final de semana de dois dias.

“Quando os EUA reduziram para 40 horas, 70% das pessoas passaram a ir ao cinema. Isso fez consolidar Hollywood como uma das principais indústrias americanas. Foi muito positivo para empresas ligadas aos esportes, à música, aos livros, à cultura, aos hotéis”, disse Pedro.

Ainda segundo o economista, “é um passo que já foi feito há 100 anos nos EUA e, portanto, está mais do que na hora do Brasil, e os outros países da América Latina, façam essa passagem para as 40 horas”.

O economista cita ainda o caso da China, que, em 1995, adotou o final de semana de dois dias para parte dos trabalhadores do país.

“Não foi para toda a gente, foi mais para uma classe média. Mas pouco depois, o mercado de turismo interno da China se tornou o maior do mundo porque eles tiveram tempo para viajar. E o Brasil tem um potencial enorme de turismo”, completou

Em Portugal, a jornada de trabalho foi reduzida de 44 horas para 40 horas em 1996.

Faltas e rotatividade

Outro efeito positivo da jornada menor é a redução das faltas ao serviço e a menor rotatividade no emprego, o que aumenta a capacidade de conciliar trabalho com família, sendo especialmente benéfico para as mulheres.

“A rotatividade de trabalhadores e altos níveis de absentismo (faltas) tem um custo enorme para as empresas. Com menos horas trabalhadas, eles vão faltar menos e vão querer sair menos do trabalho, reduzindo a rotatividade”, disse.

Comércio aos sábados

O pesquisador Pedro Gomes acrescentou que algumas das empresas que ele pesquisou não precisaram fechar o comércio no sábado, ou em outro dia, por causa da redução da jornada. Muitas companhias passaram a adotar escalas com menos trabalhadores nos dias de fluxo mais baixo.

“Se vê que tem menos fluxo de clientes nas terças e quartas, então dá mais dias livres aos trabalhadores naqueles dias de menor movimento. Ficam menos trabalhadores na loja, mas a loja fica aberta.”

Para Gomes, as empresas têm a tendência de rejeitar mudanças na extensão da jornada de trabalho, ainda que ela traga benefícios.

“Há muitas escolhas do lado das empresas, só que, muitas vezes, elas não querem pensar nisto. Vão pensar depois da legislação. Não conseguem perceber antes os benefícios que vão ter”, ponderou.

PIB

O economista rejeita a previsão de estudos que apontam para uma possível queda no Produto Interno Bruto (PIB) caso a redução da jornada e o fim da escala 6×1 seja aprovada no Brasil.

O autor Pedro Gomes verificou 250 casos de redução de jornada pela via legislativa que ocorreram no mundo a partir de 1910. Nos cinco anos antes da reforma, a média de crescimento do PIB foi de 3,2%, subindo para 3,9%, em média, após a redução da jornada de trabalho.

“Esses efeitos sobre a produtividade por hora foram muito significativos e compensaram amplamente a redução da jornada de trabalho. Além disso, todos esses outros efeitos macroeconômicos também tiveram impacto [no PIB]”, explicou.

Para o professor de economia, a grande quantidade de horas que o trabalhador brasileiro passa no deslocamento para o serviço também justifica a redução da jornada de trabalho no Brasil.

“É uma razão adicional. Os trabalhadores vão melhorar muito a qualidade de vida, vão valorizar muito, e os custos para as empresas são muito mais baixos do que eles costumam argumentar”, finalizou. (Agência Brasil)

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Estudo da Unicamp e do Ipea divergem sobre impactos no PIB e inflação

As propostas de redução da jornada de trabalho no Brasil, em tramitação no Congresso Nacional, têm mobilizado pesquisadores sobre os possíveis impactos da medida na economia, a partir do fim da escala de seis dias de trabalho por um de descanso, a chamada 6×1.  

De um lado, estudos de entidades que representam o empresariado, as chamadas confederações patronais, projetam queda no Produto Interno Bruto (PIB) e alta da inflação.

Por outra perspectiva, análises da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) desenham um cenário diferente, com impactos reduzidos atingindo apenas alguns setores, além da criação de mais empregos e possível aumento do PIB.

Para a economista da Unicamp Marilane Teixeira, a diferença entre as pesquisas sobre os custos econômicos da redução da jornada ocorre porque não se trata de um debate puramente técnico, mas político.

“Parte significativa da literatura econômica que discute o assunto parte de modelos que assumem, como regra, que qualquer redução na quantidade de horas trabalhadas levará, inevitavelmente, à redução da produção e da renda – ignorando, assim, os ajustes dinâmicos que historicamente ocorrem no mercado de trabalho”, aponta. 

Membro do Centro de Estudos Sindicais e de Economia do Trabalho (Cesite), Marilene defende que a resistência à redução da jornada, por parte dos empregadores, pode levar a projeções alarmistas.

“Do ponto de vista dos empregadores, é claro que, qualquer mudança é vista a partir do seu negócio. Eles não olham a economia como um todo, mas isso traz benefícios para o conjunto da sociedade”, acredita.

Previsões  

pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI) calcula uma perda de R$ 76 bilhões no PIB brasileiro (-0,7%) com a redução da jornada das atuais 44 para 40 horas. No caso da indústria, o PIB cairia 1,2%.

“Nossa indústria vai perder participação no mercado doméstico e internacional, a partir da redução nas exportações e da alta nas importações”, destaca o presidente da CNI, Ricardo Alban. 

Já a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), que reúne empresários desses setores, afirma que a redução da jornada aumentaria os custos sobre a folha salarial em 21%. A estimativa da CNC cita que o repasse de preços ao consumidor poderia chegar a 13%.  Já a CNI aponta para altas nos preços de 6,2%, em média.

“Sem redução dos salários nominais, espera-se por impactos significativos sobre a rentabilidade da atividade comercial no Brasil”, diz a CNC.

Custos x benefícios 

Já o estudo do Ipea afirma que a alta no custo das empresas com os trabalhadores, a partir da redução da jornada, não passaria dos 10%, no caso dos setores mais impactados. Na média, a previsão é de um custo extra do trabalho de 7,8%.

Porém, considerando o custo total das empresas, conta que engloba o conjunto de gastos, o impacto da redução da jornada varia de 1%, em setores como comércio e indústria, a até 6,6%, no caso do ramo de vigilância e segurança.

“Os resultados indicam que a maioria dos setores produtivos apresenta capacidade de absorver aumentos nos custos do trabalho, ainda que alguns segmentos demandem atenção específica”, diz o estudo do Ipea. 

A exceção seriam as empresas com até nove trabalhadores, que empregam cerca de 25% dos assalariados formais do país. Segundo o Ipea, esses negócios podem precisar de apoio estatal para transição à nova jornada de trabalho.

Um dos autores do estudo do Ipea, Felipe Pateo, afirma que o levantamento da CNC não demonstra, “de forma transparente”, como eles chegaram ao aumento de 21% no custo do trabalho.

“Mesmo olhando só para o custo do trabalho em si, a gente mostra que, matematicamente, não tem como esse aumento ser maior do que 10% porque é exatamente o tempo de horas que o empregador vai perder em relação ao trabalhador que faz 44 horas semanais”, afirmou.

A reportagem procurou a CNC para comentar as divergências, mas não obteve retorno até o fechamento desta reportagem.

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Matrículas para cursos de qualificação do Ceprocamp estão abertas

O Ceprocamp – Centro de Educação Profissional de Campinas está com matrículas abertas para cursos de qualificação profissional em áreas como auxiliar administrativo, informática básica, entre outras. São 611 vagas em 15 opções de cursos distribuídos em cinco unidades da instituição; o preenchimento das vagas será por ordem de chegada.

As matrículas devem ser feitas diretamente nas unidades, entre 9h e 19h (exceto na unidade Ouro Verde, que atende das 9h às 17h). Para garantir a vaga, é preciso levar o original e as cópias do RG com CPF, comprovante de escolaridade, comprovante de endereço e uma foto 3×4 recente.

Os cursos têm duração de 10 semanas e as aulas estarão disponíveis nos períodos da manhã (8h às 11:40h), tarde (13:30h às 17:10h), noite (18:50h às 22:20h). O início está previsto para o dia 22 de abril.

A qualificação profissional tem como objetivo fornecer uma formação básica para iniciar ou aprimorar os conhecimentos dos alunos em determinadas profissões. Esse ensino beneficia tanto os jovens que estão iniciando no mercado de trabalho quanto aqueles afastados de suas atividades há algum tempo ou que desejam mudar de área.

Serviço
Matrículas nos cursos de qualificação profissional do Ceprocamp
Quando: a partir de 6 de abril
Onde realizar a matrícula: na unidade Ceprocamp em que deseja estudar
O que levar: original e cópias da carteira de Identidade, comprovante de residência e declaração ou histórico escolar
Mais informações: fumec.sp.gov.br/ceprocamp .

 

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Ford Ranger XL é muito superior ás concorrentes Hilux e S10

A versão do modelo avaliado pelo DeFatoCampinas/Motor é uma velha conhecida do segmento de picapes médias, cuja a primeira geração começou a ser vendida no Brasil em 1995: a Ford Ranger XL. Teoricamente é uma versão de entrada, mas se comparada com as concorrentes, de entrada não tem nada. Se compararmos com as concorrentes Toyota Hilux e a Chevrolet S10, ela é muito superior, mais moderna e mais equipada.

Com bancos confortáveis revestidos de tecido (o acabamento em couro virou sinônimo de luxo, mas no verão ou no inverno, teste e veja como o tecido é muito mais agradável), a XL vem de série com sete airbags, piloto automático, multimídia SYNC 4 com tela de 10”, painel de instrumentos digital de 8”, conexão sem fio com Android Auto e Apple CarPlay, volante com ajuste de altura e profundidade, faróis com acendimento automático, painel de direção elétrica ativa, controle eletrônico de estabilidade, assistente de partida em rampas, controle automático em descidas, limitador de velocidade e luz de direção diurna.  Além de ar condicionado digital, travas e vidros elétricos e um bom sistema de áudio. Isso num veículo de trabalho. Ou seja, a Ranger XL tem muita mordomia e segurança.

Chama muito a atenção o design moderno e harmonioso da Ranger XL. Mas vale perder um tempo para admirar o belo conjunto dos faróis. Antes eram peças básicas e sem importância estética, hoje têm um trabalho cuidadoso de harmonização e se integram ao conjunto do veículo.

Para o “trabalho” rodas de aço de 16” com pneus 255/70 R16 All Terrain, muito mais resistentes do que as de liga leve. O chassi, feito com longarinas e travessas de aço especial, é 30% mais resistente a torções que o da geração anterior. A suspensão com curso 15 mm maior e amortecedores externos à longarina contribuem para a excelente capacidade e resistência da picape.

Durante a avaliação, andamos com a valente picape por terrenos não muito usuais para veículos desse segmento, mais interessantes para veículos off-road. O teste utilizando a tração 4×4 e o diferencial traseiro blocante foi excepcional. A Ranger XL se equipara a qualquer modelo fora-de-estrada sofisticado na hora de enfrentar terrenos difíceis.

Outro item que funciona muito bem na picape da Ford são os novos freios, que param o utilitário com facilidade e em espaços coerentes. Transmitem muita confiança. Outro detalhe que traz segurança e tranquilidade é a estabilidade. Mesmo sendo uma picape e 15 mm mais alta, em velocidades compatíveis, a XL se comporta muito bem.

O que também foi muito útil na avalição em terrenos mais acidentados e alagados foi a capacidade de imersão de 80 cm e os ângulos de ataque de 30º e de saída de 26º. Isso dá um “banho” nas concorrentes.

Bom motor

O desempenho foi outro ponto muito favorável na nossa avaliação.  A motorização de dois litros, turbo diesel, oferece 170 cavalos de potência e torque de 41,3 kgfm. E boa parte desse torque já aparece entre 1.000 e 2.500 rpm. Ou seja, mesmo em baixas rotações, o motorista tem um bom desempenho à disposição. Na verdade, o desempenho e o conforto são de um SUV.

A velocidade máxima (que neste caso pouco importa, mas apenas para informação) foi de 163 quilômetros por hora e a aceleração de 0 a 100 quilômetros por hora em 13,2 segundos. Na versão avaliada, a transmissão era manual de seis velocidades. Os engates são muito macios e precisos. Mas a embreagem, até por conta de ser um veículo de trabalho, é pesada.

O consumo é muito bom para uma picape: 10 quilômetros por litro no perímetro urbano e 11,4 quilômetros por litro nas rodovias. Com o tanque de 80 litros, é possível percorrer mais de 800 quilômetros. Não conseguimos medir a proporção de aditivo ARLA que foi consumido no teste.

Mesmo com o enorme tamanho (5,37 metros de comprimento, 3,27 metros de entre-eixos e largura superior a 2,10 metros), a picape é muito boa de andar na estrada ou na cidade. Claro, é necessário ter noção das suas dimensões, mas é muito fácil de andar. Melhor do que muitas das picapes de “luxo” da concorrência. Porém, dois detalhes são negativos: a falta de câmera de ré (até em veículos populares existe) e a falta do aviso sonoro no para-choques traseiro.

A transmissão manual permite uma maior capacidade de carga em relação à versão da XL automática e muito maior que as demais versões da Ranger: o volume de caçamba é de 1.230 litros ou capacidade de 1.097 quilos.

Muito útil

Outra exclusividade do modelo da Ford, que é uma “mão na roda” para quem a utiliza no trabalho, é o pacote de conectividade sem custo adicional, que permite o controle de desempenho e da manutenção de cada veículo em tempo real por meio do Ford Pro portal ou do aplicativo Ford App, uma avançada ferramenta de produtividade para os administradores de frota. O Acompanhamento Preventivo Inteligente é outro serviço exclusivo da Ford, que monitora o funcionamento do veículo e alerta o cliente caso seja detectada alguma anomalia que requeira manutenção.

A Ford Pro conta também com uma equipe técnica especializada para vendas dedicadas aos setores de governo e frotistas, que inclui serviços pós-venda e treinamento personalizado para cada tipo de aplicação, com foco na máxima eficiência e produtividade do cliente comercial. (Antônio Fraga)

Preço

Ford Ranger XL Cabine Dupla MT R$ 272.600,00

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Stellantis vende utiliários elétricos com o mesmo preço dos a diesel

Numa ação ousada, a Stellantis europeia, colocou sua linha de veículos utilitários elétricos a bateria (BEV) com o mesmo valor dos modelos equipados com motores Diesel. A iniciativa visa aumentar as vendas de veículos utilitários elétricos e diminuir o principal entrave, que é preço dos modelos elétricos.

Na ação, a Stellantis põe todos os utilitários do grupo, como, Citroën Berlingo e Jumpy, Fiat Doblò e Scudo, Opel Combo e Vivaro, e Peugeot Partner e Expert. A promoção vai até junho deste ano.

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Cpat tem 753 vagas de empregos disponíveis em Campinas

O Cpat – Centro Público de Apoio ao Trabalhador, orgão da Prefeitura de Campinas, está a partir de hoje (25),com 753 vagas de emprego disponíveis. As oportunidades são para início imediato e há vagas com salários que superam R$ 4 mil. Veja abaixo a lista abaixo:

Operador de telemarketing (45 vagas)

Conferente de carga e descarga (30 vagas)

Operador de telemarketing ativo – 45 vagas – exigência de nível fundamental –  R$ 1.522,28

Conferente de carga e descarga – 30 vagas – exigência de nível médio –  R$ 2.143,00

Operador de caixa – 30 vagas – exigência de nível médio –  R$ 2.164,77

Atendente de lojas e mercados – 30 vagas – exigência de nível fundamental –  R$ 1.850,00

Açougueiro – 30 vagas – exigência de nível fundamental –  R$ 2.451,40

Auxiliar de limpeza – 30 vagas – exigência de nível fundamental –  R$ 1.717,20

Consultor de vendas – 25 vagas – exigência de nível médio –  R$ 1.983,00

Atendente balconista – 20 vagas – exigência de nível fundamental –  R$ 2.042,00

Operador de empilhadeira – 20 vagas – exigência de nível médio –  R$ 2.521,00

Promotor de vendas – 20 vagas – exigência de nível médio –  R$ 1.982,10

Nutricionista – 10 vagas –  exigência de ensino superior –  R$ 4.200,00

Gerente de restaurante – 1 vaga – exigência de ensino médio –  R$ 4 mil

Mecânico de manutenção de ar condicionado – 1 vaga – exigência de ensino fundamental –  R$ 3.620,00

Pintor de veículos – 1 vaga – exigência de ensino fundamental –  R$ 3.500,00

Pedreiro – 15 vagas –  exigência de ensino fundamental –  R$ 3.500,00

Cozinheiro geral – 1 vaga – exigência de ensino médio –  R$ 3.300,00

Coordenador administrativo – 1 vaga – exigência de ensino médio –  R$ 3 mil

Auxiliar de manutenção predial – 1 vaga – exigência de ensino médio –  R$ 3.086,00

Auxiliar de instalações – 1 vaga – exigência de ensino médio –  R$ 2.910,00

Eletricista de instalações – 10 vagas – exigência de ensino fundamental –  R$ 2.619,00

Como se inscrever nas vagas?

Os interessados devem comparecer presencialmente à sede do Cpat, localizada na Avenida Campos Sales, 427, no Centro de Campinas, com os seguintes documentos:
Currículo atualizado
Documento de identidade com foto
Carteira de trabalho (física ou digital)

Serviço
Vagas abertas no CPAT
Cpat Centro
Endereço: Avenida Campos Sales, 427, Centro – Campinas
Agiliza Ouro Verde
Endereço: R. Armando Frederico Renganeschi, 61 – Jardim Cristina – Campinas
Agiliza Campo Grande
Endereço: R. Manoel Machado Pereira, 902 – Parque Valença – Campinas
Mais informações: https://cpat.campinas.sp.gov.br/vagas 

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Rede de farmácias Drogal faz mutirão de vagas em Campinas

A Drogal Farmacêutica realizará um mutirão de vagas em Campinas/SP, na próxima quinta-feira, dia 29, das 9h às 16h. As vagas ofertadas são voltadas para o trabalho nas farmácias, como operadores de caixa (dentro programa Primeiro Emprego), farmacêuticos e balconistas.

Os 50 primeiros serão entrevistados já no dia e os demais serão chamados para entrevistas em datas a serem marcadas. Os interessados devem comparecer ao local, portanto currículo impresso atualizado e documentos com foto. As vagas são exclusivas para moradores de Campinas, Valinhos, Vinhedo e região, acima de 18 ano se com o ensino médio completo.

Serviço
Mutirão de vagas Drogal
Dia 29/5/2025
Horário: das 9h às 16h
Local: Rua Barão de Jaguara, 1363 – Centro – Campinas

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Outback Steakhouse oferece 80 vagas de emprego em Mogi Guaçu

Quem quer ser um “Outbacker”? Restaurante inspirado na cultura australiana, o Outback Steakhouse inicia um processo seletivo para preencher 80 vagas de emprego para a unidade que será inaugurada no Shopping Boulevard em Mogi Guaçu, no interior paulista. Há oportunidades para os cargos de atendente de restaurante, atendente de bar, recepcionista, auxiliar de limpeza e auxiliar de cozinha. Os (as) interessados (as) podem se inscrever pelo site e preencher uma ficha para participar do processo seletivo, que será realizado na semana do dia 19 de maio.

Com um plano de carreira bem estruturado, o Outback tem orgulho em afirmar que 84% de seus sócios proprietários, que comandam as unidades do ao redor do país, vieram da operação. Isso significa que os atuais sócios da empresa iniciaram as suas carreiras como recepcionistas, atendentes de restaurante ou bar ou auxiliares de cozinha e limpeza.

Desde o primeiro dia de trabalho, os profissionais são capacitados por um robusto sistema de treinamento, por isso, não é exigido que novos colaboradores tenham experiência em sua área de atuação. A cada nova posição, o colaborador recebe um pacote de conteúdos e competências para desenvolver sua qualificação.

A sócia regional da rede, Márcia Piellusch, reforça os pontos positivos de se tornar um “Outbacker”, que é como carinhosamente a rede nomeia seus colaboradores. “O ambiente de trabalho acolhedor e descontraído e o plano de carreira são excelentes motivos para fazer parte do time Outback. Estamos ansiosos para formar nossa equipe em Mogi Guaçu e temos certeza de que conseguiremos reunir muitos novos talentos na cidade”, afirma Márcia.

O Outback oferece, além da remuneração, benefícios como: vale-transporte, refeição no local, assistência médica e odontológica. A inscrição pode ser feita virtualmente, e, durante o processo seletivo, os (as) candidatos passam por uma dinâmica em grupo e entrevistas. As pessoas selecionadas após essas etapas passam por um treinamento nos restaurantes para entenderem mais do dia a dia da operação e cultura da companhia.

Quem pode participar

Os (as) candidatos (as) devem ter mais de 18 anos e possuir ensino médio ou técnico completo, além de ter disponibilidade de horário, inclusive aos finais de semana e feriados. O Outback procura pessoas dedicadas, com perfil dinâmico e vontade de crescer. Não é necessário ter experiência na área.

Serviço:
Como participar: a inscrição para o processo seletivo pode ser feita por meio do site https://outback.pandape.infojobs.com.br/
Cargos disponíveis:  atendente de restaurante, atendente de bar, recepcionista, auxiliar de limpeza e auxiliar de cozinha.
Requisitos: pessoas com ensino médio/técnico completo e disponibilidade de horário, inclusive aos finais de semana e feriados.
Faixa etária: maiores de 18 anos, exceto para a vaga de jovem aprendiz de restaurante.
Remuneração: variável de acordo com o cargo exercido e as horas trabalhadas.
Benefícios: vale-transporte, refeição no local, assistência médica e odontológica (os dois últimos após o período de experiência).
Etapas do processo seletivo e duração:  inscrição online, dinâmica e entrevistas.

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Rede Hospitalar Mário Gatti quer contratar 12 médicos pediatras

A procura pelo atendimento médico a crinaças com doenças respiratórias, fez a Rede Mário Gatti abrir um processo seletivo simplificado para a contratação emergencial e temporária de 12 médicos pediatras. As inscrições começaram hoje (5) e vão até amanhã. Os interessados devem se inscrever exclusivamente pelo site www.redemariogatti.sp.gov.br.

doenças respiratórias Os profissionais irão atuar principalmente na Unidade Pediátrica Mário Gatinho, mas também poderão trabalhar em outras unidades da Rede Mário Gatti, como as Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e Hospital Ouro Verde, caso houver necessidade. O contrato de trabalho terá duração de seis meses, prorrogáveis pelo mesmo período. Segundo o cronograma do processo seletivo, a previsão é de que os médicos comecem a atuar no dia 16 de maio.

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Cresce a procura de profissionais nas áreas de informática e tecnologia

Das vagas oferecidas pela Secretaria de Trabalho e Renda no Feirão da Qualificação Profissional, 84% (1.801) são da para as áreas de informática e tecnologia. Esses números reforçam o bom momento do mercado de trabalho em Campinas, que precisa cada vez mais de mão de obra qualificada. Com todos os cursos gratuitos, o feirão é um programa que oferece mensalmente qualificação profissional ao público jovem.

Uma das empresas participantes do feirão é a Microlins. A escola profissionalizante oferece 850 vagas e 400 são para tecnologia e informática. O diretor da escola em Campinas e responsável pelo projeto, Márcio Ferreira, diz que as vagas foram descentralizadas para atender o maior número possível de pessoas.

“Nós disponibilizamos nossas unidades no Campo Grande, Ouro Verde e no centro da cidade. Fizemos isso para que o jovem possa estudar onde for mais fácil na rotina dele. Nós somos procurados semanalmente por empresas ávidas por candidatos qualificados e essa oportunidade de qualificação está sendo oferecida,” explica. Além dos cursos de tecnologia a escola oferece oportunidade para curso básico de inglês e PDP (Programa de Desenvolvimento Pessoal).

Outra empresa que oferece muitas oportunidades em tecnologia é a Softex, especializada em promover políticas públicas para o ecossistema da tecnologia e inovação. A instituição disponibiliza no feirão 950 vagas em cursos como Data Science, Desenvolvimento back-end node JS, Devops containers, entre outros.

Carlos Passos diretor da empresa e responsável pelo projeto explica que o treinamento oferecido prepara os alunos para conhecer a realidade do mercado, aumentando a possibilidade de empregabilidade.

“Essa é uma área muito disputada, mas esse “casamento” entre o que o mercado procura e o preparo dos alunos tem sido um grande desafio. Por isso eles terem acesso a um curso como esse faz toda diferença,” argumenta.

O secretário de Trabalho e Renda, Paulo Sérgio de Andrade, traça um paralelo entre os cursos oferecidos e a vocação tecnológica de Campinas. “A nossa cidade é a capital da tecnologia, portanto, é natural que as escolas estejam preparadas para oferecer capacitação volta a essa área. Isso é muito bom para os jovens que conseguem ter uma base sólida para conhecer uma área que tende a pagar bons salários,” explica.

Qualificação

O Feirão da Qualificação Profissional da Prefeitura de Campinas segue com inscrições abertas. Para mais informações e acesso a lista geral de vagas basta acessar o site: https://cpat.campinas.sp.gov.br/

 

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