Vacina

Prefeitura de Campinas intensifica vacinação contra gripe

A Secretaria de Saúde de Campinas realiza na próxima sexta-feira (06) e sábado (07), uma nova ação especial para intensificar a vacinação contra a gripe. A agenda inclui um shopping, dois mercados e a abertura extra de dois centros de saúde (CSs) no distrito de Saúde Sul.

O objetivo é elevar a cobertura vacinal, principalmente em grupos considerados prioritários. A dose é indicada para todas as pessoas a partir de 6 meses.

A vacina contra gripe segue disponível em todos os CSs da cidade. Não é preciso agendamento para receber, basta apresentar documento com foto e carteira de vacinação (se tiver). Neste ano, o imunizante protege contra as gripes A (H1N1 e H3N2) e B. A dose pode ser administrada junto com outros imunizantes do Calendário de Vacinação.

“Reforçamos a orientação de que a vacina é segura e a melhor forma de evitar sintomas graves e até óbitos. É muito importante que as pessoas se protejam, principalmente porque o inverno já está próximo e neste período há aumento da circulação de vírus respiratórios”, explicou a coordenadora do Programa de Imunização de Campinas, Chaúla Vizelli.

Durante a programação também serão ofertadas doses para proteção contra outras doenças, conforme indicação de cada público, e as orientações estão disponíveis no site: https://vacina.campinas.sp.gov.br. Vale destacar que os imunizantes contra a dengue e tuberculose (BCG) são aplicados somente em unidades básicas.

Programação
Sexta-feira (06)
Shopping Parque das Bandeiras, das 15h30 às 19h30 (espaços BAN Cuida e Office). E
ndereço: Avenida John Boyd Dunlop, 3.900, Jardim Ipaussurama
Sábado (07)
CS Campo Belo, das 8h às 16h
Endereço: Rua Milton Pereira de Castro, 255, Jardim Campo Belo
CS São Domingos, das 8h às 17h
Endereço: Rua Juvenal de Oliveira, s/n, Jardim São Domingos
Supermercado Mercairam, das 8h às 12h
Endereço: Rua Ernesto Alves Filho, 461 – Jardim Campos Elíseos
Paulistão Atacadista, das 8h às 17h
Endereço: Avenida Ruy Rodriguez, 554, Vila Aeroporto
Shopping Parque das Bandeiras, das 10h às 18h (espaços BAN Cuida e Office)

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Centros de saúde de Campinas iniciam a vacinação contra a gripe

A cidade de Campinas começou hoje (07) a vacinar a população contra a gripe. O município recebeu,numa primeira remessa do Ministério da Saúde, 27,9 mil vacinas.

Neste ano, a dose contra gripe passou a fazer parte do Calendário Nacional de Vacinação para crianças de 6 meses a 5 anos, gestantes, idosos e grupos prioritários. Com isso, a proteção para estes públicos passa a ser permanente por meio da oferta de vacinas nas unidades básicas.

Benefícios

A coordenadora do Programa de Imunização de Campinas, Chaúla Vizelli, ressaltou que a vacina é segura e protege contra os principais vírus da gripe em circulação: influenza A (H1N1), influenza A (H3N2) e influenza B.

“A vacina é segura e ajuda a preservar vidas. É a melhor forma de evitar sintomas graves e óbitos, além de reduzir a possibilidade de transmissão viral”, explicou. .

Mais informações: site: https://vacinas.campinas.sp.gov.br

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Saúde recomenda cálcio para todas as gestantes para prevenir eclâmpsia

O Ministério da Saúde recomenda que todas as gestantes do país façam suplementação de cálcio para prevenir a pré-eclâmpsia e a eclâmpsia, problemas causados pela hipertensão que são a maior causa de nascimentos prematuros e de morte materna e fetal. A nova estratégia será adotada no pré-natal do Sistema Único de Saúde (SUS).

O novo protocolo busca reduzir a morbimortalidade materna e infantil, especialmente entre a população negra e indígena. Em 2023, quase 70% das mortes causadas por hipertensão foram entre mulheres pretas e pardas. O cálcio ajuda a regular o metabolismo, mantendo a pressão arterial em níveis normais.

As gestantes devem tomar dois comprimidos de carbonato de cálcio 1.250 mg por dia a partir da 12ª semana de gestação até o parto. Essa dose garante a ingestão de 1.000 mg de cálcio elementar por dia, o que é a quantidade mínima necessária para reduzir o risco de complicações.

Gestantes

O medicamento já faz parte da farmácia básica do Sistema Único de Saúde (SUS) e é oferecido pelas unidades de saúde, mas caberá aos municípios, ao Distrito Federal e aos estados adquirir os comprimidos na quantidade necessária para atender a todas as gestantes.

Desde 2011, a Organização Mundial da Saúde recomenda a suplementação de cálcio para gestantes com baixo consumo do micronutriente e mulheres com alto risco para pré-eclâmpsia. A orientação já era seguida pelo Ministério da Saúde, mas a prescrição era feita apenas para gestantes com risco detectado.

De acordo com a nota técnica do ministério, a mudança para a prescrição universal se baseia em pesquisas oficiais que mostram que tanto as adolescentes quanto as mulheres adultas no Brasil consomem menos da metade da quantidade recomendada de cálcio por dia.

As gestantes também devem manter a suplementação de ácido fólico e ferro, que é prescrita de forma universal desde 2005. Por isso, precisam ficar atentas aos horários de ingestão, já que o cálcio e o ferro devem ser tomados em ocasiões diferentes, para não prejudicar sua absorção.

Lexa

As complicações causadas pela hipertensão na gravidez ganharam notoriedade recentemente após o episódio o com a cantora Lexa. Sua filha recém-nascida, Sofia, morreu três dias após o parto prematuro, causado por pré-eclâmpsia com síndrome de Hellp.

Algumas situações aumentam o risco de desenvolver a condição: primeira gestação; gravidez antes dos 18 e depois dos 40 anos; pressão alta crônica; diabetes; lúpus; obesidade; gestação de gêmeos e histórico familiar.

Nesses casos – ou quando a alteração na pressão é detectada no início da gestação -, a gestante precisa de acompanhamento especial e pode receber a prescrição para tomar o medicamento AAS [ácido acetilsalicílico] em conjunto com o cálcio. (Texto e fotos Agência Brasil)

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Campinas registra a primeira morte por febre amarela

A primeira morte por febre amarela em Campinas foi confirmada ontem (6) pela Secretaria de Saúde. O  morador de 39 anos que residia em área rural do distrito de Sousas, onde o risco de transmissão da doença é maior.

O óbito ocorreu no último dia 3 de fevereiro e diagnosticado pelo Instituto Adolfo Lutz, em São Paulo. O homem de 39 anos e morador de Sousas, não tinha sido vacinado.

Ele apresentou os primeiros sintomas da doença em 21 de janeiro e procurou por assistência em saúde no Hospital Walter Ferrari, em Jaguariúna, no dia 28 daquele mês. Na ocasião apresentava sinais hemorrágicos e insuficiência renal.

O último caso humano de febre amarela silvestre contraída em Campinas havia sido de um homem em 2017, que esteve na zona rural de Sousas e conseguiu se curar.

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Secretaria de Saúde intensifica vacinação contra a febre amarela

Com o objetivo de fortalecer a imunização para quem reside em regiões onde o risco de transmissão é maior, como as áreas rurais, ou  próximas das matas, a Secretaria de Saúde de Campinas ampliou a estratégia contra a febre amarela nesta semana com a vacinação de casa em casa realizada por equipes de 26 centros de saúde (CSs).

Na semana anterior, a Secretaria de Saúde já havia iniciado um trabalho temporário para intensificar a imunização em aproximadamente 1,9 mil residentes em 11 bairros de risco para a doença: Carlos Gomes, Gargantilha, Sousas, Joaquim Egídio, Xangrilá, Recanto dos Dourados, Bananal, Village, Jardim Paranapanema, Jardim São Vicente e Parque Jambeiro.

A estratégia de vacinar de casa em casa amplia a ação e contempla locais que fazem parte da abrangência dos CSs e apresentam as condições naturais que significam maior potencial de risco para transmissão.

Porém, a orientação do Programa de Imunização é para que todos os moradores de Campinas, a partir de 9 meses, que ainda não receberam a dose, compareçam aos CSs para aplicação. Vale destacar, porém, que a vacinação é seletiva, ou seja, as pessoas a partir de 5 anos que já tomaram uma dose ao longo da vida não precisam receber outra.

“A vacinação contra febre amarela é a principal estratégia de prevenção e controle da doença, sendo essencial para a proteção da saúde. Sendo assim, a atenção deve ser redobrada para aqueles que moram, atuam ou se deslocam para onde o risco de transmissão é maior”, destacou a coordenadora do Programa de Imunização, Chaúla Vizelli.

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Na volta às aulas especialistas reforçam importância da vacinação

No retorno dos estudantes às salas de aula é importante que os responsáveis confiram se a carteira de vacinação está em dia. “Toda vez que você tiver um grupo grande de crianças ou de adolescentes convivendo, tem um aumento de risco de transmissão de doenças. Então, é por isso que vacinar significa se proteger daquela doença e também proteger a coletividade”, explica a diretora da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), Isabella Balallai.

Atualmente, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece 16 vacinas para crianças e adolescentes que protegem contra mais de 20 doenças, além das vacinas contra dengue, que é aplicada em regiões do país com maior risco de contágio, contra a influenza, que tem campanha anual, e de alguns imunizantes especiais para públicos específicos. Algumas delas têm esquema de duas ou três doses, outras exigem dose de reforço algum tempo depois do esquema inicial para que a proteção permaneça alta. Ou seja: a proteção efetiva depende de muitas idas ao posto de saúde e não apenas para os bebês.

Para a imunologista e gerente médica de vacinas da farmacêutica GSK,  Ana Medina, isso mostra como o calendário vacinal do Brasil é robusto, mas pode confundir os responsáveis. Por isso, momentos de preparação para novos ciclos, como a volta às aulas, são uma boa oportunidade de conferir a carteira de vacinação.

“A gente fica num período de férias, naquele ambiente mais familiar, com possibilidade menor de contágio e depois passa para aquele ambiente escolar que, por mais seguro que seja, tem aglomeração, muitas vezes é uma sala fechada, com ar condicionado e tudo isso favorece transmissão de doenças infecciosas de uma forma geral. E a gente tem ainda o compartilhamento de objetos: a criança pequena pega o brinquedo, coloca na boca, outra criança pega e coloca na boca também, um adolescente empresta um batom, um copo. E eles voltam com aquela saudade né? Então querem abraçar, beijar”, alerta a especialista.

A diretora da SBIm, Isabella Ballalai, destaca algumas doenças infeciosas que podem ter desfechos graves em crianças, mas são preveníveis por vacinas: “30% dos infectados por meningite pneumocócica morrem e 20% dos que tem meningite meningocócica morrem. E dos que sobrevivem, um em cada cinco vai ter sequela grave como amputação dos membros, entre outras, para o resto da vida”. Essas doenças são causadas por bactérias do tipo pneumococo e meningococo, mas o SUS oferece as vacinas Pneumo-10, Meningo C e Meningo ACWY que protegem contra os sorotipos mais prevalentes.

Ela também cita a coqueluche, infecção respiratória causada por bactéria, que atinge principalmente os bebês e têm causado surtos em diversos locais. Em 2024, o Brasil registrou mais de 6.700 casos da doença, 31 vezes mais do que em 2023, e 28 mortes. A vacina Penta, aplicada nas crianças, protege contra a coqueluche e também contra difteria, tétano, hepatite B e infecções por Haemophilus influenzae B, mas é essencial que as mulheres grávidas recebam o imunizante dTpa em todas as gestações, para que o bebê já nasça com anticorpos.

Isabela lembra a covid-19: “A pandemia está numa situação muitíssimo melhor, mas a gente ainda tem muitos casos e muitas mortes. E o segundo grupo que mais morre de covid-19 no Brasil é de crianças menores de 1 ano que não estão vacinadas”. Desde o ano passado, a vacina contra a covid-19 faz parte do calendário básico do SUS e todas as crianças de 6 meses a menos de 5 anos devem receber duas ou três doses, dependendo do imunizante. Mas, de acordo com o painel de cobertura vacinal do Ministério da Saúde, só 32,4% do público-alvo de até 4 anos tomaram pelo menos duas doses.

A diretora da SBIm também ressalta que a vacinação de crianças e adolescentes ajuda a prevenir o adoecimento da população em geral, porque eles são grandes vetores de agentes infecciosos:  “A literatura mostra que a primeira onda de casos de influenza na sazonalidade ocorre entre as crianças. Então, no ambiente coletivo como a escola, os surtos são mais do que comuns: essas crianças se infectam, adoecem e transmitem a influenza“. É também por essa razão que as crianças de seis meses até menores de 6 anos devem ser imunizadas nas campanhas anuais. Crianças e adolescente também são os maiores transmissores de pneumococos e meningococos.

Para que essa cadeia de transmissão seja interrompida, ela recomenda que estudantes com sintomas como febre, tosse e coriza fiquem em casa enquanto estiverem doentes e pelo menos mais 24 horas, depois que os sintomas cessarem. Outra medida essencial é a vacinação dos profissionais das escolas, para que eles não se contaminem e não transmitam doenças aos alunos.

A imunologista Ana Medina complementa que as escolas precisam ser aliadas da vacinação, promovendo educação em saúde, mas ressalta: “Tem que buscar fontes corretas de informação. A gente tem o site do Ministério da Saúde, com uma série de informações adequadas sobre atualização de carteira de vacinação, tem o site da Sociedade Brasileira de Imunizações, que inclusive tem uma parte voltada para o público leigo falando sobre as diferentes doenças. Educação com fontes confiáveis: esse é o primeiro ponto.”

Ela também reforça que os responsáveis não devem ter medo de vacinar seus filhos, porque todos os imunizantes autorizados para uso na rede pública ou privada passam por rigorosos testes de segurança: “E os estudos de segurança nunca param. Depois que a vacina é lançada no mercado, a gente tem o que chama de estudo de fase 4, que são os estudos de farmacovigilância. Essa segurança é acompanhada ao longo da utilização da vacina. E quando você olha todos os estudos, as principais reações adversas geralmente são locais, aquela dor no local da aplicação, um inchaço, um avermelhamento. Isso é esperado de boa parte das vacinas, mas são reações aceitáveis, especialmente quando a gente compara com a gravidade das doenças que elas previnem.” (texto e fotos Agência Brasil)

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São Paulo confirma primeiro caso de febre amarela em humano em 2025

A Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo confirmou o registro do primeiro caso de febre amarela em humano este ano. Trata-se de um homem de 27 anos, morador da capital paulista.

Ele esteve em Socorro, na região de Campinas, onde também houve notificação recente de um caso de febre amarela em macaco.

O estado registrou dois casos da doença em humanos em 2024 – sendo um autóctone (com origem dentro do estado) e outro de um homem contaminado em Minas Gerais, que morreu.

O Instituto Adolfo Lutz já confirmou nove casos da doença em macacos, sendo sete na região de Ribeirão Preto, um em Pinhalzinho e o outro em Socorro.

As ações de vigilância em saúde e vacinação foram intensificadas nessas regiões, além da recomendação de cuidados para quem irá viajar para áreas de mata.

A vacina contra a doença está disponível em postos de saúde e deve ser aplicada ao menos 10 dias antes do deslocamento para regiões com casos.

Febre amarela

A febre amarela é transmitida pela picada de mosquitos silvestres. Um indicador de sua presença se dá com a morte de macacos, que também sofrem com altos índices de mortalidade quando contaminados.

O avistamento de macacos mortos deve ser informado às equipes de saúde do município.

Os sintomas iniciais da febre amarela são febre súbita, calafrios, dores intensas no corpo e cabeça, náuseas e vômitos, fadiga e fraqueza recorrentes. (Agência Brasil)

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Secretaria de Saúde recebe 6 mil doses de vacina contra a covid

Os 68 centros de saúde de Campinas começaram a receber nesta terça-feira (14), 6.580 doses de vacina contra covid-19 aos 68 centros de saúde. A nova remessa foi entregue pelo Estado de São Paulo para a Secretaria de Saúde de Campinas e inclui 2.540 doses direcionadas para crianças de 6 meses a 4 anos. Também foram enviadas 4.040 para pessoas a partir de 12 anos que pertençam aos grupos considerados prioritários.

A expectativa da Secretaria é de que todas as unidades básicas estejam abastecidas com os dois tipos de imunizantes até quarta-feira (15). Vale destacar que, antes deste lote, somente seis unidades tinham recebido doses para crianças de 6 meses a 4 anos.

O Ministério da Saúde é responsável por fornecer vacinas aos estados para distribuição aos municípios. A Secretaria de Saúde mantém diálogo permanente com os dois governos a fim de manter o abastecimento regular de todos os imunizantes nas unidades básicas.

Considerando-se que o estoque de doses para covid-19 é limitado neste momento e a procura é dinâmica, a Secretaria de Saúde orienta a população a conferir a disponibilidade, por centro de saúde, pelo link: https://remedios.campinas.sp.gov.br/

A coordenadora do Programa de Imunização, Chaúla Vizelli, explicou que as crianças entre 5 e 11 anos pertencentes aos grupos prioritários precisam esperar a chegada das vacinas permitidas para as faixas etárias.

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Campinas recebe vacinas da Covid 19 que serão aplicadas a partir de segunda

O governo de São Paulo enviou para Campinas uma nova remessa com 600 vacinas Spikevax contra Covid-19. Diante da quantidade limitada de doses, a Secretaria de Saúde definiu um esquema de aplicação em seis centros de saúde a partir de segunda-feira (9), até que mais imunizantes sejam destinados á cidade.

O estoque de vacinas contra covid-19 estava zerado desde segunda (2). A escolha da secretaria considerou regiões populosas e facilidade de acesso.

Locais que receberão as vacinas:
CS Florence (Noroeste)
CS Centro (Leste)
CS Aeroporto (Sudoeste)
CS São José (Sul)
CS Anchieta (Norte)
CS Vila Ipê (Suleste)

As salas de vacinação funcionam conforme horário de cada CS. Endereços e contatos estão na página https://vacina.campinas.sp.gov.br.

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Doenças respiratórias graves aumentam a necessidade da vacinação

A cidade de Campinas está registrando um aumento dos casos de síndrome respiratória aguda grave por gripe (vírus Influenza) e a Secretaria da Saúde alerta para a importância da vacinação como medida preventiva, principalmente para os grupos considerados prioritários. A dose é segura, neste ano protege contra o Influenza A (H1N1 e H3N2) e B/Victoria, e continua disponível nos 68 centros de saúde (CSs) da cidade.

O grupo prioritário é formado por crianças, idosos, gestantes e puérperas. No entanto, desde 2 de maio todas as pessoas a partir de 6 meses podem tomar a dose contra gripe.

A campanha de imunização em Campinas ocorreu por aproximadamente quatro meses, conforme diretrizes do Estado de SP e do Ministério da Saúde. A Secretaria de Saúde também realizou ações externas, incluindo shopping, para facilitar o acesso às doses.

A maioria dos óbitos foi de pessoas com comorbidades, portanto, que tinham uma ou mais doenças preexistentes e estavam mais suscetíveis para complicações em caso de infecção pelo vírus, e/ou que não receberam a vacina contra gripe.

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