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Coluna Fernando Calmon — Imposto Seletivo inclui até carros elétricos e híbridos

Coluna Fernando Calmon nº 1.309 — 9/7/2024

Imposto Seletivo inclui até carros elétricos e híbridos

Também conhecido dentro da reforma tributária em tramitação final no Congresso Nacional pelo apelido “imposto do pecado” por mirar em bens e produtos que afetem o meio ambiente ou a saúde humana, na realidade faz parte da histórica alta tributação sobre veículos no Brasil. Para se ter ideia, só a partir de 2008 bens de produção como caminhões médios e pesados ficaram isentos do IPI. Antes apenas ônibus escapavam do IPI.

Por mais argumentos que se apresentem dificilmente serão levados em consideração, o que mantém o Brasil de longe campeão mundial de impostos sobre automóveis. No caso os poderes Executivo e Legislativo mantêm-se de mãos dadas. O enquadramento de carros elétricos e híbridos no Imposto Seletivo, porém, foi proposto pelo Executivo com apoio incondicional do Legislativo.

Não se pode negar que o recente programa Mover traz incentivos fiscais aos fabricantes e fornecedores que se comprometeram a investir em tecnologia e diminuição da pegada de CO2. A adesão de 89 empresas do setor foi quase imediata. Na realidade ainda que automóveis fossem movidos por vento, logo se encontraria um jeito de taxá-los de forma pesada pelo alto valor agregado e facilidade de arrecadação.

Um nível de carga tributária semelhante à média europeia já estaria de bom tamanho. Todavia, a participação dos tributos sobre automóveis no preço ao consumidor no Brasil é, nominalmente, 63% superior aos que os europeus pagam, 200% mais que os japoneses e 285% que os americanos.

Elétricos e híbridos voltaram à berlinda com o pleito da Anfavea de que o Imposto de Importação (I.I.), que vem sendo elevado paulatinamente até 2026, passe a 35% desde já. Isso foi interpretado, com razão, como uma quebra de regras. Mas o mundo está mesmo muito confuso. Ninguém poderia imaginar EUA e países da União Europeia sobretaxando importações de veículos elétricos de um único país, a China. Então essa é uma quebra de regras “seletiva”. Os chineses querem provar que não fomentam subsídios. Entretanto, há fortes indícios de que isso ocorre de forma escamoteada e muitas vezes indireta, a exemplo do frete marítimo.

Em outro movimento, a Volvo, cujos 79% de seu capital pertencem à chinesa Geely, passou a cobrar uma tarifa altíssima de R$ 4,00 o kW·h (dobro da média) para todo elétrico no Brasil que não for de sua marca. Quase metade era de modelos da conterrânea BYD, que investe em infraestrutura de recarga, todavia com rede atual bastante limitada.

Vendas vão bem no primeiro semestre, mas produção encolhe

Enquanto o mercado interno continua subindo de forma constante, a produção enfrenta grandes dificuldades em 2024. O balanço da Anfavea indicou que no mês passado as vendas diárias atingiram o bom nível médio de 10.715 unidades. No acumulado do ano, 14,4% a mais que igual período de 2023.

Ainda assim, a entidade revelou-se menos otimista que a Fenabrave. A representante das concessionárias prevê em 2024 crescimento de 14,7% e a dos fabricantes, 10,9% para 2,560 milhões de autoveículos. Tudo ainda muito longe do recorde, incentivado por IPI zerado em 2012, com 3,802 milhões de unidades

Já a produção que alimenta os mercados interno e externo não vai bem. Há previsão de avanço de apenas 4,9%, impactada por uma queda nas exportações de 20,8%. O Brasil enfrenta perda de participação em praticamente todos os países. Entretanto, a produção pode ser menor que a prevista, se o governo mantiver a baixa taxação do I.I. sobre elétricos e híbridos no cronograma atual até 2026.

Ciro Possobom, CEO da VW, participou do evento na Anfavea e informou que importações subsidiadas de elétricos e híbridos só este ano atingirão R$ 2,2 bilhões. Isso equivale à venda de 275.000 carros de entrada. O problema é o governo mudar, como aconteceu nos EUA e na Europa, porque a China é o maior comprador de produtos agrícolas do País. A conferir.

Novo MINI Cooper S entrega maior desempenho

A atualização visual do MINI, em um primeiro momento, pode ser algo impactante e além do necessário. O conjunto acaba por agradar, apesar da grade de grandes dimensões e lanternas traseiras que fogem do desenho tradicional da marca inglesa de propriedade da BMW há 24 anos.

No interior, nível de acabamento muito bom com destaque para o volante de dois raios e uma pequena tira de tecido que simula um inexistente terceiro raio. A tradição se mantém ao eliminar o quadro de instrumentos convencional, substituído por uma tela tátil circular de 9,5 pol. de diâmetro bem no centro do painel. Exige certa adaptação ao desviar o olhar, contudo um mostrador projetado no para-brisa já ajuda, embora deixa algo a desejar em nitidez. Banco traseiro é mais adequado para crianças.

Roteiro de avaliação por estradas sinuosas em torno de Campos do Jordão (SP), onde o MINI confirma qualidades dinâmicas de alto nível, como manda a tradição. O motor turbo de origem BMW teve potência e torque aumentados, de 192 para 204 cv e de 28,5 kgf·m para 30,6 kgf·m.

Aceleração de 0 a 100 km/h em 6,6 s garante que ninguém ficará insatisfeito, mas faz falta a troca manual das sete marchas do câmbio automatizado de duas embreagens. Descartou-se o ajuste de firmeza dos amortecedores no modo Sport da geração anterior, no entanto o comportamento em curvas continua irrepreensível. Preços: R$ 239.990 a R$ 269.990.

Ranger Raptor: exclusividade e alto desempenho

Uma picape que enfrenta trilhas ou terrenos ruins com a desenvoltura igual ou até superior aos utilitários tradicionais ou SUVs com alta aptidão fora-de-estrada. Na Raptor, no entanto, é difícil resumir todas suas competências já que as diretrizes de projeto são holísticas ao demonstrar qualidades também no asfalto.

Em geral, encarar as trilhas mais difíceis requer, além de conhecimento técnico e experiência, ter mais atenção, mais jeito e estar pronto para enfrentar os desaforos que se sucedem. Até agora apenas os utilitários se saiam bem. A começar pelo motor V-6, gasolina, 397 cv e 59,5 kgf·m capaz de entregar alto desempenho (0 a 100 km/h em 6,6 s) com a suavidade que os melhores motores Diesel ainda deixam a desejar apesar do ótimo nível atual.

As suspensões em modo off road permitem superar dificuldades do roteiro com ajuda dos amortecedores Fox de funcionamento ativo. É possível ignorar quase todas as lombadas naturais ou artificiais do percurso de teste e ter a picape sempre na mão. Destacam-se também os níveis de assistência de direção (normal, conforto ou esporte) e até o ronco do escapamento (silencioso, normal, esporte ou off-road). Todas essas funções são ativadas por botões dedicados nos raios do volante.

Outros destaques: amplo curso da suspensão reforçada (vão livre 272 mm), pneus grandes All-Terrain (285/70R17) que, obviamente, limitam a velocidade máxima a 180 km/h, pontos de ancoragem e protetores onde precisam estar, câmbio automático de 10 marchas, bloqueio nos diferenciais dianteiro e traseiro, controle de cruzeiro off-road (mantém velocidade escolhida em descida ou subida), muito boa geometria off-road (ângulos de entrada, saída e central) e câmeras 360° para auxiliar na trilha. Por fim, destaque para os bancos dianteiros com ótima sustentação lateral e sem dureza exagerada.

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No próximo domingo tem mundial de Endurance em Interlagos

Ao mesmo tempo em que reúne montadoras icônicas como Ferrari, Porsche, Lamborghini, BMW e Aston Martin, o Campeonato Mundial de Endurance tem outra característica bastante importante e que o torna singular no universo do automobilismo: a alta representatividade em seu grid, com pilotos oriundos dos cinco continentes. A Rolex 6 Horas de São Paulo reúne um contingente diverso, com bandeiras de 29 países diferentes neste fim de semana em Interlagos.

Palco do FIA WEC nesta quinta etapa da temporada 2024, depois de dez anos sem receber a competição, o Brasil estará na pista com dois pilotos na classe LMGT3: o curitibano Augusto Farfus, que corre pelo Team WRT com a BMW M4 LMGT3 #31; e o carioca Nicolas Costa, competidor da United Autosports a bordo da McLaren 720S Evo LMGT3 #59.

A América do Sul terá outros dois pilotos no grid em Interlagos. José María ‘Pechito’ López, vencedor das 24 Horas de Le Mans e campeão do FIA WEC em 2021 com a Toyota Gazoo Racing, volta ao volante do Lexus RC F LMGT3 #87 da Akkodis ASP Team, enquanto o chileno Nicolás Pino, de somente 19 anos, faz sua temporada de estreia no Mundial de Endurance como piloto da United Autosports a bordo da McLaren 720S Evo #95.O continente americano traz ainda dois pilotos canadenses — Antonio Serravalle, da Isotta Fraschini, na classe Hypercar, e Zacharie Robichon, da Proton Competition, na LMGT3. São três norte-americanos: Ian James, da Heart of Racing Team; Simon Mann, da Vista AF Corse; e Ryan Hardwick, da Proton Competition e companheiro de equipe de Robichon. Por fim, Aliaksandr Malykhin (Manthey Pure Rxcing, classe LMGT3) corre com a bandeira de São Cristóvão e Nevis e licença do país insular caribenho.

Pilotos

O FIA WEC abrange também três competidores africanos: os sul-africanos Sheldon Van der Linde (BMW M Team WRT, na Hypercar) e o irmão, Kelvin Van der Linde (Akkodis ASP Team), além do angolano Rui Andrade (TF Sport), os dois últimos inscritos na LMGT3.

Nação de enorme tradição no automobilismo, o Japão terá cinco pilotos em Interlagos, com destaque para Kamui Kobayashi e Ryo Hirakawa, campeões do FIA WEC com a Toyota Gazoo Racing na classe Hypercar. A China é representada pelo jovem Yifei Ye, que compõe o trio da AF Corse com a Ferrari 499P da principal categoria do campeonato.

A Ásia ainda tem no grid Ahmad Al Harthy, de Omã, no Oriente Médio. O piloto é um dos companheiros de equipe de Valentino Rossi na BMW M4 LMGT3 #46. O outro carro da equipe belga, que tem Augusto Farfus como um dos competidores, traz mais um asiático: Sean Gelael, da Indonésia. E Carl Wattana Bennett, piloto da Isotta Fraschini, tem dupla nacionalidade: norte-americano de nascimento, o competidor defende a bandeira tailandesa no FIA WEC, enquanto Robert Shwartzman estampa o pavilhão de Israel na Ferrari 499P #83 da AF Corse na Hypercar.

A Oceania é bem representada no grid da Rolex 6 Horas de São Paulo. A Nova Zelândia tem os campeões mundiais Earl Bamber (Cadillac Racing) e Brendon Hartley (Toyota Gazoo  Racing), enquanto a Austrália acelera com Matt Campbell (Porsche Penske Motorsport) e Yasser Shahin (Manthey EMA), um dos líderes do campeonato na LMGT3.

O maior contingente

Berço do automobilismo e também do FIA WEC, a Europa é o continente que reúne o maior número de pilotos e também de países neste fim de semana da Rolex 6 Horas de São Paulo.

Estarão alinhadas em Interlagos as bandeiras de Alemanha, Áustria, Bélgica, Dinamarca, Espanha, França, Grã-Bretanha, Países Baixos, Irlanda, Itália, Noruega, Polônia e Suíça.

A França é o país com maior representatividade no Campeonato Mundial de Endurance. Em São Paulo, 18 gauleses vão correr pela vitória. Outra nação com muitos pilotos em ação é a Itália, com 13, enquanto a Grã-Bretanha terá 12 competidores na pista.

Programação
Sexta-feira, 12 de julho

10h45 – Treino Livre 1 (90 minutos)
13h45 – Entrevista coletiva oficial FIA WEC
15h15 – Treino Livre 2 (90 minutos)
17h00 – Pit Walk

Sábado, 13 de julho
10h30 – Treino Livre 3 (60 minutos)
12h00 – Pit Walk
12h05 – Sessão de autógrafos
14h30 – Classificação GT3
14h50 – Hyperpole GT3
15h10 – Classificação Hypercar
15h30 – Hyperpole Hypercar
16h00 – Entrevista coletiva pós-classificação FIA WEC

Domingo, 14 de julho
08h40 – Pit Walk
08h45 – Sessão de autógrafos
08h55 – Desfile de Ferrari
09h20 – Desfile de Porsche
09h45 – Desfile dos pilotos FIA WEC
11h30 – Rolex 6 Horas de São Paulo – largada
18h25 – Entrevista coletiva pós-corrida

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BMW Motorrad apresenta novas motocicletas no International GS Trophy 2024

As novas motocicletas BMW R 1300 GS Trophy Competition e BMW F 900 GS Trophy Marshal, que irão estrear no BMW Motorrad International GS Trophy 2024, na Namíbia. Entre 15 e 20 de setembro de 2024, 22 equipes, incluindo seis femininas e 16 masculinas, enfrentarão o desafiador deserto da Namíbia em busca do cobiçado troféu.

A estrela da competição da marca alemã, será a BMW R 1300 GS Trophy Competition,  que foi criada sob medida para enfrentar os terrenos mais extremos. Com um  motor boxer e equipada com barras de proteção e pneus off-road, está pronta para devorar qualquer desafio.

 

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Nova BMW X2 chega totalmente renovada e com uma opção 100% elétrica

De uma só vez, a BMW do Brasil  apresentou quatro modelos muito especiais: Mini Countryman SE ALL4, Cooper S, X2 e iX2. São dois 100% elétricos e dois a combustão. O conceito do SAV –  Sports Activity Coupé foi lançado pela marca alemã há 17 anos e se tornou uma referencia mundial.

BMW X2

Os novos BMW X2 e BMW iX2 têm um design muito atraente, moderno e acabamento muito sofisticado, uma característica da marca. O novo modelo também marca a importante diferenciação do modelo X1. Como um coupé, onde as linhas têm caimento acentuado do teto, novo BMW X2 cresceu 19,4 cm em comprimento em relação ao seu antecessor, chegando a 4,55 m de comprimento. Nas demais medidas, o modelo aumentou 2,1 cm em largura (totalizando 1,84 m), mais 6,4 cm em altura (1,59 m) e 2 cm no entre-eixos (2,69 m). Com todas essas alterações, o X2 teve uma sensível melhora no espaço interno. Qualquer um dos quatro passageiros, têm uma ótima acomodação e conforto. O porta-malas, assim como orestante do interior, também é generoso: 560 a 1.470 litros, dependendo do rebatimento dos bancos e no iX2, 525 e 1.400 litros. O menor espaço no modelo elétrico se deve por conta das baterias.

Design

Até de longe é possível identificar que alí está uma legitimo BMW. A grade tradicional em forma de dois rins quase hexagonal, utilizada pela primeira vez no segmento compacto premium – é equipada com a iluminação de contorno BMW Iconic Glow. Os faróis são de LED adaptativos. A frente é muito bonita e agressiva.

A linha do teto, que flui ao longo de um caminho ininterrupto até a traseira, cria uma silhueta esbelta em formato de coupé. A traseira, assim como a frente, é também bonita e muito elegante. As caixas de rodas dão visual mais musculoso ao modelo e as lanternas e o spoiler da tampa do porta-malas, dão um visual muito esportivo. As rodas são de 20 polegadas nas variantes a combustão e elétrica, cada um com um desenho exclusivo. O conjunto como um todo é muito harmonioso.

O interior, não menos caraterístico da marca, tem um acabamento sofisticado e muito agradável.  Tanto o modelo a combustão quanto o eétrico são muito semelhantes. Logo que se entra no X2 o que chama á atenção é o grande BMW Live Cockpit Professional, uma incrível tela curvada — composta por duas peças, de 10,25” (painel de instrumentos) e 10,7” (multimídia). É o mesmo equipamento utilizado no BMW X1/iX1, equipado com o novo Sistema Operacional 9, que exibe as informações de maneira atraente e intuitiva. A única diferença entre X2 e iX2 fica para os paddle-shifts, utilizado no X2 a combustão para troca de marchas e no iX2 para ativar o boost temporário de potência.

Na parte frontal do console central estão dois porta-copos e uma bandeja para smartphone com iluminação indireta e carregamento sem fio.
Motores

A motorização a combustão é o já conhecido motor de quatro cilindros  TwinPower, de  2,0 litros, turbo, que entrega 204 cavalos e 300 Nm de torque. A transmissão é automática Steptronic de 7 marchas. Esse conjunto faz o X2 acelerar de 0 a 100 Km/h em 7,4 segundos e atingir a velocidade máxima de 231 km/h.

Já o elétrico é movido por dois motores, localizados um em cada eixo, resultando em uma tração integral xDrive. Juntando os dois motores, a potência é de 230 kW / 306 cavalos e um torque espetacular de 494 Nm. Quando o motorista desejar um pouco mais de potência, pode acionar o  boost temporário, numa borboleta atrás do volante, e terá por 10 segundos, uma potência extra de 7 cavalos. O modelo iX2 acelera de 0 a 100 km/h em 5,6 segundos e a velocidade máxima de 180 km/h. Posicionada no assoalho, a bateria de alta tensão do BMW iX2 tem capacidade total de 64,8 kWh. São até 337 km de alcance, de acordo com o Inmetro.

Carga

O BMW iX2 carrega 100% de sua bateria em 6h30m na BMW Wallbox configurada em 11 kW. Para garantir a recarga em casa e em viagens, um carregador de alta potência acompanha o carro: o carregador Flex Charger portátil, que oferece potência de até 11 kW. O carregador possui padrão de tomada tipo-2, internacional, compatível com todos os veículos BMW e de outras marcas. Para recarga em carregadores ultrarrápidos de 100 kW, são necessários 38 minutos para recarregar de 10 a 80%, faixa de recarga mais comum em deslocamentos.

Moderno

No quesito conectividade, os novos BMW X2 e iX2 conta com o BMW ConnectedDrive, que fornece serviços como: Chamada de Emergência Inteligente, aviso de manutenção por telemetria, navegação com informação de trânsito em tempo real, portais de notícias, clima e aplicativos. Destaque para Digital Key plus que substitui as chaves físicas do veículo para a abertura das portas. Contando com a mais nova, rápida e segura tecnologia, chamada de UWB (banda ultra larga), não há mais a necessidade de aproximar o smartphone ou smartwatch da maçaneta do veículo para abri-lo e do carregador sem fio no console para ligar o motor. A tecnologia está disponível para modelos compatíveis da Apple e Samsung. O cliente também pode compartilhar chaves de forma totalmente digital, por envio de mensagem.

Há ainda os serviços remotos que podem ser acionados a partir do app My BMW, como trancar e destrancar as portas, buzinar, climatizar, localizar o veículo e enviar destinos diretamente ao sistema de navegação. Ainda é possível utilizar aplicativos de smartphones, com preparação para Apple CarPlay e Android Auto sem fio.

Entre os equipamentos disponíveis, sistema Parking Assistant Plus (que auxilia o motorista a estacionar), ar-condicionado com controle digital automático, BMW Comfort Access 2.0 (destrava e acende luzes de boas-vindas ao se aproximar do carro e tranca o veículo ao se afastar sem necessidade de encostar na chave, além de possibilitar a abertura do porta-malas através da aproximação do pé no para-choque traseiro), Driving Assistant Professional (assistente de condução inteligente em situações de trânsito lento ou em longos deslocamentos, informando o motorista, por meio de alertas visuais e sonoros, mudanças involuntárias de faixa de rolamento e controle e prevenção de aproximação frontal, entre outras funções), Head-Up Display, teto solar panorâmico e sistema de som Harman Kardon.

Há ainda o Assistente Pessoal Inteligente BMW (Intelligent Personal Assistant, capaz de executar inúmeras funções no veículo ou explicar o funcionamento de equipamentos, sendo ativado por comando de voz com a frase “Olá BMW”, ou qualquer outra frase que for programada pelo motorista. O modelo pode ainda se conectar com a Amazon Alexa e casas inteligentes, além de estar apto para receber atualizações remotas de software quando disponíveis.

O BMW Service Inclusive (BSI) é um programa que oferece serviços de manutenção de veículos BMW, com cobertura mundial na rede de concessionárias autorizadas, sem custo adicional dos serviços cobertos.

Preços
BMW X2 xDrive20 M Sport – R$ 388.950,00
BMW iX2 xDrive30 M Sport – R$ 443.950,00

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Sedã esportivo BMW M5 já está disponível no mercado nacional

Entre os amantes de automóveis esportivos, o BMW M5 é um dos mais desejados. A sétima geração do modelo já está á venda no Brasil. Com um visual mais agressivo e acabamento sofisticado, o sedã esportivo vem equipado com um sistema de propulsão M Hybrid. O novo M5 continua com um motor V8 turbo de 585 cavalos e 750 Nm de torque e é auxiliado por um motor elétrico de 197 cavalos e 280 Nm de torque. Na soma combinada, geram 727 cavalos de potência e torque de nada menos que 1.000 Nm.

Equipado com sistema de tração integral M xDrive, que permite transferir até 100% da força para o eixo traseiro, o esportivo acelera de 0 a 100 km/h em apenas 3,5 segundos e tem velocidade máxima de 305 km/h.

Híbrido do tipo plug-in, o novo BMW M5 pode rodar apenas em modo elétrico a velocidades até 140 km/h, com autonomia que varia entre 67 e 69 quilômetros, de acordo com o ciclo WLTP.

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Mudanças no BMW M4 GT3 EVO devem o deixar mais veloz

Os engenheiros da BMW M Motorsport trabalharam para tornar o seu carro-chefe nas corridas de GT, o BMW M4 GT3, mais competitivo. O resultado deste trabalho é a versão EVO do carro, que foi apresentada recentemente em Nürburgring, na Alemanha.

O BMW M4 GT3 EVO estará nas pistas a partir da temporada de 2025 e o mesmo se aplica ao BMW M4 GT4, que também terá uma versão EVO disponível a partir da próxima temporada. A chave para otimizar o BMW M4 GT3 para os engenheiros da BMW M Motorsport foi o intenso diálogo com equipes e pilotos, já que nada melhor do que conversar com quem usa o carro profundamente para melhorá-lo.

Desta forma, o foco do BMW M4 GT3 EVO não foi exclusivamente no desempenho, mas também em áreas como dirigibilidade, eficiência e confiabilidade. O desenvolvimento foi realizado, principalmente, pelos pilotos da BMW M, entre eles, o brasileiro Augusto Farfus. Com visual atualizado, assim como o modelo de rua, o M4 GT3 EVO recebeu melhorias aerodinâmicas, na suspensão e freios para ficar ainda mais veloz e confiável nas pistas pelo mundo.

Se estivesse à venda nas concessionárias da BMW espalhadas pelo mundo, modelo custaria 578 mil euros (R$ 3,3 milhões na cotação do dia).

 

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Coluna do Douglas Mendonça – Os melhores carros importados que dirigi

Os melhores carros importados que dirigi nos
meus 50 anos como jornalista automotivo


Os anos 90 marcaram a volta da importação de carros no Brasil. O então presidente Collor, depois de chamar os carros nacionais de “carroças”, liberou a chegada de modelos fabricados no exterior em solo nacional, desde que recolhidos os devidos impostos pelo então governo. Para pressionar a indústria nacional, o tal imposto cobrado era até baixo, fazendo com que uma verdadeira enxurrada de carros inéditos aportasse por aqui. Foi, sem dúvidas, uma época de muito enriquecimento daquele pobre e restrito mercado brasileiro. De uma hora para outra, tínhamos o Brasil cheio de Audi’s, Alfa’s, BMWs, Mercedes, Porsche’s e outras joias raras que rodavam pelo mundo, e que, nós, só víamos nas fotos.

Para escolher os melhores carros importados que guiei nos meus 50 anos como jornalista automotivo, usei os mesmos critérios das matérias sobre os modelos nacionais. Ou seja, o melhor da década, o coadjuvante mais bacana de ser pilotado, e o conceito mais interessante dos anos 90, 2000 e 2010.

Anos 90

Sinceramente, essa foi a década mais difícil de chegar nos finalistas, já que foram tantos carros bacanas que dirigi nesses dez anos, que escolher o mais legal me tomou tempo. Mas, no final, quem superou todos foi o Honda Civic VTI, um hatch endiabrado com seus 160 cv de potência extraída de um pequeno motor 1.6 de aspiração natural! A verdadeira fera, além de ter um motor que girava a 7.600 rpm em sua potência máxima, tinha o corte de giro lá pra perto dos 8.400 rpm, fazendo inveja a muito motor de corrida.

O carrinho tinha um design meio estranho, mas contava com recursos bons como a eficaz suspensão independente nas quatro rodas e um desempenho que colocava carros de maior cilindrada para comer poeira. O segredo do motor estava no comando variável desenvolvido pela Honda na F1. Para não dizer que era 100% perfeito, faltava no hatch esportivo um sistema de freios à altura, já que aqueles de fábrica passavam longe de serem bons. Mas, um carrinho nervoso, que gostei tanto a ponto de comprar um no começo dos anos 2000.

Um outro carro que marcou a década de 90 para mim, talvez por ter sido um dos primeiros a chegar ao Brasil quando as importações foram liberadas, foi o poderoso Alfa Romeo 164. Não estávamos acostumados, até então, com um carro com tantos recursos e aquele design classudo que impressionava. O 164 tinha no cofre o motor V6 3.0 de 192 cv que, para impressionar ainda mais, dispunha de coletores de admissão cromados, que literalmente brilhavam quando se abria o capô. Um sedanzão grande, espaçoso, com suspensão independente nas quatro rodas e a pompa de poucos, tirando que custava absurdos US$130 mil.

No conceito de ideias bacanas, alguns representantes me marcaram nos anos 90, tanto que preferi escolher dois. Uma verdadeira paixão que tenho até hoje é o Renault Twingo, pelas soluções implantadas na indústria automotiva mundial em uma carroceria menor que a do atual Kwid. O carrinho acomodava muito bem quatro passageiros graças ao recurso do banco traseiro que corria sobre trilhos, e a grande área envidraçada se refletia em um interior claro e com maior sensação de espaço. Além disso, seu parabrisas inclinado aumentava a sensação de amplitude para os ocupantes, sem contar o painel digital central que democratizava as informações para todos a bordo. Um hatch pequeno e econômico com seu 1.2 de 55 cv (parente do CHT), mas muito versátil. Para mim, até hoje no Brasil não existiu outro igual.

Mas eu não poderia deixar de falar também do Toyota Prius, que, em 1997, fui conhecer no Japão. Era o primeiro híbrido da história, e, para a época, ficava boquiaberto sabendo que aquele carro tinha dois motores, um elétrico e outro a gasolina. Parecia bruxaria! Guiei o Prius na pista de testes da Toyota, com o Monte Fuji como plano de fundo, e adorava acompanhar pela telinha digital aquele diagrama do seu complexo funcionamento. Hoje a tecnologia híbrida é comum, mas, para os anos 90, era tão revolucionária que alguns colegas colocavam em xeque. Deu certo, e muito!

Fora da trinca de categorias que escolhi, vale a menção de algumas voltas com um Fórmula 3000 no Autódromo de Curitiba, no Paraná, em 1993. O carro tinha em seu currículo o vice-campeonato da categoria em 1991, nas mãos de Alessandro Zanardi, perdendo apenas para Christian Fittipaldi. Além da performance que assustava, o 3000 parecia um Fórmula 1 com limitações no número de rotações do motor. Um F1 virava a 12 mil rpm, e um 3000 não passava de 9 mil giros. Preparado pela japonesa Mugen, o motor tinha cerca de 400 cv e era muito nervoso, o que me deixou fazer o carro morrer na saída por umas três vezes, tamanha a sensibilidade dos pedais. Inesquecível!

Na próxima semana, não perca os “escolhidos” dos anos 2000 e 2010!

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O que esperar das próximas 24 Horas de Le Mans?


Texto e fotos Gerson Borini

Se considerarmos os resultados das duas principais corridas de Endurance realizadas às vésperas da próxima 24 horas de Le Mans, o Porsche 963 tem tudo para ser o protagonista na tradicional prova francesa.

Em SPA-Francorchamps o 963 fez dobradinha com a equipe Herts Team JOTA vencendo a dramática corrida de 6 horas após mais de 90 minutos de interrupção por bandeira vermelha, seguido pelo 963 de numeral 6 da equipe Porsche Penske Motorsport.

No campeonato américa, o IMSA, a prova realizada no último sábado pelas ruas de Detroit, novamente os Porsche 963 fizeram bonito, só não subiram ao lugar mais alto do pódio porque o Acura, que não participa de Le Mans, acabou estragando a festa alemã.

Mas se os cinco Porsches 963 que iniciarão a prova em La Satre chegam com moral elevada, as outras marcas não estão muito atrás. Em SPA o Cadillac V-Serire.R fez bonito na classificação, largando em segundo, e durante a prova teve um rendimento mais conservador nas primeiras horas, certamente para poupar pneus, pois em corridas de 6 horas de duração cada equipe tem apenas 18 pneus para administrar, e quando começou sua recuperação foi o causador da bandeira vermelha. Uma manobra equivocada que lhe custará punição para a largada da próxima semana. Em Le Mans serão três Cadillacs alinhados para a largada, assim como três Ferraris 499P.

A equipe Ferrari AF Course é outra quem vem com tudo para Le Mans, após ser desclassificada da pole position em SPA, e não participando do campeonato americano da IMSA, a equipe italiana quer repetir o feito do ano passado, quando venceu na tradicional prova de 24 horas no seu retorno à categoria. Saindo em último no grid, o Ferrari #50 chegou em terceiro lugar na pista belga.

Os Toyotas GR010-Hybrid buscam se reabilitar no campeonato 2024, e na tradicional prova de longa duração perdeu o reinado no ano passado, depois da hegemonia de alguns anos. Em Ímola conseguiu a vitória sobre o Porsche, mas novamente em SPA foi superado pelos Porsches, o mesmo que já havia acontecido na prova de abertura no Catar.

Se a BMW ainda não conseguiu mostrar um bom desempenho nos Hypercar, na LMGT3 foi a surpresa ao vencer nas 6 Horas de Ímola com o carro 31 que tem o brasileiro Augusto Farfus como principal piloto do trio. Em SPA a estratégia da equipe era ser mais agressiva com o carro #46, que tem como piloto o multicampeão de motovelocidade, o Valentino Rossi, e mais conservadora com o carro #31 do brasileiro. Mas ambos acabaram envolvidos em acidentes e ficaram totalmente fora da disputa.

 

Ainda na LMGT3 a disputa está bem aberta, pois se os Porsche 911GT3.R se deram bem ao final das 6 horas de SPA-Francorchamps, os Lamborghinis Huracan EVO2 da equipe Iron Lynx e Iron Dames estiveram sempre entre os primeiros colocados, e a equipe United Autosports fez bonito com o McLaren 720S EVO numeral 59 que tem como piloto o brasileiro Nicolas Costa, estreante na categoria e que brigou pela primeira colocação no início da prova, tendo terminado em 4º lugar.

O Brasil estará representado na categoria Hypercar pelos pilotos Felipe Nasr no Porsche 963 da equipe Porsche Penske Motorsport com numeral 4, por Pipo Derani e Felipe Drugovich no Cadillac V-Serire.R da equipe Whelen Cadillac Racing de numeral 311.

Na LMGT3 o piloto platinum Augusto Farfus é o principal brasileiro e estará a bordo do BMW M4 número 31 da equipe Team WRT. Nicolas Costa vem a bordo do McLaren 720P EVO numeral 59 da United Autosports, e Daniel Serra é o piloto com licença platinum no Ferrari 296 da equipe GR Racing com o numeral 86.

Mas não se esqueçam que uma prova de longa duração como as 24 horas de Le Mans, outras equipes que ainda não mostraram resultado no campeonato 2024 podem aparecer para surpreender, é o caso dos BMW M Hybrid V8 da equipe Team WRT ou do Peugeot 9X8 da Peugeot TotalEnergies que ano passado liderou várias voltas. Já as estreantes Isotta Fraschini com o Tipo6-C, a Iron Lynx com o Lamborghini SC63 e a Alpine Endurance Team com o Alpine A424 devem ser coadjuvantes na categoria dos Hypercar.

Na LMGT3 aparecem outras equipes utilizando o Ferrari 296 que certamente estarão disputando um lugar ao Sol ao lado dos Corvettes Z06.R da TF Sport ou do estreante Ford Mustang  da Proton Competition, assim como os Aston Martin Vantage AMR e o Lexus RC F.

E para rechear os olhos de quem gosta de competição de alto nível, as 24 horas de Le Mans terão mais 48 pilotos distribuídos em 16 carros da categoria LMP2, que não disputam a temporada regular do FIA-WEC, mas por utilizarem a mesma configuração de motor, chassi e pneu entre eles serão uma corrida a parte. Emoções não devem faltar neste ano.

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Novo BMW M3 CS é um superesportivo de sonho

Mais que exclusivo, o novo BMW M3 CS é um superesportivo colecionável, já que apenas 17 exemplares desembarcaram no Brasil. O M3 CS desembarcou por aqui. Referência entre os modelos esportivos, M3 é conhecido por ser um sedã de competição. E por incrível que pareça, o CS é ainda mais potente, mais leve e mais veloz.

Debaixo do capô, o esportivo usa um motor baseado no M4 GT3 de corrida. São seis cilindros em linha, tecnologia TwinPower Turbo com pressão das duas turbinas aumentada (de 1,7 para 2,1 bar) e incríveis 550 cavalos de potência e 650 Nm de torque. São 40 cavalos a mais que as versões M3 Competition e Competition Track.


A transmissão M Steptronic tem oito marchas e a tração é integral xDrive. Com esse conjunto, o M3 CS acelera de 0 a 100 km/h em apenas 3,4 segundos e leva 11,1 segundos para atingir 200 km/h a partir do zero. A velocidade máxima é limitada em 302 km/h.

Disponível nas cores Verde Signal, Cinza Brooklyn e Preto Safira, o BMW M3 CS se destaca visualmente pela grade em forma de rim e sem moldura, para reduzir o peso, e com design inspirado nos carros de corrida. Projetado especialmente para este modelo, os recursos estéticos incluem linhas de contorno vermelhas e o emblema “M3 CS” na parte superior das duas barras horizontais da grade. Tanto o emblema do modelo na frente quanto seu equivalente na tampa do porta-malas têm superfícies pretas com borda vermelha.

Os faróis BMW Laserlight incluídos na especificação padrão acrescentam outro toque particularmente marcante à dianteira do novo BMW M3 CS. O DRL agora traz a cor amarela, em referência aos carros de corrida GT de sucesso. E ficam acessos durante a sequência de boas-vindas e quando os faróis baixos ou altos estão ligados.

Mais leve

O BMW M3 CS tem no alívio de peso um grande aliado para alavancar seu desempenho. O modelo usa diversos compostos feitos de CFRP (plástico reforçado com fibra de carbono) para diminuir o peso final. Além do teto de fibra de carbono, o modelo de edição especial também utiliza esse material leve e de alta tecnologia no capô, para-choque dianteiro, entradas de ar, capas dos espelhos retrovisores externos, difusor traseiro e spoiler. O console central, os paddles shifts e os acabamentos internos também são todos fabricados em CFRP.

Os assentos M Carbon também contribuem para manter o peso baixo na cabine. O silenciador traseiro de titânio, por sua vez, reduz em mais de 4 kg o peso do sistema de escapamento instalado no novo BMW M3 CS. As várias reduções resultam em uma diminuição de cerca de 20 kg em comparação com o BMW M3 Competition.

A tecnologia de chassis do novo BMW M3 CS foi ajustada precisamente às características de desempenho do motor, ao conceito geral do veículo e à sua distribuição de peso. As configurações específicas do modelo para o sistema DSC e o modo dinâmico M também foram aprimoradas pensando em demandas específicas da condução em circuito de alta velocidade.

As configurações de cambagem das rodas, amortecedores, molas auxiliares e barras estabilizadoras servem para otimizar a precisão da direção e de controle lateral nas curvas do modelo. Os amortecedores controlados eletronicamente da suspensão adaptativa M do novo BMW M3 CS também vêm em uma configuração exclusiva, assim como a direção M Servotronic com relação variável e seu sistema de freios.

Também na lista de equipamentos de série do novo BMW M3 CS estão as rodas de liga leve M forjadas com design exclusivo de raios em V e acabamento dourado. Medindo 19 polegadas no eixo dianteiro e 20 polegadas no traseiro, as rodas são equipadas de série com pneus de especiais que foram desenvolvidos especificamente para o modelo e medem 275/35 R19 na frente e 285/30 R20 na parte traseira.

Veloz

Criada para uso extremo nas pistas, a versão CS também tem diversos atributos para tornar o modelo ainda mais veloz, como o Diferencial Ativo M no eixo traseiro – cujo funcionamento também é totalmente variável – que contribui para a sensação característica do M ao acelerar nas curvas.

Há também o menu M Setup, que permite que o motorista mude da configuração padrão de tração integra para o modo tração integral Sport, que direciona uma proporção ainda maior do torque do motor para as rodas traseiras. O motorista também pode desligar completamente o sistema DSC (Controle Dinâmico de Estabilidade) e ativar o modo tração traseira. Ao enviar a potência de tração apenas para as rodas traseiras e suprimir qualquer intervenção dos sistemas de controle de estabilidade, esta configuração permite uma experiência de condução mais intensa e divertida.

O modelo também é equipado com o sistema M Drive Professional, que conta com funções M Drift Analyzer e M Laptimer para avaliar e registrar habilidades de condução e desempenho na pista, como também vem com M Traction Control, que oferece ajustes na aceleração, na curva de torque e na programação dos sistemas de controle de tração e de estabilidade para dar mais segurança em terrenos difíceis, ou uma pilotagem ainda mais direta e esportiva – de acordo com a escolha do motorista.

No que diz respeito à tecnologia, o BMW M3 CS conta com sistema interativo para facilitar a condução do veículo e proporcionar uma melhor experiência a bordo, tais como: Driving Assistant, Parking Distance Control, BMW Display Key, assistente de farol alto, faróis BMW Laserlight, M Head Up Display, carregamento wireless para celulares e ar-condicionado de duas zonas.

Preço
BMW M3 CS R$ 1.300.000,00

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Novo Mini Cooper começa a ser produzido na Inglaterra

Em setembro de 1961, John Cooper, preparador e engenheiro de carros de competição, pegou um Mini e o transformou num carro de corrida. Logo o modelo seria um sucesso em competições e chegou a vencer o Rally de Monte Carlo em 1964. Desde então, as versões esportivas do pequeno carro passaram a ser denominadas com o nome de Cooper. E na mesma fábrica em Oxford, está iniciando a produção da quinta geração do esportivo.

Para marcar a data, funcionários e a diretora da marca, Stefanie Wurst, fizeram uma comemoração do lado do primeiro modelo de três portas. O primeiro foi “pilotado” por Charlie Cooper, neto do lendário John Cooper.

Desde o lançamento da reestilização do Mini em 2001, mais de 4,4 milhões de modelos foram produzidos na Grã-Bretanha – incluindo 150.000 modelos Mini Electric que foram construídos entre 2019 e 2023.

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