Unicamp

Bosque Interativo terá exposição de falcões, serpentes e lagartos

O Bosque dos Jequitibás recebe amanhã (27), mais uma edição do Bosque Interativo, evento gratuito voltado à educação ambiental, conservação da natureza e promoção da saúde. A programação acontece das 9h às 15h, na Praça do Chafariz, e contará com atividades para públicos de todas as idades.

Serão quatro sessões educativas de toque em animais ao longo do dia, realizadas no Centro de Educação Ambiental do Bosque dos Jequitibás. Os horários serão das 9h30 às 10h30, 11h às 12h, 12h30 às 13h30 e 14h às 15h, com distribuição de senhas no local. As senhas das duas sessões da manhã serão distribuídas a partir das 9h e as das sessões da tarde, a partir das 12h.

Os falcões e a segurança

Uma das novidades desta edição é a participação da Aveseg, empresa especializada em manejo de fauna por meio da falcoaria. Os profissionais apresentarão ao público informações sobre a utilização de falcões para aumentar a segurança em aeroportos e rodovias, além de auxiliar no controle populacional de pombos em áreas urbanas. A equipe também levará aves vivas para exposição durante o evento.

Outra atração bastante aguardada pelo público é o retorno das sessões educativas de toque nos animais. Entre os participantes desta edição, estará ainda o grupo Depressão Tem Cura, que levará ao evento ações de conscientização e diálogo sobre saúde mental, ampliando o alcance das atividades educativas e de cuidado com a população.

Organizado pelas equipes do Museu de História Natural e do Zoológico de Campinas, o evento reunirá diversos parceiros com ações educativas e exposições interativas. Entre os participantes estão equipes da DEVISA, do Laboratório de Borboletas da Unicamp, do Projeto Urso na Escola (PUNE) e do Laboratório de PaleoHidroGeologia da Unicamp.O evento conta com o apoio e parceria das secretarias municipais de Cultura e Turismo, Saúde e Serviços Públicos.

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Estudo da Unicamp e do Ipea divergem sobre impactos no PIB e inflação

As propostas de redução da jornada de trabalho no Brasil, em tramitação no Congresso Nacional, têm mobilizado pesquisadores sobre os possíveis impactos da medida na economia, a partir do fim da escala de seis dias de trabalho por um de descanso, a chamada 6×1.  

De um lado, estudos de entidades que representam o empresariado, as chamadas confederações patronais, projetam queda no Produto Interno Bruto (PIB) e alta da inflação.

Por outra perspectiva, análises da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) desenham um cenário diferente, com impactos reduzidos atingindo apenas alguns setores, além da criação de mais empregos e possível aumento do PIB.

Para a economista da Unicamp Marilane Teixeira, a diferença entre as pesquisas sobre os custos econômicos da redução da jornada ocorre porque não se trata de um debate puramente técnico, mas político.

“Parte significativa da literatura econômica que discute o assunto parte de modelos que assumem, como regra, que qualquer redução na quantidade de horas trabalhadas levará, inevitavelmente, à redução da produção e da renda – ignorando, assim, os ajustes dinâmicos que historicamente ocorrem no mercado de trabalho”, aponta. 

Membro do Centro de Estudos Sindicais e de Economia do Trabalho (Cesite), Marilene defende que a resistência à redução da jornada, por parte dos empregadores, pode levar a projeções alarmistas.

“Do ponto de vista dos empregadores, é claro que, qualquer mudança é vista a partir do seu negócio. Eles não olham a economia como um todo, mas isso traz benefícios para o conjunto da sociedade”, acredita.

Previsões  

pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI) calcula uma perda de R$ 76 bilhões no PIB brasileiro (-0,7%) com a redução da jornada das atuais 44 para 40 horas. No caso da indústria, o PIB cairia 1,2%.

“Nossa indústria vai perder participação no mercado doméstico e internacional, a partir da redução nas exportações e da alta nas importações”, destaca o presidente da CNI, Ricardo Alban. 

Já a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), que reúne empresários desses setores, afirma que a redução da jornada aumentaria os custos sobre a folha salarial em 21%. A estimativa da CNC cita que o repasse de preços ao consumidor poderia chegar a 13%.  Já a CNI aponta para altas nos preços de 6,2%, em média.

“Sem redução dos salários nominais, espera-se por impactos significativos sobre a rentabilidade da atividade comercial no Brasil”, diz a CNC.

Custos x benefícios 

Já o estudo do Ipea afirma que a alta no custo das empresas com os trabalhadores, a partir da redução da jornada, não passaria dos 10%, no caso dos setores mais impactados. Na média, a previsão é de um custo extra do trabalho de 7,8%.

Porém, considerando o custo total das empresas, conta que engloba o conjunto de gastos, o impacto da redução da jornada varia de 1%, em setores como comércio e indústria, a até 6,6%, no caso do ramo de vigilância e segurança.

“Os resultados indicam que a maioria dos setores produtivos apresenta capacidade de absorver aumentos nos custos do trabalho, ainda que alguns segmentos demandem atenção específica”, diz o estudo do Ipea. 

A exceção seriam as empresas com até nove trabalhadores, que empregam cerca de 25% dos assalariados formais do país. Segundo o Ipea, esses negócios podem precisar de apoio estatal para transição à nova jornada de trabalho.

Um dos autores do estudo do Ipea, Felipe Pateo, afirma que o levantamento da CNC não demonstra, “de forma transparente”, como eles chegaram ao aumento de 21% no custo do trabalho.

“Mesmo olhando só para o custo do trabalho em si, a gente mostra que, matematicamente, não tem como esse aumento ser maior do que 10% porque é exatamente o tempo de horas que o empregador vai perder em relação ao trabalhador que faz 44 horas semanais”, afirmou.

A reportagem procurou a CNC para comentar as divergências, mas não obteve retorno até o fechamento desta reportagem.

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Prefeitura e Unicamp promovem seminário sobre a Reforma Tributária

“A Reforma Tributária de Consumo e seus Efeitos nos Municípios” é o tema do seminário que será realizado em Campinas no próximo dia 23 de abril, em realização conjunta da Prefeitura e da Unicamp, por meio do Instituto de Economia.

Para o secretário de Finanças, Aurílio Caiado, a Reforma Tributária ainda tem gerado muitas dúvidas, principalmente no que diz respeito à arrecadação dos municípios. “Hoje, temos gerência total sobre o ISSQN, que por sinal é a maior fonte de arrecadação de Campinas. A partir da Reforma e a criação do IBS, essa dinâmica vai mudar e os municípios ainda têm muitas dúvidas sobre como serão os repasses”, explicou.

O secretário destaca a escolha dos palestrantes e debatedores, que são especialistas na temática. “Entre os convidados, temos a confirmação da presença de Bernard Appy, considerado o pai da reforma tributária. Tenho certeza que ele e os demais palestrantes e debatedores trarão uma grande contribuição para o seminário”, completou Caiado.

Entre os convidados estão Luis Felipe Vidal Arellano, secretário municipal da Fazenda de São Paulo; Andrea Riechert Senko, secretária municipal da Fazenda do Rio de Janeiro; Fernando Sarti, Pró-Reitor de Desenvolvimento Universitário e Professor do IE/Unicamp; Bernard Appy, ex-secretário Extraordinário da Reforma Tributária — Ministério da Fazenda; Geraldo Biasoto Jr., professor do Instituto de Economia da Unicamp; Aurilio Caiado, secretário de Finanças de Campinas e Miguel Juan Bacic, professor do Instituto de Economia, coordenando o debate final nas duas mesas.

“A realização deste seminário é especialmente oportuna diante do início da implementação gradual da reforma tributária sobre o consumo, a partir de 2026, inaugurando um período de transição até 2033. Trata-se de uma mudança estrutural no sistema tributário brasileiro, com impactos diretos sobre a arrecadação, a gestão fiscal e a autonomia dos municípios”, comentou Giuliano Contento de Oliveira, professor e pesquisador da Unicamp.

Ainda segundo ele, a fase inicial, ainda que com alíquotas reduzidas e caráter experimental, já exige adaptações relevantes nos sistemas de informação, na administração tributária e na assimilação das novas regras de repartição de receitas. “Nesse contexto, promover um espaço qualificado de debate é fundamental para antecipar desafios, esclarecer incertezas e contribuir para o aprimoramento do desenho institucional da reforma, especialmente no que se refere ao federalismo fiscal e à capacidade dos entes municipais de se adaptarem ao novo regime”, completou.

O Auditório Zeferino Vaz fica no IE/Unicamp, na Rua Pitágoras, 353 – Cidade Universitária. Mais informações no link https://campinas.sp.gov.br/sites/workshopreformatributaria/reforma-tributaria-de-consumo-e-seus-efeitos-nos-municipios .

Programação
14h – Abertura oficial com autoridades
14h30 – Mesa 1 — Reforma Tributária e os Municípios: impactos fiscais, transição e desafios de implementação
Palestrante: Luis Felipe Vidal Arellano: impactos da reforma nas finanças municipais
Debatedores: Andrea Riechert Senko e Fernando Sarti
Coordenador: Luiz Rossini

15h45 – Mesa 2 — Panorama da Reforma Tributária do Consumo: desenho institucional, federalismo e perspectivas
Palestrante: Bernard Appy: panorama geral e impactos da reforma sobre os entes subnacionais
Debatedores: Aurílio Caiado e Geraldo Biasoto Jr.
Coordenador: Luis Yabiku

17h – Debate aberto com o público
Mediação: Miguel Juan Bacic

Serviço
Seminário “A Reforma Tributária de Consumo e seus Efeitos nos Municípios”
Quando: 23/4
Horário: 14h
Inscrições: https://campinas.sp.gov.br/sites/workshopreformatributaria/reforma-tributaria-de-consumo-e-seus-efeitos-nos-municipios
Local: Auditório Zeferino Vaz (Unicamp)
Rua Pitágoras, 353 – Cidade Universitária

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Unicamp abre investigação interna e professora é detida pelo furto

A Reitoria da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) instaurou uma sindicância interna para apurar o furto de material de pesquisa que aconteceu no Instituto de Biologia da instituição.

O crime foi cometido no último fim de semana. Na segunda-feira (23), a Polícia Federal (PF) prendeu em flagrante a professora Soledad Palameta Miller, da Faculdade de Engenharia de Alimentos (FEA) da Unicamp.

A docente foi liberada na terça-feira (24). Segundo as autoridades, ela é suspeita de furtar o material do Laboratório de Virologia e Biotecnologia Aplicada do Instituto de Biologia. A PF cumpriu mandado de busca a apreensão e localizou o material com a professora.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) deu apoio técnico às autoridades policiais. A docente pode responder por furto qualificado, fraude processual e transporte irregular de organismo geneticamente modificado.

A reportagem tenta conseguir contato com a defesa da professora. (Agência Brasil)

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Mata de Santa Genebra promove atividade gratuita sobre plantas medicinais

A Mata de Santa Genebra vai promover um curso sobre plantas medicinais, na próxima sexta-feira (27), das 9h30 às 10h30. Aberta ao público em geral, não é necessário fazer inscrição prévia. A iniciativa conta com a participação de alunos de graduação e pós-graduação da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Unicamp.

Espécies

Segundo os organizadores, a proposta do encontro é orientar o público sobre a correta identificação das espécies, além de apresentar recomendações de preparo para garantir um uso seguro e eficaz. Durante a atividade, os participantes também terão a oportunidade de conhecer mais sobre o açafrão-da-terra, planta reconhecida por sua ação anti-inflamatória.

Os interessados devem chegar com pelo menos 10 minutos de antecedência à sede da Mata, localizada na Rua Mata Atlântica, 447, no Bosque de Barão. Ao final da apresentação, os participantes poderão participar de uma caminhada leve pela área verde, para ampliar o contato com a natureza.

Serviço
Apresentação sobre plantas medicinais
Data: 27 de março
Horário: 9h30
Local: Rua Mata Atlântica, 447 – Bosque de Barão, Campinas

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Emdec começa na segunda a fiscalizar o trânsito na Unicamp

A Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (Emdec) e a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) iniciam, na próxima segunda (2), a campanha educativa que vai distribuir multas “morais” como alerta aos motoristas que cometem infrações de trânsito. A ação é fruto de um contrato que viabiliza ações de fiscalização de trânsito dentro do campus da Cidade Universitária “Zeferino Vaz”, no distrito de Barão Geraldo.

Após o período educativo, a partir de 16 de março, tem início a fiscalização efetiva dentro do campus de Barão Geraldo. Os agentes da mobilidade urbana vão monitorar situações de estacionamento irregular e uso indevido de vagas exclusivas, por exemplo. Constatada a irregularidade, nos locais que contam com sinalização regulamentada, haverá a autuação.

A iniciativa foi da Unicamp e tem o objetivo de ampliar a segurança viária e prevenir sinistros (acidentes) no campus, promover o respeito às Leis de Trânsito e à sinalização, principalmente no que se refere às regras de estacionamento regulamentado e uso indevido (sem credencial) de vagas exclusivas/especiais para idosos e deficientes.

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Palestra sobre plantas medicinais será realizada na Mata de Santa Genebra

A Mata de Santa Genebra recebe neste sábado, 29 de novembro, das 9h às 11h, apresentação sobre plantas medicinais, com alunos da graduação e pós-graduação da Unicamp. Aberta ao público, a atividade tem o objetivo de orientar a população sobre a identificação correta das espécies e suas formas adequadas de preparo, garantindo um uso seguro e eficaz.

Durante o encontro, os participantes poderão conhecer melhor os benefícios das duas plantas amplamente utilizadas, a melissa e a erva-cidreira-brasileira. Não é necessária inscrição prévia — basta chegar com 10 minutos de antecedência na Mata de Santa Genebra, localizada na rua Mata Atlântica, 447, Bosque de Barão Geraldo, Campinas.
Após o bate-papo, os interessados poderão participar de uma caminhada até o Borboletário. A prática é uma parceria entre a Fundação José Pedro de Oliveira (FJPO), gestora da Mata de Santa Genebra, e a Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Unicamp.

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Professora Patrícia Adolf Lutz é a nova secretária da Educação de Campinas

O prefeito Dário Saadi nomeou mais uma mulher para o secretariado campineiro. A professora Patrícia Adolf Lutz é a nova secretária de Educação de Campinas, depois que José Tadeu Jorge  pediu exoneração. O professor deixou o cargo para se dedicar a questões familiares.

José Tadeu Jorge assumiu a secretaria em 2021, no início do primeiro governo de Dário Saadi. Ele já havia comandado a pasta entre 2009 e 2011.

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Escolas da Rede Municipal de Campinas não terão aulas nesta quarta-feira

Os 68 mil alunos das escolas municipais de Campinas não funcionarão nesta quarta-feira (15), em razão do feriado escolar municipal em comemoração ao Dia do Professor. A suspensão das aulas vale para todas as unidades da rede, incluindo Educação Infantil (creche e pré-escola), Ensino Fundamental e Educação de Jovens e Adultos (EJA).

As unidades do Ceprocamp (Centro de Educação Profissional de Campinas), mantidas pela Fumec (Fundação Municipal para Educação Comunitária), seguem o mesmo calendário escolar. Assim, os alunos dos cursos técnicos e profissionalizantes também não terão aulas neste feriado.

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Mata de Santa Genebra, em Campinas, abriga 706 espécies de borboletas

A Mata de Santa Genebra, em Campinas, acaba de ganhar mais um reconhecimento científico. Um artigo publicado por pesquisadores do Laboratório de Ecologia e Sistemática de Borboletas (Labbor) da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) na revista Diversity registrou a presença de 706 espécies de borboletas no local. O estudo também identificou a sazonalidade das espécies e como elas variam ao longo dos meses. A publicação foi divulgada no final do mês de agosto.

O trabalho é fruto do doutorado de Junia Carreira e reúne décadas de registros de campo conduzidos na Mata de Santa Genebra, desde os anos 1970, pelos doutores Keith Brown Jr. e André Freitas, orientadores da pesquisa.

Segundo Júnia, o levantamento inclui tanto as espécies residentes, vistas com frequência, quanto espécies ocasionais que surgem durante processos de dispersão.

“Além da lista, também trazemos informações sobre sazonalidade das borboletas e como elas variam ao longo dos meses, o que pode auxiliar em estratégias de conservação e orientar atividades de observação de borboletas ou outras iniciativas de ciência cidadã na Mata”, afirmou.

Registro

O professor André Freitas, do Instituto de Biologia da Unicamp, explicou que as amostragens semanais feitas por ele e por Keith Brown registravam apenas a presença ou ausência de cada espécie.

“Deste modo, 20 espécies estiveram presentes em todos os censos, como algumas estaladeiras (Hamadryas), a borboleta-pavão-escarlate (Anartia amathea), a alaranjada Dryas iulia, as amarelas grandes do gênero Phoebis e as branquinhas do gênero Eurema ou Heliopetes arsalte. Já entre as mais raras, que apareceram em apenas uma visita, destacamos o azulão Morpho menelaus, a asa-de-vidro Oleria aquata e a lindíssima Atlides polybe”, relatou.

Biodiversidade

Para a pesquisadora Júnia Carreira, a grande diversidade de borboletas encontrada na Mata de Santa Genebra é fundamental para o equilíbrio ecológico.
“Elas ajudam no equilíbrio da mata em diferentes fases do ciclo de vida: como lagartas, controlam populações de plantas e servem de alimento para aves, aranhas e vespas; como adultas, atuam na polinização de várias espécies vegetais. Assim, a alta diversidade de borboletas também reflete uma grande diversidade de outros animais e plantas”, explicou.

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